ycki
- Dono
- 2836
- 24/11/2007
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Comentários
321 de 7417
mtraderpn
370 23/01/2007322 de 7417
bbb0607
4315 08/10/2007Valor OnLine
SÃO PAULO - As vendas de aços planos no mercado de distribuição do país somaram 379 mil toneladas em agosto, o que representou retração de 2,1% em relação ao mesmo mês do ano passado, informou hoje o Instituto Nacional de Distribuidores de Aço (Inda).
Em relação ao mês anterior, entretanto, houve melhoria de 10,7%, destacou a entidade, que apontou retomada da atividade econômica do país. Em julho, foram vendidas 342 mil toneladas.
Para setembro, a expectativa das empresas afiliadas ao Inda é que o volume comercializado volte a se ajustar ao mesmo nível de julho, em 341 mil toneladas.
No acumulado do ano, o mercado de aço plano, puxado por setor automotivo, máquinas e equipamentos e bens de linha branca, mostrou expansão de 2%, alcançando 2,9 milhões de toneladas vendidas.
Estoques
Os distribuidores de aço plano, tipo de material fabricado por Usiminas, CSN e ArcelorMittal Tubarão, fecharam agosto com 962 mil toneladas em estoque. Em meses de venda, comparativo do setor, representou 2,5, o que representa uma melhoria em relação aos 2,8 meses registrados em julho.
O volume estocado, na comparação com agosto de 2011, de 1,1 milhão de toneladas, ficou 13% inferior, segundo o Inda. Ao se comparar com julho passado, o número ficou estável.
Para setembro, a previsão da entidade é fechar em 961 mil toneladas. Como há uma previsão de queda nas vendas, o referencial voltaria a subir para 2,8 meses de estoques.
Consumo aparente
Houve uma melhoria no mercado de aço plano em agosto, com crescimento de 5,6% no consumo aparente (soma de vendas internas mais importações). Segundo dados do Inda, o volume consumido atingiu 1,053 milhão de toneladas, ante 998 mil toneladas de um ano atrás.
A recuperação da demanda é fruto dos estímulos ao setor automotivo, com redução do IPI sobre a venda de veículos até o fim de outubro. isso se refletiu nas vendas internas das usinas, que somaram 890 mil toneladas, com crescimento de 5,6% sobre agosto de 2011.
As importações tiveram expansão de 5,5%, para 163 mil toneladas em agosto, na mesma base de comparação. Conforme o Inda, o material importado respondeu em agosto por 15,5% do consumo aparente.
No acumulado do ano, o consumo aparente ficou estável, em 8,2 milhões de toneladas. A participação dos importados no período foi de 14,3%. A entrada de aço estrangeiro, nos oito meses, somaram 1,17 milhão de toneladas, mesmo volume em 2011.
http://oglobo.globo.com/economia/venda-de-aco-na-distribuicao-cai-21-em-agosto-diz-inda-6147010
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bbb0607
4315 08/10/2007Numa clara demonstração de insatisfação, o governo americano alerta o Itamaraty que a elevação de tarifas de importação ameaça a cooperação entre os dois países no campo comercial. Em uma carta enviada ao chanceler Antonio Patriota pela Casa Branca e obtida pelo Estado, o governo americano apela para que o Brasil reduza as medidas consideradas pelos americanos “protecionistas” e abandone a atitude vem adotando de elevar barreiras.
Confira a íntegra da carta:
A carta é datada de 19 de setembro e assinada pelo representante de Comércio do governo Barack Obama, Ron Kirk. Há duas semanas, o governo brasileiro anunciou a elevação de impostos de importação para cem linhas tarifárias, uma medida que já havia sido precedida por outras barreiras.
O Brasil insiste que tem o direito legal de elevar essas tarifas. Isso porque as tarifas aplicadas de fato no Brasil estão próximas de 12%, enquanto os compromissos internacionais do País na OMC apontam para um teto de 35%. O governo americano, porém, não ve a situação dessa forma e indica que não está seguro que as tarifas estejam dentro dos limites.
Mas são as ameaças que marcam o tom da carta. “No que se refere à cooperação bilateral, estou preocupado que elevações de tarifas repetidamente e cada vez mais focadas nos Estados Unidos irão afetar a percepção sobre nossa cooperação mútua para facilitar o comércio em produtos industriais”, apontou Kirk.
O governo americano alerta que sabe que o Brasil está “examinando propostas” de novas elevações de barreiras ao comércio e aponta que a repercussão internacional dessa atitude pode ser negativa, assim como o impacto econômico. O governo americano chega a fazer uma outra ameaça velada, insinuando que se o Brasil seguir com essa política, outros países adotarão barreiras contra as exportações nacionais.
“Eu apelaria ao Brasil para reconsiderar recorrer a novos aumentos tarifários e retirar aquelas que já está aplicando”, pediu Kirk.
http://blogs.estadao.com.br/jamil-chade/2012/09/20/casa-branca-alerta-que-protecionismo-brasileiro-ameaca-relacao-bilateral/
324 de 7417
ptroncoso
308 09/01/2007325 de 7417
bbb0607
4315 08/10/2007Em entrevista ao Financial Times, ministro falou da terceira rodada de relaxamento quantitativo nos EUA
20 de setembro de 2012 | 15h 22
Renato Martins, da Agência Estado
SÃO PAULO - O ministro da Fazenda, Guido Mantega diz em entrevista concedida nesta quinta-feira ao Financial Times que a terceira rodada de relaxamento quantitativo da política monetária do Federal Reserve norte-americano é "protecionista" e vai dar início a uma nova "guerra cambial", com consequências potencialmente desastrosas para o resto do mundo.
"É preciso entender que haverá consequências", afirma o ministro, acrescentando que o programa de estímulo à economia do Fed "terá apenas um benefício marginal nos EUA, já que não há falta de liquidez. A liquidez não está indo para a produção". Para ele, a chamada QE3 está deprimindo o dólar e impulsionando as exportações norte-americanas.
Segundo Mantega, o anúncio do Fed causou até agora apenas uma mudança nas expectativas. "A aversão ao risco caiu, e o instinto animal dos mercados cresceu", diz o ministro. Para ele, "as empresas japonesas já estavam reclamando sobre a taxa de câmbio forte. Se um dólar mais fraco levar a uma intensificação da concorrência no comércio, isso também obrigará o Brasil a adotar medidas para impedir que o real se fortaleça".
"Eu diria que hoje a moeda está em um nível razoável, ainda sobrevalorizada frente a uma cesta de moedas dos parceiros comerciais do Brasil, mas, nos níveis atuais ela está ajudando a tornar as empresas brasileiras mais competitivas. Os EUA, a Europa e o Reino Unido são mais protecionistas do que o Brasil", acrescenta Mantega.
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,medidas-do-fed-sao-protecionistas-e-provocarao-guerra-cambial-diz-mantega,127609,0.htm
326 de 7417
mtraderpn
370 23/01/2007327 de 7417
ycki
2836 24/11/2007Ainda enrolado com o restabelecimento dos meus pacientes.
Abraços!
Aluguéis:
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bbb0607
4315 08/10/2007CSN mira o mercado da construção
Noticiário cotidiano - Geral
Sex, 21 de Setembro de 2012 07:09
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O empresário Benjamin Steinbruch vai entrar em uma seara de negócio que no Brasil é dominada há décadas por Jorge Gerdau, pelos Ermírio de Moraes, da Votorantim, e pela gigante ArcelorMittal, que sucedeu a antiga Belgo-Mineira. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), presidida por Steinbruch (também o maior acionista), quer iniciar a venda de aços longos para ampliar sua participação no mercado da construção imobiliária e de insfraestrutura. E, com isso, roubar uma fatia dessas tradicionais concorrentes.
Hoje, a CSN disputa espaço com aço transformado em telhas e chapas para revestimentos de edifícios, residências e galpões. O plano é quase dobrar suas vendas para o setor da construção ao iniciar o despacho de vergalhões - produto típico da construção - a partir de junho de 2013 e oferecer mais produtos fabricados com aço plano. No ano que vem, espera pôr em operação a fabrica de aços longos também em Volta Redonda (RJ), onde até agora fabrica os aços laminados planos.
Desde janeiro, a CSN vem ganhando experiência nesse negócio. Por R$ 1,1 bilhão, adquiriu a SWT, uma siderúrgica de aço longo instalada na Alemanha, apta a fazer 1 milhão de toneladas de produtos finais ao ano. É o dobro da capacidade da brasileira.
A meta da CSN é estar presente com seu material desde a fundação e o alicerce de uma obra até a fachada e o topo do edifício, conta Luiz Fernando Martinez, diretor-executivo comercial da empresa. A estratégia é atuar com vendas diretas, centros de distribuição e até uma extensa rede varejista de produtos de aço e outros materiais de construção.
Só para lembrar, desde 2009 a CSN é fabricante também de cimento, outro material básico da construção, cujo maior produtor brasileiro é o grupo Votorantim. "A empresa está cada vez mais se posicionando para atender a construção, onde há uma clientela pulverizada e ganha corpo no Brasil o sistema construtivo industrializado", diz o diretor.
A construção imobiliária (residencial, comercial e industrial) e de infraestrutura é um dos mercados mais atrativos para fabricantes de aço. De toda a venda de aço longo no país por usinas locais, que somou 10 milhões de toneladas em 2011, 78% são consumidos por obras desse segmento consumidor. Já do volume de aço plano - mais de 12 milhões de toneladas -, apenas 22% foram para a construção. A maior parte se destina aos mercados automotivo, de máquinas e equipamentos, bens de linha branca, tubos e embalagens.
Na média, o mercado da construção absorveu no ano passado 37% de um volume comercializado que, sem considerar importações, atingiu 23,6 milhões de toneladas, segundo dados da CSN e do Instituto Aço Brasil (IABr).
A meta da CSN, explicou Martinez, é que o aço destinado a esse mercado passe dos atuais 20% de suas vendas totais para 35% em dois anos. No ano passado, isso significou 900 mil toneladas.
A empresa está se estruturando em três frentes de atuação para atacar esse mercado: duas delas com os dois tipos de aço e a terceira com o cimento. "Teremos condições de fornecer até 60% do total dos materiais usados em uma obra - de cimento e vergalhão até perfis, telhas, chapas de revestimento, telas para laje e material para piso", garante o diretor.
A siderúrgica, que se diversificou bastante - desde minério de ferro - hoje sua atividade de maior rentabilidade - cimento, logística portuária e ferroviária e geração de energia - tem como estratégia também pulverizar seus mercados de atuação.
Martinez destaca que nos últimos ficou muito mais difícil ganhar dinheiro simplesmente produzindo aço. E que um dos caminhos é diversificar e cada vez mais oferecer serviços aos clientes, como material cortado e dobrado.
Clientes da construção vão ganhar da empresa mais oferta, por exemplo, de aço pré-pintado, feito na unidade da CSN Paraná. Com investimento de até R$ 150 milhões, a siderúrgica para dobrar a produção desse material. Nesse mercado é usado em telhas e revestimentos e a CSN é a única fabricante do país. Hoje, a capacidade é de 100 mil toneladas ao ano. Das vendas, 80% vão para o mercado da construção. A nova linha será toda dedicada a esse setor.
A fábrica de aço longo de Volta Redonda terá capacidade para 500 mil toneladas por ano de vergalhão (80%) e fio-máquina. É um projeto que terá investimento total de R$ 1,2 bilhão quando ficar pronto. Com a SWT, passa a ter uma capacidade de 1,5 milhões de toneladas nesse segmento. A empresa tem planos de instalar mais uma ou duas unidades de aços longos no país. Todavia, não tem data nem local definidos. Pode ser mais uma no Sudeste e uma terceira na região Nordeste.
Atualmente, a fábrica de Volta Redonda da CSN conta com capacidade instalada para produzir 5,6 milhões de toneladas de aço plano por ano.
No cimento, a CSN já produz 2 milhões de toneladas em Volta redonda e Arcos (MG). Tem uma atuação regional (RJ, SP, ES e MG), atendendo uma gama de 8 mil clientes. Com planos de expansão nessas unidades, até 2014, prevê chegar a 5 milhões de toneladas. No longo prazo, a empresa chegar a falar 11 milhões de toneladas, com duas novas fábricas: uma no Sul e outra no Nordeste.
Fonte: Valor / Ivo Ribeiro
http://portosenavios.com.br/site/noticias-do-dia/geral/19026-csn-mira-o-mercado-da-construcao
329 de 7417
felipezero
4016 26/03/2007330 de 7417
BrunoSBraga2
1032 21/07/2012331 de 7417
robsondrocha
3646 01/02/2012Esse finalzinho aí foi uma puxada de tapete, pelo menos pra mim, mas segunda tem mais.
Vou procurar algumas notícias que expliquem isso, qualquer coisa coloco aqui.
Abraços!
332 de 7417
mtraderpn
370 23/01/2007333 de 7417
RenatoJR
199 22/08/2012O investidor a principio lê a noticia e não entende , puxa , por que as ações estão a R$ 0,06 e eu vou subscrever a R$ 0,09 ... dá uma diferença de 50% em relação ao fechamento do preço médio de hoje ...
a Metynis Participações vai subscrever integralmente a R$ 0,09 ... Isso independente do valor do ativo.
se a empresa inicia o preço a R$ 0,09 é por que ninguém melhor que os controladores sabem o que está por vir, e o controlador se balisa apartir dos R$ 0,09 é essa a referencia que interessa a ele.
a RJCP está abrindo seu capital na Bolsa de Londres , isso é uma forma que a empresa encontrou para ampliar sua capacidade operacional , para se capitalizar e melhorar suas margens operacionais. É a principal Bolsa de Valores da Europa e uma das mais importantes do mundo, e é a nossa 1ª porta ao mercado corporativo internacional.
http://siteempresas.bovespa.com.br/consbov/ArquivoComCabecalho.asp?motivo=&protocolo=351897&funcao=visualizar&Site=C
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robsondrocha
3646 01/02/2012Semana de ajustes: sem fluxo, destaques se espalham por diversos setores
Enquanto aguarda maior clareza sobre as respostas que serão dadas ao QE3, mercado opera em stand-by
SÃO PAULO - Em uma semana sem referências muito relevantes, os investidores parecem ter iniciado um movimento de reavaliação de seus investimentos, . Assim, a ponta vendedora do índice paulista teve como destaque os setores siderúrgico, de aviação e de petroquímico.
"Depois da forte alta da semana passada, os investidores começam a fazer ajustes, que ficaram bem espalhados, refletindo a espera de um posicionamento mais firme das autoridades", explicou Alex Agostini, chefe de análise da Austin Rating. No ranking de baixas, as ações que caíram com maior impacto foram: CSN ON (CSNA3; -6,20%, a R$ 12,85), Braskem (BRKM5; -5,54%, a R$ 15,68), Embraer (EMBR3; -4,11%, a R$ 13,75).
CSN: alta exposição ao minério de ferro vai reduzir lucratividade
O analista do Santander Alex Sciacio avalia que, quando se olha para a CSN, o cenário desafiador não muda. Para o ele, o valuation da companhia é excessiva e reiterou sua recomendação abaixo da média do mercado. Segundo Sciacio, a alta exposição da empresa ao minério de ferro deve reduzir a lucratividade devido à queda nos preços de venda. Além disso, ele estima que será difícil elevar os preços do aço plano para a indústria.
No início da semana, foi publicado no Valor Econômico que a siderúrgica quer iniciar a venda de aços longos para ampliar sua participação no mercado da construção imobiliária e de insfraestrutura.
Atualmente, a CSN disputa espaço com aço transformado em telhas e chapas para revestimentos de edifícios, residências e galpões. O plano é quase dobrar suas vendas para o setor da construção ao iniciar o despacho de vergalhões - produto típico da construção - a partir de junho de 2013 e oferecer mais produtos fabricados com aço plano.
[...]
http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/2566313/Semana-ajustes-sem-fluxo-destaques-espalham-por-diversos-setores
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joaquimita
445 06/01/2012Robsondrocha, positivado suas informações do plantão de sábado! 23 visitantes diferentes, 4 postagens e um banimento neste sábado - muito bom para o novo fórum. Esse analista do Santander vai ficar rico se acertar, pois só ele extremou o comentário.
Felipezero, creio que a CSN Cimentos pode incomodar a concorrência, mas precisaria quebrar barreiras da construção civil.
Ycki com passadas rápidas nas madrugadas, fico imaginando o tamanho do seu problema com o computador, já que você tem prática e academia de sobra nessa área tecnológica.
Bbb0607, esse tiroteio de acusações de protecionismo parece que está só começando. Bons posts!
Positivado os demais posts também, inclusive o banimento, pois o fórum fica limpo e agradável de ler.
Abraços
336 de 7417
robsondrocha
3646 01/02/2012Peguei em outro fórum.
337 de 7417
ycki
2836 24/11/2007Continuo sem condições de comparecer durante o pregão, pelo menos agora as coisas começaram a dar certo.
No momento, ventos frios da Ásia. O mercado está uma incógnita pra hoje. Em relação a USIM5, estamos com grande diferença também nos aluguéis:
Abraços!
338 de 7417
mtraderpn
370 23/01/2007339 de 7417
felipezero
4016 26/03/2007Será que vai haver demanda para mais um fabricante de aços longos?
340 de 7417
robsondrocha
3646 01/02/2012