Maltarollo
- Dono
- 1043
- 28/03/2007
Vale Do Rio Doce Nota 10!!!Maltarollo
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Comentários
110121 de 200491
estevaojml
90 10/07/2007Nevaska
Mas vc não disse que tava comprado na C50 por +- 0,90 na sexta-feira?
110122 de 200491
pedrogti
444 03/08/2007110123 de 200491
cabcdb
1418 12/03/2007Bom dia a Todos e esperoq hj seja um dos primeiros dias de recuperação aos comprados!!!
Abrax a todos...
110124 de 200491
amathias
13130 09/10/2007110125 de 200491
warfa2
189 10/12/2007110126 de 200491
Arraial
4886 22/08/2007Indicadores que serão divulgados hoje lá para atrapalhar a Bovespa aqui:
Empregos criados no setor privado (EUA) 10h15
Produtividade da mão-de-obra (EUA) 10h30
Volume de pedidos feitos à indústria (EUA) 12h00
Nível de atividade industrial (EUA) 12h00
Estoques de Petróleo (EUA) 12h30
Fed´s Beige Book (EUA) 16h00
Empréstimos imobiliários (EUA)
110127 de 200491
amathias
13130 09/10/2007BANCO DO BRASIL QUER COMPRAR BANCOS PRIVADOS (BBAS3)
Maria Christina Carvalho,
São Paulo 04/03/2008.
Davilym Dourado / Valor
Para retomar a dianteira do mercado financeiro, o Banco do Brasil (BB) está disposto agora a fazer aquisições de instituições financeiras privadas. O Banco do Brasil fechou o balanço de 2007 com R$ 357,8 bilhões em ativos totais, como maior banco brasileiro. Mas a distância para o segundo colocado, o Bradesco, com R$ 341,2 bilhões em ativos, foi a menor de todos os tempos.
São alvos em potencial de aquisição pelo BB "operações de varejo em segmentos específicos, em que queremos crescer", disse o presidente do BB, Antônio Francisco de Lima Neto, em entrevista, pouco antes da apresentação do banco a analistas e investidores, realizada em São Paulo. Entre esses segmentos estão o financiamento de veículos e o crédito imobiliário.
O BB detalhou inclusive de onde pode vir o dinheiro para aquisições. Uma das alternativas é a venda da participação do banco na abertura de capital e lançamento inicial de ações (IPO, em inglês) da Visanet, empresa que faz o relacionamento da Visa com os estabelecimentos que aceitam seu cartão. A operação pode ocorrer no final do primeiro semestre, tão logo seja concluído o IPO de uma de seus acionistas, a Visa. O vice-presidente de finanças, mercado de capitais e relações com investidores, Aldo Luiz Mendes, informou que a Visanet pode valer de R$ 25 bilhões a R$ 30 bilhões, se for extrapolada a cotação da Redecard, que faz a mesma tarefa para os cartões MasterCard. Há analistas que acreditam que ela valerá mais. O BB tem 32% da Visanet e a idéia que os acionistas vendam o percentual necessário para que a empresa atinja um free floating de 25%, disse Mendes.
No ano passado, o Banco do Brasil anunciou duas aquisições, a do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc) e do Banco do Estado do Piauí (BEP) e uma terceira possível compra, a do Banco Regional de Brasília (BRB), ainda em negociação. As alternativas estatais não são muitas. Daí o inédito interesse em comprar bancos privados.
Financiamento de veículos e crédito imobiliário são dois dos novos negócios que o BB quer desenvolver exatamente para ter as mesmas armas dos concorrentes e recuperar a margem de dianteira. A carteira de financiamento de veículos fechou o balanço de 2007 com apenas R$ 2,9 bilhões, um décimo dos principais concorrentes e muito pouco perto do estoque de R$ 81,6 bilhões do mercado todo, superando os R$ 100 bilhões se forem incluídas as operações de leasing. O BB pretende dobrar essa carteira neste ano, disse Lima Neto, atingir os R$ 6 bilhões, e abocanhar uma fatia de mercado de 10% até 2012. Com 26 milhões de clientes, a meta parece possível.
O projeto de desenvolver o crédito imobiliário parece mais difícil porque o banco precisa ter o funding adequado. O BB está aguardando autorização do Banco Central para que sua poupança rural possa receber recursos para o crédito imobiliário também. Enquanto isso, o banco tem desenvolvido um projeto piloto junto com a Poupex e feito alguma coisa com recursos próprios. Trabalhar com recursos próprios, explicou Lima Neto, encarece o funding e leva o banco a operar com clientes de renda necessariamente mais elevada.
De toda forma, o BB tende a operar mais nesse segmento de renda, disse Lima Neto, até para não concorrer diretamente com a Caixa Econômica Federal. A meta do banco é ter uma carteira de crédito imobiliário de R$ 1 bilhão até o final do ano.
A própria aquisição do Besc e do BEP, que vai engordar os ativos totais do BB em R$ 6 bilhões, mostra uma nova face banco federal, que também foi agressivo na compra das folhas de pagamento dos governo dos estados da Bahia, Minas Gerais e Maranhão, que agregaram 1 milhão de novos clientes. "O sistema financeiro está sob pressão crescente. Neste ano serão as tarifas que passarão a ter maior controle. Por outro lado, o custo da atividade bancária é crescente", afirmou o presidente do BB.
Outras duas linhas de negócio que o banco já desenvolvia, mas pretende ampliar são cartões de crédito e seguros. O banco tem uma carteira de 69 milhões, que faturou R$ 49,3 bilhões em 2007, garantindo uma fatia de 19,8%. O BB pretende dobrar a carteira para 120 milhões em 2012; e a participação de mercado vai a 25%.
110128 de 200491
zervelis
270 22/09/2007110129 de 200491
mamiuputo
17 01/03/2008Quarta-feira (05/03):
- 9h: Relatório de pedidos semanais de casamentos gays
- 9h30: Relatório mensal das merdas feitas pelo Bush no Mês de fevereiro.
- 10h15: Relatório dos novos shows da WorldTicketSalesem fevereiro
- 10h30: Dados revisados da produtividade do New York Broadway Shows
- 12h: Encomendas da Mac donnald em janeiro
- 12h: ISM do setor de Serviços em fevereiro
- 12h30: Relatórios semanais dos estoques de petróleo
- 16h: Livro Bege do Federal Reserve para ajuda as prostitutas do pentagono
- 18h: Presidente do Fed Cleveland, Sandra Pianalto e Brasil discursam
- 19h: Programação das novas viagens de Lula com os novos cartões de credito para toda comitiva.
110130 de 200491
jznazari
2582 15/11/2006110131 de 200491
abrantes_RJ
7459 31/08/2007aproveitem e vendam no fim do dia
110132 de 200491
hdft
432 23/12/2007Vale: perda de suporte pode definir tendência de baixa e levar ações até R$ 47,00
Por: Juliana Pall Farias
04/03/08 - 10h40
InfoMoney
SÃO PAULO - A forte correção pela qual as ações preferenciais classe A da Vale (VALE5) passaram recentemente deixaram o papel em ponto que merece atenção pela ótica da análise técnica.
Uma vez confirmada a perda de importantes suportes, a tendência de alta no curto prazo até então apresentada pelo ativo é posta em xeque, e a busca de novos objetivos fica aberta.
No outro extremo, a recuperação das resistências imediatas devem deixar a blue chip em zona de congestão, com retomada da trajetória de alta apenas com a ruptura da faixa em torno de R$ 52,50.
Os divisores de águas
Como avalia Rubens Góes, analista gráfico da Ativa Corretora, abaixo de R$ 49,50 o ativo engata um rali de realização que pode ter fim apenas em R$ 47,00, ponto em que compras especulativas fazem sentido. No meio desta trajetória, as ações da mineradora enfrentam resistência em R$ 48,40 e R$ 47,80.
Já mantendo as cotações em patamar superior a R$ 50,20, o analista da Ativa Corretora enxerga que o papel fica "perdido", podendo buscar suas principais resistências de curto prazo, em R$ 50,75 e R$ 51,25. Os papéis da Vale ainda enfrentam resistência em R$ 51,80 e R$ 52,50, sendo que apenas superando este último patamar é que a ação engata novamente movimento de apreciação.
A leitura de Fernando Góes, da Win - home broker da Alpes Corretora -, mostra os papéis da Vale em congestão entre o suporte na faixa de R$ 48,60/R$ 48,00 e a resistência em R$ 52,00. O suporte mencionado é tido pelo analista como o "divisor de águas" que definirá o movimento deste ativo: acima desta região, pode-se ter um bom momento para compra, confirmado com a passagem por R$ 52,50.
A perda dos R$ 46,95/R$ 46,75
O time de especialistas da Focques Analistas Técnicos afirma que, com a recente e acentuada jornada de realização, o mercado "reverteu tendência para baixo em curto prazo e nitidamente passa por processo de correção do canal de alta", revelando nova zona de congestão com teto na faixa de R$ 52,34/R$ 52,50.
Para que se possa falar em recuperação, as ações da Vale devem se manter acima de R$ 50,80, com próxima resistência em R$ 51,30. Caso estes objetivos sejam ultrapassados em fechamento, a próxima busca estaria em R$ 52,34/R$ 52,50, faixa de cotações que, ultrapassada, pode abrir arranque para novos testes em R$ 53,79 e R$ 54,48.
Já no extremo oposto, a perda do importante suporte em R$ 49,86 abre caminho para a busca de novos objetivos em R$ 47,81 e R$ 47,00, sendo que este segundo patamar fica próximo da região de R$ 49,95/R$ 49,75, na qual a Focques enxerga ponto crítico.
Se esta zona de preços for perdida, a tendência de curto e médio prazo fica invertida para baixo, com "potencial chance de quedas acentuadas" e primeiro objetivo em R$ 45,60. A perda deste patamar é tida pela consultoria como "extremamente fatal", revertendo totalmente a tendência destas ações para a queda, com testes em R$ 41,66 e R$ 39,95/R$ 39,91.
No outro extremo, a recuperação das resistências imediatas devem deixar a blue chip em zona de congestão, com retomada da trajetória de alta apenas com a ruptura da faixa em torno de R$ 52,50.
Os divisores de águas
Como avalia Rubens Góes, analista gráfico da Ativa Corretora, abaixo de R$ 49,50 o ativo engata um rali de realização que pode ter fim apenas em R$ 47,00, ponto em que compras especulativas fazem sentido. No meio desta trajetória, as ações da mineradora enfrentam resistência em R$ 48,40 e R$ 47,80.
Já mantendo as cotações em patamar superior a R$ 50,20, o analista da Ativa Corretora enxerga que o papel fica "perdido", podendo buscar suas principais resistências de curto prazo, em R$ 50,75 e R$ 51,25. Os papéis da Vale ainda enfrentam resistência em R$ 51,80 e R$ 52,50, sendo que apenas superando este último patamar é que a ação engata novamente movimento de apreciação.
A leitura de Fernando Góes, da Win - home broker da Alpes Corretora -, mostra os papéis da Vale em congestão entre o suporte na faixa de R$ 48,60/R$ 48,00 e a resistência em R$ 52,00. O suporte mencionado é tido pelo analista como o "divisor de águas" que definirá o movimento deste ativo: acima desta região, pode-se ter um bom momento para compra, confirmado com a passagem por R$ 52,50.
A perda dos R$ 46,95/R$ 46,75
O time de especialistas da Focques Analistas Técnicos afirma que, com a recente e acentuada jornada de realização, o mercado "reverteu tendência para baixo em curto prazo e nitidamente passa por processo de correção do canal de alta", revelando nova zona de congestão com teto na faixa de R$ 52,34/R$ 52,50.
Para que se possa falar em recuperação, as ações da Vale devem se manter acima de R$ 50,80, com próxima resistência em R$ 51,30. Caso estes objetivos sejam ultrapassados em fechamento, a próxima busca estaria em R$ 52,34/R$ 52,50, faixa de cotações que, ultrapassada, pode abrir arranque para novos testes em R$ 53,79 e R$ 54,48.
Já no extremo oposto, a perda do importante suporte em R$ 49,86 abre caminho para a busca de novos objetivos em R$ 47,81 e R$ 47,00, sendo que este segundo patamar fica próximo da região de R$ 49,95/R$ 49,75, na qual a Focques enxerga ponto crítico.
Se esta zona de preços for perdida, a tendência de curto e médio prazo fica invertida para baixo, com "potencial chance de quedas acentuadas" e primeiro objetivo em R$ 45,60. A perda deste patamar é tida pela consultoria como "extremamente fatal", revertendo totalmente a tendência destas ações para a queda, com testes em R$ 41,66 e R$ 39,95/R$ 39,91.
110133 de 200491
abrantes_RJ
7459 31/08/2007mas não vai ser hj não,..
falei com os espiritos da matriz agora de manha
110134 de 200491
Mausja
660 26/01/2007Indicadores que serão divulgados hoje lá para atrapalhar a Bovespa aqui:
Empregos criados no setor privado (EUA) 10h15
Produtividade da mão-de-obra (EUA) 10h30
Volume de pedidos feitos à indústria (EUA) 12h00
Nível de atividade industrial (EUA) 12h00
Estoques de Petróleo (EUA) 12h30
Fed´s Beige Book (EUA) 16h00
Empréstimos imobiliários (EUA)
Arraial, bom dia! Vc sabe quais são as expectativas dos indicadores de hoje?
110135 de 200491
wagner moura
952 02/03/2007- 9h: A Associação dos Bancos Hipotecários (MBA) anuncia o índice de pedidos de
hipotecas na semana encerrada em 29 de fevereiro. Não existem previsões. Na
semana passada o indicador recuou 19,2%.
- 9h30: A Challenger, Gray & Christmas informa o resultado de sua pesquisa
mensal sobre as demissões nos Estados Unidos.
- 10h15: A Automatic Data Processing (ADP) e a Macroeconomic Advisers anunciam
uma espécie de prévia do número de postos de trabalho criados em fevereiro. Não
existem previsões. No mês anterior as estimativas foram de abertura de 130 mil
vagas.
- 10h30: O Departamento do Trabalho norte-americano anuncia os dados revisados
da produtividade no quarto trimestre. As previsões apontam para um avanço do
indicador em 1,8%, depois da alta de 1,8% registrada na primeira estimativa. No
terceiro trimestre o ganho foi de 6%.
- 12h: O Departamento do Comércio norte-americano informa as encomendas às
fábricas em janeiro. Analistas acreditam que o índice recue 2,5%, após a alta de
2,3% registrada no mês anterior.
- 12h: O Instituto de Gerência e Oferta divulga o índice ISM Serviços referente
a fevereiro. Economistas acreditam que o indicador suba para 47,5, depois de ter
ficado em 44,6 em janeiro. Uma leitura acima de 50 indica expansão e uma leitura
abaixo de 50 representa contração da atividade.
- 12h30: O Departamento de Energia norte-americano (DoE) e o Instituto Americano
do Petróleo (API) divulgam seus relatórios semanais sobre os estoques de
petróleo.
- 16h: O Federal Reserve anuncia o Livro Bege feito antes da última reunião do
Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), que decidiu no dia 30 de janeiro cortar
a taxa de juros em 50 pontos básicos para 3% ao ano, após o corte emergencial de
75 pontos básicos realizado no dia 22 de janeiro.
- A Presidente do Federal Reserve Bank de Cleveland, Sandra Pianalto, discursa
hoje em uma universidade de Nova York. Pianalto é membro do Comitê Federal de
Mercado Aberto (FOMC).
- A temporada de balanços trimestrais continua hoje nos Estados Unidos. Antes da
abertura do mercado saem os resultados da rede varejista Costco
DP, GC e LS / Agência Leia
110136 de 200491
iclj
1367 05/06/2007E SOBE LÁ AQUI PELO MENOS ACOMPANHA...
Mini Dow Jones Indus.- Futures + 0.39%
110137 de 200491
iclj
1367 05/06/2007Mini Dow Jones Indus.- Futures + 0.45%
110138 de 200491
iclj
1367 05/06/2007Mini Dow Jones Indus.-Futures + 0.50%
110139 de 200491
wagner moura
952 02/03/2007CAC 40 Aberto 4.729,47 +1,15
Dax Xetra Aberto 6.647,86 +1,57
Dow Jones Fechado 12.213,80 -0,37
FTSE Aberto 5.817,80 +0,87
Merval Fechado 2.134,56 -0,10
NIKKEI Fechado 12.972,10 -0,16
Nasdaq Fechado 2.260,28 +0,07
S&P 500 Fechado 1.326,75 -0,34
110140 de 200491
titancorp
2518 21/09/2006