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Bradesco - Postar Somente Aqui (BBDC4)

MissAttorney
  • Dono
  • 1641
  • 09/11/2006

Boa tarde!
Acabo de ser informada que os resultados do primeiro trimestre serão divulgados dia 7/5.
Então, colegas, próxima baixa na ação, seria um bom momento para entrada!
Rumo aos 50!
Abraços.

Autor: MissAttorney Data: 20/04/2007 - 13:14:39
Título: RESULTADOS BRADESCO - Felipe ou outros
Mensagem: Alguém sabe se será realmente dia 5/5 que serão divulgados os resultados do primeiro trimestre?
Entrei no site e não visualizei informação sobre isso.
Obrigada.




Autor: felipe lima Data: 20/04/2007 - 13:24:53
Comentário: 07/05/2007




Comentários

MarcDuarte

MarcDuarte

45 14/12/2008
Citação: stillgraveCOMEÇA A CAIR A MÁSCARA DO BRADESCO.
Renato Faria Brito. Advogado e Professor Universitário.

O BRADESCO é o verdadeiro culpado pelo fechamento da MESBLA e do MAPPIN. O BRADESCO, dentre inúmeras condutas ilícitas, deixou de honrar compromissos assumidos em relação à subscrição de R$420.000.000,00 em debêntures, arruinando a aquisição da MESBLA pela UNITED.

A indenização pleiteada por RICARDO MANSUR em desfavor do BANCO BRADESCO S/A nos episódios que culminaram com as quebras do Mappin e da Mesbla teve por escopo o ressarcimento dos danos morais e materiais, decorrentes da atuação do banco no episódio que culminou com a falência das empresas MAPPIN e MESBLA, integrantes da holding formada pela UNITED INDÚSTRIA E COMÉRCIO S/A (hoje massa falida) e que tinha grande participação no mercado varejista de roupas, eletrodomésticos e outros (são 3 ações no total, uma movida pelo Ricardo Mansur - 2,1 bilhões -, pessoa física, outra movida pela Barnet Massa Falida - 1,6 bilhão - (Mappin), ambas estão na 29ª Vara Cível de São Paulo, e a terceira movida pela Mesbla - 40 bilhões -, que está no Rio).

O BRADESCO, dentre inúmeras condutas danosas ao autor, deixou de honrar compromissos assumidos em relação à subscrição de R$420.000.000,00 em debêntures, arruinando a aquisição da MESBLA pela UNITED (nova denominação da antiga BARNET), que já havia adquirido a CASA ANGLO BRASILEIRA, então controladora do MAPPIN. Em 10 de julho de 1998, a CASA ANGLO BRASILEIRA aprovou em assembléia de acionistas a oferta pública da sua 5ª emissão de debêntures, dividida em duas Séries, a 1ª conversível em ações ordinárias e a 2ª em preferenciais, no valor total de R$ 420.000.000,00, sendo R$ 167.160.000,00 da 1ª Série, e R$ 252.840.000,00 da 2ª Série. De acordo com a deliberação da assembléia, as debêntures teriam por finalidade a obtenção de recursos para investimento na ampliação da área de vendas, reforma de lojas, reforço de capital de giro e atualização tecnológica. As debêntures seriam garantidas pelas controladoras da Casa Anglo, a United Participações e Empreendimentos S.A. e a United Industria e Comércio Ltda.

Em 27 de agosto de 1998, o Banco Bradesco foi formalmente contratado, sob regime de melhores esforços, como coordenadores da colocação das debêntures. O registro da distribuição foi requerido no dia seguinte, tendo sido concedido em 05 de novembro de 1998.

O prospecto de distribuição pública das debêntures confirmava a destinação de recursos anunciada pela assembléia, detalhando-a, da seguinte forma: expansão da área de vendas através da abertura de novas lojas ou aquisições (R$ 256 milhões); reforma de lojas (14 milhões); investimentos em informática (sistemas e hardware) (R$ 10 milhões); e reforço de capital de giro (R$ 140 milhões).

Saliente-se que o Bradesco, através de suas controladas, tinha participação de 11,52% do capital votante da Emissora, representado por ações preferenciais.

A escritura particular de emissão de debêntures, registrada no 5º Cartório de Registro de Imóveis de São Paulo, estabelecia, por sua vez, que as debêntures seriam subscritas "em dinheiro, à vista, no ato da subscrição".

Em 05 de maio de 1999, o Banco Bradesco solicitou à CVM, e na mesma data obteve, a prorrogação do prazo de colocação do saldo remanescente da 2ª Série das debêntures, alegando tratar-se de recursos fundamentais à sobrevivência da Casa Anglo, conforme previstos no projeto de reestruturação.

Frise-se que em 10 de novembro 1998 (seis dias após a concessão do registro e dentro do prazo de distribuição das debêntures), o Banco Bradesco, a United Empreendimentos e a United Comércio e Indústria haviam firmado um Protocolo de Intenções com o objetivo de consolidar os entendimentos mantidos entre as partes. O Protocolo de Intenções, referindo-se expressamente ao fato de ter sido aprovada a emissão das debêntures pela assembléia geral da Casa Anglo, indicava os créditos detidos pelo Bradesco contra as controladoras e a Casa Anglo que seriam permutados, parcialmente, pelas debêntures da 1ª Série. O Protocolo previa que a integralização das debêntures da 1ª Série da seguinte forma:
"1. DA SUBSCRIÇÃO DAS DEBÊNTURES
O BRADESCO irá subscrever Debêntures da 1ª Série na seguinte forma:
1.1. Exercício dos direitos de subscrição, em dinheiro, no valor aproximado de R$ 19.500.000,00, durante o prazo de prioridade;
1.2. Permuta de créditos detidos contra a UNITED por Debêntures de sua propriedade, no valor aproximado de R$ 40.000.000,00;
1.3. Subscrição de Debêntures através de créditos detidos contra a CAB, no valor aproximado de R$ 21.000.000,00";

O Protocolo de Intenções estabelecia como condições à subscrição pelo Bradesco que a United Comércio e Indústria e United Empreendimentos detivessem R$ 80 milhões em créditos contra a Casa Anglo, "de modo a permitir as operações de subscrição de Debêntrures para posterior permuta por créditos com o BRADESCO e cessão de direitos de subscrição com o BNDES".

O BRADESCO enviou a Postalis Ceres e Fundiágua em setembro de 1998 um relatório de apresentação da situação financeira da Casa Anglo e de suas controladas.

O Relatório, datado de setembro de 1998, continha dados financeiros, societários e projeções de resultados do grupo, afirmava que as debêntures constituiriam o "funding de um agressivo plano de investimentos" e concluía dizendo: "Considerando as projeções de resultados realizadas, entendemos que a geração de caixa das empresas do Grupo Casa Anglo suporta (I) a operação de expansão da rede (II) a reestruturação da Mesbla e (III) o pagamento das debêntures na data de seu vencimento na eventualidade de não haver nenhuma conversão de debêntures em capital. Dessa forma, o excedente após o pagamento das debêntures será de R$ 48 milhões. Conservadoramente, podemos considerar um investimento de R$ 30 milhões para cobrir o caixa deficitário do segmento automotivo da Mesbla S.A. Nesse caso, o excedente de caixa reduz-se para R$ 18 milhões. Caso haja a conversão e todas as debêntures, a empresa terá uma estrutura financeira com uma confortável posição de caixa". Ainda segundo o Relatório, os recursos captados com as debêntures seriam empregados para apoiar o plano de crescimento da Casa Anglo, com destaque para o processo de consolidação da Mesbla e de aquisição de uma nova empresa varejista.

De todo o exposto, é cristalina a conclusão de que o BRADESCO não cumpriu seus compromissos quanto aos Contratos de Distribuição de Debêntures e de que, através desta sua conduta, provocou a bancarrota do conglomerado empresarial do RICARDO MANSUR, o qual era o maior centro de lojas de departamentos da América Latina.

Assim, considerando o êxito do autor em 2ª instância no sentido de poder pleitear a indenização e ainda o indeferimento do processamento dos recursos especial e extraordinário do Bradesco, é de salutar importância impor ao banco o dever de provisionar em seus balanços a quantia de 43 bilhões para garantir o pagamento de indenização à Mesbla, à Barnet e ao Ricardo Mansur.

Ademais, é cediço que "mais vale mau acordo que boa demanda"; todavia, o Bradesco ao ignorar esta máxima erra duplamente: primeiro, por servir-se do Judiciário como escudo e, segundo, pelo simples fato de que, cedendo a protelação judicial, quando do pagamento das lides a que certamente será condenado, só lhe restará o caminho da insolvência.

Acreditamos na Justiça de nosso país.
Renato Faria Brito José Goulart Neto
(contatos: renatofabr@terra.com.br)

http://www.britoassociados.adv.br/



Eu te falei seu tonto.

Além de não saber nada sobre "direito processual civil", ainda não sabe porra nenhuma de mercado de ações.

Você é louco de pensar que alguém vai quebrar o Bardesco, nosso maior banco.

Resultado, seu cagão boateiro, eu já ganhei uma grana brava e ainda estou comprado, aguardando os 25,00 que vão vir até quarta que vem.

Estude bastião. Estude, e pare de falar besteira. Pense, é simples, se ação cível quebrasse alguém, a Brasil Telecom já teria sumido do mapa.

Boa sorte, trouxa.
bob_jba

bob_jba

81 09/11/2008
Com crescimento orgânico, Bradesco prevê retomar liderança em 5 anos


Plantão | Publicada em 02/02/2009 às 14h19m


Após perder a liderança de mercado entre os bancos privados, com a fusão entre o Itaú e o Unibanco, o Bradesco conta com o crescimento orgânico para retomar a primeira colocação do ranking por ativos e calcula que levará cerca de cinco anos para voltar a este posto.

De acordo com o presidente do banco, Márcio Cypriano, existe pouco espaço para novas aquisições relevantes no setor bancário brasileiro. "O mercado está enxuto. Não tem espaço para mais consolidação. As alternativas são poucas e é pouco provável (que haja novos negócios)", disse o executivo. Ao ser questionado sobre se havia estudos ou negociações em curso para aproveitar estas poucas opções, o presidente do Bradesco disse que não vê "oportunidades boas que possam agregar valor ao acionista" e que não tem estudado nenhum negócio específico.

Apesar de não mirar novas aquisições, o Bradesco não pretende se acomodar como o segundo maior banco privado do país. "A liderança está no nosso DNA", afirmou Cypriano, lembrando que o banco foi fundado em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, e virou líder de mercado dez anos depois.

Mesmo tendo perdido a primeira colocação em termos de ativos, o executivo ressaltou que o Bradesco permanece líder nos segmentos de seguros, consórcio, pontos de atendimento, número de contas e crédito para empresas. "Não vejo nenhuma dificuldade em recuperar a liderança no médio prazo. Nossa capacidade de crescimento orgânico é muito grande", afirmou, acrescentando que pretende crescer com responsabilidade, "sem nenhuma aventura".

Ao ser incitado a especificar melhor o que considerava "médio prazo" por um jornalista, o presidente do Bradesco citou o período de cinco anos.

Ao final de dezembro do ano passado, o Bradesco tinha ativos totais de R$ 454,4 bilhões, com alta de 33,2% no ano. Considerando os dados pro-forma de setembro, Itaú e Unibanco teriam ativos de R$ 575,1 bilhões.

Para este ano, o Bradesco prever elevar o número de correntistas em 1,3 milhão, a partir total de 20,1 milhões do fim de 2008. No ano passado, o crescimento foi de 1,7 milhão de correntistas.

(Fernando Torres | Valor Online)

bob_jba

bob_jba

81 09/11/2008
Bradesco e Itaú sobem em ranking de valor de marca

5 fevereiro 2009

http://www.ofir4news.com.br/2009/02/05/bradesco-e-itau-sobem-em-ranking-de-valor-de-marca/

Os bancos brasileiros estão entre as 35 instituições financeiras com as marcas mais valiosas do mundo, segundo estudo da consultoria de imagem Brand Finance. A pesquisa mostrou um estrago sem precedentes nos valores agregados à imagem pública e à credibilidade do setor bancário.

Na pesquisa, o nome Bradesco vale US$ 7,698 bilhões e figura no 12º lugar, superior ao de casas bancárias centenárias como Crédit Suisse (US$ 7,688 bilhões), Barclays (US$ 7,583 bilhões) e Deutsche Bank (US$ 6,703 bilhões). A marca Itaú –ainda sem o Unibanco– é avaliada em US$ 5,593 bilhões, acima de Morgan Stanley (US$ 4,775) e Sumitomo (US$ 3,428 bilhões). O nome Banco do Brasil vale US$ 2,864 bilhões.

Na pesquisa, a marca Citi encolheu 64,7%, passando de US$ 27,817 bilhões para US$ 9,810 bilhões de 2008 para 2009. O Merrill Lynch, que foi vendido para o Bank of America, perdeu 70% do valor de sua marca. Lehman Brothers e Fannie Mae foram excluídos da lista.

O ranking é liderado, pelo segundo ano, pelo HSBC (US$ 25,364 bilhões) e pelo Bank of America (US$ 21,017 bilhões). O Santander permaneceu na quarta posição, com nome valendo US$ 10,840 bilhões.

Com a crise, Bradesco, Itaú e Banco do Brasil saltaram no ano passado do 42º, 54º e 45º lugares, respectivamente, para 12º, 21º e 35º na lista das 500 marcas mais valiosas do setor.

Poucos bancos tiveram uma valorização de sua marca em 2009, com destaque para os brasileiros, chineses e indianos. No total, as marcas dos 500 maiores bancos encolheram US$ 218,1 bilhões -32% em relação à pesquisa anterior. No mesmo período, o valor de mercado das 500 maiores instituições recuou 51%, o equivalente a US$ 3,9 trilhões.

“O valor das marcas caiu menos que o valor desses bancos. Isso significa que marcas como Citi, HSBC, Barclays foram arranhadas, mas continuam fortes. Têm ainda credibilidade para ajudar essas empresas a superar as dificuldades atuais”, disse Gilson Nunes, presidente da Brand para América do Sul.

Para calcular o valor da marca, a consultoria utiliza técnicas semelhantes às do cálculo do valor de uma empresa, baseadas no fluxo de caixa futuro descontado, porém associado a investimentos e despesas como propaganda, registro de patentes e propriedade intelectual.

Fonte: Folha Online
eduardopn

eduardopn

901 12/10/2007
vcfernandes,

podendo postar comentários, idéias, sempre será ótimo aqui!

O pessoal as vezes se estressa, normal. O tópico andava meio parado eu vou fazer o possível para movimentá-lo mais.

eduardopn

eduardopn

901 12/10/2007
hoje é dia de decisão! Mencionei 24 anteriormente mas chegando agora em 23 a mão vai começar a coçar pra vender.
rddemjr1

rddemjr1

454 29/10/2008
761 de 765 - MarcDuarte - 05/Fev/2009 23:37

Vc leu o trecho da inicial que é referido no V. Acórdão? A tese é que foi "induzido" em erro pelo Bradesco para comprar as empresas pré-falidas...kkkkkkkkkkkkkkkkk
eduardopn

eduardopn

901 12/10/2007
22,48 +4,07% até agora,

fim de semana promete ser muuuito bom!
eduardopn

eduardopn

901 12/10/2007
ops,

22,57, tá difícil de acompanhar a subida
Natu_Nobilis

Natu_Nobilis

376 23/08/2008
BRADESCO R$ 22.71 +5.14%

Atualizado em: 06/02/2009 às 17:30


Bradesco - O rompimento da zona de congestão em forma de triângulo está dando chance para um repique corretivo de maior intensidade, que poderá levar os preços até a principal reta de resistência de baixa (em mais ou menos R$ 24,00/24,50).

ppepi

ppepi

468 15/08/2007
Ativo PREÇO ATUAL Max Min MaxPrev MinPrev Suporte Resistência Romp Alta Romp Baixa
^BVSP R$ 42,76 R$ 42.872.879,00 R$ 41.109,68 #VALOR! #VALOR! #VALOR! #VALOR! #VALOR! #VALOR!
^DJI R$ 8.280,59 R$ 8.312,37 R$ 8.052,24 R$ 8.377,89 R$ 8.117,76 R$ 8.038,42 R$ 8.298,55 R$ 8.558,68 R$ 7.778,29
BBDC4 R$ 22,63 R$ 22,82 R$ 21,76 R$ 23,05 R$ 21,99 R$ 21,71 R$ 22,77 R$ 23,83 R$ 20,65
abrantes_RJ

abrantes_RJ

7459 31/08/2007
Voltando a ser muito recomendado,..

LP


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abrantes_RJ

abrantes_RJ

7459 31/08/2007
mas ainda não "deu" compra,..concordam?
rddemjr1

rddemjr1

454 29/10/2008
Se ninguém comenta dos dividendos é pq ninguém tem o papel.
Adeus.
bob_jba

bob_jba

81 09/11/2008
Citação: dwv0110Madeira, com certeza...




perdeu
rddemjr1

rddemjr1

454 29/10/2008
Tem gente que não sabe o que é stop... nada como sair liquido com 7,5% .. e agora esperar a entrada novamente. Show.
Abs.

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Ativos Discutidos
BOV:BBDC4 18.02 1.9%
Bco Bradesco Sa
Bco Bradesco Sa
Bco Bradesco Sa
Índices Mundiais
Alemanha -0.1%
Austrália 0.6%
Brasil 1.2%
Canadá 0.8%
EUA (Dow Jones) 0.3%
EUA (NASDAQ) -0.4%
França 0.1%
Grécia 0.0%
Holanda -0.2%
Inglaterra 0.1%
Itália 0.6%
Portugal -0.1%
Maiores Altas (%)
BOV:AZTE3 1.21 764.3%
BOV:ABCB2 5.99 34.3%
BOV:AZTE11 0.08 33.3%
BOV:AZEV11 0.05 25.0%
BOV:PINE14 22.50 18.5%
BOV:SEQL3 0.07 16.7%
BOV:OIBR4 0.78 14.7%
BOV:HBOR3 2.02 12.2%
BOV:CTBA11B 1,000 12.0%
BOV:HBRE3 2.32 11.0%

Dado por: