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Dólar sobe, com aversão ao risco global e tensões comerciais entre EUA e Europa

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O dólar à vista encerrou esta terça-feira (20/01) em alta de 0,29%, cotado a R$ 5,3802 na paridade entre o dólar norte-americano e o real brasileiro (FX:USDBRL). Ao longo do dia, a moeda chegou a flertar com o patamar de R$ 5,40, mas perdeu parte da força no fim da sessão. Ainda assim, o movimento refletiu um ambiente mais defensivo nos mercados. No acumulado de 2026, o dólar segue em queda de 1,98%, indicando que a alta de hoje teve caráter pontual, mais ligada à aversão ao risco global do que a uma mudança estrutural de tendência.

No cenário doméstico, o câmbio foi influenciado por uma combinação de cautela externa e fatores técnicos. O Banco Central realizou, às 11h30, um leilão de 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 2 de fevereiro, o que ajudou a dar previsibilidade ao fluxo cambial. No entanto, a operação não foi suficiente para neutralizar completamente a pressão compradora por dólar. Além disso, o mercado ainda ajustava posições após o fechamento anterior, quando a moeda havia recuado 0,16%, encerrando a segunda-feira cotada a R$ 5,3647.

No exterior, o dólar ganhou força diante de um movimento mais amplo de aversão ao risco. As tensões entre Estados Unidos e Europa aumentaram após declarações do presidente norte-americano, Donald Trump, sobre a possibilidade de impor tarifas comerciais crescentes, a partir de 1º de fevereiro, a oito países europeus. O pano de fundo envolve pressões relacionadas à autorização para que os EUA comprem a Groenlândia, reacendendo temores de uma nova guerra comercial. Mesmo com ceticismo quanto à efetiva implementação das medidas, os investidores buscaram proteção, fortalecendo o dólar e impulsionando o índice DXY (CCOM:DXY).

No mercado futuro da B3, o movimento foi mais contido. Às 17h05, o contrato de dólar futuro para fevereiro — o mais líquido — avançava 0,10%, aos R$ 5,3940, nos contratos Dólar Futuro (BMF:DOLFUT | BMF:WDOFUT). A diferença em relação ao dólar à vista indica a precificação de um prêmio leve para os próximos meses, refletindo incertezas externas, mas sem sinalizar, por ora, uma escalada mais intensa do câmbio no curto prazo.

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