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Bradesco - Postar Somente Aqui (BBDC4)

MissAttorney
  • Dono
  • 1641
  • 09/11/2006

Boa tarde!
Acabo de ser informada que os resultados do primeiro trimestre serão divulgados dia 7/5.
Então, colegas, próxima baixa na ação, seria um bom momento para entrada!
Rumo aos 50!
Abraços.

Autor: MissAttorney Data: 20/04/2007 - 13:14:39
Título: RESULTADOS BRADESCO - Felipe ou outros
Mensagem: Alguém sabe se será realmente dia 5/5 que serão divulgados os resultados do primeiro trimestre?
Entrei no site e não visualizei informação sobre isso.
Obrigada.




Autor: felipe lima Data: 20/04/2007 - 13:24:53
Comentário: 07/05/2007




Comentários

aeaf

aeaf

206 17/02/2008
quando chegar a 23,00 eu saio
mas se não nao chegar logo saio tambem
eu acho que os papéis estão baratos
Marc_Duarte

Marc_Duarte

8784 16/02/2009
Citação: aeafquando chegar a 23,00 eu saio
mas se não nao chegar logo saio tambem
eu acho que os papéis estão baratos



Também tô mirando os 23,00, será que seja ? Será que continua subindo, sei não.
Marc_Duarte

Marc_Duarte

8784 16/02/2009
Sei não, acho que acabou a farra, a realidade voltou.
Marc_Duarte

Marc_Duarte

8784 16/02/2009
Tá ruim mas tá bom. Segurou legal. Pelo menos tem que ficar acima dos 19,00 tá loco de bão. Tá todo mundo ruim mesmo. Aguardemos melhores dias.
fhelder

fhelder

924 06/12/2008
Vou comprar! SDIA4

Vem foguete! vejam o gráfico:O aluguel despencou!

http://www.dadosdabolsa.com/graficos.php?tipo=aluguel&acao=SDIA4
Marc_Duarte

Marc_Duarte

8784 16/02/2009
Tá foda, bate nos 20,90 e cai a 20,48, volátil demais, tá canal pra fazer day trade.
Marc_Duarte

Marc_Duarte

8784 16/02/2009
É mercadão brabo, já foi a época que dava pra fazer uma grana no swing trade comprado de 10 dias com BBDC4. Agora no máximo um DT bem mal feito pra pegar uns lambarizinhos. Cadê a porra do Obama
mrivo

mrivo

2836 15/03/2007
10/03 08:30 LEIA (*) Nr: 50
(ZZZ)
PERSPECTIVA BANCOS:Bradesco é favorito em eventual venda do Citi no Brasil

São Paulo, 10 de março de 2009 - Diante das dificuldades enfrentadas pelo
banco nos Estados Unidos, a venda das operações do Citibank no mercado
brasileiro é uma possibilidade cada vez mais considerada pelos agentes de
mercado. O conglomerado financeiro pode abrir espaço para novos movimentos de
consolidação e ser alvo dos grandes bancos de varejo no País, interessados em
abocanhar as grandes fortunas administradas pelo Citi.

Segundo analistas do setor consultados pela Agência Leia, o avanço sobre o
Citi pode ser o próximo passo do Itaú Unibanco e do Banco do Brasil (BB) na
estratégia dessas redes bancárias de aproveitar a crise para consolidar suas
posições no setor bancário. No entanto, o Bradesco surge como o provável
comprador em uma eventual venda de ativos, avaliam especialistas.

"O Bradesco seria o comprador natural. O banco tem caixa e ficou para trás
no processo de consolidação", avalia o sócio da M2 Investimentos, Luiz Gustavo
Medina.

Capitalizados, tanto o BB quanto o Itaú Unibanco, maior banco privado do
hemisfério sul, teriam condições de lançar uma oferta pela divisão brasileira do
Citi. Com isso, ampliariam as carteiras de empresas e de correntistas de maior
poder aquisitivo. Mas, a tendência é de que essas instituições financeiras
passem os próximos dois anos digerindo a fusão e as aquisições realizadas nos
últimos meses, o que limitaria seu poder de fogo em uma disputa de aquisição.
Caso parecido ocorre com o Santander, que está absorvendo o ABN Amro/Banco
Real.

Além disso, o Itaú Unibanco dá sinais de que vai priorizar a
internacionalização, tida como o plano de voo do banco, segundo seu presidente
Roberto Setubal. Neste sentido, rumores de mercado dão conta de que o banco
mostra interesse no mexicano Banamex, que pode ser vendido pelo Citigroup, na
busca do equilíbrio financeiro.

Por sua vez, o Bradesco tem foco no mercado doméstico e precisa mostrar ao
mercado uma reação, após perder a primeira posição entre os maiores bancos
privados do Brasil com a fusão entre o Itaú e o Unibanco.

Para o analista da Lopes Filho & Associados, João Augusto Salles, o Bradesco
tem interesse em crescer na área de private bank, que atende clientes de alto
poder aquisitivo, e a compra do Citi viria ao encontro dessa estratégia. "É uma
marca que tem peso no Brasil, apesar dos problemas nos Estados Unidos",
afirma.

Oficialmente, executivos da filial brasileira do Citibank dizem que a
operação é estratégica, que manterá os investimentos no País e que os problemas
externos não afetarão os negócios no Brasil. De fato, os ativos brasileiros do
Citi são considerados rentáveis. Nos seis primeiros meses do ano passado (último
balanço disponível), o lucro do banco no País atingiu R$ 896 milhões, uma alta
de 120%. O banco tem uma carteira de crédito de pouco mais de R$ 7 bilhões e,
além de empresas e clientes de alta renda, financia o consumidor por meio da
financeira CitiFinancial.

"Basicamente, o Citi faz tudo o que os grandes bancos de varejo brasileiros
fazem", diz o analista de bancos da Austin Rating, Luis Miguel Santacreu. "A
operação brasileira não é tão grande quanto as operações do Citi no México, mas
não deixam de ser atraentes", acrescenta.

Essa estrutura do banco norte-americano no Brasil sugere bons ganhos de
sinergia aos concorrentes nacionais, tornando o Citi em um interessante alvo de
aquisição. Contudo, os bons resultados no Brasil podem levar o banco a manter
essas operações. "O Citibank vive um dilema. Se vender agora, pode entrar em
uma roubada porque o Brasil tem um potencial de crescimento enorme. Por outro
lado, as dificuldades financeiras exigem a venda de alguns ativos", afirma
Salles, da Lopes Filho & Associados.

"No Brasil, o Citi tem uma enorme avenida para expandir o crédito, enquanto
as carteiras já bateram o teto em outros países", diz Santacreu, da Austin
Rating.

A crise enfrentada pelo Citibank levou o banco a fechar um acordo em que o
governo norte-americano ampliará sua participação no banco de 8,00% para 36,00%.
Com isso, os analistas dizem que o futuro da instituição no Brasil dependerá
dos interesses dos representantes do governo dos Estados Unidos que atuarão na
nova direção da instituição financeira.

Por enquanto, no Brasil, o banco colocou à venda 82 milhões das 114,4
milhões de ações ordinárias (participação de 17%) detidas na empresa de cartões
de pagamento Redecard.


Eduardo Laguna / Agência Leia
fbj10

fbj10

407 05/11/2007
Boa mrivo, a aquisição do Citi pelo Bradesco seria ótimo...
mrivo

mrivo

2836 15/03/2007
10/03 10:54 LEIA (*) Nr: 115
(INT)
MERCADO EUA: WALL STREET SOBE MAIS DE 3%; AÇÕES DO CITI GANHAM MAIS DE 25%

Aguarde mais informações
Bald2

Bald2

22456 02/05/2007
  • Premium
atenção p/ disparada!!!!!!!!!!!24,00!!!!!!!
fbj10

fbj10

407 05/11/2007
Tem que fechar hj acima de 21,20 ai vai embora!
thayson

thayson

125 17/10/2008
Geral vivendo com ilusão,

se tiveram um lucro hoje,

nao deixam de realizar, posso estar enganado,

mas 90% dos casos voce tera melhores trades se trabalhar dessa forma,

pessoa viaja com esperança de chegar aos 24, aos 26 ...

muita calma!

Bald2

Bald2

22456 02/05/2007
  • Premium
Citação: mrivo10/03 08:30 LEIA (*) Nr: 50
(ZZZ)
PERSPECTIVA BANCOS:Bradesco é favorito em eventual venda do Citi no Brasil

São Paulo, 10 de março de 2009 - Diante das dificuldades enfrentadas pelo
banco nos Estados Unidos, a venda das operações do Citibank no mercado
brasileiro é uma possibilidade cada vez mais considerada pelos agentes de
mercado. O conglomerado financeiro pode abrir espaço para novos movimentos de
consolidação e ser alvo dos grandes bancos de varejo no País, interessados em
abocanhar as grandes fortunas administradas pelo Citi.

Segundo analistas do setor consultados pela Agência Leia, o avanço sobre o
Citi pode ser o próximo passo do Itaú Unibanco e do Banco do Brasil (BB) na
estratégia dessas redes bancárias de aproveitar a crise para consolidar suas
posições no setor bancário. No entanto, o Bradesco surge como o provável
comprador em uma eventual venda de ativos, avaliam especialistas.

"O Bradesco seria o comprador natural. O banco tem caixa e ficou para trás
no processo de consolidação", avalia o sócio da M2 Investimentos, Luiz Gustavo
Medina.

Capitalizados, tanto o BB quanto o Itaú Unibanco, maior banco privado do
hemisfério sul, teriam condições de lançar uma oferta pela divisão brasileira do
Citi. Com isso, ampliariam as carteiras de empresas e de correntistas de maior
poder aquisitivo. Mas, a tendência é de que essas instituições financeiras
passem os próximos dois anos digerindo a fusão e as aquisições realizadas nos
últimos meses, o que limitaria seu poder de fogo em uma disputa de aquisição.
Caso parecido ocorre com o Santander, que está absorvendo o ABN Amro/Banco
Real.

Além disso, o Itaú Unibanco dá sinais de que vai priorizar a
internacionalização, tida como o plano de voo do banco, segundo seu presidente
Roberto Setubal. Neste sentido, rumores de mercado dão conta de que o banco
mostra interesse no mexicano Banamex, que pode ser vendido pelo Citigroup, na
busca do equilíbrio financeiro.

Por sua vez, o Bradesco tem foco no mercado doméstico e precisa mostrar ao
mercado uma reação, após perder a primeira posição entre os maiores bancos
privados do Brasil com a fusão entre o Itaú e o Unibanco.

Para o analista da Lopes Filho & Associados, João Augusto Salles, o Bradesco
tem interesse em crescer na área de private bank, que atende clientes de alto
poder aquisitivo, e a compra do Citi viria ao encontro dessa estratégia. "É uma
marca que tem peso no Brasil, apesar dos problemas nos Estados Unidos",
afirma.

Oficialmente, executivos da filial brasileira do Citibank dizem que a
operação é estratégica, que manterá os investimentos no País e que os problemas
externos não afetarão os negócios no Brasil. De fato, os ativos brasileiros do
Citi são considerados rentáveis. Nos seis primeiros meses do ano passado (último
balanço disponível), o lucro do banco no País atingiu R$ 896 milhões, uma alta
de 120%. O banco tem uma carteira de crédito de pouco mais de R$ 7 bilhões e,
além de empresas e clientes de alta renda, financia o consumidor por meio da
financeira CitiFinancial.

"Basicamente, o Citi faz tudo o que os grandes bancos de varejo brasileiros
fazem", diz o analista de bancos da Austin Rating, Luis Miguel Santacreu. "A
operação brasileira não é tão grande quanto as operações do Citi no México, mas
não deixam de ser atraentes", acrescenta.

Essa estrutura do banco norte-americano no Brasil sugere bons ganhos de
sinergia aos concorrentes nacionais, tornando o Citi em um interessante alvo de
aquisição. Contudo, os bons resultados no Brasil podem levar o banco a manter
essas operações. "O Citibank vive um dilema. Se vender agora, pode entrar em
uma roubada porque o Brasil tem um potencial de crescimento enorme. Por outro
lado, as dificuldades financeiras exigem a venda de alguns ativos", afirma
Salles, da Lopes Filho & Associados.

"No Brasil, o Citi tem uma enorme avenida para expandir o crédito, enquanto
as carteiras já bateram o teto em outros países", diz Santacreu, da Austin
Rating.

A crise enfrentada pelo Citibank levou o banco a fechar um acordo em que o
governo norte-americano ampliará sua participação no banco de 8,00% para 36,00%.
Com isso, os analistas dizem que o futuro da instituição no Brasil dependerá
dos interesses dos representantes do governo dos Estados Unidos que atuarão na
nova direção da instituição financeira.

Por enquanto, no Brasil, o banco colocou à venda 82 milhões das 114,4
milhões de ações ordinárias (participação de 17%) detidas na empresa de cartões
de pagamento Redecard.

Eduardo Laguna / Agência Leia



Essa noticia começa a ganhar corpo no papel.....vai disparar a té sexta!!!!!24,00!!
leandro 1ooo

leandro 1ooo

422 16/12/2008
Citação: Bald2
Citação: mrivo10/03 08:30 LEIA (*) Nr: 50
(ZZZ)
PERSPECTIVA BANCOS:Bradesco é favorito em eventual venda do Citi no Brasil

São Paulo, 10 de março de 2009 - Diante das dificuldades enfrentadas pelo
banco nos Estados Unidos, a venda das operações do Citibank no mercado
brasileiro é uma possibilidade cada vez mais considerada pelos agentes de
mercado. O conglomerado financeiro pode abrir espaço para novos movimentos de
consolidação e ser alvo dos grandes bancos de varejo no País, interessados em
abocanhar as grandes fortunas administradas pelo Citi.

Segundo analistas do setor consultados pela Agência Leia, o avanço sobre o
Citi pode ser o próximo passo do Itaú Unibanco e do Banco do Brasil (BB) na
estratégia dessas redes bancárias de aproveitar a crise para consolidar suas
posições no setor bancário. No entanto, o Bradesco surge como o provável
comprador em uma eventual venda de ativos, avaliam especialistas.

"O Bradesco seria o comprador natural. O banco tem caixa e ficou para trás
no processo de consolidação", avalia o sócio da M2 Investimentos, Luiz Gustavo
Medina.

Capitalizados, tanto o BB quanto o Itaú Unibanco, maior banco privado do
hemisfério sul, teriam condições de lançar uma oferta pela divisão brasileira do
Citi. Com isso, ampliariam as carteiras de empresas e de correntistas de maior
poder aquisitivo. Mas, a tendência é de que essas instituições financeiras
passem os próximos dois anos digerindo a fusão e as aquisições realizadas nos
últimos meses, o que limitaria seu poder de fogo em uma disputa de aquisição.
Caso parecido ocorre com o Santander, que está absorvendo o ABN Amro/Banco
Real.

Além disso, o Itaú Unibanco dá sinais de que vai priorizar a
internacionalização, tida como o plano de voo do banco, segundo seu presidente
Roberto Setubal. Neste sentido, rumores de mercado dão conta de que o banco
mostra interesse no mexicano Banamex, que pode ser vendido pelo Citigroup, na
busca do equilíbrio financeiro.

Por sua vez, o Bradesco tem foco no mercado doméstico e precisa mostrar ao
mercado uma reação, após perder a primeira posição entre os maiores bancos
privados do Brasil com a fusão entre o Itaú e o Unibanco.

Para o analista da Lopes Filho & Associados, João Augusto Salles, o Bradesco
tem interesse em crescer na área de private bank, que atende clientes de alto
poder aquisitivo, e a compra do Citi viria ao encontro dessa estratégia. "É uma
marca que tem peso no Brasil, apesar dos problemas nos Estados Unidos",
afirma.

Oficialmente, executivos da filial brasileira do Citibank dizem que a
operação é estratégica, que manterá os investimentos no País e que os problemas
externos não afetarão os negócios no Brasil. De fato, os ativos brasileiros do
Citi são considerados rentáveis. Nos seis primeiros meses do ano passado (último
balanço disponível), o lucro do banco no País atingiu R$ 896 milhões, uma alta
de 120%. O banco tem uma carteira de crédito de pouco mais de R$ 7 bilhões e,
além de empresas e clientes de alta renda, financia o consumidor por meio da
financeira CitiFinancial.

"Basicamente, o Citi faz tudo o que os grandes bancos de varejo brasileiros
fazem", diz o analista de bancos da Austin Rating, Luis Miguel Santacreu. "A
operação brasileira não é tão grande quanto as operações do Citi no México, mas
não deixam de ser atraentes", acrescenta.

Essa estrutura do banco norte-americano no Brasil sugere bons ganhos de
sinergia aos concorrentes nacionais, tornando o Citi em um interessante alvo de
aquisição. Contudo, os bons resultados no Brasil podem levar o banco a manter
essas operações. "O Citibank vive um dilema. Se vender agora, pode entrar em
uma roubada porque o Brasil tem um potencial de crescimento enorme. Por outro
lado, as dificuldades financeiras exigem a venda de alguns ativos", afirma
Salles, da Lopes Filho & Associados.

"No Brasil, o Citi tem uma enorme avenida para expandir o crédito, enquanto
as carteiras já bateram o teto em outros países", diz Santacreu, da Austin
Rating.

A crise enfrentada pelo Citibank levou o banco a fechar um acordo em que o
governo norte-americano ampliará sua participação no banco de 8,00% para 36,00%.
Com isso, os analistas dizem que o futuro da instituição no Brasil dependerá
dos interesses dos representantes do governo dos Estados Unidos que atuarão na
nova direção da instituição financeira.

Por enquanto, no Brasil, o banco colocou à venda 82 milhões das 114,4
milhões de ações ordinárias (participação de 17%) detidas na empresa de cartões
de pagamento Redecard.

Eduardo Laguna / Agência Leia



Essa noticia começa a ganhar corpo no papel.....vai disparar a té sexta!!!!!24,00!!


suma exú

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Ativos Discutidos
BOV:BBDC4 19.02 5.7%
Bco Bradesco Sa
Bco Bradesco Sa
Bco Bradesco Sa
Índices Mundiais
Alemanha 0.0%
Austrália 0.6%
Brasil 3.0%
Canadá 0.3%
EUA (Dow Jones) 0.3%
EUA (NASDAQ) 0.4%
França 0.2%
Grécia 0.0%
Holanda 0.1%
Inglaterra 0.2%
Itália 0.4%
Portugal -0.2%
Maiores Altas (%)
BOV:MTSA4 48.00 11.3%
BOV:BOBR4 1.40 11.1%
BOV:UCAS3 1.23 9.8%
BOV:ESPA3 8.31 8.8%
BOV:CSNA3 5.20 8.3%
BOV:AURE3 13.02 8.1%
BOV:CMIN3 5.22 8.1%
BOV:LIGT3 3.16 7.8%
BOV:ANIM3 2.89 7.8%
BOV:MGLU3 5.23 7.6%

Dado por: