faivel
- Dono
- 281
- 28/11/2006
Olá colegas investidores Braskem,boa noite !
Criei o tópico com o objetivo de reunir,se possível,um grande nú -
mero de investidores, a fim de trocar idéias, informações,gráficos
fundamentos,fatos relevantes, enfim informes que possam adicionar-
elementos para uma possível tomada de posição.Estou a par de tudo-
que diga respeito a empresa e ficarei mais tranquila,se puder dis-
cutir com os colegas que têm interesses comuns..
Por favor,coloquem seu ponto de vista e outros detalhes a respeito
da péssima performance da empresa.Estou nela dd.2004.Estou no limi
da m/paciência,mesmo considerando longo prazo.
sucesso para todos e um abraço.Até logo mais!
Recursos principais








Comentários
1641 de 5322
danielcristian
929 13/02/20091642 de 5322
Bratusse
644 08/11/2006espero ter esclarecido.SDS
1643 de 5322
rsantarr
14 15/01/20071644 de 5322
danielcristian
929 13/02/2009Felizmente tenho acertado bastante, e confesso que compartilho a visão do Bratusse, mas estou com receio sobre o grande prejuízo da Braskem no último ano.
Li quase que todo o relatório de resultados e uma das coisas que mais me fez querer investir na Braskem é o fato de estarem aplicando o uso de plásticos ecológicos. O comentário inútil deve ter sido efeito pela venda antecipada de um lote da ALLL11, que aumentou bastante de ontem às 13:00 até agora... (que falta fazem 0,75 centavos...)
Não consegui comprar a 4,59. Será que consigo ampliar a participação com 4,68?
1645 de 5322
Bratusse
644 08/11/20061646 de 5322
rsantarr
14 15/01/20071647 de 5322
danielcristian
929 13/02/20091648 de 5322
danielcristian
929 13/02/2009Parece-me que tem pouca gente que investe na Braskem aqui no Forum, tem alguma razão pra isso?
1649 de 5322
danielcristian
929 13/02/20091650 de 5322
melias1
5849 03/10/2008-------------------
É, só que a dívida também é em dolar. Assim, dolar alto, pior fica .......
1651 de 5322
Bratusse
644 08/11/2006Vamos fazer um calculo matematico,bem simples num cenário atual.Faturamento anual da Braskem igual a 18 bi de reais e divida em dolar igual a 7 bi de reais.Desvalorização de 10% da real em frente ao dolar.Resultado,no faturamento igual a 1,8 bi de aumento e na divida aumento de 700 milhões.Saldo favoravel ao faturamento de 1,1 bi.Tá claro? SDS
1652 de 5322
malucobra
1069 15/12/2008Logo no meu entendimento tem muita coisa para descontar desses 18Bi
1653 de 5322
melias1
5849 03/10/2008espero ter esclarecido.SDS
-------------------
É, só que a dívida também é em dolar. Assim, dolar alto, pior fica .......
Vamos fazer um calculo matematico,bem simples num cenário atual.Faturamento anual da Braskem igual a 18 bi de reais e divida em dolar igual a 7 bi de reais.Desvalorização de 10% da real em frente ao dolar.Resultado,no faturamento igual a 1,8 bi de aumento e na divida aumento de 700 milhões.Saldo favoravel ao faturamento de 1,1 bi.Tá claro? SDS
-------------------
Tá claro, a ação continua caindo !!!!!!!! Sua matemática financeira é muito simplória ...
SDS
1654 de 5322
berox
3687 12/03/20091655 de 5322
danielcristian
929 13/02/2009Já li algumas notícias sobre a terceira onda da crise, uma crise cambial. Isto influenciaria nos papéis da Braskem?
Confesso que não entendi o que seria uma crise cambial, e não sei se o Brasil estaria afetado. Alguém está sabendo de alguma coisa?
Abraços...
1656 de 5322
ferubim
2454 03/01/20091657 de 5322
fhelder
924 06/12/2008Direto do AE Broadcast
15:52 FONTES: FALTA SÓ DEFINIR PREÇO PARA COMPRA DA SADIA PELA PERDIGÃO
São Paulo, Rio e Brasília, 23 - O valor da transação é o único detalhe que impede a compra
da Sadia pela Perdigão. Segundo uma fonte do mercado, o negócio só não foi concretizado
ainda porque Sadia e Perdigão discutem dois valores, sendo um com a presença das famílias
Furlan e Fontana no processo de tomada de decisões e outro sem a participação delas. Para
que as famílias aceitem o negócio e saiam do processo de tomada de decisão da empresa, o
preço que tem sido pedido é de R$ 6,00 por ação. Por R$ 4,00, no entanto, a Sadia seria
vendida também à Perdigão, mas as famílias que controlam a empresa ainda fariam parte da
administração do grupo.
A concretização da venda pode acorrer entre amanhã e a próxima sexta-feira, intervalo em
que as duas empresas anunciam seus resultados do quarto trimestre de 2008 e o consolidado
do ano. Uma fonte que está muito próxima às negociações disse que a movimentação para
acertar os detalhes ficou mais intensa nos últimos dias e que várias reuniões para discutir o
preço da venda estão sendo realizadas.
Pelo acordo que está sendo desenhado, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES) vai liberar os recursos para que a Perdigão faça a compra da Sadia. Tanto
para Perdigão quanto para o BNDES, a saída das famílias do controle da Sadia é uma
condição para que o negócio seja fechado, já que a experiência internacional do passado -
com os dois grupos na administração de um negócio em conjunto - não surtiu os resultados
esperados. A liberação, na verdade, seria um aporte do banco de fomento na Perdigão, que,
por sua vez, faria a compra da Sadia por meio de troca de ações.
Por esse motivo, o montante que o BNDES liberaria é um dos assuntos que foram discutidos
hoje entre o presidente do conselho de administração da Sadia, Luiz Fernando Furlan, e o
presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que participaram da inauguração de uma fábrica da Sadia
em Vitória de Santo Antão, a 50 quilômetros de Recife (PE), segundo a fonte. A assessoria de
imprensa da Sadia, no entanto, disse que Lula e Furlan não ficaram reunidos a portas
fechadas hoje.
Após a solenidade de inauguração, Furlan falou à imprensa sobre as negociações com a
Perdigão, mas não trouxe novidades. Ele apenas reafirmou o conteúdo do fato relevante
divulgado na segunda-feira passada, no qual informou ter iniciado "entendimentos recentes"
com a Perdigão "com vistas a analisar a viabilidade e a convergência de interesses em algum
tipo de associação". O comunicado dizia ainda que não havia acordo fechado. Há pouco, em
coletiva de imprensa, o presidente do conselho da Sadia argumentou que as duas empresas
estão em período de silêncio por conta da divulgação do balanço financeiro referente a 2008
(a Perdigão apresenta os números hoje e a Sadia, na próxima sexta-feira). Ainda assim, ele
confirmou que a direção da Sadia estuda a venda de alguns ativos operacionais e
não-operacionais como forma de capitalizar a empresa, sem especificar unidades.
Em seu favor, a Sadia tem a credibilidade construída, presença em importantes mercados
importadores e, principalmente, o interesse de investidores e outras empresas, entre elas a americana Tyson Foods. "A Sadia não tem problemas em arrumar um comprador. Ela quer,
agora, encontrar o melhor negócio e, por isso, pede um valor tão alto", disse a fonte.
Do lado do governo, existe o interesse de que o controle da empresa permaneça em mãos
brasileiras, o que teria feito o BNDES influenciar diretamente a Perdigão a comprar a Sadia.
"O governo sabe que se uma empresa estrangeira que já tenha interesse em entrar no Brasil
comprar a Sadia, seria a entrada no País pela porta da frente", afirma a fonte. Para a fonte, a
Sadia também sabe do interesse do governo em evitar que grupos estrangeiros assumam o
controle daquela que é uma das maiores indústrias de alimentação do mundo.
O interesse de empresas estrangeiras na Sadia é confirmado pelo presidente da Associação
Brasileira dos Exportadores de Frango (Abef), Francisco Turra. Para ele, se o negócio com a
Perdigão não for fechado, outro interessado irá aparecer para comprar. "Eu percorri o mundo
todo e a marca Sadia está presente em todos os mercados", afirma Turra. Para ele, não é
interessante para o Brasil nem para o mercado que a Sadia quebre ou deixe de ser controlada
por brasileiros. (Alexandre Inacio, colaboraram Mônica Ciarelli, Tatiana Freitas e Fabíola
Salvador)
1658 de 5322
fhelder
924 06/12/2008Direto do AE Broadcast
15:52 FONTES: FALTA SÓ DEFINIR PREÇO PARA COMPRA DA SADIA PELA PERDIGÃO
São Paulo, Rio e Brasília, 23 - O valor da transação é o único detalhe que impede a compra
da Sadia pela Perdigão. Segundo uma fonte do mercado, o negócio só não foi concretizado
ainda porque Sadia e Perdigão discutem dois valores, sendo um com a presença das famílias
Furlan e Fontana no processo de tomada de decisões e outro sem a participação delas. Para
que as famílias aceitem o negócio e saiam do processo de tomada de decisão da empresa, o
preço que tem sido pedido é de R$ 6,00 por ação. Por R$ 4,00, no entanto, a Sadia seria
vendida também à Perdigão, mas as famílias que controlam a empresa ainda fariam parte da
administração do grupo.
A concretização da venda pode acorrer entre amanhã e a próxima sexta-feira, intervalo em
que as duas empresas anunciam seus resultados do quarto trimestre de 2008 e o consolidado
do ano. Uma fonte que está muito próxima às negociações disse que a movimentação para
acertar os detalhes ficou mais intensa nos últimos dias e que várias reuniões para discutir o
preço da venda estão sendo realizadas.
Pelo acordo que está sendo desenhado, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES) vai liberar os recursos para que a Perdigão faça a compra da Sadia. Tanto
para Perdigão quanto para o BNDES, a saída das famílias do controle da Sadia é uma
condição para que o negócio seja fechado, já que a experiência internacional do passado -
com os dois grupos na administração de um negócio em conjunto - não surtiu os resultados
esperados. A liberação, na verdade, seria um aporte do banco de fomento na Perdigão, que,
por sua vez, faria a compra da Sadia por meio de troca de ações.
Por esse motivo, o montante que o BNDES liberaria é um dos assuntos que foram discutidos
hoje entre o presidente do conselho de administração da Sadia, Luiz Fernando Furlan, e o
presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que participaram da inauguração de uma fábrica da Sadia
em Vitória de Santo Antão, a 50 quilômetros de Recife (PE), segundo a fonte. A assessoria de
imprensa da Sadia, no entanto, disse que Lula e Furlan não ficaram reunidos a portas
fechadas hoje.
Após a solenidade de inauguração, Furlan falou à imprensa sobre as negociações com a
Perdigão, mas não trouxe novidades. Ele apenas reafirmou o conteúdo do fato relevante
divulgado na segunda-feira passada, no qual informou ter iniciado "entendimentos recentes"
com a Perdigão "com vistas a analisar a viabilidade e a convergência de interesses em algum
tipo de associação". O comunicado dizia ainda que não havia acordo fechado. Há pouco, em
coletiva de imprensa, o presidente do conselho da Sadia argumentou que as duas empresas
estão em período de silêncio por conta da divulgação do balanço financeiro referente a 2008
(a Perdigão apresenta os números hoje e a Sadia, na próxima sexta-feira). Ainda assim, ele
confirmou que a direção da Sadia estuda a venda de alguns ativos operacionais e
não-operacionais como forma de capitalizar a empresa, sem especificar unidades.
Em seu favor, a Sadia tem a credibilidade construída, presença em importantes mercados
importadores e, principalmente, o interesse de investidores e outras empresas, entre elas a americana Tyson Foods. "A Sadia não tem problemas em arrumar um comprador. Ela quer,
agora, encontrar o melhor negócio e, por isso, pede um valor tão alto", disse a fonte.
Do lado do governo, existe o interesse de que o controle da empresa permaneça em mãos
brasileiras, o que teria feito o BNDES influenciar diretamente a Perdigão a comprar a Sadia.
"O governo sabe que se uma empresa estrangeira que já tenha interesse em entrar no Brasil
comprar a Sadia, seria a entrada no País pela porta da frente", afirma a fonte. Para a fonte, a
Sadia também sabe do interesse do governo em evitar que grupos estrangeiros assumam o
controle daquela que é uma das maiores indústrias de alimentação do mundo.
O interesse de empresas estrangeiras na Sadia é confirmado pelo presidente da Associação
Brasileira dos Exportadores de Frango (Abef), Francisco Turra. Para ele, se o negócio com a
Perdigão não for fechado, outro interessado irá aparecer para comprar. "Eu percorri o mundo
todo e a marca Sadia está presente em todos os mercados", afirma Turra. Para ele, não é
interessante para o Brasil nem para o mercado que a Sadia quebre ou deixe de ser controlada
por brasileiros. (Alexandre Inacio, colaboraram Mônica Ciarelli, Tatiana Freitas e Fabíola
Salvador)
1659 de 5322
josetadeu2002
569 22/03/20081660 de 5322
ferubim
2454 03/01/2009minha visão é essa..