joaquimcesario
- Dono
- 4899
- 30/04/2007
| Gráfico Intraday: BOV:CSNA3 | Gráfico Longo-Prazo: BOV:CSNA3 |
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De olho no GAP 58,61.
Focando Csna3 (CSNA3)joaquimcesario
De olho no GAP 58,61. |
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Comentários
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joaquimcesario
4899 30/04/2007FATOR:
Tendência Principal: Alta
Tendência de Curto Prazo: Baixa
O rompimento da base da zona de congestão em forma de triângulo confirmou uma queda mais importante (objetivos imediatos em R$ 53,50 e R$ 50,00), tornando pouco interessante a manutenção de posições voltadas para o curto prazo.
RESISTÊNCIAS: 55,35 56,30
SUPORTES: 52,80 51,60
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joaquimcesario
4899 30/04/200723 de 328
MarcioGandra
409 12/02/200724 de 328
mrms
359 15/12/200925 de 328
joaquimcesario
4899 30/04/2007ÁGORA: O papel continua agulhado na venda e ganhando cada vez mais tendência no seu Adx, tendo agora o principal objetivo de queda no suporte importante em 51,61, abrindo cada vez mais suas BB. O ativo ainda não tem sinal de fundo, mas acima dos 56,15 já aliviaria o seu intraday o suficiente para começar a sugerir algum repique em busca do fechamento de gap deixado em 58,08. Seu OBV segue dando corda para este movimento, também nas mínimas dos últimos meses.
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jmaria
774 10/04/200727 de 328
vandercaph
468 17/02/2009"OLHA EU AQUI ".
COMPRANDO
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joaquimcesario
4899 30/04/2007Veja o companheiro de jornada que caso CSNA3 consiga retornar ao seu TH recente (últimos 3 meses) de 65,80 o up é formidável, isto é, mais de 20% - e isto em uma ação blue chip de empresa sólida e em expansão agressiva, em um mercado (siderurgia) com tendência de recuperação. Mesmo que seja de MP (6 meses mais ou menos) tal retorno, caso ocorra 20% não é desprezível (afora dividendos).
Pois é vandercaph, muita água vai rolar com as novelas tanto da compra da indústria portuguesa de cimento quanto da venda (parcial, parece) da já tão aguardada OPA da Mina Casa de Pedra.
Serão emoções fortes e vamos atrás delas, por que não?
Até mais ver, portanto...
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jcbasta
112 30/06/2008bom abraços a todos e bons lucros.
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joaquimcesario
4899 30/04/2007Para baixo depende se perder 53,30 quanddo deve buscar 51,60 mais ou menos.
A CONFIRMAR...
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joaquimcesario
4899 30/04/2007Tendência Principal: Alta
Tendência de Curto Prazo: Baixa
A consecução do objetivo imediato de R$ 53,50 e o esgotamento do Índice de Força Relativa poderão motivar um congestionamento ou repique corretivo, embora sem condições de reverter a atual tendência de baixa.
RESISTÊNCIAS: 55,00 55,60
SUPORTES: 53,25 51,80
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joaquimcesario
4899 30/04/2007ACOMPANHAR...
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joaquimcesario
4899 30/04/2007Depois de cinco quedas seguidas, o Índice Bovespa deixou um sinal de fundo, marcando então importância maior ao novo suporte em 65.920 pontos, que está pouco acima dos 65.500 pontos que já era conhecido. Com isso, seus indicadores que estavam sobrevendidos vão começando a se aliviar e pode ainda causar algum repique. Suas bandas de bollinger, em conjunto com sua indefinição de curto prazo, ainda não sugere grandes rallys antes de novo estreitamento. Esse novo suporte citado pode merecer uma atenção mais especial, já que seu rompimento agora caracterizaria um pivot de queda de maneira mais clara e isso poderia causar mais força vendedora. No campo superior, tem ainda uma resistência intradiária bem próxima a 67.670 pontos, mas a principal ainda é a máxima do ano em 67.780 pontos. Seu OBV segue enfraquecido por conta das últimas quedas com volume elevado.
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joaquimcesario
4899 30/04/200735 de 328
vandercaph
468 17/02/200936 de 328
tfsampaio
64 28/10/200937 de 328
cvug
8718 25/04/2007www.twitter.com/tradedodia
Abraços e bons lucros a todos!
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joaquimcesario
4899 30/04/2007Tô concentrado e acumulando paulatinamente na ação com meta incial do fechamento do refeirod GAP e após algo em torno de 60,00 e, dependendo, com meta seguinte no TH de 65,80 (TH final de outubro passado).
As possibilidades de ganhos no MP são muito maiores do que de perda, mas já no CP tendenrá haver muita violatilidade que, com parcimônia, paciência, inetligência e um tanto de experiência, pode otimizar ainda mais os possíveis ganhos.
Até mais ver, pois...
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vandercaph
468 17/02/200940 de 328
joaquimcesario
4899 30/04/2007Para 2010, essa tendência de retomada deve de fato se consolidar, acompanhando a expectativa de crescimento da atividade econômica brasileira e a melhora nos níveis de demanda, tanto no mercado doméstico quanto no internacional. É isso que espera a maioria dos analistas do mercado, que aponta como top pick do setor as ações da CSN (CSNA3).
Apesar de também apostar CSN, a equipe da Fator não se mostra tão otimista com a consolidação do setor. Segundo os analistas da corretora, as perspectivas são melhores para 2010, “porém não esperamos que o setor consiga se recuperar plenamente no ano”, apostando que os níveis pré-crise sejam visto apenas em 2011.
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2009:
Começo penalizado...
Antes de projetarmos o que virá pela frente, é importante primeiro entender o que ficou para trás. O ano de 2009 pode ser dividido em duas fases. A primeira veio desde o começo de janeiro até meados de maio, quando os impactos da crise financeira eram visivelmente perceptíveis aos olhos do mercado, afetando diretamente o setor siderúrgico.
Por conta da retração da atividade industrial em todo o mundo, a produção de aço reduziu bruscamente, voltando a preocupação maior das siderúrgicas à adequação dos níveis de estoque. “Toda a cadeia de produção de aço foi impactada, tanto em demanda quanto em preços”, afirma o analista da Link Investimentos, Leonardo Alves. Por conta da demanda retraída, muitas companhias passaram a praticar descontos de até 25% nos preços do aço.
Tendo em vista o cenário extremamente preocupante par ao setor, as ações das empresas de siderurgia foram fortemente depreciadas, precificando um horizonte nebuloso no longo prazo. “As perspectivas eram bastante negativas e as ações desse setor precificavam um cenário bastante ruim para os próximos anos”, conclui Alves.
...e recuperação guiada pelo governo
Contudo, o destino cada vez mais obscuro das produtoras de aço começou a ganhar um viés positivo ainda no segundo trimestre do ano, impulsionado pela série de medidas do governo para estimular a economia doméstica, como a isenção do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para produtos da linha branca e automóveis, estimulando o consumo e, consequentemente, a produção desses materiais.
Outro projeto governamental lançado no País que teve forte contribuição para as siderúrgicas foi o programa “Minha Casa, Minha Vida”, voltado para a construção de casas populares para a população de baixa renda, estimulando assim a demanda por aços longos.
Em meio à reviravolta no setor num pequeno intervalo de tempo, as ações das siderúrgicas, que até então precificavam um futuro incerto, passaram a acumular ganhos. “Com a rápida recuperação, vimos grandes valorizações dos papéis durante este ano”, confirma Alves.
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2010:
Muitos drivers sugerem expansão do setor
Seguindo a retomada registrada no segundo quarto de 2009, a expectativa dos analistas de mercado é de que essa tendência se mantenha ao longo de 2010, e fatores não faltam para que esse sentimento de otimismo se consolide.
“Para o Brasil, a expectativa é que a produção de aço volte a plena capacidade, com uma indústria ainda forte, e com o começo dos investimentos em obras de infraestrutura para a Copa de 2014, Olimpíadas do Rio em 2016, as demais obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e para investimentos para exploração do pré-sal”, prevê Alves.
A isenção do IPI, que encerraria em dezembro, foi postergada até março do ano que vem para automóveis “total flex”. Os melhores níveis de emprego e de renda da população e a expansão do crédito deverão sustentar as vendas em 2010 do setor automobilístico, que é responsável por 35% das vendas de aços planos das siderúrgicas.
Além disso, a expectativa de forte crescimento do mercado imobiliário no País, impulsionados pelo programa “Minha Casa, Minha Vida” e pela maior oferta de crédito, aliada às projeções otimistas para o PIB (Produto Interno Bruto) à recuperação dos níveis de atividade industrial, deverá contribuir para que as siderúrgicas comecem a religar seus alto-fornos.
Considerando o aumento da demanda, Fator estima que a produção de aço no Brasil deva avançar 15% em 2010.
Investimentos retomados, preços pressionados
Em meio ao cenário de demanda aquecida no mercado interno, o analista da Link Investimentos acredita que novos investimentos podem ser anunciados pelas siderúrgicas em 2010, de modo a alinhar seus níveis de capacidade produtiva com o consumo doméstico. Contudo, a Fator espera que o ritmo dos investimentos seja “menor que o observado na época dos respectivos anúncios”.
Mesmo com todo esse ambiente a favor das siderúrgicas, os preços devem sofrer pequena variação positiva em 2010. “Em relação aos preços, um possível aumento será bastante limitado, já que os preços internacionais deverão continuar baixos, impossibilitando fortes aumentos no mercado interno”, diz Alves.
Os preços no mercado internacional também deverão permanecer pressionados. Segundo a Fator, a expectativa de que a produção chinesa atinja em 2010 os mesmos níveis de 2009 aumenta a possibilidade do país direcionar o excedente produzido para as exportações, competindo com as siderúrgicas brasileiras. No entanto, o real valorizado pode tornar o aço chinês mais atraente do que o brasileiro.
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Recomendações:
CSN: exposição ao minério e possível IPO sustentam preferência
Diante dessas projeções, o consenso dos mercados aponta os papéis da CSN como principal recomendação para 2010. Um dos fatores que destoa a siderúrgica de seus pares do setor está na sua forte exposição ao minério de ferro. Segundo Alves, a companhia sairá beneficiada caso a negociação com a China leve a um reajuste superior a 15% no preço da commodity, “atual média das perspectivas do mercado”.
Além disso, a mais antiga siderúrgica brasileira pode sair ganhando com um possível IPO (Initial Public Offering) de seus ativos de mineração, como é o caso da mina de Casa de Pedra. Segundo os analistas do Bank of America Merrill Lynch, a abertura de capital ou a venda de um desses ativos poderia trazer ganhos entre 10% e 15% de seu valor atual.
Vale destacar também que a companhia foi uma das quatro empresas brasileiras selecionadas pelo Barclays entre as 71 ações recomendadas do continente americano em 2010.
Recentemente, a empresa ganhou um viés negativo no mercado por conta da proposta feita para a compra da produtora de cimentos Cimpor, o que levou a agência de classificação de risco Fitch a anunciar que os ratings da siderúrgica podem ser rebaixados por conta da deterioração de seu endividamento. Contudo, apesar do impacto negativo no curto prazo, a Banif Corretora acredita que a transação é muito atrativa para os projetos de infraestrutura voltados para a Copa do Mundo e as Olimpíadas.
Já a Ativa aposta na Gerdau
Contrariando o consenso dos analistas, a Ativa Corretora aponta as ações da Gerdau (GGBR4). Sua equipe de análise acredita que a companhia seja a mais beneficiada nos investimentos em infraestrutura e na expansão do mercado imobiliário, “tendo em vista sua maior concentração em aços longos”. Além disso, sua forte exposição aos EUA pode ser vantajosa, caso as obras de desenvolvimento da principal economia do mundo sejam iniciadas.
Falta de catalisadores afasta Usiminas
Apesar de a Usiminas (USIM5) ser uma das principais fornecedoras de aços planos nos mercados automotivo e industrial, os analistas do Banco Safra afirmam que a ausência de catalisadores relevantes no curto prazo fazem com que suas concorrentes sejam um investimento mais atraente. Aliado a isso, a empresa não apresenta uma “estrutura totalmente integrada”.
O analista Rodrigo Fernandes, da Fator, complementa dizendo que o retorno das alíquotas do IPI sobre os veículos poderá desacelerar as vendas para o setor, o cliente mais importante da Usiminas. Ademais, o preço do carvão comprado em 2009 poderá continuar a impactar o resultado da empresa, retardando seu processo de recuperação.