didi12
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- 04/07/2007
A PARTIR DO DIA 15 E SO ALEGRIA,DESDOBRA,BONIFICAÇAO
E SO COMPRAR E AGUARDAR
BOAS COMPRAS
Bradespar A Bola Da Vez (BRAP4)didi12
A PARTIR DO DIA 15 E SO ALEGRIA,DESDOBRA,BONIFICAÇAO E SO COMPRAR E AGUARDAR BOAS COMPRAS |
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1438 22/01/200842 de 116
S0ROS
1438 22/01/2008Por: Giulia Santos Camillo
30/07/08 - 17h58
InfoMoney
SÃO PAULO - O otimismo generalizado dos mercados e a forte alta do níquel impulsionaram os papéis da Vale (VALE5, VALE3) nesta quarta-feira (30). As ações ordinárias da mineradora atingiram preço de R$ 48,10, com valorização de 6,77%, enquanto as preferenciais classe A subiram 6,69%, cotadas a R$ 41,61.
Motivos não faltam para o salto dos papéis e, mesmo dentro desse contexto, fica difícil não relacionar parte da disparada à elevação do rating de crédito corporativo da mineradora de "BBB" para "BBB+" pela agência de classificação de risco Standard & Poor's, com perspectiva estável.
Os fatores que levaram a agência a elevar a nota da Vale não são surpresa: o fortalecimento da estrutura de capital da empresa com a recente emissão de ações, que captou recursos no valor de US$ 11,5 bilhões, e os fundamentos do setor.
Dois pontos de vista sobre a oferta
Se o mercado como um todo reagiu tão mal ao resultado da oferta de ações da Vale, de que maneira isso pode constar como um dos principais fatores para a elevação do rating? A resposta, na verdade, é bem simples. Existem duas formas de ver as operações financeiras.
A primeira é do ponto de vista dos acionistas, já conhecida e discutida por diversos analistas, especialmente após a derrocada das ações da mineradora, pressionadas pela divulgação dos resultados da oferta de ações.
A outra é enxergar através dos olhos dos credores de dívidas. E dessa posição, a vista é outra: "essa operação aumenta a segurança financeira porque aumenta a liquidez", explica Reginaldo Takara, analista da S&P.
Segundo ele, a oferta de ações reforça o caixa da empresa em um nível bastante forte - embora pudesse ser maior, uma captação de US$ 11,5 bilhões não é baixa - e em uma fase em que a empresa visa investimentos pesados. Nesse sentido, os recursos provenientes da emissão de ações podem até reduzir a necessidade de financiamento com dívidas.
Influência das commodities na ação de rating
O outro fator apontado pela S&P para a elevação do rating são os fundamentos do setor, em que são considerados de suma importância "as perspectivas favoráveis para o minério de ferro para, pelo menos, os próximos dois anos", com continuidade de crescimento da demanda e sinalizações de tendências positivas para o preço.
É nesse produto que as expectativas de melhoria das métricas de crédito da empresa até o final são baseadas. Takara afirma que o minério de ferro deve fortalecer a geração de caixa da empresa, principalmente levando em consideração que o segundo semestre registrará um maior impacto do aumento da produção e do preço do minério, reajustado em média 65% no início do ano.
O analista também indica a participação das demais commodities metálicas na avaliação da nota da Vale, principalmente agora que a mineradora objetiva diversificar seu portfólio. Embora a alta volatilidade sugira que produtos como o níquel não gerem um reforço de geração de caixa tão grande, ele será "ainda bastante satisfatório para a empresa", na opinião de Takara.
Preocupações do mercado
Perguntado sobre os efeitos de uma possível aquisição da Vale no exterior, Reginaldo Takara foi diplomático. Afirmando ser difícil prever operações desse tipo, o analista informou que "na análise, não antecipa nenhuma movimentação relevante em aquisição".
Entretanto, se uma compra for anunciada, antes de qualquer conclusão, a agência teria que analisar o caso específico, avaliando as variáveis. "A gente está falando de uma empresa que vai trazer caixa relevante", diz Takara, apontando que, em contrapartida, a operação poderia gerar um aumento significativo do endividamento: não é possível falar com certeza sobre situações hipotéticas.
Ademais, a crescente exposição da Vale ao mercado chinês também foi assunto discutido pelo analista. Para ele, mesmo com uma potencial redução na produção siderúrgica da China, o crescimento da indústria deve continuar dependente de importações de minério de ferro, pois o país não possui fontes de qualidade.
Dessa forma, é provável que a demanda pelo minério continue mais estável do que outras commodities metálicas, servindo como um mitigador de riscos. Porém, conforme apontado pelo analista da S&P, a agência continuará a monitorar os impactos da China e da economia global na empresa, principalmente com a diversificação de produtos da Vale.
Do que precisa para subir mais?
"A empresa está gradualmente aumentando diversificação de negócios e diversificação geográfica, fatores que já vêm sendo incorporados na análise".
Porém, Takara afirma que um dos fatores mais importantes para levar a uma nova elevação do rating de crédito corporativo da Vale seria o fortalecimento de seu perfil financeiro.
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Quinha
2687 08/06/2007Vale caiui 6,0%. Incrível.
Bradespar foi junto. Incrível.
Na segunda deve ser mais um desastre. Só nos resta torcer.
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icb3
11745 11/06/2007ao meu ver esta semana a bovespa vai descolar do dow, e deveremos ter uma boa semana,, pois segunda tem resultado do bradescão, na quarta a vale.
e devem mostrar ótimos resultados traduzindo que as duas maiores empresas privadas do brasil vão bem e obrigado.
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S0ROS
1438 22/01/2008Cenário difícil não altera fundamentos da Vale e Brascan sugere compra
SÃO PAULO - Mesmo em um cenário dificultado pela desaceleração norte-americana e pela inflação, analistas da corretora Brascan recomendam a compra dos papéis da Vale, acreditando na manutenção dos bons fundamentos da empresa e em desempenho acima da média do mercado.
A correção dos preços das ações da mineradora brasileira recentemente reduziu a impressão de segurança que investidores menos experientes e acostumados apenas ao mercado altista possuíam.
Insegurança
Em um ambiente global repleto de incertezas, a oferta internacional de ações da Vale - aliada a especulações quanto a uma aquisição de grande porte - alimentou a percepção de risco dos mercados em relação aos papéis.
À diferença da incorporação da Inco, quando as ações da empresa também sofreram recuo, "hoje há de fato uma crise cuja extensão e profundidade permanece uma incógnita", afirmam os analistas da Brascan.
No entanto, a corretora mantém sua visão positiva em relação à Vale, esperando por performance superior de seus papéis em relação ao mercado, com preço justo fixado em R$ 74,09, o que representa um potencial de valorização de 81,37% frente ao fechamento da última quinta-feira (31).
Fundamentos mantidos
Dos pontos fortes da companhia, os analistas ressaltam a qualidade superior do minério de ferro oriundo de seu projeto em Carajás, bem como a grande participação da empresa na oferta global deste produto e do níquel, controlando respectivamente cerca de 30% e 20% da oferta global das commodities.
Ainda que o anúncio do reajuste superior obtido por outras mineradoras não tenha sido favorável para a Vale, a Brascan acredita que este fato reforça a expectativa pela manutenção da trajetória ascendente dos preços para o minério de ferro.
Neste sentido, sua equipe de research entende que nem mesmo a diminuição do ritmo de crescimento da China será capaz de reduzir o desequilíbrio entre oferta e demanda, existente no mercado internacional do principal produto da Vale, uma vez que novos projetos para exploração do minério de ferro só devem entrar em operação no ano de 2011.
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tuliobsb
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tuliobsb
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marketer
408 08/04/200749 de 116
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1438 22/01/2008Desempenho da Vale no 2T08
Extraido do site da Vale
Rio de Janeiro, 6 de agosto de 2008 – A Companhia Vale do Rio Doce (Vale)
continuou no segundo trimestre de 2008 (2T08) a apresentar excelente desempenho
operacional e financeiro, marcado por recordes de produção de níquel, pelotas e
carvão, embarques de minério de ferro e pelotas, receita bruta, lucro operacional,
geração de caixa e lucro líquido.
A excelência da performance da Vale se manifesta não só quando comparada a
períodos anteriores mas sobretudo diante das condições adversas que prevaleceram
durante todo o primeiro semestre do ano, envolvendo a contínua depreciação do
dólar americano, significativos aumentos de preços de insumos, equipamentos e
serviços, o declínio do preço do níquel em relação ao pico histórico do 2T07 e os
diversos desafios enfrentados por nossas atividades operacionais.
A Vale se mantém na trilha do crescimento com geração de valor para o acionista,
executando com disciplina a estratégia de longo prazo e de maneira consistente
com sua visão dos mercados.
Os principais destaques da performance no 2T08 foram:
• Recorde de embarques de minério de ferro e pelotas: 78,858 milhões de
toneladas métricas, com crescimento de 7,9% em relação ao 2T07.
• Receita bruta recorde, igual a US$ 10,897 bilhões, 22,5% acima do 2T07, de
US$ 8,899 bilhões, recorde anterior. A receita acumulada no primeiro
semestre de 2008 foi de US$ 18,945 bilhões contra US$ 16,579 bilhões no
1S07.
• Lucro operacional, medido pelo EBIT ajustado (a) (lucro antes de juros e
impostos), recorde de US$ 5,235 bilhões, apresentando elevação de 19,5%
em relação ao 2T07. No 1S08 o EBIT ajustado de US$ 8,150 bilhões
aumentou 15,1% em relação ao 1S07.
• Margem EBIT ajustado de 49,4%, contra 50,4% no 2T07 e 37,2% no 1T08.
• Geração de caixa, medida pelo EBITDA ajustado(b) (lucro antes de despesas
financeiras, impostos, depreciação e amortização), no 2T08 de US$ 6,218
bilhões, com incremento de US$ 1,161 bilhão em relação ao recorde do
2T07, de US$ 5,057 bilhões. No 1S08, o EBITDA ajustado chegou a US$
9,947 bilhões contra US$ 8,241 bilhões no 1S07.
• Lucro líquido recorde, de US$ 5,009 bilhões, correspondente a lucro por
ação diluído de US$ 1,02, com aumento de 22,3% sobre o resultado recorde
obtido no 2T07, de US$ 4,095 bilhões. No 1S08 o lucro líquido atingiu US$
7,030 bilhões ante US$ 6,312 bilhões no 1S07.
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1438 22/01/2008NATALIA GÓMEZ - Agencia Estado
SÃO PAULO - O presidente da Vale, Roger Agnelli, informou hoje em teleconferência com analistas que existe uma possibilidade de que a companhia compre outras empresas, mas destacou que isso não é provável. Segundo ele, a companhia está avaliando várias frentes de crescimento. "Avaliamos constantemente os retornos que viriam de aquisições e expansões orgânicas", disse. "Hoje o crescimento orgânico nos parece mais adequado", afirmou.
Agnelli disse que a companhia não está disposta a qualquer movimento para se tornar uma empresa maior. "Queremos ser grandes, com excelência de ativos." Mesmo assim, ele disse que a Vale poderá comprar ativos de pequeno e médio porte para acelerar os seus planos de crescimento e dar maior consistência à expansão orgânica. O executivo disse que a empresa deve anunciar uma expansão do seu projeto de crescimento orgânico, em um ou dois meses. Hoje, a companhia tem um projeto de US$ 59 bilhões em investimento orgânico entre 2008 e 2012.
Ele deixou claro que os recursos captados pela companhia em sua recente oferta de ações servirão para manter várias oportunidades abertas para a Vale no futuro. "Se aparecer alguma oportunidade de acelerar o crescimento orgânico ou de comprar um ativo de pequeno ou médio porte, poderemos agarrar a oportunidade imediatamente", afirmou.
Segundo o executivo, o reforço de caixa foi determinante para que a agência de classificação de risco Standard & Poor''s elevasse a nota de risco de crédito da Vale de "BBB" para "BBB+" no final de julho. "Isso vai reduzir o custo de capital para futuros investimentos e possíveis aquisições", disse.
Carvão
Além de fortalecer sua atuação nos segmentos de minério de ferro e níquel, a Vale tem interesse especial em investir em carvão e cobre, segundo Agnelli. O executivo afirmou que a Vale quer crescer "com uma velocidade maior" nestas áreas, especialmente em carvão.
Problemas logísticos
Agnelli disse que a companhia deve voltar a apresentar seu "desempenho normal" no balanço referente aos próximos três meses. Segundo ele, a empresa teve seu desempenho prejudicado por problemas operacionais no primeiro trimestre. No segundo trimestre, a companhia superou grande parte dos problemas, mas ainda não apresentou um resultado "excelente", segundo Agnelli. "No terceiro trimestre a Vale trabalhará em sua velocidade normal", disse.
Alguns dos principais entraves enfrentados pela Vale foram um acidente no porto da companhia, em Itaguaí (RJ), chuvas mais fortes e o bloqueio de ferrovias por manifestantes do Movimento dos Sem Terra (MST). De acordo com o executivo, isso levou a Vale a embarcar um volume inferior à sua capacidade de produção.
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1438 22/01/2008Por: Camila da Rocha Mendes
07/08/08 - 17h00
InfoMoney
SÃO PAULO - Em teleconferência na tarde desta quinta-feira (7), os executivos da Vale (VALE5, VALE3) enalteceram os números apresentados pela companhia referentes ao segundo trimestre e alertaram para o efeito da nova lei das S/A sobre o demonstrativo financeiro.
De acordo com a avaliação da diretoria da mineradora, excluindo-se os efeitos contábeis e o impacto da desvalorização do dólar, o resultado é compatível com o desempenho operacional do período.
Em relação à oferta primária de ações, ocorrida em julho, os executivos afirmaram que esta operação foi realizada em virtude da deterioração do mercado de crédito internacional, pois, "toda cautela financeira é necessária", explicou o presidente da mineradora, Roger Agnelli.
A captação no mercado de ações reforçou o caixa da empresa, "que agora pode explorar todas as opções de investimento que gerem valor ao nosso acionista". Além disso, com a operação, outro objetivo também foi alcançado segundo Agnelli: a elevação da nota de risco da companhia para "BBB+" pela agência Standard & Poor´s.
Aquisições
Agnelli afirmou que a busca por uma situação de caixa confortável não sinaliza que a empresa esteja mirando novas aquisições. "O crescimento orgânico é prioridade", enfatizou. Para o presidente da mineradora, ainda existem muitas reservas a serem exploradas, principalmente de cobre e carvão.
Contudo, o executivo admitiu que as aquisições não sairão do radar, e que empresas de menor porte seriam mais visadas pela Vale. Do programa de investimento orgânico da companhia, previsto em US$ 59 milhões até 2012, US$ 4 bilhões já foram executados e mais US$ 11 bilhões devem ser consumidos até o final do ano. Segundo Agnelli, nos próximos quatro anos a Vale irá dobrar de tamanho.
Guidance
A Vale estima que a produção de minério de ferro deva sair de 296 milhões de toneladas ao ano, em 2008, para 422 milhões ao final de 2012. Na mesa base de comparação, a produção de carvão vai passar de 2,2 milhões de toneladas para 15 milhões, "mas temos potencial para chegar em 40 milhões", ressaltou Agnelli.
Em quatro anos, a produção de níquel saltará de 248 mil toneladas anuais para 507 mil, e a de cobre de 284 mil para 592 mil toneladas anuais, "sendo que podemos chegar numa produção de 1 milhão de toneladas em 2012", reforçou o presidente.
"Só em minério de ferro, estamos construindo uma nova Rio Tinto nos próximos quatro anos", comparou. Em relação ao níquel, cujo preço sofreu forte desvalorização neste ano, Agnelli disse que os projetos da Vale deverão seguir o mercado, de acordo com a oferta e a demanda.
Entre os desafios que a companhia pode enfrentar, Agnelli apontou as restrições na oferta de mão-de-obra, a disposição dos prestadores de serviços "que estão com as carteiras cheias", e a dificuldade de abastecimento de suprimentos, pois "todas as empresas estão trabalhando no limite de suas capacidades".
Perspectivas
Agnelli disse que no segundo trimestre a companhia enfrentou problemas de logística importantes, entre eles as constantes invasões e bloqueios de rodovias em Carajás (PA), além de um acidente no porto de Itaguaí (RJ). Mas, segundo ele, esses problemas já foram contornados e "no terceiro trimestre a Vale trabalhará em sua velocidade normal".
"Julho foi um mês excelente, já embarcamos 28 milhões de toneladas. Agosto está indo bem. Nós atualmente estamos operando acima da nossa meta", ilustrou o executivo.
Assim como foi 2007, o presidente acredita que "2008 será o melhor ano da Vale". Agnelli destacou a forte demanda prevista para a China, assim como salientou: "Estamos investindo no Brasil para dobrar a produção de aço nos próximos anos, um trabalho forte e significativo dentro da siderurgia mundial".
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1438 22/01/2008DENISE LUNA - REUTERS
RIO DE JANEIRO - A Vale vai adicionar "uma Rio Tinto" de minério de ferro na sua produção nos próximos anos e pretende elevar seus investimentos para alavancar outros produtos, principalmente carvão e cobre, de preferência por meio de crescimento orgânico, afirmou o presidente da companhia, Roger Agnelli.
Aquisições, no entanto, não são descartadas, mas somente as que tragam valor para os acionistas, ressaltou o executivo, que classificou 2008 como "o melhor ano da história da Vale".
Um dia depois de divulgar o resultado financeiro no segundo trimestre, no qual o lucro foi castigado pela variação cambial, mas receita e produção bateram recordes, a Vale estuda elevar os investimentos programados de 59 bilhões de dólares até 2012. O novo valor será divulgado em alguns meses, segundo Agnelli.
"Estamos avaliando hoje estudos de viabilidade para crescer além disso (59 bilhões de dólares), principalmente no carvão e no cobre, estamos dimensionando o que será necessário", disse Agnelli a jornalistas.
Em minério de ferro, a empresa prevê atingir neste ano produção de 325 milhões de toneladas, subindo para 422 milhões de toneladas em 2012, ressaltou ele, prevendo ajuste novamente positivo para o preço da commodity no próximo ano. Em 2008, o minério da Vale subiu 65 e 71 por cento.
Para o carvão, o executivo antecipou que uma das alternativas seria o início da fase 2 do projeto da Vale em Moatize, em Moçambique, que ajudaria a companhia a elevar a previsão de produção do mineral de 15 para 40 milhões de toneladas anuais em 2012.
Já para o cobre, além dos projetos em andamento, a empresa poderá optar por dobrar o projeto de Salobo, no Pará, de 100 para 200 mil toneladas anuais.
"Dentro dos 59 (bilhões de dólares) de investimentos, a gente considera Salobo como 100 mil toneladas, e pode já tomar a decisão, que ainda está em tempo, de dobrar Salobo", afirmou.
PROJETO VERMELHO NA PRATELEIRA
Por outro lado, o projeto de níquel Vermelho, também no Pará, poderá ser colocado na prateleira devido ao desafio tecnológico que representa, explicou Agnelli.
"Estamos reavaliando Vermelho, o mercado como um todo avalia que os preços vão estar menores no longo prazo... é melhor colocar ele um pouquinho em prateleira e olhar em outros projetos", disse o executivo.
No segundo trimestre, o níquel foi um dos poucos produtos da empresa que tiveram queda na receita em relação há um ano. O metal, que cresceu de importância na receita da Vale depois da compra da canadense Inco, perdeu mais da metade de seu valor em um ano. Mesmo assim, Agnelli afirmou que o negócio com a empresa canadense valeu a pena.
"Quando compramos a Inco projetamos a tonelada do níquel a 9 mil dólares a toneladas, já esteve 55 mil (dólares) e agora está 18 (mil dólares), o dobro do que prevíamos", explicou.
Entre os projetos de níquel que serão priorizados estão os dois "gigantes", segundo Agnelli, Goro e Onça Puma, além de pequenos como o de São João do Piauí, de 25 mil toneladas anuais.
"Temos dois processos vindo aí em produção, dois gigantes, Goro, de 65 mil toneladas/ano em outubro, e Onça Puma, com mais 60 mil toneladas/ano... o mercado está abastecido no curto prazo", disse Agnelli.
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icb3
11745 11/06/200705/08 10:12 BRADESPAR (BRAP-N1) - AQUISICAO DE PARTICIPACAO ACIONARIA
(05/08) BRADESPAR (BRAP – N1) - Aquisicao de Participacao Acionaria
DRI: Renato da Cruz Gomes
Enviou o seguinte comunicado, recebido da Schroder Investment Management
Limited:
“Pela presente carta informamos que a Schroder Investment Management Limited
administra carteiras para clientes que possuem no total 15.132.316 acoes
preferenciais da Bradespar, perfazendo 6,67% do total dessa classe de acoes da
Companhia.
Tais acoes compoem as carteiras por nos administradas de forma discricionaria
com o proposito de investimentos para clientes.
Gostariamos de salientar que nao temos nenhum interesse em adquirir controle da
Companhia ou fazer parte da administracao diaria da empresa.”
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judru
1178 26/10/2007REUTERS
RIO DE JANEIRO - De olho no crescimento da demanda mundial por alimentos, a Vale quer impulsionar a sua produção de minerais utilizados na indústria de fertilizantes, como fosfato e potássio, e vem pesquisando novas áreas de produção.
De acordo com o presidente da Vale, Roger Agnelli, no próximo dia 19 a empresa lança no Peru, com a presença do presidente Alan Garcia, o projeto de fosfato de Bayóvar, situado no departamento de Piura.
"Tem um 'business' novo que nós estaremos criando nos próximos anos muito importante para a Vale", explicou o executivo sobre o setor de fertilizantes.
A mina peruana, cuja concessão foi adquirida pela Vale em leilão em 2005, vai produzir 3,9 milhões de toneladas anuais de fosfato, com previsão de entrar em operação no primeiro semestre de 2010. Os investimentos são estimados em 479 milhões de dólares.
Também a busca por gás natural na costa brasileira, segundo Agnelli, visa suprir esse mercado, além de garantir energia para as operações da companhia.
"Já estamos furando na busca de gás, que é bom também para produzir fertilizantes", afirmou o executivo.
Segundo ele, até mesmo o interesse demonstrado na compra da Caraíba e Cibrafértil, do grupo Paranapanema, tem como pano de fundo o crescente interesse do mundo por fertilizantes para sustentar o crescimento da agricultura.
A Vale já produz potássio em Sergipe e está finalizando pesquisas de potássio na Argentina, na região de Neuquém, onde deverá produzir 1 milhão de toneladas anuais. A empresa pesquisa também fosfato em Moçambique e Angola, informou Agnelli.
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arjdc
2 08/12/200757 de 116
Paraiba
67 22/10/200758 de 116
Paraiba
67 22/10/200759 de 116
DBINVEST
389 02/05/2008http://dbinvestment.blogspot.com
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1438 22/01/2008Credit Suisse volta a cobrir Vale e projeta desempenho superior ao do mercado
Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
12/08/08 - 12h50
InfoMoney
SÃO PAULO - O Credit Suisse reiniciou sua cobertura da Vale (VALE5) com expectativa de desempenho acima da média do mercado e preço-alvo fixado em R$ 85,00.
Acreditando ser injustificada a recente depreciação dos papéis da empresa, que acarretou a perda de US$ 80 bilhões em valor de mercado desde maio último, os analistas consideraram aspectos como a perspectiva de grande crescimento do fluxo de caixa, aliados a múltiplos baixos, para embasar sua avaliação.
Oferta
Em relação às perspectivas para a expansão de sua produção, os analistas são claros: "a Vale possui extraordinários recursos minerais e projetos de alto rendimento para sustentar os maiores índices de crescimento orgânico do setor".
Classificada como uma "predadora" em sua atuação, seu histórico de fusões e aquisições bem sucedidas na última década também é ressaltado como fator para evidenciar a Vale como uma das empresas vencedoras no setor de mineração.
Mercado
Outro fator que pesou sobre o desempenho dos papéis, de acordo com os analistas, foi a interpretação errônea das notícias relacionadas ao mercado de minério de ferro, cujo saldo entre oferta e demanda encontra-se ainda bastante apertado.
Enquanto os portos responsáveis por sua movimentação mantêm-se muito ocupados, os analistas estimam que a produção supere o consumo em apenas 3% ao fim deste ano, subindo para no máximo 5% em 2009, o que deixa os ofertantes em posição muito confortável para negociar os próximos reajustes, estimados em 20% no próximo ano.
Gigante asiático
Não há dúvidas de que o crescimento chinês é um dos fatores mais importantes para o entendimento do ciclo favorável das commodities nos últimos anos, o que favoreceu produtores de matérias-primas em todo o mundo.
No entanto, os analistas do Credit Suisse esperam por uma nova fase da expansão chinesa, caracterizado pelo emprego mais intenso de metais e pela expansão urbana do país, o que gera dúvidas quanto à capacidade dos ofertantes em atender esta grande e ainda latente procura.
Com esta avaliação e o cenário esperado para os próximos anos, a análise dos múltiplos projetados da companhia para 2009 revela que seus papéis têm sido negociado a valores cerca de 30% inferiores aos de seus concorrentes. Tendo por base o preço-alvo estabelecido (R$ 85,00), o potencial de valorização dos papéis em relação ao último fechamento é de 145,5%.