faivel
- Dono
- 281
- 28/11/2006
Olá colegas investidores Braskem,boa noite !
Criei o tópico com o objetivo de reunir,se possível,um grande nú -
mero de investidores, a fim de trocar idéias, informações,gráficos
fundamentos,fatos relevantes, enfim informes que possam adicionar-
elementos para uma possível tomada de posição.Estou a par de tudo-
que diga respeito a empresa e ficarei mais tranquila,se puder dis-
cutir com os colegas que têm interesses comuns..
Por favor,coloquem seu ponto de vista e outros detalhes a respeito
da péssima performance da empresa.Estou nela dd.2004.Estou no limi
da m/paciência,mesmo considerando longo prazo.
sucesso para todos e um abraço.Até logo mais!
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Comentários
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ftiburtinos
1069 20/11/2006http://www.tribunahoje.com/noticia/51625/economia/2013/01/10/braskem-e-selecionada-para-integrar-o-indice-carbono-eficiente.html
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ftiburtinos
1069 20/11/20063623 de 5323
ftiburtinos
1069 20/11/20063624 de 5323
ftiburtinos
1069 20/11/2006http://www.tribunahoje.com/noticia/51596/economia/2013/01/10/nova-resina-da-braskem-revoluciona-o-segmento-calcadista.html
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ftiburtinos
1069 20/11/20063626 de 5323
Rnaldo
1872 08/09/20093627 de 5323
Rnaldo
1872 08/09/20093628 de 5323
danieltm
11 13/03/20073629 de 5323
riboliva
14420 27/08/20093630 de 5323
riboliva
14420 27/08/2009O senador Aécio Neves (PSDB-MG) respondeu ontem às pressões que vem sofrendo de aliados para assumir a liderança das oposições com um discurso de contraponto à propaganda feita pelo PT de seus dez anos no governo. Numa fala de cerca de 20 minutos, apontou 13 pontos que considera "fracassos" da gestão petista. Deputados e senadores de partidos da oposição foram mobilizados para assistir ao discurso, no plenário do Senado.
Aécio afirmou que a presidente Dilma Rousseff - que provavelmente enfrentará nas eleições de 2014 - chega à metade do mandato sem cumprir promessas de campanha, mostrando "incapacidade de gestão", com o país parado e os pilares da economia em rápida deterioração, colocando em risco a estabilidade da moeda. "Não é mais a presidente que governa. O que governa o Brasil é a lógica da reeleição", afirmou.
O tom do presidenciável tucano foi recebido por parlamentares do PSDB e do DEM como uma espécie de "toque de união" das oposições. O discurso, que havia sido rebatido previamente, na véspera, pelo senador Jorge Viana (PT-AC) - após notícias sobre o discurso que seria feito -, nesta quarta-feira foi respondido por Lindbergh Farias (PT-RJ), em aparte, e Wellington Dias (PT-PI), líder do PT, em pronunciamento posterior.
"Acho que vossa excelência não constrói com um discurso competitivo, para quem é candidato a presidente da República. Em mais de meia hora de discurso, em nenhum momento citou as palavras povo, pessoas, gente, emprego, miséria, inclusão social", afirmou Lindbergh.
Alan Marques/Folhapress / Alan Marques/FolhapressLindbergh: "Em mais de meia hora de discurso não citou as palavras povo, pessoas, emprego, miséria, inclusão social"
"Agradeço a gentileza do lançamento de minha candidatura à Presidência da República, mas ela não está em pauta ainda", disse Aécio. E rebateu, afirmando que, ao falar da questão do crack e da volta da inflação, falava de povo. "Não pode haver neste país, por mais que alguns queiram, o monopólio do povo. Ele não pertence a uma facção e a um partido político", completou.
Entre os 13 supostos "fracassos" da gestão petista destacados por Aécio, estão: comprometimento do desenvolvimento do país (PIB per capita de 1%), paralisia na infraestrutura (problemas das rodovias, portos e aeroportos), indústria sucateada (setor industrial começa a desempregar e país voltando a ser mero exportador de commodities), inflação em alta, má gestão econômica (malabarismos inéditos e manobras contábeis que ameaçam a credibilidade fiscal) e destruição do patrimônio nacional (derrocada da Petrobras e desmonte das estatais).
Os outros pontos relacionados pelo presidenciável tucano foram "o mito da autossuficiência e a implosão do etanol" (importação de etanol dos Estados Unidos), ausência de planejamento do setor energético (risco de apagão), desmantelamento da federação (fragilidade de Estados e municípios por prática do governo), insegurança pública e flagelo econômico (apenas 13% dos recursos públicos investidos em segurança pública no país vêm da União), descaso na saúde e frustração na educação, estímulo à intolerância e o autoritarismo e (PT "trata adversário como inimigo a ser abatido") e, por fim, a "complacência" com os desvios éticos.
Aécio criticou a cartilha produzida pelo PT para comemorar seus 33 anos de existência e dez de governo, na qual, segundo ele, as conjunturas "absolutamente diferentes" dos governos do PT e do PSDB são tratadas como iguais.
"Ao escolher comemorar o seu aniversário falando do PSDB, o PT transformou o nosso partido no convidado de honra da sua festa. Eu aceito o convite, até porque temos muito o que dizer aos nossos anfitriões. Apesar do esforço do partido [PT] em se apresentar como redentor do Brasil moderno, é justo assinalar ausências importantes na celebração petista."
A um plenário que registrava a presença de 62 senadores no início e 67 ao final do seu discurso, Aécio disse que faltam ao PT "autocrítica, humildade e o reconhecimento" e que a gestão petista deu continuidade às políticas do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, sem reconhecer a contribuição do governo do PSDB que possibilitaram conquistas do governo petista.
"Qual é o PT que celebra aniversário hoje? O que fez do discurso da ética, durante anos, a sua principal bandeira eleitoral, ou o que defende em praça pública os réus do mensalão? O que condenou com ferocidade as privatizações conduzidas pelo PSDB ou o que as realiza hoje, sem qualquer constrangimento? O que discursa defendendo um Estado forte ou o que coloca em risco as principais empresas públicas nacionais, como a Petrobras e a Eletrobrás?", perguntou.
Entre outras contradições, citou que o PT da oposição "lutava pelas liberdades" e o do poder "apoia ditaduras e defende o controle da imprensa".
O senador lembrou comportamentos adotados pelo PT no passado, que considera equivocados, como quando se opôs à eleição de Tancredo Neves _ avô de Aécio_ no Colégio Eleitoral, renegou a Constituição de 88, não deu apoio ao governo Itamar Franco e foi contra o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Aécio foi aplaudido uma vez, durante o pronunciamento, e ao terminar. Uma fila de deputados e senadores da oposição se formou para cumprimentá-lo, levando o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a suspender momentaneamente a sessão, para que o líder do PT, Wellington Dias (PI), pudesse falar. "A oposição citou 13 pontos, para mim foi um sacrifício listar apenas 45 pontos [de sucesso do governo do PT] para citar aqui", disse o líder.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), alegando restrições regimentais, não permitiu a continuidade do debate, mas o embate entre aliados e oposicionistas continuou nos discursos seguintes.
O líder do PSDB, Aloysio Nunes Ferreira (SP), político próximo do ex-governador José Serra (PSDB-SP), fez um elogio entusiasmado ao discurso de Aécio, que classificou de "discurso de grande líder político". O senador paulista afirmou que o "povo" estava presente em todos os momentos do discurso de Aécio. "Quero cumprimentá-lo vivamente. É um orgulho ser seu companheiro de partido e de bancada", disse.
O presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), definiu o discurso de Aécio não como de um candidato a presidente da República, mas de "líder oposicionista, líder de um partido", mostrando um ponto de vista sobre o país que era esperado dele.
O presidente nacional do DEM, senador José Agripino (RN), disse que foi um discurso "elegante", por não ter focado no que considera marca registrada do PT: a conivência com a impunidade. "Foi um discurso suave, consistente, que mostrou a verdade, e de convocação da oposição a se manifestar contra um governo que está dando n'água", disse o demista.
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Para dar continuidade com alguns atalhos. 14) P pac não está funcionando vcomo deveria porque fica no papel, 15) A petrobrás está se afundando com maior valor de importação de derivados tendo que vende maais barato no mercado interno. 17) O endividamento da empresa cresce por falta de um controle do governo. 18) O desemprego aumenta no país por falta de infraestrutura das empresas que são arrochadas pelo governo. 19) O nível de inadimplência e cheque sem fundo cresce no país. 20) As empresas passam por problemas financeiros devido altas taxas de juros e carga tributária, sendo uma das maiores do mundo, empresa nenhuma aguenta tal carga, o remédio demissão. 21)liberdade em importar mais do que exportar prejudicando a balança comercial. 22) Taxas elevadas como quer o Tombini não irá favorecer queda da inflaçaão . 23) o governo precisa cortar gastos que afeta o sistema macro-econômico e consequentemente todo setor produtivo e exportador.24) Não há desoneração para setores importantes na nossa economia, como serviços, consumo, exportadores, etc, tais setores passam por alguns problemas devido toda essa carga que o governo impera em cobrar.25) A estgflação está batendo à porta do pais, quando verifica-se por meio de empresas pesquisadores da economia que o pais está decrescendo sem alguma medida aparente para que mude o quadro. 26)o governo precisa parar de pensar em eleição e agir para mudar todo esse quadro que foi dito.
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oprofeta
141 10/03/2013QUABIT INMOBILIARIA
INVESTIMENTO SEGURO:
OS PREÇOS DE ALGUNS VALORES ESTÃO BAIXOS, AGORA É O MOMENTO DA INVERÇÃO DAS NOSSAS VIDAS. NUM PRAZO INFERIOR A DOIS ANOS NOSSO LUCRO SE PODE MULTIPLICAR POR 20 VEZES.
INVERTE R$ 1.000,00 E SERÃO R$20.000,00
R$ 5.000,00 E SERÃO R$ 100.000,00
R$ 50.000,00 E SERÃO R$ 1.000.000
O SITE QUE EXPLICA A INVERÇAO:
http://foroquabit.foroactivo.com/t254p195-todo-sobre-quabit
3632 de 5323
riboliva
14420 27/08/20093633 de 5323
riboliva
14420 27/08/20093634 de 5323
JOLIMA2
8524 13/01/2007Através do E-MAI é possível sim ganhar dinheiro apenas lendo e-mails! Cadastre-se agora através do meu convite!
http://www.e-mai.net/sucessosempre
3635 de 5323
Mario Eduardo
2077 13/12/20083636 de 5323
kdovicente
371 05/12/20093637 de 5323
Paulo Burgos
1929 24/06/2008Braskem e ETH puxam dívidas da Odebrecht
Setores petroquímico e de etanol carregam maior parte de sua dívida; com lucro, foi a Construtora Norberto Odebrecht que salvou o ano
19 de maio de 2013 | 22h 15
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David Friedlander, de O Estado de S. Paulo
O impacto mais pesado nas contas do grupo Odebrecht, que teve prejuízo de R$ 1,58 bilhão no ano passado, vem de duas de suas principais apostas: a Braskem, indústria da área petroquímica, e a ETH, produtora de etanol. Nesses dois setores, nos quais a indústria como um todo enfrenta dificuldades, o grupo carrega dívidas que somam aproximadamente R$ 20 bilhões.
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Petroquímica. Unidade da Braskem em Triunfo-RS: prejuízo - Divulgação
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Petroquímica. Unidade da Braskem em Triunfo-RS: prejuízo
A ETH, que passou a se chamar Odebrecht Agroindustrial, ainda está em fase de investimento. Desde 2007 o grupo já investiu quase R$ 10 bilhões na empresa, que já é a segunda do País em capacidade de moagem. Com os preços da gasolina na prática congelados pelo governo e as margens de lucro apertadas do etanol, a empresa teve prejuízo de R$ 898 milhões no ano passado.
O maior problema está na Braskem. Como a empresa responde por metade das receitas do grupo, seus resultados têm impacto direto nos números globais da Odebrecht. A empresa carrega uma dívida histórica, tomou dinheiro para fazer aquisições e financiar novos projetos. Ao mesmo tempo, enfrenta um mercado em momento difícil. A valorização do dólar no ano passado aumentou sua dívida, de mais de R$ 12 bilhões, provocando um prejuízo de mais de R$ 700 milhões em 2012.
Fora dessas duas áreas problemáticas, o quadro da Odebrecht é bem mais animador. A empresa de empreendimentos imobiliários lucrou quase R$ 300 milhões no ano passado e a Odebrecht Transport, concessionária na área de transportes criada há menos de cinco anos, deu um resultado positivo de R$ R$ 268 milhões.
Mas quem salvou o ano foi a Construtora Norberto Odebrecht (CNO), que deu origem ao grupo. A empresa foi responsável por um lucro de R$ 804 milhões no ano passado. O detalhe é que 70% da receita da construtora veio de obras no exterior.
Dentro da construtora, o foco é aumentar a presença no exterior e depender cada vez menos do Brasil, mesmo caminho que deve ser seguido por outras empresas do grupo como Odebrecht Oil & Gas e pela Odebrecht Energia que, segundo executivos, estariam enxergando oportunidades melhores lá fora do que no País. Do investimento previsto de R$ 47,5 bilhões para os próximos três anos, R$ 21 bilhões devem ser aplicado no exterior.
http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios-geral,braskem-e-eth-puxam-dividas-da-odebrecht,154112,0.htm
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konageski
5514 08/08/2011Operação vendida em BRKM5 iniciado dia 18/02/2014 as 16:36 fechou com lucro de 8,33%
Começou operação comprada hoje as 12:20.
Acesse as ordens em http://www.konageski.com.br/bolsa/ordem/BRKM5.html
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Boa semana e bons trades!