ADVFN ADVFN

Não encontramos resultados para:
Verifique se escreveu corretamente ou tente ampliar sua busca.

Tendências Agora

Rankings

Parece que você não está logado.
Clique no botão abaixo para fazer login e ver seu histórico recente.

Recursos principais

Icon for default Cadastre-se gratuitamente para obter cotações em tempo real, gráficos interativos, fluxo de opções ao vivo e muito mais.

Índice

Criar Discussão

Atualizar

Usuários Filtrados

Usuários Banidos

Meus Alertas

Meu Perfil

Busca

Regras

Csn Renovação (CSNA3)

ycki
  • Dono
  • 2836
  • 24/11/2007
3 Anos: CSNA3 3 Meses: CSNA3 Intraday e Variação: CSNA3
Gráfico 3 Anos Gráfico 3 Meses Gráfico 3 Meses
3 Anos: GGBR4 3 Meses: GGBR4 Intraday e Variação: GGBR4
Gráfico 3 Anos Gráfico 3 Meses Gráfico 3 Meses
3 Anos: USIM5 3 Meses: USIM5 Intraday e Variação: USIM5
Gráfico 3 Anos Gráfico 3 Meses Gráfico 3 Meses

ANTES DE POSTAR LEIA O TEXTO ABAIXO

Aos que tiverem objetivo de brincar, divulgar serviço ou produto, amealhar positivações, fazer política, "terrorismo", ou praticar atos religiosos, avisamos que este não é o lugar adequado e os que insistirem serão banidos, definitivamente.

Entretanto, se você está procurando um fórum focado em CSNA3 , com foristas comprometidos com a troca de opiniões e experiência, seja bem-vindo.

 
REGRAS:
1. do ADVFN: http://br.advfn.com/p.php?pid=bb_rules&bb_id=11
2. Respeito, comedimento e cordialidade;
3. Notícias devem ter data, fonte, link e respeitar o limite de 500 palavras na contagem do Winword. Acima desse limite deverão ser acessadas pelo link;
4. Ativo discutido: CSNA3, exclusivamente .

ORIENTAÇÃO PARA EVITAR MODERAÇÃO OU BANIMENTO:
1. As regras do ADVFN referentes a "tópicos" são aplicáveis a qualquer postagem.
2. Não divulgue planilhas, corretoras, blogs, religião, serviços, links etc;
3. A estimativa para cotação poderá ser postada, desde que acompanhada de argumentos fundamentais ou técnicos. Caso contrário, poderá ser considerada indução à trade, podendo levar à moderação ou banimento;
4. Não peça positivações e nem faça postagens meramente cordiais com esse objetivo;
5. Moderação e banimento não deverão ser questionados ou defendidos no fórum, apenas por MP para o moderador através do sistema de mensagens do ADVFN (http://br.advfn.com/common/messages/compose?to=ycki) ou do link de email existente no envelope à esquerda da barra do rodapé desta página.
6. Enquanto você não estiver com sua participação consolidada no fórum, ou seja, em suas primeiras postagens, observe as regras com cuidado especial;
7. Este fórum é para quem valoriza as discussões saudáveis, quem faz pouco caso do espaço que procure outro lugar;
8. Em qualquer discordância em relação à atuação da moderação observe, por obséquio, o item 4 acima.


SUGESTÃO PARA UM BOM AMBIENTE:
1. Positive as boas contribuições, o reconhecimento no fórum é o melhor incentivo para quem a ele se dedica e o torna interessante;
2. Não critique quem está participando apenas porque tem opinião divergente ou por estar citando/perguntando o óbvio, pois o fórum acolhe a todos que se dispuserem a respeitar as regras de convivência, independentemente de suas opiniões sobre o ativo ou experiência sobre o mercado.

SUBSÍDIOS:  Onde as informações não são de nossa responsabilidade

CSN - Relação com Investidores     http://www.csn.com.br/ri
ADR CSN (NYSE:SID)
  
http://money.cnn.com/quote/shareholders/shareholders.html?symb=SID
Fundamentos  
http://www.fundamentus.com.br/detalhes.php?papel=csna3 
Dados da Bolsa  
http://www.dadosdabolsa.com/Aluguel/csna3



  • 04 Set 2012, 21:08
  • 23 Abr 2015, 15:19
  • Tweet

Comentários

bbb0607

bbb0607

4315 08/10/2007
ycki, faltou 0,01 para chegar nos 2% limite do after....2ª feira a novela continua....
bbb0607

bbb0607

4315 08/10/2007
CSN teria oferecido cerca de US$ 3 bilhões pela ThyssenKrupp das Américas
Siderúrgica alemã está fazendo desinvestimentos na região devido aos custos crescentes, aponta Bloomberg; ação CSNA3 foi destaque nessa sessão

Por Lara Rizério |19h54 | 30-11-2012 A A A
SÃO PAULO - A CSN (CSNA3), terceira maior produtora de aço brasileira, ofereceu cerca de US$ 3 bilhões pelas fábricas da ThyssenKrupp AG nas Américas, de acordo com fontes ouvidas pela agência Bloomberg.
A CSN teria feito uma proposta informal, sendo que participará da última rodada de negociações para a compra; de acordo com a fonte ouvida pela agência, as negociações serão retomadas dentro de quinze dias.

ThyssenKrup gostaria de receber US$ 9 bilhões pelas operações no continente americano, segundo presidente
A ThyssenKrupp possui um valor contábil de US$ 9 bilhões ao serem levadas em consideração as operações nas Américas - sendo uma no Rio de Janeiro e outra nos Estados Unidos. De acordo com o presidente da ThyssenKrupp, Heinrich Hiesinger, este é o valor total que a empresa espera receber pelas unidades.
Vale ressaltar que as ações da CSN registraram a maior queda do Ibovespa nesta sexta-feira (30), com baixa de 5,15%, aos R$ 10,49.
Desinvestimentos à vista
A ThyssenKrupp anunciou em maio que a venda das fábricas estaria dentre uma das opções tidas como estratégicas, devido aos custos crescentes das unidades em meio ao atraso dos projetos.
A companhia, maior siderúrgica da Alemanha, teve desinvestimentos que contribuíram com cerca de um quarto de suas receitas anuais. As operações no Brasil se iniciaram em 2010, dois anos depois do planejado para o fornecimento de placas de aço para suas fábricas no Alabama e Alemanha. As duas operações na América levaram à companhia a gastar mais de € 10 bilhões, devendo funcionar de forma integrada.
Entretanto, os atrasos na construção da fábrica no Brasil levaram a baixas contábeis de € 2,9 bilhões no ano fiscal que terminou em 30 de setembro de 2011, levando a empresa a ter prejuízo. Procuradas pela Bloomberg, a CSN e a ThyssenKrupp não quiseram comentar o assunto.

http://www.infomoney.com.br/csn/noticia/2625685/csn-teria-oferecido-cerca-bilhoes-pela-thyssenkrupp-das-americas
ycki

ycki

2836 24/11/2007
  • Dono
Citação: bbb0607ycki, faltou 0,01 para chegar nos 2% limite do after....2ª feira a novela continua....


Rapaz, essa zorra das cotações pode estar mexendo com meus cálculos (inclusive renais), mas não seriam R$ 0,10, ou seja, o after teria que ter fechado em R$ 10,28, em vez dos R$ 10,38?

Abraço!

bbb0607

bbb0607

4315 08/10/2007
não, com relação ao fechamento do after sim, pensei que estava se referindo até onde foi na mínima, aí sim faltou 0,01 pra chegar ao limite 10,29...
abç...
  • 30 Nov 2012, 21:51
  • 30 Nov 2012, 21:52
  • Tweet
Wayme

Wayme

132 07/09/2011
Citação: bbb0607CSN teria oferecido cerca de US$ 3 bilhões pela ThyssenKrupp das Américas
Siderúrgica alemã está fazendo desinvestimentos na região devido aos custos crescentes, aponta Bloomberg; ação CSNA3 foi destaque nessa sessão

Por Lara Rizério |19h54 | 30-11-2012 A A A
SÃO PAULO - A CSN (CSNA3), terceira maior produtora de aço brasileira, ofereceu cerca de US$ 3 bilhões pelas fábricas da ThyssenKrupp AG nas Américas, de acordo com fontes ouvidas pela agência Bloomberg.
A CSN teria feito uma proposta informal, sendo que participará da última rodada de negociações para a compra; de acordo com a fonte ouvida pela agência, as negociações serão retomadas dentro de quinze dias.

ThyssenKrup gostaria de receber US$ 9 bilhões pelas operações no continente americano, segundo presidente
A ThyssenKrupp possui um valor contábil de US$ 9 bilhões ao serem levadas em consideração as operações nas Américas - sendo uma no Rio de Janeiro e outra nos Estados Unidos. De acordo com o presidente da ThyssenKrupp, Heinrich Hiesinger, este é o valor total que a empresa espera receber pelas unidades.
Vale ressaltar que as ações da CSN registraram a maior queda do Ibovespa nesta sexta-feira (30), com baixa de 5,15%, aos R$ 10,49.
Desinvestimentos à vista
A ThyssenKrupp anunciou em maio que a venda das fábricas estaria dentre uma das opções tidas como estratégicas, devido aos custos crescentes das unidades em meio ao atraso dos projetos.
A companhia, maior siderúrgica da Alemanha, teve desinvestimentos que contribuíram com cerca de um quarto de suas receitas anuais. As operações no Brasil se iniciaram em 2010, dois anos depois do planejado para o fornecimento de placas de aço para suas fábricas no Alabama e Alemanha. As duas operações na América levaram à companhia a gastar mais de € 10 bilhões, devendo funcionar de forma integrada.
Entretanto, os atrasos na construção da fábrica no Brasil levaram a baixas contábeis de € 2,9 bilhões no ano fiscal que terminou em 30 de setembro de 2011, levando a empresa a ter prejuízo. Procuradas pela Bloomberg, a CSN e a ThyssenKrupp não quiseram comentar o assunto.
http://www.infomoney.com.br/csn/noticia/2625685/csn-teria-oferecido-cerca-bilhoes-pela-thyssenkrupp-das-americas



Se os valores da reportagem estiverem corretos vejo isto até como um fato positivo da CSN, pois se as fabricas custarão 10 bilhões de euros, convertendo para o dolar dá 13 bilhões de dolares, agora a ThyssenKrup quer receber 9 bilhões de dolares por elas, mas a CSN que pagar somente 3 bilhões de dolares, bem abaixo do valor pretendido, se a CSN fechar nestes termos vai ser ótimo, apesar do aumento do endividamento, mas na contrapartida vai aumentar bastante o faturamento.
bbb0607

bbb0607

4315 08/10/2007
mas a empresa dá um preju bilionário, e não tem como tirar coelho da cartola....
ycki

ycki

2836 24/11/2007
  • Dono
A notícia está na Bloomberg também.

Na matéria, há uma sinalização muito branda no parágrafo "Faz Sentido", sobre a única lógica que encontro nessa compra: a possibilidade de sinergia com os negócios da CSN, através da qual se possa gerar mais valor do que para o Thyssen isoladamente.

Sei lá!? Makes sense?

CSN Said to Offer $3 Billion for ThyssenKrupp Plants
http://www.bloomberg.com/news/2012-11-30/csn-said-to-offer-3-billion-for-thyssenkrupp-plants.html
claudioinvest

claudioinvest

266 07/06/2007

CSN faz oferta de US$ 3 bi por ativos da Thyssen, diz fonte

.
Por Talita Moreira | Valor


SÃO PAULO - A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) fez uma proposta de aproximadamente US$ 3 bilhões pelos ativos da alemã ThyssenKrupp no Brasil e nos Estados Unidos, diz fonte próxima às negociações.

De acordo com esse interlocutor, a CSN e a argentina Ternium são favoritas na disputa e são as únicas empresas a fazer proposta pelo conjunto dos ativos.

A Thyssen pôs à venda a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) e uma laminadora no Alabama. O grupo alemão queria receber pelo menos US$ 5 bilhões pelos dois ativos, mas a leitura do mercado é que dificilmente o conseguirá.

Fonte ouvida pelo Valor avalia que a CSN é favorita na disputa com a CSA. Isso porque a siderúrgica brasileira poderia obter ganhos fiscais com a amortização do ágio da operação.

A disputa deve se estender até o primeiro trimestre de 2013



felipezero

felipezero

4016 26/03/2007
E a obrigação da CSA ter de comprar minério da VALE. Será que a CSN conseguirá contornar essa obrigação?
  • 01 Dez 2012, 12:48
  • 01 Dez 2012, 12:48
  • Tweet
bbb0607

bbb0607

4315 08/10/2007
essa questão da compra do minério é crucial....
se não me engano, quem ia na época entrar com a vale na csa era a própria csn...imagina o preju....
felipezero

felipezero

4016 26/03/2007
Acredito que esse 4tri29012 seja o melhor para a CSN no ano com o dollar a 2,10 e com a notícia de que a produção de aços planos bateu record.
claudioinvest

claudioinvest

266 07/06/2007

Senhores,vale a pena reler essa matéria sobre a nossa CSA.

CSA com o pé na lama

A construção da siderúrgica CSA, no Rio de Janeiro, começou a dar errado já na escolha do terreno, um manguezal na zona oeste da cidade. Hoje, a empresa está à venda


Alexandre Rodrigues, de





Germano Lüders/EXAME.com




Siderúrgica CSA, no Rio: escolhas erradas e a crise econômica nos países ricos minaram o projeto alemão


São Paulo - Uma área de manguezal tem diversas finalidades econômicas. A pesca do caranguejo, crustáceo típico desse ecossistema, é a mais famosa delas. O cultivo de plantas ornamentais, a criação de abelhas ou o turismo são outras formas aconselháveis de desfrutar as características únicas de um mangue (tudo de forma sustentável, claro).



Há sete anos, o conglomerado alemão ThyssenKrupp e a mineradora brasileira Vale decidiram que era hora de tratar esse ecossistema de maneira um pouco mais inovadora: escolheram um terreno pantanoso, ao lado de um manguezal, na zona oeste do Rio de Janeiro, para construir a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA).

Se viver é perigoso, inovar é arriscado. E, no caso da CSA, logo se viu que a ideia de levantar uma usina com centenas de milhares de toneladas sobre aquele lamaçal todo não era nada boa. Fazer as fundações foi tão tortuoso que, em determinado momento, um quarto dos bate-estacas disponíveis no país estava sendo usado para estabilizar o solo do mangue carioca. Eis o resumo da história da CSA — a siderúrgica nasceu na lama; em seguida, veio o caos.

A estranha escolha do terreno foi, hoje se sabe, apenas a primeira das trombadas que culminaram na recente decisão da Thyssen de passar o negócio adiante.

A empresa alemã contratou os bancos Goldman Sachs e Morgan Stanley para encontrar um interessado disposto a pagar estimados 2,7 bilhões de euros por sua participação de 73% na empresa (o resto é da Vale, que admitiu que também pode vender sua parte). É um fim melancólico para um projeto que nasceu repleto, em 2005, de atrativos tidos como óbvios na época.

A parceria com a Vale garantiria minério de ferro de qualidade e baixo custo. A construção de uma laminadora do grupo alemão no estado americano do Alabama permitiria transformar as placas brasileiras em chapas de aço para abastecer clientes como montadoras de automóveis, que tinham as vendas em alta naquele momento.

A instalação às margens da baía de Sepetiba eliminaria gargalos logísticos com a construção de um porto para despachar as placas para o Alabama. A operação ainda neutralizaria o protecionismo dos Estados Unidos ao aço acabado brasileiro — as placas sofrem menos taxação do que as chapas. Daria tudo certo, não tivesse dado tudo errado.

Muito em função do “efeito mangue”, a CSA foi inaugurada com um ano e meio de atraso, no fim de 2010, e custou 70% mais do que o previsto (5,2 bilhões de euros). A usina funciona parcialmente até hoje. E dá prejuízo

A fábrica carioca e a laminadora do Alabama fecharam o último ano fiscal com mais de 1 bilhão de euros no vermelho (a Thyssen divulga os resultados das duas somados). A CSA vem sendo acionada por 40 fornecedores que dizem não receber desde a fase de construção. Procuradas, Thyssen e Vale não quiseram dar entrevista.

O barato saiu caro

Como uma multinacional que fatura quase 50 bilhões de euros conseguiu errar tanto? Parte da resposta está no fato de que a Thyssen não erguia uma siderúrgica do zero havia seis décadas. Ainda na fase do arranjo societário, a Thyssen deixou claro que pretendia mandar sozinha na CSA.



A ideia original era que os alemães tivessem 70% das ações, mas, no fim, acabaram com 90%. A Thyssen enviou ao Brasil duas dezenas de executivos europeus para tocar o projeto no mangue.

O plano inicial era contratar apenas uma empresa para fazer o pacote completo — da construção civil à instalação dos equipamentos. Quando os orçamentos chegaram, os alemães acharam caro demais e decidiram assumir a administração do canteiro de obras. O primeiro problema apareceu na fase de fundação, em razão da instabilidade do solo.

“A área era como areia movediça e o alicerce custou várias vezes mais que o projetado”, diz um ex-executivo da empresa. Apesar de o próprio grupo Thyssen ter uma fabricante de coquerias (parte da usina que produz coque, o carvão fundido, um dos principais insumos do aço), a Uhde, os alemães decidiram comprar uma coqueria da chinesa Citic.

A ideia, de novo, era economizar. A coqueria sairia pelo preço desejado se fosse montada por 4 000 chineses, mas o governo brasileiro só permitiu a entrada de 600 deles, desde que seguissem as leis locais, com descanso semanal e hora extra remunerada. No final, a coqueria não só atrasou como deu defeito, e a Uhde foi chamada para consertá-la.

A coqueria só deve operar plenamente a partir de agora. Enquanto isso, a CSA seguiu importando coque. Em 2009, abatida pela crise, a Thyssen ameaçou interromper a construção.

O então presidente da Vale, Roger Agnelli, liberou 2,1 bilhões de reais para manter a obra — e a mineradora, a contragosto, elevou a participação de 10% para 27% na sociedade. O então presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou a siderúrgica em 2010.



Quando a CSA finalmente começou a operar, em agosto de 2010, deu origem a um episódio daqueles que poderiam ter sido imaginados por seguidores do realismo mágico latino-americano. O bairro onde fica a usina, Santa Cruz, na zona oeste do Rio, foi coberto várias vezes por uma espessa nuvem de poeira metálica.
Apesar de a poeira não ser tóxica, o incidente provocou medo e manifestações de moradores que repercutiram até no Parlamento alemão. A CSA foi multada em 18,6 milhões de reais e obrigada a investir outros 100 milhões em equipamentos para conter a poluição.

Se cometeu tantas barbeiragens naquilo que estava sob seu controle, diga-se, em defesa da Thyssen, que o mercado também não ajudou. O preço do aço caiu quase à metade depois da crise de 2008 e ainda não se recuperou totalmente. Em 2005, o custo de produção de placas no país era de 232 dólares por tonelada, ante 307 dólares da média mundial.

No ano passado, a relação era de 520 dólares no Brasil, ante 573 no mundo. Houve até espaço para uma tragédia no meio do caminho: o executivo sul-africano Erich Heine, enviado ao país para arrumar o que estava dando errado com a CSA, foi uma das vítimas do voo da Air France que caiu no Atlântico em 2009.

O novo presidente mundial da Thyssen, Heinrich Hiesinger, decidiu que chegou a hora de se livrar da CSA, mesmo que barato. O processo de venda está em sua fase inicial — Morgan Stanley e Goldman Sachs estão pedindo propostas de potenciais interessados, sobretudo na Ásia, continente em que a demanda por aço segue aquecida.

As coreanas Posco e Dongkuk estão entre as mais cotadas. Entre as nacionais, apenas a CSN, de Benjamin Steinbruch, admitiu interesse. Steinbruch está capitalizado, mas há alguns pontos que o atrapalham, como resistências no

BNDES (credor da CSA que terá de aprovar a venda) e na Vale (ter um sócio autossuficiente em minério, como é o caso da CSN, não faria muito sentido). Para a Thyssen, só um ponto interessa — o ponto final
pivetta

pivetta

613 28/05/2007
Caindo abaixo de R$ 9.70 estou comprando. Ação barata. Abs
bbb0607

bbb0607

4315 08/10/2007
Preço do aço abre guerra entre siderúrgicas e montadoras
03 de dezembro de 2012 | 9h 09
Notícia
A+ A-
Assine a Newsletter




RAQUEL LANDIM - Agencia Estado
SÃO PAULO - Dois lobbies muito poderosos estão travando uma guerra silenciosa nos gabinetes de Brasília. Os fabricantes de aço pressionam o governo federal a adotar barreiras contra a importação, mas encontraram um adversário de peso pela frente: as montadoras.

As siderúrgicas sofreram um importante revés. No fim de setembro, a administração Dilma Rousseff negou um pedido da CSN, apoiado por Usiminas e Arcelor Mittal, para adotar uma tarifa antidumping contra a importação de aço revestido, o mais utilizado por fabricantes de veículos e eletrodomésticos, vindo, principalmente, da China.

Em 144 páginas de parecer, o mais longo da sua história, o Departamento de Defesa Comercial (Decom), do Ministério do Desenvolvimento, concluiu que ocorreu um surto de importações de aço com dumping (a preços abaixo dos praticados no mercado de origem) mas que isso não provocou dano para as siderúrgicas nacionais.

Em manifestações no processo, a Volkswagen afirmou que a imposição de medida antidumping neste caso seria "catastrófica" para a indústria automobilística nacional. A Renault informou que o mercado brasileiro "é um dos mais caros do mundo para adquirir aço".

A CSN, presidida pelo empresário Benjamin Steinbruch, foi surpreendida com a decisão e, conforme fontes ouvidas pelo Estado, vai fazer de tudo para reverter o resultado. A empresa entrou com um recurso, que está sendo analisado pelo ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel.

Também colocou seus executivos em campo para convencer as autoridades, principalmente no Ministério da Fazenda, da necessidade de proteger esse mercado. O setor vai tentar incluir o aço revestido na nova lista de aumentos de tarifa de importação que vem sendo preparada pelo governo para proteger a indústria nacional.
"Sob condições normais, o Brasil não precisa de aço importado. Só queremos isonomia.

Estamos percorrendo todos os secretários do governo para explicar isso", diz uma fonte do setor siderúrgico. "Não podemos interferir diretamente num processo antidumping, mas vamos reagir se o aço for incluído em alguma lista de exceção", diz uma fonte de uma montadora.

Está em jogo um mercado estimado em mais de R$ 4 bilhões por ano, que são as vendas de aço laminado plano revestido. Esse tipo de aço recebe um revestimento de zinco, pode ser vendido até pré pintado e, entre outras funções, é utilizado para fabricar carros e eletrodomésticos, como geladeiras.

O aço revestido custa hoje entre 15% e 20% mais caro que o tradicional. É, portanto, o produto que as siderúrgicas mais querem vender. Mas é também a principal matéria-prima de empresas poderosas.

No processo antidumping, aparecem como importadoras as montadoras Fiat, Ford, Volks e Renault, além de empresas de outros setores como Electrolux e Samsung. Embora estejam brigando para manter as tarifas de importação estáveis, as montadoras compram um volume pequeno de aço revestido fora do País. Essas empresas optam pelo produto local, porque precisam do aço em depósitos próximos de suas fábricas. A questão é que o valor do aço importado funciona como referência no Brasil. As tarifas de importação, portanto, interferem diretamente nas negociações de preço entre siderúrgicas e montadoras.

Frustração

Segundo fontes do mercado, a CSN ficou muito frustrada com o resultado negativo do caso antidumping, porque contraria o discurso protecionista do governo Dilma. A empresa gastou cerca de R$ 300 mil no processo, que demorou 17 meses para ser concluído.

Foram cinco países investigados (Austrália, China, Coreia do Sul, Índia e México) e os técnicos do Decom visitaram as siderúrgicas brasileiras e as concorrentes no exterior. "Os técnicos do Decom estiveram nas fábricas e viram as linhas de produção paradas. Se isso não é dano, não sei o que é", diz uma fonte.

O órgão encontrou um aumento expressivo das importações no período investigado, cuja participação no consumo do País saltou de apenas 4,5% em 2006 pra 36,6% em 2010. Também encontrou margens de dumping que variavam de US$ 77 a US$ 412 por tonelada.
Mas, na avaliação do Decom, as importações não estavam provocando dano para as siderúrgicas, cujos resultados melhoraram no período. O lucro operacional das empresas cresceu 51,9% entre 2006 e 2010. Em seu recurso, a CSN argumenta que os dados estão distorcidos por acontecimentos excepcionais, como a explosão de um alto-forno em 2006.

"Não adianta uma margem de dumping elevada se falta o dano. Os indicadores mostram uma recuperação do setor no período", disse Felipe Hees, diretor do Decom. "Nenhuma empresa montaria um processo desse se não se sentisse prejudicada pelas importações", afirma Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo do Instituto Aço Brasil. Procuradas, CSN, Arcelor e Usiminas não deram entrevista. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,preco-do-aco-abre-guerra-entre-siderurgicas-e-montadoras,136675,0.htm
bbb0607

bbb0607

4315 08/10/2007
Arrancada no fim?
Compartilhar:
Por Antonio Perez, Aline Cury Zampieri e Luciana Seabra | De São Paulo
De um lado, a decepção com o ritmo de recuperação da economia brasileira, após o PIB raquítico do terceiro trimestre. Do outro, tênues sinais de que o ambiente externo começa a desanuviar, com diminuição dos temores de recessão americana e de quebradeira na Europa. No meio do caminho, a esperança de que o Índice Bovespa, após tanto apanhar, possa arrancar na reta final e presentear os investidores com um rali no fim de ano. E a expectativa se justifica. De 2001 a 2011, o Ibovespa só amargou queda em dezembro uma única vez, e foi justamente no ano passado, quando caiu 0,21%.

Segundo a maioria dos analistas ouvidos pelo Valor, há uma possibilidade razoável de que o Ibovespa feche dezembro no azul. Mas é bom não se animar muito. Uma arrancada até os 70 mil pontos, que ainda era cogitada há alguns meses, saiu do radar. O estrategista do BB Investimentos, Hamilton Moreira Alves, por exemplo, que no começo do ano previa Ibovespa aos 67 mil, revisou a estimativa para 60 mil. Isso levaria o índice a fechar dezembro em alta de 4,40%. Não é uma arrancada, mas representaria uma recuperação, já que em 2012, até novembro, o Ibovespa sobe apenas 1,27%.


Essa caminhada até os 60 mil, contudo, não será nada suave. Além do PIB fraco no terceiro trimestre, que esfria um pouco o ânimo com 2013, e do crescente temor de medidas do governo (vide guerra dos spreads e pacote de energia), há um ambiente externo ainda duvidoso. E é justamente lá fora, dizem os analistas, que vai ser definido o rumo do Ibovespa.

A crise da dívida na Europa, um fantasma que assombrou o mercado durante todo o ano, assusta menos após a aprovação de nova rodada de auxílio financeiro à Grécia. As atenções estão voltadas agora para os Estados Unidos e a China. No caso do gigante asiático, há dúvidas sobre o ritmo de crescimento em meio à troca de governo. Já nos EUA, a expectativa gira em torno de um acordo no congresso americano para evitar o chamado "abismo fiscal" - uma combinação de corte de gastos e aumento de impostos automáticos capaz de jogar a economia americana na recessão.

Para a bolsa brasileira engatar um rali em dezembro, os Estados Unidos precisam colaborar, afirma Felipe Tâmega, economista-chefe da gestora Modal. Se o governo americano deixar para resolver o "fiscal cliff" no ano que vem, diz, a bolsa deve cair. Já a sinalização breve de uma solução dispararia uma alta das bolsas internacionais e brasileira. Ele acredita no segundo cenário. "Temos uma perspectiva de que o problema será resolvido", afirma Tâmega, que também vê uma retomada do ciclo de investimentos na China.

Para o sócio-executivo da Quest Investimentos, o Ibovespa pode experimentar uma "reação técnica" e alcançar os 60 mil pontos. Fortalecido pela reeleição, o presidente Barack Obama deve conseguir costurar um acordo no congresso americano para evitar o "fiscal cliff", levando a um repique das bolsas americanas. "O Ibovespa seria puxado por essa onda, com reação de alguns papéis de setores que sofreram muito este ano, como uma ou outra ação de siderurgia", afirma. "Mas não acredito em um movimento maior, para os 70 mil pontos, porque a visão para Vale e Petrobras, que ainda pesam muito no Ibovespa, segue ruim. No caso da Vale, falta uma previsibilidade maior do ritmo de crescimento da China", afirma.

Em relatório de estratégia de ações para a América Latina divulgado na quinta-feira, dia 29, os analistas do Bank of America Merrill Lynch (BofA) também descartam uma valorização expressiva da bolsa em dezembro. "Incertezas globais impedem que o investidor acredite em um rali de fim de ano, sensação que acabou sendo confirmada pelo fluxo de recursos de fundos da semana encerrada em 28 de novembro", afirmam os analistas Felipe Hirai e Marina Valle. Os fundos da América Latina viram retiradas de US$ 14 milhões, US$ 2,6 milhões em carteiras dedicadas ao Brasil.

O analista da corretora Planner Brian Moretti também mostra ceticismo com a bolsa brasileira. "Estamos vendo um cenário de maior risco se comparado com a virada do último mês", afirma. A indefinição sobre a questão fiscal dos EUA e os dados fracos da economia brasileira, na opinião dele, jogam contra um rali da bolsa em dezembro. As posições "vendidas" em ações (ou seja, apostas na queda), que a corretora acompanha mensalmente, cresceram com relação a outubro, segundo Moretti. Ele acredita que o cenário interno, como o imbróglio da renovação das elétricas, vai pesar sobre o mercado e pode até fazer o Ibovespa ficar para trás no caso de uma alta das bolsas internacionais.

http://www.valor.com.br/financas/2925388/arrancada-no-fim
jmaria

jmaria

774 10/04/2007
Enquanto não se definir a questão da compra da casa, vamos continuar nesse ritmo. É o que eu penso.
mtraderpn

mtraderpn

370 23/01/2007
Bem amigos da Rede Globo, digo, CSN. Continuo aqui sem entender essa disparada da USIMico (3%)13,00 já e a CSN, que tomou uma paulada no último leilão, a 10,48 (-0,10). Os donos da banca continuam na compra da Usimico e descarregando a CSN. Realmente acho que o mistério está nos aluguéis. Enquanto a turma não der o braço a torcer vamos ficar nesta m*rda mesmo... Só digo uma coisa: quando essa praga desengripar vai direto nos 15,00 logo de cara, numa barra só, escreve aí. Isso já virou brincadeira, papel dá lucro pô...paga dividendo, essa USIMico não paga nada e ainda sobe como foguete? Para com isso...
  • 03 Dez 2012, 12:19
  • 03 Dez 2012, 12:23
  • Tweet
bbb0607

bbb0607

4315 08/10/2007
como se diz na gíria, "é isso aí bicho".....

Login Necessário Por favor efetue o login para escrever um comentário.

Ativos Discutidos
BOV:CSNA3 5.18 7.9%
Cia Siderurgica Nacional
Cia Siderurgica Nacional
Maiores Altas (%)
BOV:MTSA4 48.00 11.3%
BOV:BOBR4 1.40 11.1%
BOV:UCAS3 1.23 9.8%
BOV:ESPA3 8.31 8.8%
BOV:CSNA3 5.20 8.3%
BOV:AURE3 13.02 8.1%
BOV:CMIN3 5.22 8.1%
BOV:LIGT3 3.16 7.8%
BOV:ANIM3 2.89 7.8%
BOV:MGLU3 5.23 7.6%
Maiores Baixas (%)
BOV:AZTE11 0.06 -25.0%
BOV:ONCO3 0.74 -20.4%
BOV:ESTR4 2.17 -19.6%
BOV:OIBR4 0.66 -15.4%
BOV:PATI3 30.22 -13.7%
BOV:JFEN3 0.60 -9.1%
BOV:INEP3 1.80 -8.6%
BOV:AZTE3 1.13 -8.1%
BOV:OIBR3 0.12 -7.7%
BOV:TCSA3 0.72 -7.7%
Índices Mundiais
Alemanha -0.9%
Austrália 0.3%
Brasil 3.0%
Canadá 0.3%
EUA (Dow Jones) 0.3%
EUA (NASDAQ) 0.4%
França 0.0%
Grécia 0.0%
Holanda 0.0%
Inglaterra 0.2%
Itália 0.0%
Portugal 0.0%

Dado por: