Se a intenção do governo paranaense de transformar a Copel em uma companhia de capital disperso e sem acionista controlador se concretize, a companhia está desobrigada a alienar a hidrelétrica Foz da Areia e, assim, não haverá a necessidade de se fazer o leilão da usina, ficando a estatal com 100% do ativo.

De acordo com reportagem do Valor, pelas regras do setor elétrico, o contrato entre a União e a estatal para o uso da Foz da Areia se encerra em setembro de 2023 e as concessionárias poderão ter as outorgas renovadas por 30 anos, desde que privatizem a maior parte das operações.

Nestes termos, a condição para que a concessão seja renovada e não vá a leilão é que a Copel (BOV:CPLE6) deve repassar à iniciativa privada ao menos 51% da operação da hidrelétrica, ficando com uma fatia minoritária da usina. Entretanto, se a própria Copel for privatizada, essa regra perde validade.

Em entrevista ao jornal, o presidente da Copel, Daniel Slaviero, afirmou que o processo de venda do controle acionário da hidrelétrica está sendo revisto e que a prioridade da empresa é a manutenção do ativo.

Informações BDM

COPEL PNB (BOV:CPLE6)
Gráfico Histórico do Ativo
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COPEL PNB (BOV:CPLE6)
Gráfico Histórico do Ativo
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