IPC-M acelera para 1,48% em Janeiro de 2016

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Índice de Preços ao Consumidor – Mercado (IPC-M), calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), registrou variação de 1,48% em janeiro. No mês anterior, o indicador havia registrado alta 0,92%. O IPC-M avalia o poder de compra do consumidor brasileiro, mensurando os preços de oito grupos de bens e serviços entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência da apuração.

No período compreendido entre 21 de Dezembro de 2015 e 20 de Janeiro de 2016, seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (1,05% para 3,67%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item cursos formais, cuja taxa passou de 0,00% para 6,67%.

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Alimentação (1,70% para 2,36%), Transportes (0,98% para 1,48%), Habitação (0,51% para 0,78%), Despesas Diversas (0,32% para 1,20%) e Comunicação (0,14% para 0,52%). Nestas classes de despesa, os destaques foram: hortaliças e legumes (10,81% para 19,44%), tarifa de ônibus urbano (-0,26% para 4,44%), empregados domésticos (0,24% para 1,34%), cigarros (-0,03% para 1,55%) e pacotes de telefonia fixa e internet (-0,30% para 1,41%), respectivamente.

Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Vestuário (0,53% para 0,34%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,62% para 0,59%). Nestas classes de despesa, destacaram-se: roupas (0,54% para 0,15%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (0,68% para 0,14%), respectivamente.

Índice de Preços ao Consumidor (IPC) é um índice referência para avaliação do poder de compra do consumidor brasileiro. Sua pesquisa de preços se desenvolve diariamente, cobrindo as sete principais capitais do país.

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