RENA_FERA
- Dono
- 126
- 24/05/2007
Considerando os preços médios do último dia de cada mês.
GAFISA (GFSA3), Cotação: R$ 29,99, Preço Alvo: R$ 45,90
· A empresa: A Gafisa surgiu em 2006 através de uma associação entre a GP Investimentos e a incorporadora Gomes de
Almeida Fernandes, que possuía 30 anos de experiência no mercado imobiliário. A companhia atua na incorporação de
projetos imobiliários - imóveis residenciais verticais e horizontais - destinados às classes populares (FIT Residencial), média e
de alta renda. Em outubro de 2006 a Gafisa adquiriu 60% de participação no capital da Alphaville Urbanismo S A, a maior
empresa incorporadora de projetos de desenvolvimento urbano no Brasil. O banco de terrenos das duas empresas atingia na
época o equivalente a R$ 4,1 bilhões de vendas futuras e atualmente está em R$ 5,7 bilhões.
Recursos principais








Comentários
5721 de 6399
investplan
993 14/07/20085722 de 6399
noepsi
1277 04/03/2007http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1638279&path=/investimentos/
5723 de 6399
piculo
489 23/01/20085724 de 6399
educairo
136 12/05/20095725 de 6399
educairo
136 12/05/20095726 de 6399
educairo
136 12/05/20095727 de 6399
gudruzian
1708 21/11/2007ta aqui ainda amigo???
to pensando em voltar e fazer companhia para ti.
5728 de 6399
gudruzian
1708 21/11/2007aproveitando a deixa, se puder me manda aquele material que vc disse ter do Marcio Noronha. e-mail gudruzian@hotmail.com
obrigado!
5729 de 6399
piculo
489 23/01/2008Pois é cara, to quererndo entrar em ABYA3. To esperando um correçãozinha(que acho q pode acontecer)
E vc saiu de GFSA3 a quanto?
5730 de 6399
rodrigues3
2058 21/07/2007Notícia - Imóveis corporativos de luxo voltam a atrair os empresários
DCI
07.08.2009
A volta da confiança no desempenho da economia brasileira começa a estimular novamente empresários brasileiros e estrangeiros aos investimentos no mercado imobiliário corporativo. É o que mostra levantamento da Colliers International sobre o segundo trimestre de 2009, em São Paulo. No estudo, empresas de várias áreas voltaram a enfocar a expansão de suas infraestruturas, o que provocou aumento nas consultas e decisões imobiliárias no fim do período, principalmente entre empreendimentos de alto padrão, afirma André Strumpf, da divisão de escritórios da Colliers.
Segundo os dados da Colliers, o mercado de escritórios em edifícios A e A+ (considerados de alto padrão) ocupa, hoje, 1.123.112 metros quadrados em São Paulo. As áreas disponíveis representam 83.562 metros quadrados, distribuídas nas principais regiões de escritórios da capital, e respondem a vacância de 5,3% nos edifícios A+ e de 6,9% nos edifícios A.
A consultoria estima que até o final de 2009 se dê o incremento de quase 160 mil m² de novas áreas de escritórios, número sustentado pela entrega de cinco empreendimentos, com destaque para as torres do International Plaza II (Itaim) e do Grupo Santander (Vila Olímpia). Para André Strumpf, tais dados permitem estimar para o final deste ano estoque de 1.366.430 m² e vacância não superior a 11%, denotando um mercado saudável e resistente.
"Percebemos que em razão da crise financeira mundial, muitas empresas, principalmente aquelas que são ligadas ao setor imobiliário, como as da indústria automobilística e de autopeças, foram mais cautelosas nas tomadas de decisão. Antes, elas não vislumbravam um horizonte de mudança. Porém, tais medidas se reverteram no final de junho, quando este horizonte passou a existir e os processos de mudança e expansão aconteceram de novo", declarou o executivo da Colliers.
Recorde
Um exemplo de negócio bem-sucedido no segmento de imóveis corporativos de luxo são os complexos urbanísticos de alto padrão desenhados pela AlphaVille Urbanismo, que com 14 anos de existência já contabiliza mais de 35 milhões de metros quadrados de urbanização, número que saltará para cerca de 140 milhões até 2012, como afirma Fábio Valle, diretor comercial da empresa.
O desempenho de vendas do segmento surpreende quando vem a notícia de que o AlphaVille Granja Viana, lançado no mês passado pela corporação, e que consumiu aporte de R$ 30 milhões, viu nas primeiras quatro horas de abertura do estande 80% dos lotes do empreendimento comercializados, o que gerou um VGV (valor geral de vendas) de R$ 80 milhões. Os lotes comerciais vendidos saem a R$ 800 o m².
"Percebemos um mercado bastante otimista e clientes cada vez mais seletivos na escolha dos empreendimentos. Eles estão em busca de conceitos diferenciados, imóveis ecologicamente corretos e sustentáveis, justamente por perceberem ser uma grande oportunidade de investimento, de alta liquidez e grande aceitação e valorização comercial", disse Valle.
Projetado em uma área de mais de 600 m², dos quais 380.241 m² correspondem a áreas verdes, o AlphaVille Granja Viana reunirá 304 lotes residenciais e 29 lotes comerciais. Valle explica que estes lotes comerciais localizam-se junto a entrada do empreendimento, do lado externo, o que possibilita que serviços como farmácias, padarias, lojas de confecção e escolas de inglês lá instalados, se beneficiem da boa localização e de toda a infraestrutura do complexo urbanístico.
A perspectiva da retomada do crescimento da economia também traz expectativas de negócios a shopping centers, a escritórios pequenos, de 30m² a 40 m², e a galpões industriais de grande porte. Afirmativa que vem ao encontro do otimismo observado nas palavras de João Crestana, reeleito recentemente presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) que também crê no potencial do mercado corporativo.
"Os investidores estão ativos na procura por imóveis desta categoria porque acreditam que o Brasil está andando, sem nenhuma euforia, é claro, mas bem melhor do que vem acontecendo lá fora. Isto significa novos negócios todos os dias e novas empresas à procura de sede", diz o presidente da entidade, afirmando que tal momento de euforia pode ser comparado ao de 2000, quando empreendimentos dirigidos às classes média e média alta cresciam cerca de 10% ao ano.
Fábio Rossi, diretor de Marketing da Itaplan Imóveis, também engrossa o coro e reforça que o "melhor investimento ainda é o mercado imobiliário". A Itaplan prevê o lançamento de 56 empreendimentos comerciais e residenciais. Entre eles encontram-se imóveis que vão de R$ 150 mil a R$ 1 milhão. Eles esperam vender 7,8 mil unidades até o final de 2009, o que contabiliza um retorno de R$ 1,2 bilhão à companhia.
fonte: http://www.newmarkkf.com.br/imprensa/noticia-interna.asp?id=1373
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rodrigues3
2058 21/07/2007Para executivos, queda dos juros e legislação que protege o credor farão negócio finalmente deslanchar
Leandro Modé
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O otimismo dos profissionais que trabalham com crédito imobiliário beira a euforia. Depois de décadas de desempenho errático, que deixaram o Brasil na lanterna do ranking que mede a relação entre esses financiamentos e o Produto Interno Bruto (PIB), a maioria deles não tem dúvidas: agora, o negócio vai deslanchar.
"Os astros finalmente se alinharam. Nunca tivemos uma combinação como a atual", diz o diretor executivo de Negócios Imobiliários do Grupo Santander Brasil, José Roberto Machado. "O boom imobiliário mundial dos últimos anos começa agora a acontecer no Brasil", completa o consultor técnico da vice-presidência da Caixa Econômica Federal, Teotônio Costa Resende.
São basicamente duas as razões que explicam o bom humor dos executivos. A queda da taxa básica de juros (Selic) para níveis historicamente baixos, que encontrou terreno fértil graças à melhora das leis que regulamentam o crédito imobiliário, a partir de 2004. Entre outros pontos, a legislação facilitou a retomada de imóveis com prestações em atraso.
Devem-se somar a esses fatores as perspectivas para financiamento de imóveis voltados para a baixa renda no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida. "Estamos preparados para atender a todas as faixas de renda", afirma o superintendente executivo do Departamento de Empréstimos e Financiamentos do Bradesco, Cláudio Borges. "A baixa renda é onde está a demanda."
Segundo especialistas, o déficit habitacional no Brasil está em 8 milhões de unidades e aumenta a cada ano por causa do crescimento vegetativo.
Algumas movimentações recentes no mercado dão pistas do que deve ocorrer nos próximos meses e anos. No início de agosto, por exemplo, a Equity International, que pertence ao bilionário americano Sam Zell, anunciou a intenção de abrir uma empresa de crédito imobiliário no Brasil. Procurada pelo Estado, a companhia não se manifestou.
Desde que o Banco Santander divulgou oficialmente que fará uma oferta pública de ações (OPA) no Brasil, analistas especulam sobre o destino que será dado ao dinheiro obtido na operação, estimado entre R$ 6 bilhões e R$ 7 bilhões. João Augusto Salles, da consultoria Lopes Filho & Associados, não tem dúvidas. "O banco aplicará os recursos no mercado imobiliário, onde tem experiência internacional", afirma.
Machado não comenta a especulação, mas deixa claro que o apetite do Santander no segmento é realmente grande. "Com ou sem OPA, vamos trabalhar para o banco crescer na área", diz. "O Santander gosta de crédito imobiliário."
Segundo os executivos, um dos maiores atrativos desse tipo de financiamento é a possibilidade de fidelizar o cliente. Ao longo de 20, 30 anos, o correntista acaba adquirindo outros produtos, como cartão de crédito, seguro de vida, etc.
Outra razão é o baixo índice de inadimplência. "Com a alienação fiduciária (mecanismo implementado no Brasil em 2004), o mutuário que deixa de pagar três prestações perde o imóvel", explica o vice-presidente do Banco do Brasil (BB), Paulo Rogério Caffarelli. "Por isso, todos se viram e acabam dando um jeito de manter o pagamento. Aqui, esse índice está perto de zero."
Embora seja uma instituição com mais de 200 anos de história, o BB é um novato em crédito imobiliário. Foi autorizado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) a atuar no segmento apenas em maio do ano passado. O primeiro produto da área para pessoas físicas saiu do forno há exatamente um ano e, para empresas, em dezembro.
Um dos desafios que o mercado brasileiro ainda não resolveu diz respeito à fonte de recursos. Hoje, 96% do estoque de crédito imobiliário (R$ 74 bilhões) vem da poupança, no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). O restante é oriundo de capital próprio dos bancos e de instrumentos financeiros como Letras Hipotecárias e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).
Por lei, os bancos brasileiros devem direcionar 65% dos depósitos da caderneta para financiar imóveis. "A maioria das instituições já está com a exigibilidade cumprida", observa o diretor de Crédito Imobiliário e Consórcio do HSBC, Antonio Barbosa. "A perspectiva de crescimento maior (do segmento) passa pela busca de outras fontes de recursos."
SECURITIZAÇÃO
Na semana passada, um passo decisivo foi dado nesse sentido, segundo o diretor da Brazilian Securities, Fabio Nogueira. A Câmara aprovou a Medida Provisória 460, que, entre outros pontos, autorizou a criação de fundos de investimento que tenham na carteira CRIs. "Há 10 anos, esperávamos por esse momento", comemora.
A empresa de Nogueira é uma securitizadora. Em outras palavras, cria produtos financeiros a partir de obrigações de crédito. Exemplo prático: pega diversos financiamentos originados por uma varejista, os empacota e vende para investidores dispostos a correr o risco.
Se o presidente Lula assinar a MP, companhias como a Brazilian Securities poderão criar fundos de CRIs. "Será uma opção ideal para pessoas que buscarão diversificar seus investimentos em meio à queda da taxa de juro", afirma.
5732 de 6399
SonymasterBR
3749 02/12/20075733 de 6399
danielnuno
29 04/06/2009Será q eh o início da reação?
Esse fim de pregão foi mto bom! e no After o papiro tb subiu!
Vamos em frente!
5734 de 6399
jfarrapo
771 09/04/20085735 de 6399
piculo
489 23/01/2008Cara, acredito que o mercado está indeciso por aguardar uma correção do IBOV e dos índices ao redor do mundo. Ou seja, pode haver correção intensa e o mercado ta esperando isso. Reparou o volume de ontem?! Muito baixo.
Esses suspiros de fim de pregão pode ser ruim(tipo o último suspiro do morto)
To líquido e esperando a tal correção.
5736 de 6399
educairo
136 12/05/2009Cara, acredito que o mercado está indeciso por aguardar uma correção do IBOV e dos índices ao redor do mundo. Ou seja, pode haver correção intensa e o mercado ta esperando isso. Reparou o volume de ontem?! Muito baixo.
Esses suspiros de fim de pregão pode ser ruim(tipo o último suspiro do morto)
To líquido e esperando a tal correção.
Falow tudo........deve vir correção mesmo.......vc acredita numa correção forte??
54k ou mais??
5737 de 6399
piculo
489 23/01/2008Cara, acredito que o mercado está indeciso por aguardar uma correção do IBOV e dos índices ao redor do mundo. Ou seja, pode haver correção intensa e o mercado ta esperando isso. Reparou o volume de ontem?! Muito baixo.
Esses suspiros de fim de pregão pode ser ruim(tipo o último suspiro do morto)
To líquido e esperando a tal correção.
Falow tudo........deve vir correção mesmo.......vc acredita numa correção forte??
54k ou mais??
Se vc pegar o dia 21/05/08 e traçar um fibo até o fundo histórico da crise verá q entre 56k e 57k pro IBOV é uma puta resistência(38,2% DE FIBO).
Vai corrigir até quanto? Não sei mas q pode chegar na casa dos 51k pode. Pq 51k? Pq é 50% de fibo.
precisa ser analista pra ver isso?! claro que não!
IFR do IBOV hoje(11/08/09) ta na casa dos 59... Ele pode corrigir até abaixo de 30 e, se entrar dinheiro novo na bolsa - pra ver isso é só observar o volume - ai sim a bolsa terá gas pra segurar os rally de alta... caso contrário será daytrade de grandes tubas engolindo sardinhada desavisada.
Obs.: não sou analista... só to falando baseado no que leio nos gráficos.
5738 de 6399
piculo
489 23/01/2008e nunca se esqueça: Dinheiro e sentimento não combinam. Subiu... deixar ir subindo... quando inverter do outro lado da montanha e escorrer larva(vermelhão) pule fora... e ponto. É assim que eu faço.
Depois disso... paciência pra entrar novamente.
Na prmeira perna da alta entrei aos 8,85 e sai ao 14,93. Voltei aos 15,00 e sai aos 20,00....Deixei cair aos 15,00 e voltei e sai aos 22,90.
Vamos ver se consigo pegar na casa dos 19,00 pra sair acima de 25,00
5739 de 6399
lcatapreta
5752 27/04/20095740 de 6399
piculo
489 23/01/2008voltou pro papel a quanto?! Ainda acho q tem coisa pra cair. CS tá paradinho(só fazendo a manutenção da posição)
No semamal ta bem caracterizado queda. IFR cruzando(em condição de queda) acima dos 70. Volume abaixo do registrado nos últimas semanas de alta.
Se a gente pegar 37,45 como topo histórico, 25,xx é resistência forte pra GFSA3. Hoje ela ta entre os 38,2% e 50% e hoje praticamente tocou nos 50% de fibo... quer dizer... se perder esses 50% de fibo(na casa dos 22,20) deve ir aos 61,8% - na casa dos 18,90.
É isso que eu acredito. Depende do movimento do mercado.
Ainda to totalmente líquido... quase entrei em ABYA3 mas perdi o bonde quando tava em 3,30)