Desktop (DESK3): lucro líquido ajustado de R$ 9,8 milhões no 2T22, alta de 71%

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A Desktop registrou lucro líquido ajustado de R$ 9,8 milhões no segundo trimestre de 2022, em alta de 71% sobre os R$ 5,7 milhões obtidos no segundo trimestre de 2021.

A receita líquida somou R$ 169 milhões no segundo trimestre deste ano, crescimento de 129% na comparação com igual etapa de 2021.

“A evolução deveu-se, principalmente, ao incremento de adições líquidas, como consequência do aumento da penetração da rede existente e da significativa ampliação de cobertura geográfica via expansão orgânica e M&As, contemplando 79 novas cidades na comparação anual do 2T22 com o 2T21”, explica a empresa.

Ebitda – juros, impostos, depreciação e amortização – ajustado da empresa no segundo trimestre de 2022 alcançou R$ 76,0 milhões, uma alta de 136% em relação ao Ebitda de R$ 132,2 milhões no mesmo período do ano anterior.

O  resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 32,1 milhões no 2T22. O aumento em relação ao 2T21 se deve ao maior endividamento da Companhia e à elevação da curva do CDI entre os períodos.

As despesas não-operacionais somaram R$ 4,9 milhões no 2T22, um recuo de 51% em relação ao mesmo período de 2021.

O fluxo de caixa de investimentos ajustado (CAPEX), totalizou R$ 275 milhões no período, composto, principalmente, por R$ 100 milhões de investimentos direcionados à expansão geográfica da rede e ampliação da mesma em regiões já operadas, de forma a servir a demanda adicional pelos serviços da Desktop; e R$ 85 milhões utilizados para instalação de novos clientes.

Em 30 de junho de 2022, a dívida líquida da companhia era de R$ 473,8 milhões, ante R$ 331,8 milhões com a mesma etapa de 2021.

O indicador de alavancagem financeira, medido pela dívida líquida/Ebitda ajustado, ficou em 2,8 vezes em junho/22, queda de 0,6 vez em relação ao mesmo período de 2021.

Os resultados da Desktop (BOV:DESK3) referentes suas operações do segundo trimestre de 2022 foram divulgados no dia 16/08/2022. Confira o Press Release completo!

* Com informações da ADVFN, RI das empresas, Valor, Infomoney, Estadão, Reuters

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