RENA_FERA
- Dono
- 126
- 24/05/2007
Considerando os preços médios do último dia de cada mês.
GAFISA (GFSA3), Cotação: R$ 29,99, Preço Alvo: R$ 45,90
· A empresa: A Gafisa surgiu em 2006 através de uma associação entre a GP Investimentos e a incorporadora Gomes de
Almeida Fernandes, que possuía 30 anos de experiência no mercado imobiliário. A companhia atua na incorporação de
projetos imobiliários - imóveis residenciais verticais e horizontais - destinados às classes populares (FIT Residencial), média e
de alta renda. Em outubro de 2006 a Gafisa adquiriu 60% de participação no capital da Alphaville Urbanismo S A, a maior
empresa incorporadora de projetos de desenvolvimento urbano no Brasil. O banco de terrenos das duas empresas atingia na
época o equivalente a R$ 4,1 bilhões de vendas futuras e atualmente está em R$ 5,7 bilhões.
Recursos principais








Comentários
2061 de 6399
Primo10
54 06/11/20072062 de 6399
malfer
467 13/07/20072063 de 6399
malfer
467 13/07/2007Isso é natural no Mercado. Esse sobe e desce. O bom é que vai no fundo do poço e dai as coisas melhorando, volta a subir.
Como sempre... Vender na Alta e Comprar na baixa.
Bons negócios a todos!
2064 de 6399
Primo10
54 06/11/2007Confio no papel ( senao nem compraria) porem o que me preocupa é a gravidade da crise externa que parece nao ter soluçao no curto prazo.
2065 de 6399
malfer
467 13/07/2007Se você não tiver pressa, fica tranquilo que depois sobe. Ai quando voltar a melhor, se vc tiver algum pra melhorar teu preço médio, ai vale a pena.
[]´s
2066 de 6399
arqpaulolima
1999 20/08/2007Ainda estamos a 5hs do fechamento do pregão, mas uma coisa interessantíssima está acontecendo analisando o gráfico da Gafisa.
Notem q pela formação do pivot de baixa ocorrido entre 26 e 30/05 (quem diria q aquilo fosse se tornar um pivot hein!!!), fazendo o posicionamento do Fibo hoje atingimos exatamente essa projeção em 23,75 e a ação repicou (pelo menos até o momento). Seria esse, finalmente, o fundo da cova? É aguardar as 17hs pra ver.
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2067 de 6399
malfer
467 13/07/2007Vamos aguardar as 17:00 e esperar que amanhã o Indíce Futuro chegue nos 2% até as 10:00, ai sim, vamos nos 4 a 6% de alta hein!
[]´s
2068 de 6399
adrimed
6427 04/01/2007Atenciosamente aguardo respostas dos colegas!
Desculpem por perguntar neste forum!
2069 de 6399
malfer
467 13/07/20072070 de 6399
advrsb1
421 08/08/2007Captação facilitada
como ele afeta o mercado imobiliário?
Se o cenário para o setor da construção civil já era favorável neste ano, o otimismo foi redobrado recentemente. A agência de risco Standard & Poor´s, no último dia de abril, elevou a nota do Brasil em moeda estrangeira, dando o status de "investment grade" ao País. Traduzido, o termo significa grau de investimento, e trata-se de uma recomendação de investimento. Algumas fundações e investidores estrangeiros só investem em países que possuem o tal grau de investimento. Assim, ao atingir essa classificação, o Brasil passa a ser visto por outros países como uma opção mais segura para o direcionamento de recursos financeiros.
Os especialistas consultados são unânimes ao apontar que os setores mais beneficiados com a mudança serão os bancários e a construção civil, além do varejo. As empresas do setor imobiliário, que já há alguns anos estão em processo de abertura e expansão de capital, terão mais facilidade para atrair investidores e recursos.
De acordo com análise do banco UBS Pactual, a nova classificação vai trazer "maior fluxo de capital externo aos mercados brasileiros, melhoras na oferta de crédito e apreciação do real, que deve contribuir beneficamente com o cenário inflacionário". A instituição elenca as dez empresas que mais devem se beneficiar com o investment grade, e coloca duas companhias do setor da construção, entre elas: a Rossi Residencial e a PDG Realty. São companhias cujas ações o banco recomenda a compra. Para a instituição, o preço da ação da Rossi (RSI D3) deve chegar a R$ 35. No dia 9 de maio, estava em R$ 18. Antes disso, no dia 7, veio o primeiro grande aporte após o anúncio do investment grade: a administradora de capitais norte-americana Janus comprou 5,6% das ações da construtora. (Às vésperas de anunciar seus resultados do primeiro trimestre, a incorporadora preferiu não comentar os números e o cenário).
Entrada de capital
Outra empresa que já colhe os frutos do investment grade é a Gafisa. No dia 8 de maio, o banco de investimentos Morgan Stanley comprou 16 milhões de ações ordinárias da incorporadora, o que representa 12,4% do total de ações emitidas pela companhia na Bovespa. Mostrando que o interesse é puramente financeiro, o banco adiantou-se em anunciar que seu objetivo na aquisição foi apenas o de investimento, e o negócio não objetiva alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da Companhia.
Antes da aquisição, a Gafisa já comemorava o novo status da economia brasileira. "Estamos muito felizes por a Standard & Poor's ter elevado o rating da dívida externa brasileira para investment grade. Isso será muito positivo para a economia brasileira em geral e deve aumentar a liquidez nos mercados de dívida e de capitais, pois agora mais investidores perceberão o forte potencial de crescimento do Brasil", dizia Wilson Amaral, CEO da Gafisa, no dia 6 de maio no anúncio dos resultados da companhia no primeiro trimestre.
Não há motivos para crer que o contexto atual venha a se deteriorar em futuro próximo. O único senão, o aperto na política monetária a fim de conter a inflação, preocupa alguns, mas não ao ponto de apostarem em uma inversão da curva de crescimento. Em visita ao Secovi-SP (Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo) no começo de maio, Manoel Felix Cintra Neto, presidente da BM & F, resumiu o quadro atual. "Esse crescimento sustentado que o Brasil vive e o desenvolvimento dos mercados imobiliário e de capitais vieram para ficar. O investment grade começou com a estabilidade econômica em 1994, continuou com a responsabilidade fiscal e monetária do atual governo e é isso que trouxe o País para esse patamar." Neto, por outro lado, criticou alguns pontos da política monetária. "Um país que é investment grade não era mais para pagar juros tão elevados. O setor público, que deveria ser o maior gerador de poupança, gasta mais do que deveria gastar. Ou seja, isso só vai se ajustar com uma política fiscal mais responsável, em que se gaste menos e demande menos capital."
Por Vinícius Segalla
Construção mercado 83 - junho 2008
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Barra 2000
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buda2
2099 12/11/20062073 de 6399
arqpaulolima
1999 20/08/2007Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
2074 de 6399
MarcioGandra
409 12/02/20072075 de 6399
wilson24
1089 05/11/20072076 de 6399
pezzente
3253 28/02/2007Por: Giulia Santos Camillo
11/07/08 - 10h10
InfoMoney
SÃO PAULO - Os analistas setoriais do banco UBS Pactual costumam organizar uma lista recomendando ações de empresas que devem ter performance melhor do que seus maiores rivais. Atualmente, a instituição tem três sugestões em aberto e 31 terminadas.
Até o início da semana, os papéis listados como "preferidos" tiveram um desempenho superior ao dos rivais. Das 31 sugestões finalizadas, 20 das ações selecionadas tiveram performance melhor que seus pares, enquanto das três recomendações ainda válidas, duas tiveram desempenho acima da média das rivais.
Preferidas
Os setores que têm ações nas recomendações comparativas são: o aéreo, o imobiliário e o de telecomunicações. As preferidas do banco são Net (NETC4), TAM (TAMM4) e Rossi Residencial (RSID3), em detrimento de Telmex International, GOL (GOLL4) e Gafisa (GFSA3), respectivamente.
Net - Com múltiplos mais baixos do que a rival Telmex, a Net também possui melhores perspectivas de crescimento, segundo o analista do UBS, Carlos Sequeira. Ele acredita que a atual valorização da Telmex não se apóia nos fundamentos de longo prazo da empresa. Na comparação entre o desempenho dos dois papéis a partir de 13 de junho deste ano, a Net sofreu desvalorização de 6,2%, enquanto as ações da Telmex caíram 15,6%.
TAM - Conforme análise de Rodrigo Góes, a alta da cotação internacional do barril de petróleo deve continuar pressionando os resultados das duas aéreas, com as previsões de lucro da GOL caindo 48% neste ano e as da TAM, 18%. Somado a isso, o fato do analista prever ganhos mais baixos para a GOL, devido às dificuldades de integração da Varig, aponta para a preferência da TAM. No período entre 9 de junho e 8 de julho, as ações da GOL caíram 35,8%, enquanto a TAM apresentou declínio de 18,7%.
Rossi - Dentre as três recomendações, a Rossi foi a única dentre as preferidas pelo UBS que teve performance inferior à rival. Contando a partir do dia 13 de março, o valor de mercado da empresa caiu 37,1%, enquanto o da Gafisa recuou 18,0%. Para os analistas do banco, o grande desconto em que são negociadas as ações da Rossi em relação à rival deve oferecer uma boa oportunidade de valorização, principalmente quando os investidores perceberem seu forte momento e boa exposição aos mercados de média e baixa renda.
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Barra 2000
3832 09/02/2008Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
2078 de 6399
ADEVAL
4924 01/11/2006ROBERTA NAMOUR
BAIRROS PLANEJADOS: o empreendimento localizado em Cotia, na Grande São Paulo, tem 2,3 mil unidades. Já o condomínio construído em Camaçari, na Bahia, soma 6,5 mil imóveis
OMERCADO IMOBILIÁRIO vive hoje um dilema entre o custo e a demanda. Com um déficit habitacional de 1,5 milhão de moradias, as famílias de baixa renda, entre 4 e 10 salários mínimos, se tornaram um público cada vez mais promissor. O problema, porém, está em conseguir oferecer imóveis condizentes à realidade financeira desse segmento. A Gafisa e a Odebrecht Empreendimentos Imobiliários procuraram dar uma resposta a essa equação. Para isso, criaram em 2007 uma joint venture chamada Bairro Novo.
A proposta da nova empresa é construir bairros planejados de, no mínimo, mil unidades, com casas e apartamentos no valor de R$ 60 mil a R$ 95 mil. Baseado no modelo de habitação do México, onde são construídas mais de 700 mil moradias por ano, o segredo da empresa está na larga escala. "O custo com a compra de materiais é reduzido em função da grande quantidade", explica Roberto Senna, diretor presidente da Bairro Novo. Para se ter uma idéia, se em um edifício comum de 16 andares, com 64 unidades, existe uma demanda de 384 portas, nos empreendimentos da Bairro Novo são necessárias ao menos seis mil portas. Tanto a compra como o método produtivo segue um modelo industrial. Na construção, a empresa encontrou um jeito de diminuir a quantidade de materiais e de mão-de-obra. A obra é feita através de moldes, com placas de alumínio. Basta jogar o concreto para construir as paredes. Cada molde já tem a previsão para a parte elétrica e hidráulica, reduzindo custo e tempo de construção. Todas as unidades seguem um padrão, com preparação para telefone, antena, TV a cabo e internet. Com uma construção simples e industrial, a empresa chega a levantar seis casas em três dias. A título de comparação, uma casa convencional de três dormitórios leva em média 120 dias para ser construída.
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2079 de 6399
ADEVAL
4924 01/11/20062080 de 6399
arqpaulolima
1999 20/08/2007Barra 2000,
Bem observado esses "W" nas ADR´s. Eu tb acredito que esses 22 seja o fundo em GFSA3, não tem pq essa ação, quem tem excelentes fundamentos, estar tão defasada como está.