RENA_FERA
- Dono
- 126
- 24/05/2007
Considerando os preços médios do último dia de cada mês.
GAFISA (GFSA3), Cotação: R$ 29,99, Preço Alvo: R$ 45,90
· A empresa: A Gafisa surgiu em 2006 através de uma associação entre a GP Investimentos e a incorporadora Gomes de
Almeida Fernandes, que possuía 30 anos de experiência no mercado imobiliário. A companhia atua na incorporação de
projetos imobiliários - imóveis residenciais verticais e horizontais - destinados às classes populares (FIT Residencial), média e
de alta renda. Em outubro de 2006 a Gafisa adquiriu 60% de participação no capital da Alphaville Urbanismo S A, a maior
empresa incorporadora de projetos de desenvolvimento urbano no Brasil. O banco de terrenos das duas empresas atingia na
época o equivalente a R$ 4,1 bilhões de vendas futuras e atualmente está em R$ 5,7 bilhões.
Recursos principais








Comentários
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yukioynoue
174 02/02/2011Para analista, investidores esperavam que as empresas pudessem, já em 2011, tocar os projetos com a própria geração de caixa
Marcelo Poli, de
Claudio Rossi/VOCÊ S/A
Com exceção da Eztec, as demais empresas já realizaram algum tipo de operação de captação de recursos, afirma Ricardo Tadeu Martins, analista da Planner
São Paulo – O setor de construção civil em bolsa começa a sentir a pressão dos investidores porque ainda não consegue andar com as próprias pernas. A expectativa era de que as empresas pudessem, já em 2011, tocar os projetos com a própria geração de caixa sem recorrer ao mercado de capitais, o que não está ocorrendo.
“Com exceção da Eztec que ainda mantém caixa positivo desde a abertura de seu capital, as demais empresas já realizaram algum tipo de operação de captação de recursos, seja via novas ações, debêntures e financiamentos direto com bancos”, afirma Ricardo Tadeu Martins, analista da Planner Corretora.
Ele lembra ainda que algumas ficaram pelo caminho e foram incorporadas, como a Company, Tenda, Abyara, Klabin Segall e Agra.
Apesar da demanda por móveis continuar forte no Brasil, Martins prefere tomar outro posicionamento sobre o assunto e coloca em xeque a continuidade da demanda no setor até o final deste ano. “Até mesmo o ‘Minha Casa, Minha Vida’, que deveria estar puxando o setor para cima, não atingiu suas metas nestes primeiros meses do ano”.
O setor imobiliário enfrenta ainda uma pressão sobre as margens, que já apresentaram uma queda nos balanços do primeiro trimestre de 2011, um reflexo dos altos custos de construção e de vendas menores, aponta. O desempenho das ações das incorporadoras estará refletindo estes fatores durante 2011, diz. “Aquelas menos expostas deverão ter melhor desempenho em bolsa”, avisa Ricardo Tadeu Martins.
Em 2011, o índice que mede o desempenho das ações do setor imobiliário na BM&FBovespa, o IMOB, registra queda de 9,8%. Nos últimos 12 meses, o índice se mantém no positivo, com uma valorização de 26,5%.
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yukioynoue
174 02/02/2011PUBLICIDADE
DA REUTERS
O esgotamento de áreas adequadas para construção de imóveis residenciais em grandes centros urbanos, um dos principais gargalos enfrentados pelo setor imobiliário, é visto como um trampolim para a Alphaville Urbanismo, controlada pelo Grupo Gafisa.
Enquanto construtoras e incorporadoras começam a sentir os efeitos de uma desaceleração nas vendas, a companhia --voltada ao desenvolvimento de condomínios urbanos de alto padrão-- diz estar confortável tanto em termos de demanda quanto de espaços para construir.
"Com esse esgotamento da incorporação vertical, existe uma migração para o nosso segmento. Existe uma geração de demanda", disse o diretor Comercial da Alphaville, Fabio Valle, à Reuters na quinta-feira.
Segundo ele, regiões como o Nordeste do país e o interior dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro apresentam hoje o maior potencial de crescimento para o setor habitacional, por contarem com muitas cidades ainda pouco exploradas.
"A demanda é maior do que a gente consegue ofertar. O maior problema não está na obtenção de terrenos, mas na aprovação dos projetos", acrescentou o diretor de Novos Negócios da empresa, Marcelo Willer.
Presente em 20 Estados, a companhia se apoia em outro entrave vivido pelo setor a seu favor: a valorização imobiliária. Segundo Valle, o preço médio dos empreendimentos da empresa varia entre 130 mil e 200 mil reais, valor relativamente baixo para projetos considerados de alto padrão.
"Em 2010, o setor era a bola da vez... Houve uma valorização muito alta. Hoje, se comparar (o valor de) um empreendimento vertical com um Alphaville, o valor parece baixo", afirmou o diretor Comercial.
GAFISA
Prestes a ser totalmente incorporada pela Gafisa, a Alphaville deve, a partir de 2012, conquistar maior participação nas operações da construtora e incorporadora, resultado das elevadas margens que vem apresentando nos últimos anos.
A Gafisa, por sua vez, vem enfrentando forte pressão do mercado para reverter o alto consumo de caixa visto nos últimos trimestres em decorrência de problemas pertinentes à Tenda, sua subsidiária integral.
Atualmente, a Alphaville tem participação de 25% no volume de vendas da Gafisa e de 48% nas margens.
Nos últimos quatro anos, o volume de vendas e lançamentos da Alphaville disparou. Em 2010, a empresa vendeu R$ 599 milhões, contra R$ 238 milhões em 2007. Já os lançamentos saltaram para R$ 741 milhões, ante R$ 237 milhões, na mesma base de comparação.
Para este ano, a projeção de Willer é otimista: "Vamos continuar crescendo. Certamente vamos ter um resultado maior em 2011, ainda que tenha sido alto em 2010".
A Gafisa deve adquirir os 20 por cento restantes do capital social da Alphaville até o final de dezembro deste ano.
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TraderSeguro
4771 05/02/2011Está próximo da região de sobre-compra e precisará confirmar o fundo anterior para voltar a subir.
http://www.youtube.com/BULLTRADER7
Abç
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mitzpliks
194 10/10/2008Posted in Bolha Imobiliária on junho 1st, 2011 by Bolha Imobiliária – 66 Comments
Fonte:http://blogs.estadao.com.br/radar-economico/2011/06/01/artigo-no-%E2%80%98financial-times%E2%80%99-ve-bolha-em-formacao-no-brasil/
Reportagem em inglês: http://www.ft.com/cms/s/0/fb9da3f8-8be3-11e0-854c-00144feab49a.html
Um artigo publicado no “Financial Times” avalia que a economia brasileira caminha rumo a uma bolha, caso o País não faça reformas estruturais nem tome medidas para frear o consumo.
“Inevitavelmente, essa combinação de moeda forte, euforia dos investidores estrangeiros, aumento do consumo e gargalos que sufocam a capacidade de responder à crescente demanda torna tudo mais caro. Enquanto o Brasil permanece uma nação muito pobre, é atualmente uma das mais caras do mundo”, afirma o autor, Moisés Naim, ex-editor-chefe da revista “Foreign Policy” e hoje é associado da Carnegie Endowment for International Peace. read more »
Imóveis: Após captação de R$ 20 bilhões na bolsa, chega a fatura – Imobinews
Posted in Bolha Imobiliária on maio 31st, 2011 by Bolha Imobiliária – 98 Comments
Leitura interessante, sugestão do Marco Barros.
Fonte:http://www.imobinews.com.br/index.php/2011/05/24/imoveis-apos-captacao-de-r-20-bilhoes-na-bolsa-chega-a-fatura/
Investidores estão de olho no caixa das construtoras
Entre 2006 e 2007, o setor imobiliário soava quase como música ao ouvido dos investidores. Bastava um banco de terrenos farto e uma promessa de vendas robusta para que as empresas conseguissem abrir capital. Foi num clima de febre, otimismo exagerado e desconhecimento de um setor ainda imaturo que 22 companhias levantaram R$ 11 bilhões, numa primeira rodada. Os anos se passaram, cinco delas tiveram que ser absorvidas para sobreviver e as maiores – com promessa de crescimento acelerado – voltaram ao mercado mais uma ou duas vezes. Ao todo, o setor de construção civil já levantou R$ 20 bilhões na bolsa. Quatro anos depois, os investidores chegaram à fase pesada de cobranças. Querem – finalmente – ver o seu dinheiro de volta, o que ainda não aconteceu. read more »
Setor imobiliário vê sinal amarelo e desacelera – Folha.com
Posted in Bolha Imobiliária on maio 31st, 2011 by Bolha Imobiliária – 14 Comments
Notícia um pouco atrasada, já bastante debatido no site, mas antes tarde do que nunca
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/922889-setor-imobiliario-ve-sinal-amarelo-e-desacelera.shtml
Após forte crescimento nos últimos anos, o setor imobiliário começa a dar indicações mais fortes de desaquecimento, pressionado, sobretudo, por preços altos, desaceleração da demanda e ritmo menor de lançamentos.
O sinal amarelo acendeu já no primeiro trimestre deste ano, quando construtoras e incorporadoras apresentaram dados de vendas e lançamentos bem abaixo dos vistos em 2010. read more »
E se acontecer uma crise imobiliária no Brasil?
Posted in Bolha Imobiliária on maio 30th, 2011 by Bolha Imobiliária – 124 Comments
Fonte:http://opequenoinvestidor.com.br/2011/05/e-se-acontecer-uma-crise-imobiliaria-no-brasil/
Muitas pessoas, quando confrontadas sobre a possibilidade de o Brasil estar enfrentando uma bolha imobiliária no mercado imobiliário, retrucam dizendo que aqui, as coisas jamais poderiam acontecer como aconteceram nos Estados Unidos.
As razões apresentadas são muitas: em primeiro lugar, afirma-se que o sistema financeiro brasileiro seria mais sólido do que o americano, pois não adotamos nada parecido com o crédito subprime, que era concedido para praticamente qualquer pessoa que desejasse comprar um imóvel. Além disso, os clientes do mercado imobiliário são sólidos, pois adquirem o imóvel para comprar, e não para especular, e existiria demanda sólida para os imóveis, capaz de sustentar a elevação nos preços por um bom período de tempo. Mas será verdade? O que poderia acontecer no Brasil se eclodisse uma crise no mercado imobiliário? read more »
Máquina do tempo – “Bolha” imobiliária pode estourar nos EUA – folha.com
Posted in Bolha Imobiliária on maio 19th, 2011 by Bolha Imobiliária – 731 Comments
Conforme sugestão do Fabio Portela, matéria de 06/10/2002
Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u56714.shtml
Uma nova “bolha” pode estar prestes a estourar na economia americana. Os preços do mercado imobiliário do país podem estar excessivamente sobrevalorizados, assim como ocorreu com o mercado de ações dos EUA.
De 1995 para cá, o preço que se paga ao comprar uma casa nos Estados Unidos aumentou 30% mais do que a inflação no país.
Estudo do Center for Economic and Policy Research, de Washington, avalia que essa “valorização irracional” no preço dos imóveis gerou aumento, aparentemente artificial, de US$ 2,6 trilhões no patrimônio dos proprietários americanos -ou um acréscimo de US$ 35 mil em recursos a 73,3 milhões de pessoas. read more »
Venda de imóveis novos em SP tem queda de 62%, diz Secovi – Folha.com
Posted in Bolha Imobiliária on maio 16th, 2011 by Bolha Imobiliária – 437 Comments
Corram para as montanhas !!!
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/916670-venda-de-imoveis-novos-em-sp-tem-queda-de-62-diz-secovi.shtml
As vendas de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo tiveram queda em março, mostra levantamento do Secovi-SP (sindicato da habitação) divulgado nesta segunda-feira. Foram 1.566 unidades comercializadas no período, redução de 61,8% ante o mesmo mês de 2010 e retração de 16,2% na comparação com fevereiro.
Segundo a entidade, a desaceleração no ritmo de comercialização aponta “para um ajuste técnico, devido à valorização dos imóveis e dos insumos”. read more »
Imóveis, a maior alta do mundo – Revista Exame
Posted in Bolha Imobiliária on maio 16th, 2011 by Bolha Imobiliária – 75 Comments
Link para a reportagem da revista exame.
http://books.boxnet.com.br/books/impressao.aspx?ID_CLIP=16395849&ID_MESA=607&TP_CLIPPING=I
Aumento de crédito, euforia. É a bolha – Estadão
Posted in Bolha Imobiliária on maio 13th, 2011 by Bolha Imobiliária – 187 Comments
Mais uma matéria sobre o assunto discutido neste site.
Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110513/not_imp718638,0.php
Autor: William Eid Junior – O Estado de S.Paulo
Nas décadas posteriores à segunda guerra mundial o Japão encorajou fortemente a poupança. Com mais dinheiro nos bancos, o crédito se tornou farto. Ao mesmo tempo, o país tinha enormes superávits nas conta corrente, e o yen se valorizou frente às moedas estrangeiras. Os ativos financeiros se tornaram muito lucrativos. Muito dinheiro associado à uma grande euforia sobre o futuro – afinal o Japão ia superar os Estados Unidos em pouco tempo – trouxe como resultado mercados altamente especulativos. Principalmente o mercado imobiliário. Imóveis foram vendidos por 1 milhão de dólares o metro quadrado no distrito de Ginza ! A bolha estourou em 1990 e os imóveis passaram a ser negociados por preços em torno de 10% do seu valor no pico da euforia. Apenas em 2007 os preços voltaram a subir, mas voltaram a cair em 2008 em função da crise financeira. read more »
Relação entre renda per capita e preço dos imóveis também indica bolha… – Fabio Portela
Posted in Bolha Imobiliária on maio 7th, 2011 by Bolha Imobiliária – 336 Comments
Nosso amigo Fábio, percebendo que o assunto bolha está na boca do povo, resolveu mandar ver em seus artigos. Mais um para o pessoal acompanhar.
Fonte: http://opequenoinvestidor.com.br/2011/05/relacao-entre-renda-per-capita-e-preco-dos-imoveis-tambem-indica-bolha/
Comovido pela crítica do mercado imobiliário de Brasília aos artigos publicados nos mais diversos blogs da cidade, que têm adotado uma postura cética quanto à manutenção do crescimento dos preços dos imóveis da cidade, resolvi fazer mais um pequeno estudo sobre a situação. Parti de um pressuposto óbvio: os preços do mercado imobiliário devem ser compatíveis com a renda média da população. read more »
Construtoras incomodadas com alerta sobre bolha imobiliária – Fabio Portela
Posted in Bolha Imobiliária on maio 4th, 2011 by Bolha Imobiliária – 233 Comments
Vejam a retaliação das construtoras. Escrito pelo nosso amigo Fabio Portela.
Fonte: http://opequenoinvestidor.com.br/2011/05/construtoras-incomodadas-com-alerta-sobre-bolha-imobiliaria/
Autor: Fabio Portela
Embora eu não tenha planejado escrever apenas sobre a bolha imobiliária na capital brasileira durante a semana, o blog tem sido “atraído” pela temática esses dias. E, hoje, escrevo porque finalmente nosso trabalho, assim como o de colegas blogueiros, parece ter chamado a atenção dos empresários do mercado imobiliário. No Boletim Imobiliário de Brasília, uma publicação ligada ao setor imobiliário da cidade, foi publicado um artigo (intitulado “Os ícones da tribo e a bolha imobiliária de Brasília”), que objetiva atacar as análises de blogueiros que têm alertado a população dos riscos decorrentes da formação de uma bolha imobiliária na capital. Como sou um destes blogueiros, vesti a carapuça e, de pronto, já respondo o texto com minha análise. read more »
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Artigo no ‘Financial Times’ vê bolha em formação no Brasil - Estadão
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47 16/06/2011Endividamento do brasileiro é recorde
Dívida total do consumidor atingiu R$ 653 bilhões em abril e equivale a 40% da massa anual de rendimentos do trabalho e da Previdência
26 de junho de 2011 | 21h 05
http://economia.estadao.com.br/noticias/not_73174.htm
6288 de 6399
2012_fim_do_mundo
47 16/06/2011Inadimplência das empresas tem maior alta desde 2009, diz Serasa
A inadimplência das empresas cresceu 23,6% em maio na comparação com igual mês no ano passado, a maior alta registrada na variação anual desde julho de 2009, durante a crise econômica mundial, de acordo com os dados da Serasa Experian divulgados nesta segunda-feira.
Na análise por porte, a inadimplência das micro e pequenas empresas cresceu 23,8%, enquanto a das médias subiu 27,1%, e a das grandes, 15,2%.
Já no comparativo com abril, houve avanço de 16,2%. No acumulado de janeiro a maio, ante o mesmo intervalo em 2010, o crescimento foi de 7,1%.
Segundo os economistas da Serasa, essa expansão se deve ao aumento nos juros e à desaceleração econômica, decorrentes da política monetária restritiva para controle da inflação, além do impacto do aumento dos preços nos custos e o crescimento na inadimplência do consumidor no caixa das empresas.
A perspectiva é que esses fatores continuem pressionando a liquidez das empresas, na opinião dos analistas.
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marcosc01
3176 27/09/2007Gafisa ON
Tendência principal: Baixa
Tendência de curto prazo: Baixa
O rompimento da base da área de congestão em forma de triângulo deu chance para a continuação da trajetória baixista iniciada em novembro e como não existe qualquer indicação de modificação deste desempenho negativo deverão ser evitados posicionamentos na ação.
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Jose_Santos_And
2841 30/06/2011Gostaria de saber se alguém acha que estamos em uma bolha imobiliária ou não? Pois sempre vejo nos Jornais, mas eles nunca falam que a tal bolha imobiliária existe.
Sempre falam que isso tem fundamento e que é normal, e bla bla bla. Mas em 2008 falam que a crise era grave e os imóveis podiam cair mais ainda o preço.
Na minha opinião os atuais preços dos imóveis de São Paulo estão totalmente irreais, e pretendo ficar no aluguel por um bom tempo ainda. Até estou pensando em me mudar para os Estados Unidos em breve.
abs
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Jose_Santos_And
2841 30/06/2011abs
6292 de 6399
slvw
354 14/06/20086293 de 6399
Jose_Santos_And
2841 30/06/2011abs
http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2011/07/08/economia-brasileira-e-bicicleta-dificil-de-pedalar-diz-financial-times.jhtm
08/07/2011 - 08h18
Economia brasileira é 'bicicleta difícil de pedalar,' diz 'Financial Times'
Comentários [3]
A forte valorização do real e o aumento da disponibilidade de crédito como consequência do grande fluxo de capitais para o Brasil ameaçam interromper o ciclo de crescimento econômico do país, segundo adverte um editorial do jornal britânico "Financial Times" publicado nesta sexta-feira.
Em um texto intitulado "Feridas brasileiras", o jornal compara a economia brasileira a uma bicicleta. "Ela funciona enquanto estiver em movimento", diz o editorial. "Agora, porém, está ficando mais difícil pedalar."
O jornal observa que o real se valorizou 40% em termos reais desde 2006 e que no mesmo período as importações brasileiras quase dobraram, enquanto as exportações cresceram apenas 5%.
"A única razão pela qual o deficit em conta corrente brasileiro não explodiu são os altos preços das commodities. Mas esse boom pode não durar para sempre", alerta o jornal.
Crédito
O editorial comenta ainda que a liquidez em abundância também ajudou a impulsionar o crédito doméstico, mas que os consumidores brasileiros agora parecem estar sobrecarregados, gastando mais que um quarto de suas rendas para o pagamento de empréstimos - nível superior ao verificado nos Estados Unidos no período anterior à crise de 2008.
Para o jornal, o crescimento do crédito no Brasil somente pode ocorrer se a renda também continuar a crescer.
"É aí que a bicicleta econômica se depara com a trincheira da guerra cambial", afirma o jornal, observando que o aumento da renda eleva a demanda e a pressão inflacionária, exigindo o aumento dos juros, que atraem mais capital externo, elevando ainda mais a cotação da moeda, aumentando com isso a atração das importações e prejudicando a competitividade das exportações.
"O resultado é um déficit em conta corrente mais amplo, e um limite no crescimento exigido nos salários para manter o crédito doméstico crescendo com segurança", diz o jornal.
Soluções
O editorial afirma que uma das maneiras de contornar o problema seria conter a valorização da moeda, mas observa que o governo brasileiro já tentou medidas como controles parciais de capitais e grandes intervenções no mercado cambial, mas sem sucesso.
Outra possibilidade seria o corte de gastos públicos, dificultados pelo Congresso.
Um terceiro caminho seria a elevação dos impostos sobre o setor de commodities, mas o texto observa que mesmo outras economias ricas em commodities e com melhor administração, como o Chile e a Austrália, estão sofrendo com problemas semelhantes e que os problemas no Brasil são mais agudos por causa do tamanho da economia do país.
O editorial conclui dizendo que "a bicicleta brasileira ainda não está arriscada a parar". "Mas está balançando", finaliza o texto.
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Jose_Santos_And
2841 30/06/2011abs
08/07/2011 - 21h23
Risco Brasil tem alta de 6,54%, aos 163 pontos
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SÃO PAULO - Considerado um dos principais termômetros da confiança dos investidores, o índice EMBI+ do Brasil, calculado pelo Banco JP Morgan Chase, encerrou a sexta-feira em alta de 6,54%%, aos 163 pontos. Ontem, o indicador marcou 153 pontos.
Na semana, o índice apresenta alta de 10,88%.
Sobre o EMBI+ Brasil
O Emerging Markets Bond Index - Brasil é um índice que reflete o comportamento dos títulos da dívida externa brasileira. Corresponde à média ponderada dos prêmios pagos por esses títulos em relação a papéis de prazo equivalente do Tesouro dos Estados Unidos, tido como o país mais solvente do mundo, de risco praticamente nulo.
O indicador mensura o excedente que se paga em relação à rentabilidade garantida pelos bônus do governo norte-americano. Significa dizer que, a cada 100 pontos expressos pelo risco Brasil, os títulos do país pagam uma sobretaxa de 1% sobre os papéis dos EUA.
Basicamente, o mercado usa o EMBI+ para medir a capacidade de um país honrar os seus compromissos financeiros. A interpretação dos investidores é de que quanto maior a pontuação do indicador de risco, mais perigoso fica aplicar no país.
Assim, para atrair capital estrangeiro, o governo tido como " arriscado" deve oferecer altas taxas de juros para convencer os investidores externos a financiar sua dívida - ao que se chama prêmio pelo risco.
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SAQUESHI
4248 08/05/2008A Bíblia diz em Efésios 4:2 “Com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor.”
Aqueles que são pacientes herdarão o que lhes foi prometido. A Bíblia diz em Hebreus 6:12 “Para que não vos torneis indolentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdam as promessas.”
Ótimo fim de semana a todos e vamos nos chegar a Jesus
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Jose_Santos_And
2841 30/06/2011Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
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SAQUESHI
4248 08/05/2008Todo o lugar que pisar a planta do vosso pé será vosso;Deuteronômio 11:24
E Jesus lhe respondeu, dizendo: Está escrito que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus. Lucas 4:4
Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Apocalipse 3:20
Senhor Jesus Cristo opere milagres na vida de todos que abrem as portas dos seus corações para que o Senhor faça morada
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Jose_Santos_And
2841 30/06/2011Gráficos GRATUITOS na br.advfn.com
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SAQUESHI
4248 08/05/2008Isaias 40
29 Dá força ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor.
30 Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os moços certamente cairão;
31 Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.
Deus falou vamos ouvir e tomar posse da vitoria amem
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leeuwen
1167 10/10/2007Autor(es): Paulo Queiroz
Valor Econômico - 14/07/2011
O expressivo aumento observado, sobretudo nos dois últimos anos, nos preços dos bens imóveis, independentemente da tipologia (residencial, comercial, industrial ou rural), bem superior à variação dos preços de quase todos os demais ativos disponíveis em nossa economia, tem levado alguns articulistas a discutir se estaria ou não sendo formada uma bolha imobiliária.
Essa bolha seria similar à verificada em diversos países desenvolvidos e que, ao estourar em 2008, produziu uma gama variada de problemas (queda do PIB, desaparecimento de empresas, aumento do desemprego, tensão social, entre outros) até então não totalmente equacionados.
Para responder à questão tema deste artigo, achamos útil relacionar os principais fatores macro e microeconômicos que estimularam a demanda por ativos imobiliários em nosso país, a saber:
a) a estabilidade econômica alcançada
b) o crescimento da renda de parcelas consideráveis de nossa população
c) o aumento do prazo para pagamento dos financiamentos imobiliários, com consequente queda do valor da prestação
d) a criação de isenções tributárias para o investidor pessoa física aplicar em títulos com lastro imobiliário (LCI, LH, CRI e quotas de fundos de investimento imobiliário)
e) a entrada no mercado de grandes "players" (empresas, fundos de investimento, fundos de pensão) que viram no segmento imobiliário boa oportunidade de investir em ativos não correlacionados aos de suas carteiras
f) o aumento do preço das commodities agrícolas elevando o preço das terras agricultáveis
g) a possibilidade de auferir boa remuneração (renda de aluguel e ganho de capital na venda do bem)
h) a proteção implícita oferecida por esta classe de ativos contra aumento da inflação.
Com tantos indutores e estímulos à demanda, por que então não tivemos um aumento mais substancial na oferta de bens imóveis no país?
Entre as causas principais podemos citar: a baixa oferta de terrenos nos grandes centros urbanos; a falta de investimento público em infraestrutura que ampliasse as áreas de expansão urbana; a falta de mão de obra (especializada ou não); a escassez de máquinas e equipamentos; maiores exigências ambientais; e o longo ciclo da produção imobiliária.
Vale ressaltar que esse ciclo (estudo de um terreno, sua aquisição, desenvolvimento e aprovação do projeto, construção/venda, e, por fim, entrega dos imóveis aos adquirentes), para ser concluído, exige, pelo menos, quatro anos.
Dessa maneira, não é possível ampliar de forma significativa e imediata a oferta imobiliária de modo a atender plenamente a demanda hoje existente. A consequência natural desta dinâmica é o contínuo aumento dos preços.
Adicionalmente, destacamos os seguintes pontos estruturais que blindam o nosso mercado e inibem a formação de bolha:
1) a taxa real de juros que ainda é muito elevada
2) o baixo nível de volume de crédito imobiliário em relação ao PIB (em torno de 5%)
3) a adoção de critérios mais técnicos para concessão de crédito imobiliário (por exemplo a prestação não supera o patamar de 30% da renda familiar do financiado)
4) o fato de o comprador de bem imóvel não conseguir financiar 100% do preço do bem. Como apenas parte do preço é financiada, se houver queda do valor de mercado do bem, dificilmente o saldo devedor ficará superior ao valor da garantia que é o próprio bem imóvel. Tal fato, além de reduzir a inadimplência, facilita a recuperação do valor financiado
5) a impossibilidade jurídica de um tomador de crédito imobiliário (diferentemente do que ocorreu em alguns mercados mais maduros) refinanciar diversas vezes o imóvel adquirido, pois, por aqui, com a utilização do instituto da "alienação fiduciária em garantia", o credor fica como titular do imóvel até que o financiamento seja integralmente quitado, não sendo, portanto, possível ao devedor, enquanto não ocorrer o pagamento total da dívida, fazer operações que impliquem novos registros na matrícula do imóvel no competente Cartório de Registro Imobiliário.
Em suma, os fatores antes destacados, indutores da demanda e limitadores da oferta, além dos aludidos pontos estruturais, continuam, com maior ou menor intensidade, presentes no mercado imobiliário brasileiro. Assim sendo, entendemos que não há bolha imobiliária no nosso país.
Paulo Queiroz é economista e sócio da Portfolio Asset
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