Maltarollo
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- 1043
- 28/03/2007
Vale Do Rio Doce Nota 10!!!Maltarollo
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Comentários
113861 de 200491
valmag2
1051 10/12/2007113862 de 200491
Jazz Guitar
1950 23/10/2007_________________________________________________________________
Pessoal, sábias palavras de Stephen Kanitz para esse momento de turbulências. Especialmente para quem investe a médio e longo prazo.
A maioria dos leitores deve achar uma maluquice as seguidas oscilações nas bolsas de valores. "Prefiro aplicar em imóveis, é mais seguro." "Bolsa é para quem tem estômago, meu negócio é fundo DI." "Bolsa de valores é um mercado de risco, estou fora." Felizmente, a verdade é outra.
Todo dia, menos de 1% das ações é transacionado na bolsa. Na próxima vez em que você ler que "a bolsa cai 10% num dia de intenso nervosismo", lembre-se de que 99% dos investidores nem tomaram conhecimento.
A maioria não vendeu suas posições, só os apavorados o fizeram. Nem o 1% que vendeu em pânico necessariamente perdeu dinheiro, muito menos 10%. Quem comprou ações dois anos atrás vendeu-as com lucro, mesmo que tenham caído no dia exato da venda. Portanto, por que tanta comoção?
Se, em vez de ações na bolsa, você tivesse comprado um flat service num bairro qualquer, um quadro do Scliar ou um livro raro de Camões, você nem saberia quanto o valor desses objetos oscilou nesse "dia de intenso nervosismo". Provavelmente, os preços desses objetos permaneceram na mesma, simplesmente porque ninguém comprou algo parecido no dia.
Na próxima crise financeira, tente vender seu apartamento, seu quadro ou seu livro raro em cinco minutos, como se faz na Bolsa de Valores de São Paulo.
Você simplesmente não vai conseguir, não há bolsa de livros raros, nem de quadros famosos, nem de flat services com movimentação e preços diários.
Se você realmente precisar de dinheiro, provavelmente um corretor poderá vender o que você quer com 30% de desconto, anunciando o que se chama de galinha-morta.
O jornalismo econômico comete enorme injustiça com o mercado de ações, só porque a bolsa de valores é transparente, divulga tudo on-line, tem preços minuto a minuto, o que permite que os jornalistas tenham assunto todo dia. Isso não ocorre no setor de imóveis, de quadros nem no de livros raros.
"Imóveis e quadros raros despencam 30% em dia de muito nervosismo, bolsa de valores tem queda muito menor" é uma manchete que nunca é publicada. Quadros, livros e imóveis ilíquidos num dia de nervosismo valem zero para quem precisa desesperadamente de dinheiro. Mas isso ninguém divulga.
Como todo administrador financeiro saberá lhe explicar, o que varia de fato de um dia para outro é o preço que você paga para ter liquidez imediata. Em dias de "intenso nervosismo", é o preço por liquidez que aumenta, não é o preço da ação que cai. Você poderia ganhar fortunas comprando nessas horas, oferecendo liquidez a gringos apavorados, mas, se você é levado a acreditar que o mundo está despencando, provavelmente sairá vendendo também.
Em dias de "intenso nervosismo", o preço por liquidez poderá ir para 10% do valor da ação e 30% do valor do imóvel. Só que 99% das pessoas se recusam a pagar esse preço por liquidez – preferem esperar que as coisas se acalmem, no que fazem muito bem.
O que ninguém noticia nessas horas de "intenso nervosismo" é que todo dia metade das pessoas está comprando o que a outra metade está vendendo. A metade otimista compra da metade pessimista. Se incluirmos os 99% que continuam com suas ações, mostrando portanto certo otimismo com relação ao futuro, todo dia tem muito mais otimistas por aí do que pessimistas.
Na próxima vez em que você ouvir um comentário de que a bolsa é um mercado de risco, pense duas vezes. A volatilidade da bolsa é bem menor que a dos imóveis, quadros e livros raros, justamente porque tem sempre alguém comprando, mesmo durante uma crise.
Do ponto de vista financeiro, a volatilidade de algo invendável num dia de "intenso nervosismo" é 100%, mas eu concordo que essa posição é um tanto polêmica, e nem todos irão concordar. Meu ponto, porém, é outro: não é justo considerar alguns mercados "voláteis" somente porque permitem ao comprador vender tudo em questão de minutos, o que não ocorre com quadros, imóveis nem livros raros.
Ações de terceira linha também não têm liquidez imediata, e investidores dessas ações esperam dias melhores, como fazem os de imóveis e livros raros. Mas isso não significa que sejam menos voláteis, simplesmente significa que nesses outros mercados não há cotações nem negócios realizados para virar manchete de jornal.
Pra quem deseja pesquisar, Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br).
113863 de 200491
alessandrofernandes
9838 04/12/2007Viu, Josilvia? Antes você era banido e filtrado. Já tá virando referência...
113864 de 200491
josilvia_news
1163 15/02/2008KKK KK K OUTRA: O TEMPO É A IMAGEM MÓVEL DA ETERNIDADE IMÓVEL! (Platão)
KKKKK É O TEMPO NÃO PÁRA! KKKKKKKKKK
113865 de 200491
josilvia_news
1163 15/02/2008KKK KK KKK
113866 de 200491
alessandrofernandes
9838 04/12/2007Belo post do Kanitz. Para ler e guardar.
113868 de 200491
lfpaula
19213 01/11/2006Por: Nathália A. Terra Pereira
10/03/08 - 18h20
InfoMoney
SÃO PAULO - O otimismo que prevaleceu em fevereiro, a despeito das turbulências nas praças financeiras, realmente parece ter encontrado seu término. Por ora, o terceiro mês de 2008 vem se traduzindo em consecutivas sessões de perdas, penalizando até mesmo os ativos de maior liquidez e bons fundamentos.
De fato, diversas ações de blue chips consagradas no mercado brasileiro, como Vale, Petrobras e Bradesco, trilharam um forte movimento de realização, buscando suportes nos intradays dos pregões. Neste contexto, a análise técnica pode ser uma boa ferramenta para decidir se é chegada a hora das compras ou se a cautela deve ser mantida.
As maiores: Petrobras e Vale
A começar pela petrolífera. Para Otavio Focques, da Focques Analistas Técnicos, a jornada declinante das ações (PETR4) da estatal, em clara trajetória de correção, só deverá se manter caso seja perdido o próximo suporte de R$ 77,50, patamar este que, se rompido, pode abrir espaço para a conquista de R$ 75,00 e R$ 73,15. Por sua vez, a equipe da ADInvest cita os suportes de R$ 76,38 e R$ 74,00, este último que seria um bom ponto de entrada nos papéis.
Por outro lado, Rubens Góes, analista técnico da Ativa Corretora, acredita que a superação da casa dos R$ 79,50 deve propiciar aos ativos o fôlego necessário para a conquista dos R$ 80,50 e R$ 81,45. Em leitura similar, os analistas da ADInvest citam o rompimento do nível dos R$ 79,40 para uma reversão da atual tendência de queda, abrindo espaço para as resistências no curto prazo de R$ 80,56 e R$ 81,45.
Quanto às ações preferenciais da Vale (VALE5), o importante suporte de R$ 47,56 é compartilhado por Foques e Góes, para quem a perda de tal patamar abriria caminho para uma trajetória descendente até os R$ 47,00. Abaixo disto, o papel pode chegar até a casa dos R$ 44,74, "excelente ponto de compra", nas palavras dos analistas da ADInvest.
Para tal equipe, o ponto decisivo para uma reversão do movimento de queda das ações se encontra na zona dos R$ 48,70 e posteriormente, na dos R$ 49,61, "ponto principal de correção e que, se rompido, resulta no pico de R$ 52,50. Em contrapartida, os analistas da Doji Star só vêem a perda da tendência de venda dos ativos da mineradora na superação dos R$ 50,20.
Setor siderúrgico chama atenção
Após as ações das duas maiores companhias brasileiras, outro setor que costuma chamar a atenção dos investidores é o siderúrgico, que contém os ativos lideres de valorização no ano passado, os da CSN (CSNA3). E nem mesmo estes escaparam de realizações nos últimos pregões, "acentuadas após as perdas dos suportes de R$ 64,35 e R$ 63,80", de acordo com Otavio Focques.
Na visão dos analistas da ADInvest, o papel ainda não encontrou seu poço: "enquanto não romper os R$ 64,50, poderemos ter maiores quedas até R$ 61,80 e R$ 57,85, este que seria um excelente ponto de compra". Em consonância com o avaliado pela ADInvest, Focques enxerga na superação dos R$ 64,35 a retomada da trajetória altista dos papéis, que pode resultar na conquista dos R$ 66,10 e R$ 66,90.
Ainda no setor siderúrgico, a Usiminas (USIM5) foi outra que trilhou uma direção descendente em uma jornada de realização nos últimos dias. "Para que possamos falar em retomada do viés altista, sua resistência de R$ 102,10 deve ser rompida o quanto antes no fechamento dos pregões", avalia Focques, que enxerga outros pontos de resistência em R$ 102,65 e R$ 105,50.
Bancos e Telemar podem cair mais
Não são apenas os ativos atrelados a commodities que têm destaque na análise técnica. A ADInvest destaca as ações do Bradesco (BBDC4), cuja correção deve chegar aos R$ 49,00, "um bom nível de compra". Já Focques enxerga fortes suportes em R$ 50,40 e R$ 49,30. Do lado de uma possível recuperação, Focques acredita que o viés baixista só será invertido caso o patamar de R$ 52,60 seja superado pelos papéis.
Ainda nos papéis de instituições financeiras, a equipe da ADInvest alerta para a perda do importante suporte de R$ 41,50 das ações do Itaú (ITAU4), que, se perdido, pode levar a uma aceleração de queda até os R$ 40,10 e R$ 39,00. "Uma tentativa de alta deve romper a primeira casa de R$ 42,53 para que ganhe força", afirmam os analistas.
Por fim, Otavio Focques acredita que as ações da Telemar (TMAR5) estejam em uma tendência de baixa no curto e médio prazo. Na visão do analista, "para que novas realizações sejam evitadas, a resistência de R$ 41,65 deve ser retomada o quanto antes". Do lado descendente, os analistas da Doji Star acreditam que o suporte dos R$ 39,80 seja crucial aos papéis, que sem tal patamar podem buscar os R$ 38,75 e R$ 37,00.
113869 de 200491
eplopes
15070 09/04/2007É isso aí.
Parabéns ao Kanitz e a você,
que sempre descobre artigos que interessa realmente.
113870 de 200491
rcta13
2103 01/02/2008agora tem um esconderijo.
bando de otários
113871 de 200491
flopardi
47 27/11/2006Att,
113872 de 200491
henrique1974
13 29/09/2007113873 de 200491
lfpaula
19213 01/11/2006_________________________________________________________________
Pessoal, sábias palavras de Stephen Kanitz para esse momento de turbulências. Especialmente para quem investe a médio e longo prazo.
A maioria dos leitores deve achar uma maluquice as seguidas oscilações nas bolsas de valores. "Prefiro aplicar em imóveis, é mais seguro." "Bolsa é para quem tem estômago, meu negócio é fundo DI." "Bolsa de valores é um mercado de risco, estou fora." Felizmente, a verdade é outra.
Todo dia, menos de 1% das ações é transacionado na bolsa. Na próxima vez em que você ler que "a bolsa cai 10% num dia de intenso nervosismo", lembre-se de que 99% dos investidores nem tomaram conhecimento.
A maioria não vendeu suas posições, só os apavorados o fizeram. Nem o 1% que vendeu em pânico necessariamente perdeu dinheiro, muito menos 10%. Quem comprou ações dois anos atrás vendeu-as com lucro, mesmo que tenham caído no dia exato da venda. Portanto, por que tanta comoção?
Se, em vez de ações na bolsa, você tivesse comprado um flat service num bairro qualquer, um quadro do Scliar ou um livro raro de Camões, você nem saberia quanto o valor desses objetos oscilou nesse "dia de intenso nervosismo". Provavelmente, os preços desses objetos permaneceram na mesma, simplesmente porque ninguém comprou algo parecido no dia.
Na próxima crise financeira, tente vender seu apartamento, seu quadro ou seu livro raro em cinco minutos, como se faz na Bolsa de Valores de São Paulo.
Você simplesmente não vai conseguir, não há bolsa de livros raros, nem de quadros famosos, nem de flat services com movimentação e preços diários.
Se você realmente precisar de dinheiro, provavelmente um corretor poderá vender o que você quer com 30% de desconto, anunciando o que se chama de galinha-morta.
O jornalismo econômico comete enorme injustiça com o mercado de ações, só porque a bolsa de valores é transparente, divulga tudo on-line, tem preços minuto a minuto, o que permite que os jornalistas tenham assunto todo dia. Isso não ocorre no setor de imóveis, de quadros nem no de livros raros.
"Imóveis e quadros raros despencam 30% em dia de muito nervosismo, bolsa de valores tem queda muito menor" é uma manchete que nunca é publicada. Quadros, livros e imóveis ilíquidos num dia de nervosismo valem zero para quem precisa desesperadamente de dinheiro. Mas isso ninguém divulga.
Como todo administrador financeiro saberá lhe explicar, o que varia de fato de um dia para outro é o preço que você paga para ter liquidez imediata. Em dias de "intenso nervosismo", é o preço por liquidez que aumenta, não é o preço da ação que cai. Você poderia ganhar fortunas comprando nessas horas, oferecendo liquidez a gringos apavorados, mas, se você é levado a acreditar que o mundo está despencando, provavelmente sairá vendendo também.
Em dias de "intenso nervosismo", o preço por liquidez poderá ir para 10% do valor da ação e 30% do valor do imóvel. Só que 99% das pessoas se recusam a pagar esse preço por liquidez – preferem esperar que as coisas se acalmem, no que fazem muito bem.
O que ninguém noticia nessas horas de "intenso nervosismo" é que todo dia metade das pessoas está comprando o que a outra metade está vendendo. A metade otimista compra da metade pessimista. Se incluirmos os 99% que continuam com suas ações, mostrando portanto certo otimismo com relação ao futuro, todo dia tem muito mais otimistas por aí do que pessimistas.
Na próxima vez em que você ouvir um comentário de que a bolsa é um mercado de risco, pense duas vezes. A volatilidade da bolsa é bem menor que a dos imóveis, quadros e livros raros, justamente porque tem sempre alguém comprando, mesmo durante uma crise.
Do ponto de vista financeiro, a volatilidade de algo invendável num dia de "intenso nervosismo" é 100%, mas eu concordo que essa posição é um tanto polêmica, e nem todos irão concordar. Meu ponto, porém, é outro: não é justo considerar alguns mercados "voláteis" somente porque permitem ao comprador vender tudo em questão de minutos, o que não ocorre com quadros, imóveis nem livros raros.
Ações de terceira linha também não têm liquidez imediata, e investidores dessas ações esperam dias melhores, como fazem os de imóveis e livros raros. Mas isso não significa que sejam menos voláteis, simplesmente significa que nesses outros mercados não há cotações nem negócios realizados para virar manchete de jornal.
Pra quem deseja pesquisar, Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br).
http://br.advfn.com/p.php?pid=fbb_thread&bb_id=11&id=202503
113874 de 200491
luizflourenco
698 17/08/2007teremos mais um dia de baixa,que amanhã se deverá acentuar,mas como tudo na vida,em algum momento vai passar, e ai teremos uma bolsa mais serena,que não nos deixe nesta ansiedade dos ultimos tempos.
estou de partida para a europa,espero que aqui todos tenham paz e realizem bons negocios,afinal é o objetivo comum
até abril
Hoje teremos mais um dia de baixa? Assim como ontem, com a Vale em 47,00 e o IBOVESPA negativo em +1,5%?
Furao, aquela dos lucros da Xstrata terem sido a metade dos da Vale vai ficar para a história. Você conseguiu dividir 20 por 2 e encontrar 5. hehehehehe!
Vá dar uma volta e aproveite a Peninsula Ibérica!
não tenha pressa, que tanto a petr quanto a vale,veêm bem mais abaixo,seu mal é que és muito ancioso, queres que enfiem tudo na hora,calma rapás,
se um dia conseguires uns trocadinhos,lá em salamanca,tyem uma óptima universidade,onde podes aprender alguma coisa,se tua cabeça, deixar
fica em paz
LEICHE E COLEGUINHAS,ESTÃO CONVENCIDOS AGORA QUE VCS SÃO UNS TREMENDOS BABACAS,QUE SÓ POSTAM MERDA,E QUANDO ALGUEM COM UM POUCO MAIS DE VISÃO ALERTA,VCS COMPLEXADOS QUE SÃO ,NÃO AGRADECEM E AINDA IRONIZAM? ENTÃO SÓ TEM UMA SOLUÇÃO,ENGULAM ATÉ O TALO,COMAM DO QUE GOSTAM
Ô Furunculo,
Se és o bambam, que fazes aqui no forum? Vaid ar consultoria. Deixa nóis perder grana.
113875 de 200491
conchon
1115 11/01/2008E vocês amiguinhos??? o que aprenderam hoje?
113876 de 200491
cpaiva
9679 18/04/2007Pelo menos no curtíssimo prazo teremos repique, principalmente para um corte extraordinário.
113877 de 200491
conchon
1115 11/01/2008hoje tivemos uma bela lição ao estilo he-man....
vocês aprenderam???? Eu também...
Resolvi até cortar o primeiro "po" do meu nome.. para os amigos foristas, podem me chamar apenas de PÓ!
113878 de 200491
mpinvest
87 25/02/2008DEALS ALERT
from The Wall Street Journal.
March 10, 2008
Brazil's Cia. Vale do Rio Doce and Xstrata face increasingly slim chances they will reach a deal to create the world's largest mining firm after a sharp drop this month in Vale's shares, which has wiped nearly $10 billion off its bid for Xstrata. Vale also faces negotiating hurdles from Xstrata's largest shareholder, Glencore.
FOR MORE INFORMATION, please see: http://online.wsj.com/article/SB120518386038525183.html?mod=djemalertDEALS
113879 de 200491
abs2002
250 06/11/2007Chega de tomar ferro com a vale.. agora vou levar fumo com a souza cruz....
113880 de 200491
abrantes_RJ
7459 31/08/2007Chega de tomar ferro com a vale.. agora vou levar fumo com a souza cruz....
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
essa fi boa hehe