faivel
- Dono
- 281
- 28/11/2006
Olá colegas investidores Braskem,boa noite !
Criei o tópico com o objetivo de reunir,se possível,um grande nú -
mero de investidores, a fim de trocar idéias, informações,gráficos
fundamentos,fatos relevantes, enfim informes que possam adicionar-
elementos para uma possível tomada de posição.Estou a par de tudo-
que diga respeito a empresa e ficarei mais tranquila,se puder dis-
cutir com os colegas que têm interesses comuns..
Por favor,coloquem seu ponto de vista e outros detalhes a respeito
da péssima performance da empresa.Estou nela dd.2004.Estou no limi
da m/paciência,mesmo considerando longo prazo.
sucesso para todos e um abraço.Até logo mais!
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Comentários
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rhengist
290 18/12/2006Se confirmar hoje, próxima parada R$ 22,02.
[]'s
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Mario Eduardo
2077 13/12/20083463 de 5324
rhengist
290 18/12/2006Cada um que aparece por aqui...rsrsrs
Abs,
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Mario Eduardo
2077 13/12/2008A Positivo se prepará para ser a primeira empresa do Brasil a ter seu próprio tablet. O anúncio foi feito nesta Terça (31) em meio ao anúncio do lançamento de diversos produtos da empresa entre notebooks e desktops. A empresa informou que ainda é cedo quanto aos detalhes de hardware e preço, pois ainda há muitas indefinições.
Não há uma data de lançamento, mas a previsão é que o tablet da Positivo seja lançado nos próximos meses. A empresa também disse que a Apple fez um ótimo trabalho com o iPad, portanto para concorrer com ele será necessário também fazer um ótimo trabalho.
A motivação da Positivo para criar seu próprio tablet é reflexo do sucesso do e-reader Positivo Alfa. O dispositivo, que é fabricado na China, esgotou em apenas 3 dias e pegou a empresa completamente de surpresa. O esperado era que esse volume de vendas fosse alcançado em 2 ou 3 meses.
Uma boa notícia para quem pensa em comprar o Alfa, é que a Positivo não deve subir o preço. Portanto ele deve continuar a ser vendido por 699 reais até o fim deste ano.
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rhengist
290 18/12/2006Mônica Scaramuzzo | De São Paulo
16/02/2011
Regis Filho/Valor
Segundo Carlos Fadigas, presidente da Braskem, a companhia recebeu propostas para produzir resinas verdes fora do país
O período não poderia ser o mais turbulento. Carlos Fadigas, 41 anos, assumiu em dezembro a presidência da Braskem, maior petroquímica das Américas, cargo antes ocupado por Bernardo Gradin. A saída de um dos principais acionistas do grupo Odebrecht da companhia ocorreu em meio à discussão sobre a interpretação do acordo de acionistas do conglomerado, mas Fadigas dá um tom meio alheio a toda essa polêmica e dispara: "No grupo Odebrecht nada é mais permanente que a mudança", diz o executivo ao Valor, em sua primeira entrevista depois que assumiu o novo posto.
O ano de 2010 prometia movimentações. Mas ele não esperava que o giro fosse tão rápido. Em maio, Fadigas foi destacado para assumir a Braskem América para fazer a integração da primeira operação internacional do grupo, adquirida em fevereiro do mesmo ano, por US$ 350 milhões. A compra dos ativos da Sunoco Chemicals foi um importante passo da empresa para se tornar uma das cinco maiores petroquímicas do mundo - hoje ocupa a oitava posição. "O que a gente comprou lá não era tão pequeno [três fábricas de polipropileno (PP), com capacidade de 1 milhão de toneladas]."
O executivo não chegou a esquentar a cadeira em território americano. Seis meses depois de mudar para os EUA com sua mulher e dois filhos, voltou ao Brasil com a missão de ocupar o mais alto posto da divisão petroquímica da Odebrecht. Sua meta no curto prazo será tocar quatro importantes projetos, três deles com investimentos, os quais somam cerca de R$ 1,35 bilhão no Brasil. Esse pacote envolve a construção de uma fábrica de PP verde (a partir de fontes renováveis), uma unidade de butadieno (matéria-prima para borracha) e uma fábrica de PVC. O outro no México, batizado de Etileno 21, já foi divulgado pela empresa, com aportes de US$ 2,5 bilhões.
A fábrica de PP verde receberá aporte de R$ 100 milhões e terá capacidade para produzir 30 mil toneladas por ano. O local do investimento ainda não foi definido, mas a unidade deverá entrar em operação em 2013. A planta de butadieno entra em operação em 2012, embora também não tenha ainda localização definida, e consumirá US$ 150 milhões. Esses dois projetos ainda dependem de aprovação do conselho. Já a unidade de PVC da Braskem, em andamento em Alagoas, entra em operação em 2012, com aportes de R$ 1 bilhão.
No longo prazo, Fadigas deverá seguir a filosofia de seus antecessores: tornar a Braskem uma das maiores petroquímicas do mundo até 2020. A "pegada" atual será promover esse crescimento aliando à biomassa como um fator preponderante para a expansão. "A Braskem foi convidada para participar de investimentos em fábricas de resinas verdes em quatro países, entre Ásia, Europa e América do Norte. Somos líderes globais em biopolímeros. Essa é uma fronteira que está em ebulição. A Braskem desta década vai explorar todas as oportunidades nessa área."
O grupo não descarta a construção de novos complexos industriais no Brasil. "Temos espaço para novas fábricas e estamos sempre atentos a novas oportunidades. Temos como prioridade o desgargalamento das unidades atuais, que são sempre mais interessantes, mas há alternativas como desativar uma fábrica já obsoleta ou investir em um novo complexo integrado, com craker novo. Estamos mapeando todas as possibilidades e os investimentos vão acontecer no melhor cenário econômico."
Neste mês, a petroquímica deverá definir o novo CEO para os EUA. No Brasil, também haverá mudanças na estrutura interna da companhia, que teve receita bruta consolidada da Braskem foi de R$ 19,5 bilhões em 2009, quase metade dos R$ 40.6 bilhões da controladora Odebrecht. Com Quattor e Sunoco, o balanço da empresa no ano passado ficou mais robusta: até o terceiro trimestre, a receita bruta somou R$ 25,8 bilhões.
Seguindo os passos de quem conhece bem a cartilha Odebrecht, Fadigas diz não se intimidar com os novos desafios pela frente. "Faz parte da cultura do grupo formar sucessores (...). O processo é muito mais longo que isso. Eu tinha isso como objetivo [chegar à presidência] e faz parte da cultura da casa pensar em crescer", diz. Desde 1993 no conglomerado Odebrecht, Fadigas disse que nos últimos dez anos mudou cinco vezes de cargo. Na Braskem, assumiu o cargo de principal executivo financeiro, o CFO, em 2007. "A sucessão não foi da noite por dia. A gente é exposto. Me envolvi na compra da Quattor [anunciada em janeiro de 2010 em parceria com a Petrobras ] e da Sunoco. Faço parte do comitê executivo da Braskem nos últimos quatro anos. A notícia tem que vir algum dia. Isso ocorreu com os outros também. Um dia a empresa vai seguir em frente sem mim."
Sob sua gestão, Fadigas diz que está preparado para fazer a petroquímica crescer dentro e fora do Brasil. Nos EUA, o faturamento histórico das três fábricas da Braskem gira em torno de US$ 1 bilhão. "O primeiro passo foi integrar uma equipe de executivos americanos importantes e trazê-los para a nossa cultura. Para ser uma multinacional, a Braskem tem que ter um conjunto global de executivos. Nos aproximamos de nossos clientes e também queremos melhorar a performance dos nossos ativos. Estamos conseguindo", afirma.
Com a crise global iniciada em 2008, as petroquímicas americanas sentiram mais que o Brasil. Nos primeiros nove meses de 2009, os ativos da Sunoco registraram vendas líquidas de R$ 1,252 bilhão, com lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) de R$ 112 milhões. Em 2010, até setembro, sob nova gestão, a receita subiu para R$ 1,737 bilhão, com Ebtida de R$ 162 milhões. A Braskem volta este ano a olhar ativos para crescer nos EUA, não necessariamente em polipropileno, especialidade das unidades atuais, e já estuda a criação de uma linha de especialidades químicas em território americano. O projeto ainda está em fase de viabilidade econômica. As três unidades americanas recebem este ano um pacote de investimentos de US$ 50 milhões para a modernização. "O objetivo é operar a 90% da capacidade instalada nos EUA [em 2009 as petroquímicas globais operavam a uma média de 80% e em 2010 em torno de 85%]", diz.
A compra da Quattor, anunciada em janeiro de 2010, já vem sendo deglutida. Parte dos ativos era considerada defasada. No primeiro trimestre do ano, o Ebtida da companhia atingiu R$ 107 milhões, dobrou para R$ 214 milhões no segundo trimestre e para R$ 302 milhões no terceiro.
O cenário para 2011 não poderia ser dos melhores, diz. "Voltar para o Brasil neste momento foi fabuloso, considerando uma economia que vai crescer 4,5% e um mercado de resina que deve expandir 10%, ante a média global entre 5% e 6%." Fadigas acredita na retomada do ciclo de alta do setor, com melhores margens.
Com 31 fábricas, das quais 28 no país, a empresa segue com diálogos firmes com a Petrobras no projeto Comperj, no Rio. "Está evoluindo para que i complexo petroquímico no Rio de Janeiro dê o melhor retorno econômico em refino e petroquímica. A Braskem participará na petroquímica." Já os planos em Suape (PE) seguem, mas sem grandes avanços. "Estamos entendendo melhor." Os planos para América Latina - Venezuela, Peru e Bolívia - também continuam, com equipes debruçados nos projetos. "No Peru, ainda aguardamos confirmação e disponibilidade de gás. Na Venezuela, estamos discutindo a melhor configuração do projeto e melhor localização e na Bolívia, detalhando os projetos."
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rkucera
15 24/05/20093467 de 5324
Supermestre
660 01/12/20073468 de 5324
Rnaldo
1872 08/09/20093469 de 5324
Paulo Burgos
1929 24/06/2008O preço do petróleo, insumo básico nas indústrias petroquímicas
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rhengist
290 18/12/2006Mas cabe comentar que ela tem folego para se manter nesta região (R$ 19 e R$ 20) com stop em R$ 18,80... Acho muito positivo uma queda pra pegar impulso maior...
Vale lembrar que a nossa BRKM foi campeão de rentabilidade em DEZ e JAN...
Na verdade, quando olhe este ativo vejo condições de romper a faixa de 23,00 ainda no primeiro semestre deste ano.
[]'s
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mauroch
83 10/07/2008Por: Equipe InfoMoney
23/02/11 - 17h32
InfoMoney
SÃO PAULO - O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou nesta quarta-feira (23) a compra integral da Quattor pela Braskem (BRKM5), assim como a aquisição da Unipar Comercial e Distribuidora e da indústria química Polibutenos. Mesmo com o parecer favorável, a empresa enfrentará algumas restrições.
O comunicado enviado há pouco ao mercado informa que os futuros contratos que contenham claúsula de exclusividade na importação de resinas serão previamente analisados pelo Cade. A Braskem concordou ainda em submeter informações a respeito de seus negócios periodicamente, mas com caráter confidencial.
Mudança de opinião
A operação de aquisição já havia recebido pareceres favoráveis da SEAE (Secretaria de Acompanhamento Econômico) e da SDE (Secretaria de Direito Econômico e da Procuradoria) do CADE. Contudo, o Ministério Público, que inicialmente havia recomendado a aprovação sem restrições, mudou de opinião antes da leitura do parecer e frisou a necessidade de tais condições.
Com o parecer do órgão antitruste, a petroquímica ganha o direito de gestão integral dos ativos adquiridos em janeiro de 2010. "O compromisso da Braskem está em linha com o Projeto de Lei que reestrutura o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência e com as melhores práticas internacionais em matéria de defesa de concorrência", frisou a empresa em comunicado.
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EscolaDeOperadores
303 16/11/2010Apesar dos preços estarem muito próximos da sua maior alta desde Outubro de 2005, vemos a BRKM5 ainda em momento de alta.
Enquanto os preços se mantiverem dentro da zona de congestão de 15,50% entre o suporte 18,75 e a resistência 21,65 (ver linhas horizontais azuis), nossa estratégia será a mais simples possível, conforme abaixo:
Venda resistência 21,40 com Stop 21,80 e Limite 19,75.
Compra 19,80 com Stop 19,40 e Limite 21,55
Compra 19,20 com Stop 18,55 e Limite 21,55
Novas compras no rompimento da resistência 21,65, com Stop em 20,90 e Limites 23,45 e projetado de 24,90.
http://www.EscolaDeOperadores.com.br
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DTCY3
42 31/08/201004/03/11 - 12:04
Espírito Santo lidera crescimento na produção industrial
Agência Brasil
RIO DE JANEIRO — As indústrias do Espírito Santo lideraram o crescimento da produção na comparação entre dezembro de 2010 e janeiro de 2011 (9,4%). Outros seis estados, entre os 14 pesquisados, também registraram crescimento. Os resultados foram divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
As indústrias de São Paulo cresceram 0,7% em janeiro. Goiás apresentou a maior queda (-4,6%), na comparação entre os mesmos períodos, seguido de seis outros locais pesquisados.
Na comparação entre janeiro de 2011 e janeiro de 2010, os índices regionais também registraram crescimento em sete dos quatorze locais pesquisados. No total do país, houve crescimento de 2,5%. Dos locais que registraram queda, o Ceará (-9,5%) e a Bahia (-9,4%) foram as que mais tiveram desaceleração, com menor produção nos setores têxtil e de produtos químicos respectivamente. Além desses dois estados também tiveram queda a Região Nordeste (-6,1%), o Rio Grande do Sul (-5,5%), Pernambuco (-2,2%), Goiás (-1,0%) e o Rio de Janeiro (-0,2%).
No indicador acumulado nos últimos doze meses, os resultados positivos atingiram todos os locais pesquisados. Espírito Santo (19,4%), Goiás (15,5%), Paraná (14,8%), Amazonas (13,8%) e Minas Gerais (13,2%) continuaram registrando as taxas mais elevadas, seguidas por Pernambuco (9,8%), São Paulo (9,2%) e Pará (9,1%) que cresceram em ritmo próximo ao da média nacional (9,4%).
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cemig2010
84 15/01/2010Alguns dias atrás um colega meu me disse que ouviu na BLOOMBERG, que a BRKM estava para anunciar uma oferta secundária de ações. Alguém aqui tem alguma informação de quando será??
Um abraço!
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rhengist
290 18/12/2006[]'s
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TraderSeguro
4771 05/02/2011Está sobrecomprado.
O ideal é que venha buscar os 21,37 para voltar a fazer outros topos.
http://www.youtube.com/bulltrader7#p/u/13/lbL_MzdD8BY
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ufa
96 16/05/2010Segue uma análise do ativo:
http://umaformadeaprender.blogspot.com/2011/04/no-radar.html
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rhengist
290 18/12/2006[]'s
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Zeca77
2059 21/09/20103480 de 5324
Zeca77
2059 21/09/2010