SOUSA2
- Dono
- 1277
- 19/06/2007
http://www.cjb.com.br/default2.asp = Graficos E Analises
http://www.cedrofinances.com.br/playersQuote.cedro = Posição corretoras
http://www.cnbc.com/id/15839121 = Bolsa pelo mundo
http://www.bmf.com.br/portal/pages/servicos1/mapasite.asp = Bolsa mercadoria de futuro
http://br.advfn.com/p.php?pid=qkchart&cb=1207661462&symbol=BOV%3ABBAS3 = Evolução no momento
http://www.agorainvest.com.br/viptrade/analises_informacoes/proventos.asp?Fi%20ltro=Buscar&dia=&empresa=FII+F+CENTER&tipo_provento= DIVIDENDOS
Recursos principais








Comentários
581 de 9045
MUSA4
701 03/04/2007No bloco 510 desta Discussão afirmei que a CYRE3 passaria a valer mais que a BBAS3. Hoje, só 3 dias após a CYRE3 fechou a R$28,70 enquanto BBAS3 nem atingiu os R$ 28,00.
Vcs vão ficar esperando a BBAS3 atingir R$ 31,00 até quando. BBAS3 é semelhante a Rabo de Cavalo, cresce para baixo.
Caia fora antes que o PREJÚ aumente muito mais.
Procure alternativas. Uma delas é a CYRE3, com ótimos FUNDAMENTOS. Esta dica é própria para aqueles que têm pouca grana. Para os Bagrinhos. Não perca o pouco que vc tem Cara Pálida. Pule fora, rapidinho.
Bons negócios
582 de 9045
amilcas
13 25/02/2008Quer fazer graça é ? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
583 de 9045
ducavalcanti
1989 08/10/2007Por: Gabriel Ignatti Casonato
03/03/08 - 17h25
InfoMoney
SÃO PAULO - A corretora Planner divulgou nesta segunda-feira (3) a sua carteira recomendada para março, com oito sugestões de ações.
Em relação ao portfólio de fevereiro, foram excluídos os papéis de Gafisa, Sadia e Bradesco e incluídos os ativos de Pão de Açúcar e Banco do Brasil.
Individualmente, as ações preferenciais da Petrobras e as preferenciais classe A da Vale aparecem com maior peso da carteira, com 20% e 15%, respectivamente.
A composição visa listar os papéis com boa perspectiva de valorização, segundo os critérios dos analistas da Planner.
Confira as recomendações da corretora para março:
Empresa Código Peso Preço Alvo* Upside**
Pão de Açúcar PCAR4 10% Em revisão -
Vale VALE5 15% R$ 62,70 27%
CSN CSNA3 10% Em revisão -
Usiminas USIM5 10% Em revisão -
Petrobras PETR4 20% R$ 97,20 21%
Banco do Brasil BBAS3 13% R$ 39,00 40%
Redecard RDCD3 10% Em revisão -
CPFL Energia CPFE3 12% R$ 44,80 17%
*Para dezembro de 2008
**Potencial de valorização baseado no fechamento de 03/03/2008
584 de 9045
bilo2
1903 03/05/2007Fica por lá
Abraços
585 de 9045
malfer
467 13/07/2007Olhem o gráfico!
586 de 9045
lfpaula
19213 01/11/2006http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/03/03/bb_cortara_custos_buscara_novos_mercados_para_melhorar_resultados-426067594.asp
587 de 9045
Cbahia
1314 16/06/2007Sorte a todos nós comprados.
588 de 9045
lfpaula
19213 01/11/2006Banca do Brasil 1
Mesmo que a CEF e o
BB fossem unidos em um
único banco, seu lucro ainda
seria inferior ao do Bradesco
e do Itaú. Já o total
de ativos dispararia em relação
ao Bradesco, que
está nos calcanhares do
Banco do Brasil. Em tempo:
a fusão CEF/BB voltou
a ser motivo de estudos no
governo. Pela milésima vez.
Banca do Brasil 2
O presidente do BB,
Antonio Francisco de Lima
Neto, teria orientado sua
assessoria a cozinhar novos
pedidos de entrevista.
Vai esperar que os resultados
do banco em 2007
caiam no esquecimento.
589 de 9045
Alexandre323
286 09/07/2007Maria Christina Carvalho, de São Paulo
04/03/2008
Davilym Dourado / Valor
Antônio Francisco de Lima Neto, presidente do BB: folhas de Minas, Bahia e Maranhão trouxeram 1 milhão de clientes
Para retomar a dianteira do mercado financeiro, o Banco do Brasil (BB) está disposto agora a fazer aquisições de instituições financeiras privadas. O Banco do Brasil fechou o balanço de 2007 com R$ 357,8 bilhões em ativos totais, como maior banco brasileiro. Mas a distância para o segundo colocado, o Bradesco, com R$ 341,2 bilhões em ativos, foi a menor de todos os tempos.
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Alexandre323
286 09/07/2007Maria Christina Carvalho, de São Paulo
04/03/2008
Davilym Dourado / Valor
Para retomar a dianteira do mercado financeiro, o Banco do Brasil (BB) está disposto agora a fazer aquisições de instituições financeiras privadas. O Banco do Brasil fechou o balanço de 2007 com R$ 357,8 bilhões em ativos totais, como maior banco brasileiro. Mas a distância para o segundo colocado, o Bradesco, com R$ 341,2 bilhões em ativos, foi a menor de todos os tempos.
São alvos em potencial de aquisição pelo BB "operações de varejo em segmentos específicos, em que queremos crescer", disse o presidente do BB, Antônio Francisco de Lima Neto, em entrevista, pouco antes da apresentação do banco a analistas e investidores, realizada em São Paulo. Entre esses segmentos estão o financiamento de veículos e o crédito imobiliário.
O BB detalhou inclusive de onde pode vir o dinheiro para aquisições. Uma das alternativas é a venda da participação do banco na abertura de capital e lançamento inicial de ações (IPO, em inglês) da Visanet, empresa que faz o relacionamento da Visa com os estabelecimentos que aceitam seu cartão. A operação pode ocorrer no final do primeiro semestre, tão logo seja concluído o IPO de uma de seus acionistas, a Visa. O vice-presidente de finanças, mercado de capitais e relações com investidores, Aldo Luiz Mendes, informou que a Visanet pode valer de R$ 25 bilhões a R$ 30 bilhões, se for extrapolada a cotação da Redecard, que faz a mesma tarefa para os cartões MasterCard. Há analistas que acreditam que ela valerá mais. O BB tem 32% da Visanet e a idéia que os acionistas vendam o percentual necessário para que a empresa atinja um free floating de 25%, disse Mendes.
No ano passado, o Banco do Brasil anunciou duas aquisições, a do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e do Banco do Estado do Piauí (BEP) e uma terceira possível compra, a do Banco Regional de Brasília (BRB), ainda em negociação. As alternativas estatais não são muitas. Daí o inédito interesse em comprar bancos privados.
Financiamento de veículos e crédito imobiliário são dois dos novos negócios que o BB quer desenvolver exatamente para ter as mesmas armas dos concorrentes e recuperar a margem de dianteira. A carteira de financiamento de veículos fechou o balanço de 2007 com apenas R$ 2,9 bilhões, um décimo dos principais concorrentes e muito pouco perto do estoque de R$ 81,6 bilhões do mercado todo, superando os R$ 100 bilhões se forem incluídas as operações de leasing. O BB pretende dobrar essa carteira neste ano, disse Lima Neto, atingir os R$ 6 bilhões, e abocanhar uma fatia de mercado de 10% até 2012. Com 26 milhões de clientes, a meta parece possível.
O projeto de desenvolver o crédito imobiliário parece mais difícil porque o banco precisa ter o funding adequado. O BB está aguardando autorização do Banco Central para que sua poupança rural possa receber recursos para o crédito imobiliário também. Enquanto isso, o banco tem desenvolvido um projeto piloto junto com a Poupex e feito alguma coisa com recursos próprios. Trabalhar com recursos próprios, explicou Lima Neto, encarece o funding e leva o banco a operar com clientes de renda necessariamente mais elevada.
De toda forma, o BB tende a operar mais nesse segmento de renda, disse Lima Neto, até para não concorrer diretamente com a Caixa Econômica Federal. A meta do banco é ter uma carteira de crédito imobiliário de R$ 1 bilhão até o final do ano.
A própria aquisição do Besc e do BEP, que vai engordar os ativos totais do BB em R$ 6 bilhões, mostra uma nova face banco federal, que também foi agressivo na compra das folhas de pagamento dos governo dos estados da Bahia, Minas Gerais e Maranhão, que agregaram 1 milhão de novos clientes. "O sistema financeiro está sob pressão crescente. Neste ano serão as tarifas que passarão a ter maior controle. Por outro lado, o custo da atividade bancária é crescente", afirmou o presidente do BB.
Outras duas linhas de negócio que o banco já desenvolvia, mas pretende ampliar são cartões de crédito e seguros. O banco tem uma carteira de 69 milhões, que faturou R$ 49,3 bilhões em 2007, garantindo uma fatia de 19,8%. O BB pretende dobrar a carteira para 120 milhões em 2012; e a participação de mercado vai a 25%.
591 de 9045
SOUSA2
1277 19/06/2007ENQUANTO ISSO A CONCORRENCIA ENGOLINDO AOS POUCOS
592 de 9045
TomPolo
283 06/12/2007593 de 9045
mcandretta
99 23/01/2008594 de 9045
LuizXV
339 13/03/2007596 de 9045
vinicius2
382 22/12/2006597 de 9045
CHACAL2008
22 03/03/2008QUERIDÃO!
FICAR COMPRADO ATÉ QUANDO, PARA GARANTIR O DEPÓSITO DOS DIVIDENDOS??
598 de 9045
amathias
13130 09/10/2007BANCO DO BRASIL QUER COMPRAR BANCOS PRIVADOS (BBAS3)
Maria Christina Carvalho, de São Paulo 04/03/2008.
Davilym Dourado / Valor
Para retomar a dianteira do mercado financeiro, o Banco do Brasil (BB) está disposto agora a fazer aquisições de instituições financeiras privadas. O Banco do Brasil fechou o balanço de 2007 com R$ 357,8 bilhões em ativos totais, como maior banco brasileiro. Mas a distância para o segundo colocado, o Bradesco, com R$ 341,2 bilhões em ativos, foi a menor de todos os tempos.
São alvos em potencial de aquisição pelo BB "operações de varejo em segmentos específicos, em que queremos crescer", disse o presidente do BB, Antônio Francisco de Lima Neto, em entrevista, pouco antes da apresentação do banco a analistas e investidores, realizada em São Paulo. Entre esses segmentos estão o financiamento de veículos e o crédito imobiliário.
O BB detalhou inclusive de onde pode vir o dinheiro para aquisições. Uma das alternativas é a venda da participação do banco na abertura de capital e lançamento inicial de ações (IPO, em inglês) da Visanet, empresa que faz o relacionamento da Visa com os estabelecimentos que aceitam seu cartão. A operação pode ocorrer no final do primeiro semestre, tão logo seja concluído o IPO de uma de seus acionistas, a Visa. O vice-presidente de finanças, mercado de capitais e relações com investidores, Aldo Luiz Mendes, informou que a Visanet pode valer de R$ 25 bilhões a R$ 30 bilhões, se for extrapolada a cotação da Redecard, que faz a mesma tarefa para os cartões MasterCard. Há analistas que acreditam que ela valerá mais. O BB tem 32% da Visanet e a idéia que os acionistas vendam o percentual necessário para que a empresa atinja um free floating de 25%, disse Mendes.
No ano passado, o Banco do Brasil anunciou duas aquisições, a do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e do Banco do Estado do Piauí (BEP) e uma terceira possível compra, a do Banco Regional de Brasília (BRB), ainda em negociação. As alternativas estatais não são muitas. Daí o inédito interesse em comprar bancos privados.
Financiamento de veículos e crédito imobiliário são dois dos novos negócios que o BB quer desenvolver exatamente para ter as mesmas armas dos concorrentes e recuperar a margem de dianteira. A carteira de financiamento de veículos fechou o balanço de 2007 com apenas R$ 2,9 bilhões, um décimo dos principais concorrentes e muito pouco perto do estoque de R$ 81,6 bilhões do mercado todo, superando os R$ 100 bilhões se forem incluídas as operações de leasing. O BB pretende dobrar essa carteira neste ano, disse Lima Neto, atingir os R$ 6 bilhões, e abocanhar uma fatia de mercado de 10% até 2012. Com 26 milhões de clientes, a meta parece possível.
O projeto de desenvolver o crédito imobiliário parece mais difícil porque o banco precisa ter o funding adequado. O BB está aguardando autorização do Banco Central para que sua poupança rural possa receber recursos para o crédito imobiliário também. Enquanto isso, o banco tem desenvolvido um projeto piloto junto com a Poupex e feito alguma coisa com recursos próprios. Trabalhar com recursos próprios, explicou Lima Neto, encarece o funding e leva o banco a operar com clientes de renda necessariamente mais elevada.
De toda forma, o BB tende a operar mais nesse segmento de renda, disse Lima Neto, até para não concorrer diretamente com a Caixa Econômica Federal. A meta do banco é ter uma carteira de crédito imobiliário de R$ 1 bilhão até o final do ano.
A própria aquisição do Besc e do BEP, que vai engordar os ativos totais do BB em R$ 6 bilhões, mostra uma nova face banco federal, que também foi agressivo na compra das folhas de pagamento dos governo dos estados da Bahia, Minas Gerais e Maranhão, que agregaram 1 milhão de novos clientes. "O sistema financeiro está sob pressão crescente. Neste ano serão as tarifas que passarão a ter maior controle. Por outro lado, o custo da atividade bancária é crescente", afirmou o presidente do BB.
Outras duas linhas de negócio que o banco já desenvolvia, mas pretende ampliar são cartões de crédito e seguros. O banco tem uma carteira de 69 milhões, que faturou R$ 49,3 bilhões em 2007, garantindo uma fatia de 19,8%. O BB pretende dobrar a carteira para 120 milhões em 2012; e a participação de mercado vai a 25%.
599 de 9045
MUSA4
701 03/04/2007Já fui e saí 2 vezes com LUCRO.
Pode ter a certeza que voltarei.
Mas eu escuto os outros. Não faço como vc. Deixe de ser arrogante. A arrogância na BOLSA só leva a PREJÚ. O dinheiro é seu e vc faz dele o que quiser. Mas lembre-se que tem um ditado que diz: Quem rasga ou joga dinheiro fora é MALUCO.
Vinicius 2.
Com sua info entrei no site da NATURA e verifiquei que a info estava correta.
Hoje, mesmo com PREJÚ, vendi VALE5 e garantí meus dividendos que serão pagos em 08 MAI. Obrigado pela DICA.
Chacal2008.
Parece que vc é mesmo neófito em BOLSA. Se amanhã o preço subir eu venderei todas as ações. Os dividendos já estão garantidos. Amanhã as ações da NATURA estarão sendo negociadas com seu código (NATU3 OU NATU3F) seguido de "ex-div", ou ex-jur" ou "ex-jd", conforme o caso.
Viu billo2? Não fico amarrado a qualquer ação. O que quero é "TUTU NA MÃO DO MENINO". Com ações eu não faço nada a não ser comprar ou vender. Com a "grana na mão" tenho um leque de alternativas.
Continue com BB se vc considera, realmente, que está fazendo bom negócio.
Abs pessoal e Bons negócios.
600 de 9045
marcosmlcg
762 30/11/2007Alexandre323 - 04/Mar/2008 10:13 - 589 de 599 citação denúncia/ofensivo
BANCO DO BRASIL QUER COMPRAR BANCOS PRIVADOS (BBAS3)
Maria Christina Carvalho, de São Paulo
04/03/2008
Davilym Dourado / Valor
Antônio Francisco de Lima Neto, presidente do BB: folhas de Minas, Bahia e Maranhão trouxeram 1 milhão de clientes
Para retomar a dianteira do mercado financeiro, o Banco do Brasil (BB) está disposto agora a fazer aquisições de instituições financeiras privadas. O Banco do Brasil fechou o balanço de 2007 com R$ 357,8 bilhões em ativos totais, como maior banco brasileiro. Mas a distância para o segundo colocado, o Bradesco, com R$ 341,2 bilhões em ativos, foi a menor de todos os tempos.
acho que existe algun equivoco, pois pelo que sei o bb não pode comprar bancos...somente imcorporar outros bancos publicos...