A Bolsa (BOV:IBOV) Após acumular ganhos de 10% em junho, o Ibovespa passa por correção mais acentuada nesta quinta-feira, pressionada por PETR4 (-1,88%), que sente o tombo do petróleo, e #VALE3 (-0,66%), que opera sem a referência do minério chinês devido a um feriado.

Por volta das 15h30, o principal índice (BOV:IBOV) opera em queda de 1,5%, sendo negociado a 118.661.

Bancos e varejistas também caem forte, na esteira da decisão do Copom, que frustrou as expectativas de uma sinalização clara de corte de juros a partir de agosto.

 


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Em viagem a Paris, o ministro Fernando Haddad reagiu há pouco à decisão do BC, afirmando que o “Copom está contratando problema futuro”.

Os juros futuros mostram alta moderada na ponta curta, enquanto os longos giram em torno da estabilidade, com o mercado comprando a avaliação de que o BC apenas adiou o início do corte da Selic para setembro, deixando o recado mais claro para a reunião de agosto.

O dólar à vista (+0,24%, a R$ 4,7792) acompanha o viés de alta da moeda no exterior (DXY +0,34%), após Jerome Powell e Michelle Bowman sinalizarem que o Fed deve subir mais os juros neste ano.

Em Wall Street, o Dow (-0,07%) patina, enquanto S&P500 (+0,16%) e Nasdaq (+0,63%) sobem. Ainda lá fora, merece destaque a decisão do BoE de subir os juros em 50 pb, em vez dos esperados 25 pb, por conta da inflação persistente. A libra chegou a ganhar força, mas há pouco caía 0,22%, para US$ 1,2740, com o receio de que o forte aperto monetário provoque recessão no país.

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