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Vale Do Rio Doce Nota 10!!!

Comentários

CESTARI

CESTARI

422 16/02/2007
Boa Noite cdabr, é aqui mesmo na página principal do advfn.
cdabr

cdabr

2300 20/02/2008
Citação: cestariBoa Noite cdabr, é aqui mesmo na página principal do advfn.



BOA NOITE ..VALEU...TO ESPERANDO UM ESTILINGADA AMANHA DA VALE..PRA CIMA
cdabr

cdabr

2300 20/02/2008
Citação: informatica_digitalEstilingada em vencimento de opções...rsssss..Cada um....



MINHA IDEIA É QUE SAIA ALGUMA NOTICIA SOBRE A XSTRATA
cdabr

cdabr

2300 20/02/2008
Citação: informatica_digitalEstilingada em vencimento de opções...rsssss..Cada um....



ALIÁS DEU UMA ESTILINGADA NO VENCIMENTO PASSADO, BEM NO DIA, COM A ALTA DO MINÉRIO...

senão nunca adiantaria comprar pó de opçoes ...é uma loteria, vai que numa dessas a gente acerta
  • 13 Mar 2008, 21:14
  • 13 Mar 2008, 21:23
  • Tweet
pedrogti

pedrogti

444 03/08/2007
É pessoal. Parece que a compra da Xstrata vai se concretizar logo logo. Como que vai comportar o preço do papel? Sobe? Desce? Para os vendidos será bom entrar?
Posten vossas opiniões.
XTRADER4

XTRADER4

7246 13/08/2007
É Rawce ..amanhã pode ser um dia especial para que tem não só Vale como outros papeis dos setor...
  • 13 Mar 2008, 21:19
  • 13 Mar 2008, 21:28
  • Tweet
crivale

crivale

110 07/02/2008
Boa noite!
Alguem sabe quanto fecharam os fundos da vale hoje?
crivale

crivale

110 07/02/2008
Estive fora o dia todo e tô completamente por fora das últimas notícias sobre vale e economia em geral.
Alguem sabe a agenda de amanhã e se há previsao de alta novamente ou de realização?
XTRADER4

XTRADER4

7246 13/08/2007
Citação: crivaleBoa noite!

Alguem sabe quanto fecharam os fundos da vale hoje?

...Pela média no grafico que estou vendo aqui vai se negativo abaixo de 1%...


Huáááááááá..(bocejando)..bom mesmo o dia de hoje para a Vale ...mas estou pragadérrimo pessoal....preciso de um bom banho e um bom sono esta noite...nem pra facu vou hoje...boa noite a todos....
crivale

crivale

110 07/02/2008
Citação: xtrader4
Citação: crivaleBoa noite!


Alguem sabe quanto fecharam os fundos da vale hoje?

...Pela média no grafico que estou vendo aqui vai se negativo abaixo de 1%...



Huáááááááá..(bocejando)..bom mesmo o dia de hoje para a Vale ...mas estou pragadérrimo pessoal....preciso de um bom banho e um bom sono esta noite...nem pra facu vou hoje...boa noite a todos....



Valeu, Xtrader4!
Mas vc quis dizer q será por volta de -1%? Negativo, mesmo as ações tendo fechado positivas em quase 1%?
Wilton Pinheiro

Wilton Pinheiro

16 17/11/2007
AMIGOS SOU INICIANTE: POR GENTILEZA DESEJARIA SABER
COMO CONSIGO VER OS INDICES BOVESPA DE DIAS ANTERIORES
SEM SER PELO GRAFICO.
hdft

hdft

432 23/12/2007

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Capa Plantão Meu Globo Online
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Mineração
Vale está perto de concluir negociação com Xstrata
Plantão | Publicada em 13/03/2008 às 15h40m
Reuters/Brasil Online
Por Eleanor Wason e Andrei Khalip

LONDRES/RIO DE JANEIRO (Reuters) - A mineradora brasileira Vale pode estar perto de concluir a negociação para a aquisição da Xstrata e, segundo traders, já teria fechado acordo com o maior acionista da companhia anglo-suíça, a Glencore.

As ações da Xstrata operavam em alta nesta quinta-feira, destoando do tom baixista da bolsa londrina, depois de comentários na mídia de que os principais executivos da empresa estariam viajando para o Brasil para uma última rodada de conversas com o presidente da Vale, Roger Agnelli.

Uma fonte com acesso às negociações afirmou em Londres que a negociação estava encaminhando-se para um fim, mas evitou dizer se ela resultaria na compra ou não da empresa anglo-suíça, quinta maior mineradora global.

O negócio, que poderia alcançar até 90 bilhões de dólares, seria um dos maiores na história e alçaria a Vale ao posto de maior mineradora global.

O jornal "O Estado de S.Paulo" informou nesta quinta-feira que os executivos Mike Davis e Ivan Glasenberg, de Xstrata e Glencore, respectivamente, estariam voando para o Brasil para uma rodada final de negociação com Agnelli, buscando aparar arestas que ainda impediam um acordo.

A trading Glencore tem 35 por cento de participação na Xstrata e possui direitos de comercialização sobre boa parte da produção da mineradora.

A empresa, como mesmo Agnelli já admitiu, gostaria de manter esses direitos, o que a Vale não está disposta a conceder.

O jornal diz que uma alternativa seria a criação de uma empresa separada, que ficaria com direitos de comercialização de uma pequena parte da produção da empresa resultante da eventual fusão. A Vale e a Glencore teriam uma participação nessa empresa.

Agnelli quebrou o pé e por isso não poderia viajar à Europa nesse momento para prosseguir as conversas, por isso a vinda dos europeus ao Rio.

42 LIBRAS POR AÇÃO

Traders na Europa afirmaram ter ouvido comentários de que a Vale fechou a compra da participação da suíça Glencore na Xstrata por 42 libras por ação.

Mas uma fonte no Brasil também familiar com os entendimentos que estão sendo feitos afirmou não ter confirmação de que isso ocorreu.

"Até onde eu sei, as negociações prosseguem, com todos ainda defendendo as mesmas posições", afirmou.

O negócio com a Xstrata seria importante para a Vale em sua busca por diversificação, já que 40 por cento de seu faturamento atual vem de negócios com minério de ferro.

Com a compra da mineradora anglo-suíça, a Vale assumiria também a posição de maior produtor de níquel.

Fontes disseram que, para fechar o negócio, a Glencore propôs ficar com a comercialização por 10 anos da produção combinada da companhia pós-fusão, tirando o minério de ferro.

Segundo eles, a Vale fez uma contra-proposta, oferecendo a comercialização por menos tempo, 5 anos, e tirando minério de ferro e níquel.

Em Londres, as ações da Xstrata fecharam com alta de 1,7 por cento, enquanto o índice geral da bolsa caiu 1,4 por cento.

Em São Paulo, por volta das 15h20, as ações da Vale subiam 0,5 por cento, enquanto o Ibovespa perdia 0,3 por cento.
aposentado

aposentado

3078 02/12/2006
Citação: cdabralguem sabe dizer se tem lançamento coberto pela Itautrade ou pela BB corretora??



CDABR, não sei!
Mas a quantidade de relatos sobre as 2 não me fariam operar ações com eles imagine OPIÇAS!

Eu sugir que tu abra uma continha numa corretora pura, imagina se voce reclamar pra estes caras que o dividendo não foi creditado!!! vão mandar você ligar pro call center do banco..

EU sou funcionario do grupo ITAU, pedi mil vezes para ver se melhoravam as condições para poder operar, mas eles tão sentados na grana..que diferença faria meus trocos pra eles... hehehe

[]s e sorte!
aposentado

aposentado

3078 02/12/2006
Citação: gustafaoNevaska, no after as opções tb tem limite de 2% de variação?


gustavo, no after não tem opiças!
aposentado

aposentado

3078 02/12/2006
Quanto tempo tu tem de bolsa?
Cara, você veio pra deixar o dinheiro? ou para faze-lo crescer?



1)...no exemplo a opcao vale 0,25 e 0,05 no final, você terá perdido 80% do que investiu!

Isto não é investir, e queimar dinheiro.

2) as opçoes são variam de 2,00 em 2,00 reais
exemplo VALEC48 -- > 48,00 VALEC50---> 50,00
isto quer dizer que o premio vale de 0 a 2,00 sem contar o agio.
se vale 0,25 é o que se diz uma opção bem fora do dinheiro, isto é tu estará comprando pó!!!

O que pode estar acontecendo hoje é raro(ainda não sabemos o que está)!

fica fora, estude muito antes de jogar roleta russa!

opcoes são para remunerar capital, tem tempo de validade!

maspimentel

maspimentel

9832 05/06/2007
A Vale atingiu resultados recordes em 2007, favorecidos,
principalmente, pela consolidação da Inco, em virtude dos
maiores preços do níquel ao longo do ano, e pelo aumento
do volumes vendidos no segmento de ferrosos.
Desempenho nos principais segmentos:
Minerais ferrosos – as vendas de minério de ferro e pelotas
atingiram 291,5 milhões de toneladas em 2007 ante 272,7
milhões em 2006. A China respondeu por 33,0% do volume
vendido, e o Brasil, segundo maior destino, representou 15,7%
das vendas. O faturamento do segmento de metais ferrosos
somou R$ 29,9 bilhões, um acréscimo de 8,2% frente ao ano
anterior, representando 45,1% da receita total (59,1% em 2006).
Minerais não-ferrosos - as receitas com minerais não-ferrosos,
refletindo a consolidação da Inco, cresceram 188,6% ante 2006,
somando R$ 25,4 bilhões e representando 38,3% da receita bruta.
As receitas com o níquel somaram R$ 19,7 bilhões (29,7% da
total), impactadas por um preço médio em dólares 54,8% maior e
volumes 267,1% superiores. As receitas com cobre, que
alcançaram R$ 3,8 bilhões, uma evolução de 64,7%,
representaram 5,8% da receita total. Os preços médios em
dólares do cobre permaneceram estáveis no período, enquanto
que o volume vendido cresceu 77,5%.
Receita líquida: incluídas as receitas relacionadas à cadeia do
alumínio e os serviços de logística, o faturamento líquido da
companhia atingiu R$ 64,8 bilhões em 2007, um acréscimo de
43,0% frente a 2006.
Lucro bruto: o custo dos produtos vendidos (CPV) aumentou
44,9% no período, impactado, principalmente, por maiores custos
com pessoal (+67,0%), aquisição de produtos (+48,0%),
depreciação (+95,0%) e energia (+27,0%). Diante disso, a
companhia alcançou um lucro bruto de R$ 34,7 bilhões, crescendo
41,3% na comparação com 2006, implicando queda de 0,7 p.p. na
margem bruta, que se situou em 53,5% (54,2% em 2006).
EBITDA: as despesas operacionais aumentaram 20,6% ante
2006, proporcionando um crescimento de 47,7% na geração de
caixa operacional, medida pela EBITDA, que atingiu R$ 33,6
bilhões. A margem EBITDA alcançou 51,9%, uma evolução de 1,7
p.p.. Os minerais ferrosos responderam por 48,5% (64,6% em
2006) da geração de caixa e os minerais não-ferrosos por 42,4%
(12,6% em 2006).
Resultado financeiro: as receitas financeiras líquidas somaram
R$ 277 milhões ante despesas financeiras líquidas de R$ 1,7
bilhão em 2006, refletindo, principalmente, o impacto positivo da
apreciação do real (R$) sobre o estoque de dívida.
29/02/2008
Análise de Investimento - Flash
Companhia Vale do Rio Doce
Controlador: Previ, Funcef, Petros, Bradespar,
Mitsui e BNDESPar
Relações com Investidores: Fábio Barbosa e
Roberto Castello Branco
Receita Líquida e Margem Bruta
33.993
19.443
27.544
48,7% 45.292 64.764
43,5%
54,2% 53,5%
52,0%
2003 2004 2005 2006 2007
R$ milhões
EBITDA e Margem EBITDA
7.765
12.249
16.701
33.619
22.759
49,1%
50,2%
51,9%
39,9%
44,5%
2003 2004 2005 2006 2007
R$ milhões
Lucro Líquido e Margem Líquida
20.006
10.443
13.431
6.460
4.509
23,2% 23,5%
29,7% 30,9%
30,7%
2003 2004 2005 2006 2007
R$ milhões
2/2
Resultado não-operacional: a companhia obteve receitas nãorecorrentes
de R$ 1,4 bilhão referentes à venda de ativos:
Usiminas (R$ 846 milhões), Log-In Logística (R$ 454 milhões) e
LionOre Mining Ltd. (R$ 153 milhões).
Lucro líquido: diante do exposto, o lucro líquido aumentou
48,9% ante 2006, atingindo R$ 20,0 bilhões.
Endividamento: a dívida bruta apresentou uma redução de R$
13,9 bilhões relativamente a 2006, totalizando R$ 35,8 bilhões. A
dívida líquida somava R$ 33,7 bilhões, equivalente a um múltiplo
dívida líquida/EBITDA 12 meses de 1,0x. O custo médio em
dólares da dívida era de 6,14% ao ano.
Investimentos: foram investidos US$ 7,6 bilhões em 2007
(excluindo aquisições), sendo US$ 5,4 bilhões em crescimento
orgânico e US$ 2,2 bilhões na manutenção das operações
existentes.
Perspectivas: a companhia permanece otimista em relação aos
resultados futuros. O aumento da capacidade produtiva, a partir
da execução dos seus projetos de expansão (serão investidos US$
59 bilhões ao longo dos próximos cinco anos), e a continuidade de
uma demanda firme pelos seus principais produtos (minério de
ferro, níquel, alumínio e cobre) devem assegurar a manutenção
de um ritmo crescente nos resultados. A economia mundial
crescerá menos no curto prazo devido aos efeitos da crise no
mercado imobiliário residencial norte-americano, porém, não
deverá entrar em recessão causando ruptura no mercado de
commodities metálicas. Desta forma, assim como ocorrido nos
últimos anos, as grandes economias emergentes como China e
Índia continuarão pautando o crescimento da demanda por
minério de ferro e metais de base. A manutenção dos preços
destes metais em níveis elevados nos últimos meses e o anúncio
do reajuste anual para o minério de ferro em patamares acima da
expectativa (65,0% para o minério fino do Sistema Sul/Sudeste e
71,0% para o minério fino do Sistema Norte/Carajás), mesmo
num contexto em que há sinais de desaceleração econômica
global, são indicativos que corroboram para a efetivação de um
cenário ainda favorável para a companhia.
Relatório elaborado pelo analista
Carlos Fernando Kochenborger, CNPI
carlos.koch@gerafuturo.com.br
crivale

crivale

110 07/02/2008
Citação: maspimentelA Vale atingiu resultados recordes em 2007, favorecidos,

principalmente, pela consolidação da Inco, em virtude dos

maiores preços do níquel ao longo do ano, e pelo aumento

do volumes vendidos no segmento de ferrosos.

Desempenho nos principais segmentos:

Minerais ferrosos – as vendas de minério de ferro e pelotas

atingiram 291,5 milhões de toneladas em 2007 ante 272,7

milhões em 2006. A China respondeu por 33,0% do volume

vendido, e o Brasil, segundo maior destino, representou 15,7%

das vendas. O faturamento do segmento de metais ferrosos

somou R$ 29,9 bilhões, um acréscimo de 8,2% frente ao ano

anterior, representando 45,1% da receita total (59,1% em 2006).

Minerais não-ferrosos - as receitas com minerais não-ferrosos,

refletindo a consolidação da Inco, cresceram 188,6% ante 2006,

somando R$ 25,4 bilhões e representando 38,3% da receita bruta.

As receitas com o níquel somaram R$ 19,7 bilhões (29,7% da

total), impactadas por um preço médio em dólares 54,8% maior e

volumes 267,1% superiores. As receitas com cobre, que

alcançaram R$ 3,8 bilhões, uma evolução de 64,7%,

representaram 5,8% da receita total. Os preços médios em

dólares do cobre permaneceram estáveis no período, enquanto

que o volume vendido cresceu 77,5%.

Receita líquida: incluídas as receitas relacionadas à cadeia do

alumínio e os serviços de logística, o faturamento líquido da

companhia atingiu R$ 64,8 bilhões em 2007, um acréscimo de

43,0% frente a 2006.

Lucro bruto: o custo dos produtos vendidos (CPV) aumentou

44,9% no período, impactado, principalmente, por maiores custos

com pessoal (+67,0%), aquisição de produtos (+48,0%),

depreciação (+95,0%) e energia (+27,0%). Diante disso, a

companhia alcançou um lucro bruto de R$ 34,7 bilhões, crescendo

41,3% na comparação com 2006, implicando queda de 0,7 p.p. na

margem bruta, que se situou em 53,5% (54,2% em 2006).

EBITDA: as despesas operacionais aumentaram 20,6% ante

2006, proporcionando um crescimento de 47,7% na geração de

caixa operacional, medida pela EBITDA, que atingiu R$ 33,6

bilhões. A margem EBITDA alcançou 51,9%, uma evolução de 1,7

p.p.. Os minerais ferrosos responderam por 48,5% (64,6% em

2006) da geração de caixa e os minerais não-ferrosos por 42,4%

(12,6% em 2006).

Resultado financeiro: as receitas financeiras líquidas somaram

R$ 277 milhões ante despesas financeiras líquidas de R$ 1,7

bilhão em 2006, refletindo, principalmente, o impacto positivo da

apreciação do real (R$) sobre o estoque de dívida.

29/02/2008

Análise de Investimento - Flash

Companhia Vale do Rio Doce

Controlador: Previ, Funcef, Petros, Bradespar,

Mitsui e BNDESPar

Relações com Investidores: Fábio Barbosa e

Roberto Castello Branco

Receita Líquida e Margem Bruta

33.993

19.443

27.544

48,7% 45.292 64.764

43,5%

54,2% 53,5%

52,0%

2003 2004 2005 2006 2007

R$ milhões

EBITDA e Margem EBITDA

7.765

12.249

16.701

33.619

22.759

49,1%

50,2%

51,9%

39,9%

44,5%

2003 2004 2005 2006 2007

R$ milhões

Lucro Líquido e Margem Líquida

20.006

10.443

13.431

6.460

4.509

23,2% 23,5%

29,7% 30,9%

30,7%

2003 2004 2005 2006 2007

R$ milhões

2/2

Resultado não-operacional: a companhia obteve receitas nãorecorrentes

de R$ 1,4 bilhão referentes à venda de ativos:

Usiminas (R$ 846 milhões), Log-In Logística (R$ 454 milhões) e

LionOre Mining Ltd. (R$ 153 milhões).

Lucro líquido: diante do exposto, o lucro líquido aumentou

48,9% ante 2006, atingindo R$ 20,0 bilhões.

Endividamento: a dívida bruta apresentou uma redução de R$

13,9 bilhões relativamente a 2006, totalizando R$ 35,8 bilhões. A

dívida líquida somava R$ 33,7 bilhões, equivalente a um múltiplo

dívida líquida/EBITDA 12 meses de 1,0x. O custo médio em

dólares da dívida era de 6,14% ao ano.

Investimentos: foram investidos US$ 7,6 bilhões em 2007

(excluindo aquisições), sendo US$ 5,4 bilhões em crescimento

orgânico e US$ 2,2 bilhões na manutenção das operações

existentes.

Perspectivas: a companhia permanece otimista em relação aos

resultados futuros. O aumento da capacidade produtiva, a partir

da execução dos seus projetos de expansão (serão investidos US$

59 bilhões ao longo dos próximos cinco anos), e a continuidade de

uma demanda firme pelos seus principais produtos (minério de

ferro, níquel, alumínio e cobre) devem assegurar a manutenção

de um ritmo crescente nos resultados. A economia mundial

crescerá menos no curto prazo devido aos efeitos da crise no

mercado imobiliário residencial norte-americano, porém, não

deverá entrar em recessão causando ruptura no mercado de

commodities metálicas. Desta forma, assim como ocorrido nos

últimos anos, as grandes economias emergentes como China e

Índia continuarão pautando o crescimento da demanda por

minério de ferro e metais de base. A manutenção dos preços

destes metais em níveis elevados nos últimos meses e o anúncio

do reajuste anual para o minério de ferro em patamares acima da

expectativa (65,0% para o minério fino do Sistema Sul/Sudeste e

71,0% para o minério fino do Sistema Norte/Carajás), mesmo

num contexto em que há sinais de desaceleração econômica

global, são indicativos que corroboram para a efetivação de um

cenário ainda favorável para a companhia.

Relatório elaborado pelo analista

Carlos Fernando Kochenborger, CNPI

carlos.koch@gerafuturo.com.br






maspimentel,
se as informações da vale são tao boas, qdo é q as ações vão subir q nem foguete? O q tá faltando para isto acontecer? Vc sabe?

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Ativos Discutidos
Índices Mundiais
Alemanha 0.0%
Austrália 1.2%
Brasil 0.7%
Canadá 0.9%
EUA (Dow Jones) 1.1%
EUA (NASDAQ) -1.5%
França 0.4%
Grécia 0.0%
Holanda 1.0%
Inglaterra 0.3%
Itália 0.8%
Portugal 1.4%
Maiores Altas (%)
BOV:GFSA12 0.17 30.8%
BOV:TOKY11 0.34 30.8%
BOV:TOKY3 0.37 23.3%
BOV:ONCO3 1.21 11.0%
BOV:PCAR3 2.63 10.0%
BOV:ABCB2 4.54 9.9%
BOV:OIBR3 0.12 9.1%
BOV:LUXM4 3.22 7.3%
BOV:AFLT3 7.52 7.3%
BOV:MXRF12 0.15 7.1%

Dado por: