angelicamuniz
- Dono
- 18
- 09/10/2008
| Gráfico Intraday: BOV:BEEF3 | Gráfico Longo-Prazo: BOV:BEEF3 |
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este papel veio de R$12,00 , e hoje esta R$2,14.a empresa me parece saudavel .
Gostaria de algumas opiniões.
obrigado
Minerva (BEEF3)angelicamuniz
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Comentários
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Small_Caps_RJ
722 16/05/200911 de Agosto de 2009 - 10h25
Bonança após a tempestade
Os frigoríficos brasileiros, que foram fortemente atingidos pela crise econômica, estão começando a dar sinais de recuperação. O mercado aposta que o consumo mundial de carne voltará, até o final do ano, ao patamar pré-crise. Essa previsão impulsionou a retomada dos aportes financeiros.
Fonte: Revista IstoÉ Dinheiro, 11/08/2009
Resumida e elaborada pela ABIEC
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Small_Caps_RJ
722 16/05/200911 de Agosto de 2009 - 10h21
ACELERAÇÃO
As receitas com exportações de carnes dispararam na primeira semana deste mês. A alta foi de 307% sobre os valores de agosto de 2008 e de 30% sobre julho passado, segundo o Ministério do Desenvolvimento.
Fonte: Folha de S.Paulo, 11/08/2009
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Small_Caps_RJ
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Small_Caps_RJ
722 16/05/20092445 de 11382
LSGA2
392 24/04/2008A notícia postadas logo após a sua postagem, menciona o aspecto positivo da retomada das exportações em 2010. Se confirmadas e se a tx. de cambio permanecer em patamar de preço como o atul, é possivel a obtenção de lucros operacionais significativos o que precionaria a cotação para o entorno do preço do IPO (R$18,00) que acredito possa ocorrer no caso de não haver um recrudecimento da crise externa.
Pessoalmente acredito que vai haver um repique de crise em virtude da inadimplencia dos portadores de cartões de crédito nos EEUU, não formei opinião ainda sobre os efeitos no mercado brasileiro, mas se confirmar minha hipótese, haverá um reajuste para baixo no IBV que poderá dificultar a evolução do preço de nosso papel.
Não pretendo carregar toda a minha posição até aquela data limite de 12 meses mencionada por vc, a menos que minha hipótese se mostre totalmente fora da realidade.
Abç.
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Small_Caps_RJ
722 16/05/2009Santander revisa estimativas para ações de JBS Friboi, Marfrig e Minerva
Por: Equipe InfoMoney
11/08/09 - 16h05
InfoMoney
SÃO PAULO - Os analistas do banco Santander revisaram suas estimativas para as ações de frigoríficos sob sua cobertura, o que inclui as empresas JBS Friboi (JBSS3), Marfrig (MRFG3) e Minerva (BEEF3).
Para as ações da Marfrig, os analistas reiteram a recomendação de compra e ressaltam que esta é a principal indicação do setor. Ademais, eles acreditam que "sua operação com frango, na Europa, ainda apresente bons resultados para a companhia". Diante disso, o preço-alvo para 2010 é de R$ 26,00.
Recomendação de manutenção
A Minerva possui um "ótimo potencial e uma rápida recuperação, mas seu forte nível de alavancagem ainda é um risco para seu crescimento", pondera o Santander. Neste cenário, a recomendação para as ações da companhia foi mantida em "manutenção".
Por outro lado, a indicação para os papéis da JBS Friboi foi rebaixada de "compra" para "manutenção". Os analistas também estipularam R$ 11,00 como preço-alvo para o final de 2010. Segundo eles, a demanda de frango e suínos da JBS USA tem decrescido e o mercado de exportação permanece fraco. Além disso, o Santander espera que a margem Ebitda (geração operacional de caixa sobre receita líquida) da JBS Brasil se manterá perto de 10% até o próximo ano.
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Small_Caps_RJ
722 16/05/2009Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
07/08/09 - 11h05
InfoMoney
SÃO PAULO - A primeira metade de 2009 surpreendeu até mesmo os mais otimistas. Depois de um segundo semestre trágico para os mercados no ano passado, as bolsas não escondem a crença na recuperação da economia. A mudança de percepção é evidente, e as apostas agora se voltam para o segundo semestre.
Avaliando a economia, os empregos seguem como maior ameaça à retomada norte-americana, mas o mercado de trabalho já dá sinais favoráveis (basta ver o Relatório de Emprego publicado há pouco). Os bancos passaram para outro lado, de preocupação a esperança. O risco de novas quebras é descartado, enquanto instituições pagam o que utilizaram do Tarp (Troubled Asset Relief Program) e conseguem captar recursos no mercado.
Para o segundo semestre, indicadores e resultados operacionais podem utilizar a fraca base de comparação do ano passado para revelar evolução mais expressiva. Das incertezas quanto ao rumo da economia, as projeções do mercado passaram a pontuar uma recuperação certa e suas possíveis formas. Como antecipam os movimentos, as bolsas já refletem uma melhora.
Na última quarta-feira (5), o Ibovespa bateu pela primeira vez no ano um saldo acumulado de 50% de ganho em 2009. Lembrando que na teoria, os bull markets se iniciam a partir de 20% de alta acumulada. Assim como as preocupações com uma nova onda de perdas vão se dissipando, caracterizar o salto das bolsas como mero rali de bear market parece insensato.
Novo Bull Market
Abby Cohen, presidente de mercados globais do Goldman Sachs, afirmou à CNBC na quinta-feira (6) que as bolsas já estão em um novo bull market. "Acreditamos que um novo bull market começou - iniciado em março deste ano."
A estrategista do banco ganhou notoriedade no mercado na década de 1990, ao anunciar o chamado "multiyear rally". Cohen é reconhecida como uma das mentes mais otimistas de Wall Street. Para este ano, projeta o índice S&P em 1.100 pontos, o que representa mais 10% de valorização.
Mas apesar da fraca base de comparação e dos sinais de melhora, a analista assume que a recuperação será demorada. "Mesmo neste novo bull market, não espere uma recuperação em 'V' - espere que ela siga por uma sequência de passos à frente", pondera Cohen.
Fim da recessão
Na relação entre economia e mercados, o decreto do novo bull market solicita o prenúncio de final da recessão. E a questão vai ganhando força. O economista Nouriel Roubini, conhecido pelo pessimismo, já amenizou o tom e chegou a afirmar que a recessão norte-americana não passa deste ano.
Dennis Gartman, um dos primeiros economistas a anunciar que a economia norte-americana estava entrando em recessão, é mais enfático: "Acabou - vimos isto acontecendo duas semanas atrás". Gartman avalia uma série de indicadores para pontuar que a recuperação está no seu princípio, mas a recessão ficou em julho.
Falta uma peça
Mas tanto a recuperação lenta de Cohen como o fim da recessão de Gartman não apagam uma dúvida comum: o emprego. "Sem o final das perdas de postos de trabalho, o setor imobiliário não irá crescer, prejudicando a capacidade dos consumidores, principal motor da economia, o crescimento dos gastos", afirmou Charles Lieberman, da Advisors Capital Management, à Morningstar.
"O mercado de trabalho não deve virar de uma hora para outra. Temos muitos meses à frente de difícil situação para os empregos mesmo se a recessão estiver praticamente acabada", ressalta Cohen, que o mercado de trabalho começa a dar sinais de melhora.
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Balseiro
196 07/12/20082449 de 11382
Small_Caps_RJ
722 16/05/2009Calma que vai......
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maucouto
3225 14/11/2007ja foi?
grato!
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Small_Caps_RJ
722 16/05/2009ja foi?
grato!
Sai na sexta (14/08) após o encerramento do pregão.
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Small_Caps_RJ
722 16/05/20092453 de 11382
Small_Caps_RJ
722 16/05/20092454 de 11382
Balseiro
196 07/12/2008Abraco
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Small_Caps_RJ
722 16/05/2009Abraco
Concordo.
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augusto_sath
668 10/09/2007Os dados divulgados hoje pelo governo chinês serviram de desculpa para os investidores realizarem lucros na Bolsa de Valores de São Paulo. A produção industrial da China subiu 10,8% em julho, ligeiramente acima dos 10,7% de junho, mas abaixo dos 11,5% previstos, enquanto as vendas no varejo aumentaram 15,2% em julho, ante 15% em junho.
Com a queda de preço de commodities e o tombo das ações do setor bancário, o Ibovespa recuou 1,88%, aos 55.761,16 pontos. O giro financeiro somou R$ 5,356 bilhões.
O índice Dow Jones terminou a sessão em baixa de 1,03%, aos 9.241,45 pontos. O S&P 500 recuou 1,27%, aos 994,35 pontos, e o Nasdaq fechou com desvalorização de 1,13%, aos 1.969,73 pontos. Os indicadores conhecidos nos EUA hoje até foram bons, mas não suficientes para empurrar o mercado pra cima.
A produtividade cresceu mais que o previsto no segundo trimestre deste ano, a uma taxa anualizada de 6,4%. Já o custo da mão de obra caiu 5,8%. O Departamento de Comércio informou que os estoques no atacado dos EUA diminuíram 1,7% em junho - comparado a maio - ante previsão de queda de 0,9%. Já as vendas no atacado cresceram 0,4% no mesmo período.
FONTE: http://primeiromilhao.com.br/INFORMACOES+PUBLICACAO/MERCADO.BUSCA_NOTICIAS_MERCADO.logic?IDMercadoHoje=254
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apoloft
2845 03/06/2007Quem puder me qualificar, agradeço.
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Small_Caps_RJ
722 16/05/2009Quem puder me qualificar, agradeço.
E BEEF3 ? Qual a sua AT ?
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Small_Caps_RJ
722 16/05/2009Lucro líquido da Marfrig alcança recorde de R$ 405 milhões no segundo trimestre
Por: Equipe InfoMoney
11/08/09 - 20h57
InfoMoney
SÃO PAULO - É com lucro recorde que a Marfig (MRFG3) divulga nesta terça-feira (11) seu resultado do segundo trimestre. A companhia obteve um lucro líquido de R$ 405 milhões, configurando um avanço de 510% frente à igual período de 2008.
Cabe lembrar que a empresa reportou um prejuízo de R$ 38,2 milhões no primeiro trimestre de 2009.
Entre abril e junho deste ano, a Marfrig somou R$ 2,4 bilhões de receita líquida, configurando um avanço de 97,5% na base de comparação anual, e um crescimento de 6,8% frente ao índice visto nos primeiros 3 meses do ano.
Por sua vez, o Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 183,4 milhões no período, aumentando 32% contra os R$ 138,9 milhões vistos no segundo trimestre do ano anterior. A margem Ebitda (relação percentual entre o Ebitda e a receita líquida) também teve forte desempenho, subindo 30 pontos base do primeiro trimestre, atingindo 7,6%.
Comentário do presidente
Segundo o Marcos Antonio Molina dos Santos, presidente da Marfrig, o expressivo aumento do lucro líquido foi "alavancado pelos ganhos cambiais cujo efeito oposto havia nos prejudicado na segunda metade do ano anterior".
Molina dos Santos também salientou a boa performance da companhia nos mercados internos em que atua, que "compensou parcialmente o efeito da valorização da moeda brasileira frente ao dólar americano, fator que afetou tanto as exportações a partir do Brasil como a tradução para a moeda funcional da empresa (real) das operações de grande parte das nossas divisões internacionais".
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1645713&path=/investimentos/
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lanhoso
859 16/04/2007