MissAttorney
- Dono
- 1641
- 09/11/2006
Boa tarde!
Acabo de ser informada que os resultados do primeiro trimestre serão divulgados dia 7/5.
Então, colegas, próxima baixa na ação, seria um bom momento para entrada!
Rumo aos 50!
Abraços.
Autor: MissAttorney Data: 20/04/2007 - 13:14:39
Título: RESULTADOS BRADESCO - Felipe ou outros
Mensagem: Alguém sabe se será realmente dia 5/5 que serão divulgados os resultados do primeiro trimestre?
Entrei no site e não visualizei informação sobre isso.
Obrigada.
Autor: felipe lima Data: 20/04/2007 - 13:24:53
Comentário: 07/05/2007
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Comentários
901 de 2406
DIBTCHO
59 04/12/2007902 de 2406
fhelder
924 06/12/2008Direto do AE Broadcast
15:52 FONTES: FALTA SÓ DEFINIR PREÇO PARA COMPRA DA SADIA PELA PERDIGÃO
São Paulo, Rio e Brasília, 23 - O valor da transação é o único detalhe que impede a compra
da Sadia pela Perdigão. Segundo uma fonte do mercado, o negócio só não foi concretizado
ainda porque Sadia e Perdigão discutem dois valores, sendo um com a presença das famílias
Furlan e Fontana no processo de tomada de decisões e outro sem a participação delas. Para
que as famílias aceitem o negócio e saiam do processo de tomada de decisão da empresa, o
preço que tem sido pedido é de R$ 6,00 por ação. Por R$ 4,00, no entanto, a Sadia seria
vendida também à Perdigão, mas as famílias que controlam a empresa ainda fariam parte da
administração do grupo.
A concretização da venda pode acorrer entre amanhã e a próxima sexta-feira, intervalo em
que as duas empresas anunciam seus resultados do quarto trimestre de 2008 e o consolidado
do ano. Uma fonte que está muito próxima às negociações disse que a movimentação para
acertar os detalhes ficou mais intensa nos últimos dias e que várias reuniões para discutir o
preço da venda estão sendo realizadas.
Pelo acordo que está sendo desenhado, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES) vai liberar os recursos para que a Perdigão faça a compra da Sadia. Tanto
para Perdigão quanto para o BNDES, a saída das famílias do controle da Sadia é uma
condição para que o negócio seja fechado, já que a experiência internacional do passado -
com os dois grupos na administração de um negócio em conjunto - não surtiu os resultados
esperados. A liberação, na verdade, seria um aporte do banco de fomento na Perdigão, que,
por sua vez, faria a compra da Sadia por meio de troca de ações.
Por esse motivo, o montante que o BNDES liberaria é um dos assuntos que foram discutidos
hoje entre o presidente do conselho de administração da Sadia, Luiz Fernando Furlan, e o
presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que participaram da inauguração de uma fábrica da Sadia
em Vitória de Santo Antão, a 50 quilômetros de Recife (PE), segundo a fonte. A assessoria de
imprensa da Sadia, no entanto, disse que Lula e Furlan não ficaram reunidos a portas
fechadas hoje.
Após a solenidade de inauguração, Furlan falou à imprensa sobre as negociações com a
Perdigão, mas não trouxe novidades. Ele apenas reafirmou o conteúdo do fato relevante
divulgado na segunda-feira passada, no qual informou ter iniciado "entendimentos recentes"
com a Perdigão "com vistas a analisar a viabilidade e a convergência de interesses em algum
tipo de associação". O comunicado dizia ainda que não havia acordo fechado. Há pouco, em
coletiva de imprensa, o presidente do conselho da Sadia argumentou que as duas empresas
estão em período de silêncio por conta da divulgação do balanço financeiro referente a 2008
(a Perdigão apresenta os números hoje e a Sadia, na próxima sexta-feira). Ainda assim, ele
confirmou que a direção da Sadia estuda a venda de alguns ativos operacionais e
não-operacionais como forma de capitalizar a empresa, sem especificar unidades.
Em seu favor, a Sadia tem a credibilidade construída, presença em importantes mercados
importadores e, principalmente, o interesse de investidores e outras empresas, entre elas a americana Tyson Foods. "A Sadia não tem problemas em arrumar um comprador. Ela quer,
agora, encontrar o melhor negócio e, por isso, pede um valor tão alto", disse a fonte.
Do lado do governo, existe o interesse de que o controle da empresa permaneça em mãos
brasileiras, o que teria feito o BNDES influenciar diretamente a Perdigão a comprar a Sadia.
"O governo sabe que se uma empresa estrangeira que já tenha interesse em entrar no Brasil
comprar a Sadia, seria a entrada no País pela porta da frente", afirma a fonte. Para a fonte, a
Sadia também sabe do interesse do governo em evitar que grupos estrangeiros assumam o
controle daquela que é uma das maiores indústrias de alimentação do mundo.
O interesse de empresas estrangeiras na Sadia é confirmado pelo presidente da Associação
Brasileira dos Exportadores de Frango (Abef), Francisco Turra. Para ele, se o negócio com a
Perdigão não for fechado, outro interessado irá aparecer para comprar. "Eu percorri o mundo
todo e a marca Sadia está presente em todos os mercados", afirma Turra. Para ele, não é
interessante para o Brasil nem para o mercado que a Sadia quebre ou deixe de ser controlada
por brasileiros. (Alexandre Inacio, colaboraram Mônica Ciarelli, Tatiana Freitas e Fabíola
Salvador)
903 de 2406
Gserafim
1187 20/04/2007904 de 2406
Marc_Duarte
8784 16/02/2009907 de 2406
fbj10
407 05/11/2007909 de 2406
VEROVERO
2538 20/03/2009Lema do novo presidente do BB, enquanto isso as ações do Banco do Brasil e dos demais bancos irão a patamares jamais vistos.
910 de 2406
felipezero
4016 26/03/2007911 de 2406
renatoengel
468 12/11/2008912 de 2406
erisvalter
51 06/02/2008Se você quer corretora dcente, não vai ser de banco.
Tem que ser banco de investimento como Banif, Ágora, etc.
Porém com cenário de falência de vários bancos de investimento, eu te aconselho ir para a ágora que foi comprada pelo Bradesco e tem independência de operações, o que inspira solidez.
914 de 2406
LUCIO6
164 09/06/2007916 de 2406
tarciolippel
947 23/09/2008Março 23, 2009 — Schwabb
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O mercado árabe respondeu por 8% das exportações do grupo Kepler Weber no ano passado. A empresa, líder em produtos para armazenagem de grãos no Brasil, divulgou o seu balanço na última semana, com resultados positivos tanto no mercado doméstico quanto externo. As exportações cresceram 80% sobre o ano anterior e ficaram em R$ 111,3 milhões. O faturamento da companhia, que tem sede em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, cresceu 119%, de R$ 170,7 milhões para R$ 374,4 milhões.
De acordo com o diretor comercial da empresa, Wilfried Toth, a maior parte – 80% - das exportações da Kepler Weber, em 2008, foram para América Latina, principalmente para Venezuela, Uruguai, Argentina, Bolívia, Paraguai e Chile. “Com a disparada do preço dos alimentos, a preocupação com segurança alimentar passou a ser prioritária para os governos. Os países que não são agrícolas precisam de capacidade de estocagem”, afirma o diretor comercial da Kepler Weber, explicando parte do bom desempenho da empresa.
As vendas no mercado árabe foram para Síria e Egito, sendo que os sírios compraram o maior volume. “O Egito é um mercado que estamos começando a desenvolver”, diz Toth. Os produtos vendidos foram para armazenagem de produtos agrícolas. No ano anterior, 2007, a empresa fez apenas uma pequena venda para a Síria. A Kepler Weber tem interesse, segundo o diretor comercial, de ampliar sua presença no mercado árabe.
O fato de 2008 ter sido um ano de investimentos na área agrícola e de a empresa ter estado no mercado com custo bastante ajustado favoreceram o desempenho. O grupo teve um ano de recuperação, após ter passado por anos difíceis. A Kepler Weber fez um investimento grande, com aquisição de dívidas, na abertura de uma unidade no Mato Grosso do Sul, em 2004, o que foi agravado com a crise no mercado de commodities, em 2005. Um acordo com acionistas e mudanças na composição do capital, em 2007, reverteram a situação.
No ano passado, a empresa recuperou a sua liderança no mercado e a sua lucratividade, saindo de um prejuízo de R$ 93,8 milhões em 2007 para um lucro antes de impostos de R$ 2 milhões. “A empresa voltou ao mercado, numa época de crise, com um custo bastante ajustado”, explica Toth. A marca forte, a qualidade e a melhoria nos prazos de entrega, de acordo com o executivo, garantiram a liderança e os resultados. O Ebitda da Kepler Weber totalizou R$ 52,2 milhões em 2008, com margem de 16% sobre a receita líquida.
917 de 2406
felipezero
4016 26/03/2007918 de 2406
fbj10
407 05/11/2007Se quiseres informações sobre mercado e sobre a EUM podes adicionar: fgfbpa@hotmail.com
919 de 2406
kidprod
109 15/02/2009920 de 2406
Edmaia
1522 17/10/2008Haja taxa
As cinco maiores instituições financeiras de capital aberto do país conseguem pagar todos seu gasto com pessoal apenas com as receitas de serviços bancários. E ainda sobra. Um estudo divulgado há pouco pela Economatica mostra que no ano passado o Santander (SANB3) arrecadou em serviços bancários 79% a mais do que gastou com pessoal. Ele é seguido por Bradesco, que levou 57% a mais, Unibanco, com 45%, Banco do Brasil, com 33%, e Itaú, com 16%. Os 13 outros bancos de capital aberto do país não conseguiram o mesmo feito.
FONTE:VEJA.COM_14.04.2009