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‘Máquina de destruição do patrimônio’? Desempenho do Ibovespa frente ao S&P 500 decepciona e empresário faz alerta

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Retorno da bolsa foi 18x menor que do S&P 500 em 14 anos; ‘é inconcebível ter 0% de investimento no exterior’, diz CEO.

 

O desempenho do Ibovespa nos últimos 14 anos pode ser definido como uma verdadeira “máquina de destruição do patrimônio dos brasileiros”. Quem disse isso recentemente foi Caio Mesquita, CEO do Grupo Empiricus, uma das principais holdings financeiras do país.

Essa opinião do empresário foi expressa ao avaliar a performance do Ibovespa de 2010 a 2024, em comparação com o retorno obtido pelo S&P 500, principal índice das empresas norte-americanas listadas, no mesmo período.

Veja só o gráfico abaixo:

 

Como é possível observar, nos últimos 14 anos, o índice brasileiro de ações gerou um retorno de 76,1% ao investidor. O suficiente para transformar uma aplicação de R$ 10.000 feita naquela época, por exemplo, em até R$ 17.610.

Ou seja, um ganho potencial de 7.610 reais (aqui, é claro, estamos desconsiderando a inflação no período).

Esse pode parecer um retorno interessante, à primeira vista, mas tem todo o seu “glamour” apagado pela alta que o S&P 500 alcançou no mesmo período. De janeiro de 2010 a janeiro de 2024, foram 1.352,7% de retorno.

Isso seria o bastante para fazer os mesmos R$ 10.000 se tornarem até R$ 145.270. Um “lucro” de 135.270 reais – e 17,7 vezes maior que o gerado pela bolsa brasileira.

“Hoje o Brasil infelizmente é um dos piores destinos do mundo para os investimentos”, afirma Mesquita, CEO de uma das maiores empresas do mercado financeiro brasileiro.

Nesta semana, o Ibovespa renovou mínimas atrás de mínimas. Hoje (14), enquanto escrevo esta matéria, o índice opera aos 118 mil pontos – menor patamar desde novembro do ano passado.

E parece que os “gringos” já estão notando essa derrocada do nosso mercado de ativos de risco. Segundo dados da B3, só nesta quinta (13), os estrangeiros sacaram R$ 3,08 bilhões da bolsa brasileira.

Já são mais de R$ 43,12 bilhões retirados das ações brasileiras, pelos investidores de fora, em 2024.

“Se o seu patrimônio está praticamente todo aqui no país, eu diria, sem exagero, que você pode estar colocando o futuro financeiro da sua família em risco”, afirma categoricamente Caio Mesquita.

Entenda se é hora de fugir do Ibovespa

O sinal aqui é de alerta. Mas o CEO da Empiricus não acredita que o investidor brasileiro deva retirar absolutamente todo seu dinheiro do país para colocar em mercados estrangeiros.

“Eu pessoalmente acredito no Brasil. Tanto acredito que eu investi centenas de milhões de reais no nosso país em diferentes negócios que eu fundei aqui nos últimos anos. Mas confesso que nunca senti uma falta de perspectiva tão grande em relação à economia e aos investimentos aqui”, diz o empresário.

“O real é hoje uma das moedas mais exóticas do mundo, reflexo justamente da instabilidade e falta de credibilidade da nossa economia”, explica.

No último mês de abril, por exemplo, o real foi a moeda que mais se desvalorizou com relação ao dólar, entre os países que compõem o G20. A desvalorização chegou a 4,5% diante da moeda americana – desempenho pior, inclusive, que o do peso argentino (1,38% no mesmo período).

E os números ainda não caminham em uma direção melhor… Nesta semana, o dólar chegou a ficar acima dos R$ 5,40, o maior patamar em 18 meses.

É por tudo isso que, para Mesquita, “é inconcebível ter 0% de investimento no exterior”.

Quer proteger seu patrimônio com ativos internacionais? Veja como

Neste ponto, pode ser que você, leitor, esteja pensando que a única forma de diversificar seus investimentos e buscar lucros em dólar seja investindo na bolsa americana.

Não cometa esse equívoco. Na verdade, existem outras estratégias mais inteligentes que o investidor brasileiro pode adotar na hora de buscar a dolarização de parte do seu patrimônio.

Estratégias que podem, sim, envolver a compra de ações americanas – mas que vão muito além para buscar a proteção do dinheiro seu e da sua família.

“Investir apenas no Brasil pode ser uma cilada. É preciso diversificar os investimentos tanto entre diferentes classes de ativos e setores quanto geograficamente”, explica Caio Mesquita.

Foi pensando no investidor que não sabe a melhor forma de fazer isso que o empresário lançou um novo projeto recentemente: O Investidor Global.

Esse programa é voltado para qualquer brasileiro que queira conhecer, detalhadamente, o melhor caminho para dolarizar parte de seu patrimônio, investindo nos mais diversos ativos internacionais.

Todos os participantes receberão um plano prático para construção do futuro financeiro em moeda forte, de acordo com seu perfil de investidor, além do acompanhamento dessa alocação por profissionais extremamente gabaritados.

Quer saber como participar desse projeto? Então faça a sua inscrição gratuita na lista preferencial clicando no botão abaixo:

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