Receita líquida da Telefônica (VIVT3 e VIVT4) cresceu 8,4% no primeiro trimestre de 2015

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Rio de Janeiro, 20 de Maio de 2015 – A receita líquida consolidada da Telefônica Brasil S/A, uma das maiores empresas do setor de telecomunicações brasileiro, cresceu 8,4% no primeiro trimestre de 2015 em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionada pela crescente receita de dados e SVA. A receita de serviço móvel obteve variação anual igualmente positiva no trimestre, ainda que afetada pelo efeito da redução de VU-M ocorrida em 24 de fevereiro de 2015. Excluindo tal efeito, o crescimento da receita de serviço móvel do no primeiro trimestre de 2015 seria de 11,6% (na comparação com mesmo trimestre do ano anterior). A receita de franquia e utilização registrou crescimento de 1,3% em relação ao primeiro trimestre de 2014. Tal desempenho anual reflete o incremento de linhas no parque pós-pago, além da recuperação na contribuição das receitas de recargas pré-pagas no período.

Nos últimos doze meses, a receita líquida acumulada pela gigante brasileira do setor de telecomunicações foi de R$ 35.371,1 milhões, valor 1,1% maior que receita líquida consolidada durante o ano exercício de 2014 (R$ 35.000,0 milhões).

A receita de uso de rede da Telefônica (VIVT4 e VIVT3) no trimestre variou -27,9% em relação ao primeiro trimestre de 2014 principalmente em função da redução de 33,0% das tarifas de VU-M ocorrida em fevereiro de 2015. A redução nas receitas de uso de rede seria de 2,0% ao normalizar este efeito, impactada pelo menor tráfego móvel entrante, reflexo do efeito comunidade.

A receita de dados e SVA da empresa de telefonia segue apresentando sólido desempenho no primeiro trimestre de 2015, com crescimento de 31,3% na comparação anual. O sucesso nas vendas de pacotes e planos de dados e a maior penetração de smartphones em nossa base de clientes têm sido os impulsionadores desta evolução. No trimestre, a receita de Dados e SVA aumentou sua representatividade sobre a receita líquida de serviço móvel para 42,0%, evoluindo 7,3 % (na comparação com mesmo trimestre do ano anterior). Considerando apenas a receita sainte, Dados e SVA representaria de 45,6% no primeiro trimestre de 2015.

A receita com SMS da companhia telefônica reduziu 3,3% (na comparação com mesmo trimestre do ano anterior), reflexo da maturidade do serviço. A variação trimestral se mostra mais controlada (-1,2% na variação trimestral), fruto da adoção a ofertas de maior valor agregado que integram pacotes de SMS, voz e dados.

A receita de internet móvel da Telefônica (VIVT4 e VIVT3) mantém alto índice de crescimento, avançando 45,8% na comparação anual, representando 64,5% da receita de dados no primeiro trimestre de 2015. Esse desempenho está diretamente atrelado ao forte crescimento nos acessos de dados pós-pagos, principalmente 4G, ao aumento da venda de pacotes avulsos de dados especialmente no segmento pré-pago, e ao parque de aparelhos smartphone, que registrou aumento de 7,1% no trimestre. No segmento de clientes individuais pós-pagos puros, 85% dos clientes possuem smartphones ou webphones.

Receitas de SVA evoluíram 28,3% no primeiro trimestre de 2015 quando comparadas ao mesmo trimestre do ano anterior, impulsionadas pelos serviços da “Plataforma de Educação”, “Vivo Segurança”, “Vivo Sync”, “Vivo Som de Chamada” e “Vivo Música”, que contribuem para o alto nível de crescimento de SVA.

A receita de outros serviços atingiu R$ 68,8 milhões, patamar 32,2% maior que o primeiro trimestre de 2014. Esta variação reflete a evolução dos serviços digitais, como de seguros, e a recuperação periódica de impostos sobre notas fiscais contestadas.

A receita de aparelho móvel cresceu 12,8% em relação ao trimestre anterior e 8,3% contra o primeiro trimestre de 2014, frente ao crescimento de 16% na base de clientes pós-pagos, em linha com a forte migração de clientes para a base 4G.

A receita líquida do negócio fixo apresentou redução anual de 4,0%, devido, principalmente, ao corte da VC fixo-móvel realizada em 24 de fevereiro de 2015 e à redução da assinatura básica de acordo com o Ato da Anatel, com vigência a partir de 04 de junho de 2014. Excluindo tais efeitos, a variação em receita líquida de serviços fixos seria de -0,4% no período.

A receita de Voz e acessos da companhia do setor de telecomunicações diminuiu 9,1% em relação ao primeiro trimestre de 2014, justificada pela substituição fixo-móvel, além do impacto regulatório. Excluída a redução da VC, a variação seria de -2,0% no comparativo anual.

A receita de uso de rede da Telefônica (VIVT4 e VIVT3) apresenta redução de 18,3% quando comparada ao primeiro trimestre de 2014, em razão do menor tráfego entrante com terminação fixa. Frente ao trimestre anterior houve redução de 11,8% no primeiro trimestre de 2015.

A receita de banda larga da empresa de telefonia cresceu 3,4% na comparação anual e 1,2% contra o quarto trimestre de 2014. Esta evolução reflete os esforços de expansão de ARPU, apesar do atual ambiente competitivo em banda larga. Neste sentido, a companhia vem focando na migração de clientes para velocidades mais altas, principalmente em FTTH, expandindo a base de clientes em fibra, que possui maior ARPU, menor churn e já atinge um total de 429 mil acessos.

A receita de dados corporativos e TI da Telefônica (VIVT4 e VIVT3) cresceu 1,9% (na comparação com mesmo trimestre do ano anterior), reduzindo 0,5% quando comparado ao trimestre anterior, devido principalmente à renovação de grandes contratos com ajustes de preços.

No primeiro trimestre de 2015, a receita de TV por assinatura da companhia telefônica registrou crescimento de 22,0% no comparativo anual. Esta evolução ocorre em resposta ao rápido crescimento da base de assinantes em IPTV e DTH, com aumento de adoção a pacotes HD, que possuem maior ARPU.

A receita com outros serviços da Telefônica (VIVT4 e VIVT3) sofreu redução de 7,8% no comparativo anual, impactada pela volatilidade na venda de equipamentos atrelada a contratos com grandes clientes.

A receita operacional líquida é o mais importante indicador de crescimento de uma empresa, pois é fácil de calcular e não sofre influências de fatores atípicos e não recorrentes nas demonstrações financeiras da companhia. O cálculo da receita operacional líquida é realizado através da dedução de todos as contas redutoras da receita bruta obtida pela companhia. As contas redutoras são: devoluções de vendas, descontos comerciais e impostos incidentes sobre vendas (PIS, COFINS, ISS e ICMS).

Através da Ferramenta Método Sempre desenvolvida pela ADVFN, o maior portal virtual brasileiro de cotações de bolsas de valores nacionais e internacionais, o investidor tem acesso à evolução da receita operacional líquida da Telefônica (VIVT3 e VIVT4) nos últimos cinco anos, assim como à taxa de crescimento da receita operacional líquida  entre os períodos avaliados, à taxa média de crescimento receita operacional líquida anual e à atualização trimestral receita operacional líquida.

Essas são informações essenciais para o investimento consciente em ações, pois um investidor de sucesso não investe em empresas que não apresentam um crescimento histórico consistente, assim como não deixa de avaliar, a cada divulgação de resultado trimestral, os fundamentos da empresa cujas ações decidiu investir.

 

Conheça a Telefônica

Telefônica Brasil S/A é uma das maiores empresas do setor de telecomunicações brasileiro. A empresa atua na prestação de serviços de telefonia fixa no Estado de São Paulo e telefonia móvel em todo o território nacional e conta com um portfólio de produtos completo e convergente (voz fixa e móvel, banda larga fixa e móvel, ultra banda larga, TV e dados de TI).

Telefônica Brasil foi constituída em 22 de maio de 1998, como resultado da cisão da Telebrás, em preparação para a privatização do sistema de telecomunicações do país. Em julho de 1998, o Governo Federal privatizou o Sistema Telebrás, vendendo substancialmente todas as ações das novas companhias holdings, incluindo a Telesp Participações S/A (TelespPar) e suas ações na Telecomunicações de São Paulo (Telesp) e Companhia Telefônica da Borda do Campo (CTBC), ao setor privado. Desde então, a empresa passou a pertencer ao Grupo Telefonica, um dos maiores conglomerados de comunicação, informação e entretenimento do mundo, com presença em diversos países.

Telefônica é a marca institucional, adotada mundialmente. No Brasil, no entanto, após a aquisição da empresa de telefonia móvel Vivo (VIVO3 e VIVO4) em 2011, os produtos e serviços da companhia passaram a ser comercializados sob a marca Vivo. Globalmente, há mais duas marcas comerciais: Movistar (utilizada na Espanha e demais países da América Latina) e O2 (utilizada no Reino Unido, Alemanha, República Tcheca e Eslováquia).

Através da Ferramenta Método Sempre desenvolvida pela ADVFN, o maior portal virtual brasileiro de cotações de bolsas de valores nacionais e internacionais, o investidor tem acesso à evolução da receita operacional líquida da Telefônica (VIVT3 e VIVT4) nos últimos cinco anos, assim como à taxa de crescimento da receita operacional líquida  entre os períodos avaliados, à taxa média de crescimento receita operacional líquida anual e à atualização trimestral receita operacional líquida.

Ferramenta Método Sempre também disponibiliza essas mesmas informações para outros indicadores fundamentais, essenciais para o investidor que deseja selecionar conscientemente as ações de empresas que comporão seu portfólio de investimento: patrimônio líquido consolidado, lucro líquido, ativo total, dividendos e juros sobre capital próprio, valor de mercado atual, último valor de mercado anual, valor de mercado mínimo anual, valor de mercado máximo anual, diferença média entre as cotações das ações ordinárias e preferenciais, índice preço/valor patrimonial (P/VP), dividend yield (DY), endividamento simples (passível exigível/ativo total), payout (dividendos/lucro líquido), índice preço/lucro (P/L) atual, índice preço/lucro (P/L) anual, índice preço/lucro (P/L) mínimo e índice preço/lucro (P/L) máximo.

Além disso, o investidor tem acesso à projeção do valor de mercado da companhia nos próximos cinco anos, caso a empresa consiga, ao menos, replicar a rentabilidade média obtida nos cinco anos anteriores. A ferramenta também calcula automaticamente qual será o ganho médio patrimonial do investidor nos próximos cinco anos, caso ele opte por comprar hoje as ações da companhia, caso a companhia mantenha o mesmo ritmo de geração de receita e caso o investidor reinvista todos os dividendos e juros sobre capital próprio pago pela companhia na compra de novas ações.

Todos esses dados são exportáveis automaticamente para planilhas Excel, com o intuito de permitir que o próprio investidor possa fazer suas premissas sobre o crescimento da companhia. Clique aqui para acessar a Ferramenta Método Sempre da ADVFN e passar a acompanhar tudo o que acontece com os ativos VIVT4 e VIVT3.

 

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