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201 27/01/2008
Citação: alessandrofernandesPessoal, garimpei essa matéria sobre o socorro americano ao Bear Stearns, no site da Bloomberg, hoje. Não tenho capacidade técnica pra traduzir, até porque não estou familiarizado com muitas terminologias de economia em inglês, por isso peço desculpas por postar em outro idioma. Não acrescenta nada de novo ao que já sabemos da imprensa, mas é um texto mais completo que os resumos que vi em português. Vejam abaixo:



Bernanke Discards Monetary History With Bear Stearns Bailout


By Craig Torres


March 15 (Bloomberg) -- Federal Reserve Chairman Ben S. Bernanke is being forced to throw out four decades of monetary history by a financial system choking on miscalculated risks and a deepening recession.


Bernanke and the four Fed governors voted yesterday to become creditors to Bear Stearns Cos., a securities firm that isn't a bank, by invoking a law that hasn't been used since the 1960s. Three days earlier, the Fed said it would swap Treasury notes on its balance sheet for privately issued mortgage-backed securities held by Wall Street firms.


``It's a re-drawing of the relationship of the Federal Reserve with the rest of the financial system,'' said Vincent Reinhart, former director of the Division of Monetary Affairs at the Board. Risks of so-called moral hazard, where firms will now come to count on bailouts by a federal agency, ``are considerable,'' he said.


The cost of doing nothing may have been even greater, say other former Fed officials. Bernanke is attempting to keep the nation's financial machinery working as record home foreclosures make investors reluctant to hold even bonds backed by Fannie Mae and Freddie Mac, government-chartered firms. The 54-year-old Fed chairman is also trying to contend with a worsening economic slump: Reports this week showed that retail sales unexpectedly fell and consumer confidence slid to a 16-year low.


Meyer's Experience


``As a governor, you never want to be placed in this position,'' said former Fed governor Laurence Meyer, who served during the central bank's coordination of the rescue of hedge fund Long-Term Capital Management LLC in 1998. ``Everybody has to be uncomfortable with this. But it is always, compared to what? Just imagine what would have happened today if this action hadn't been taken.''


Even with the bailout, stocks retreated. The Standard & Poor's 500 Index fell 2.1 percent yesterday to 1,288.14. The S&P Financials Index lost 4.1 percent. Bear Stearns tumbled $27, or 47 percent, to $30. Lehman Brothers Holdings Inc., Citigroup Inc. and Bank of America Corp. also declined.


``It has really spooked the market,'' Gregory Peters, head of credit strategy at Morgan Stanley in New York, said in a Bloomberg Television interview. ``It has unraveled so fast that investors are worried about the next shoe dropping.''


Bear Stearns is a market maker in mortgage bonds, a primary dealer in U.S. Treasury notes and clears or settles securities transactions for other brokers and investment funds. While it doesn't take deposits from the public, it's as intertwined with the financial system as any bank.


Cost of Lending


``Most lending happens outside of bank balance sheets,'' said Mark Gertler, who has written papers on central banking with Bernanke and is a professor of economics at New York University. ``We are seeing financial innovation, so you should expect innovation in the lender of last resort facility.''


Still, some economists said, the Fed may encourage risky behavior by backstopping financial institutions. Willem Buiter, a London School of Economics professor and former Bank of England policy maker, called the Fed's move ``socialism for the rich, which is both inefficient and morally objectionable.''


Only last week, senior bank supervisors from the U.S., U.K., France, Germany and Switzerland blamed the crisis on poor communication, bad risk analysis and an under-estimation of liquidity needs by large financial institutions.


``There is no doubt the Fed has been nervous about extending its lending reach beyond banks that have a role in the payment system,'' said Marvin Goodfriend, a former senior policy adviser at the Richmond Federal Reserve Bank and now an economics professor at Carnegie Mellon University in Pittsburgh. ``Is the credit crisis so bad that it requires a breach of longstanding conventions?''


Navigating the Storm


Former Treasury Secretary Lawrence Summers said the Fed is trying to navigate through a once-in-a-generation financial and economic storm.


Panic selling is lowering the value of stocks and bonds, spurring more selling. Unemployment is rising, reducing incomes and spending, and falling asset prices -- including homes -- are leading to a contraction in credit.


``That three-way combination feels like something we have not seen in this country in a very, very long time,'' Summers, now a professor at Harvard University, said in a Bloomberg Television interview in Washington. ``It's a near-certainty we are in a recession and there is a real prospect that it could be a serious one without strong policy action.''


Fed officials meet to set interest rates on March 18. Futures traders put the chances of a 1 percentage point cut at 50 percent. A reduction of that magnitude would be the first in the two decades since the federal funds rate has been used to steer the economy.


``The name of the game is preventing disaster,'' said NYU's Gertler. ``By letting one house burn down, you might have the whole neighborhood burn down. You want to avoid that.''


To contact the reporter on this story: Craig Torres in Washington at ctorres3@bloomberg.net.

Last Updated: March 15, 2008 00:16 EDT



EM SUMA DIZES QUE NÃO TENS CAPACIDADE PARA TRADUZIR,MAS AFIRMAS QUE É MAIS COMPLETO,

QUE MANCADA

É SÓ O QUE TENS A FAZER?
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432 23/12/2007

Bush diz que serão tomadas "medidas adequadas" para estabilizar sistema financeiro
O presidente dos Estados Unidos, numa tentativa de acalmar os investidores depois de os títulos da Bear Stearns terem caído mais de 50% a seguir ao anúncio de uma ajuda financeira da JPMorgan Chase e da Fed de Nova Iorque, disse hoje que os estrategas políticos tomarão as "medidas adequadas" para estabilizarem o sistema financeiro


O presidente dos Estados Unidos, numa tentativa de acalmar os investidores depois de os títulos da Bear Stearns terem caído mais de 50% a seguir ao anúncio de uma ajuda financeira da JPMorgan Chase e da Fed de Nova Iorque, disse hoje que os estrategas políticos tomarão as "medidas adequadas" para estabilizarem o sistema financeiro.

"Os acontecimentos de hoje sucederam-se a uma grande velocidade, mas o presidente da Reserva Federal e o secretário do Tesouro estão atentos e tomarão as medidas adequadas para promoverem a estabilidade nos nossos mercados", afirmou George W. Bush no Economic Club de Nova Iorque.

Bush discursou algumas horas depois de a Bear Stearns, quinto maior banco de investimento dos EUA, ter anunciado que obteve ajuda financeira por parte da Fed de Nova Iorque e da JPMorgan Chase, de forma a travar o significativo deteriorar da sua liquidez. "O banco central e o Departamento do Tesouro agiram para mitigar as perburbações nos nossos mercados financeiros", acrescentou, citado pela Bloomberg.

"A nossa economia, evidentemente, está a passar um mau bocado, tanto no mercado imobiliário como nos mercados financeiros", disse ainda o presidente norte-americano.

O aumento dos incumprimentos no segmento dos empréstimos "subprime" levou ao colapso do mercado de concessão de crédito hipotecário nos EUA. Os incumprimentos têm continuado a subir, mesmo depois de a Fed já ter cortado os juros de referência cinco vezes desde Setembro.

As execuções hipotecárias aumentaram 60% em Fevereiro nos Estados Unidos, segundo a RealtyTrac Inc.

No entanto, o presidente americano está optimista quanto ao futuro. "No longo prazo, estou confiante que a nossa economia continuará a crescer, porque as suas bases são sólidas", referiu ainda George W. Bush.




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432 23/12/2007

Assinatura do Jornal de Negócios MERCADOS Publicado 14 Março 2008
Goldman Sachs aponta para petróleo nos 175 dólares
As "commodities" poderão registar "subidas explosivas" nos próximos dois anos, com o petróleo a atingir os 175 dólares por barril, segundo a Goldman Sachs



As "commodities" poderão registar "subidas explosivas" nos próximos dois anos, com o petróleo a atingir os 175 dólares por barril, segundo a Goldman Sachs.

As decisões políticas sobre fluxos de dinheiro, emprego e tecnologia estão a "condicionar substancialmente o crescimento da oferta" de matérias-primas, referem os analistas da Goldman Sachs na sua última nota de "research", divulgada hoje pela Bloomberg. "Esta situação deverá sustentar um mercado altista do ponto de vista estrutural, para as ‘commodities’, até que esses entraves sejam eliminados e/ou a procura seja ajustada", acrescenta o documento.

A generalidade das "commodities" está no seu sétimo ano de ganhos, com o desinvestimento em refinarias, minas e terrenos agrícolas a fazerem disparar os preços do petróleo, ouro, platina e trigo para máximos históricos. Actualmente, as entidades políticas controlam mais recursos naturais do que em qualquer outra altura do século XVII, refere ainda a nota de análise da Goldman Sachs.

O banco de investimento tinha já anunciado esta semana que revia em alta, de 90 para 105 dólares, o preço médio do crude de referência dos EUA para 2009.

O West Texas Intermediate (WTI), transaccionado em Nova Iorque, está actualmente numa média de 96,53 dólares desde o início do ano, o que corresponde a mais 17% do que o preço médio para todo o ano previsto pelos 30 analistas inquiridos pela Bloomberg – que o situaram nos 82,25 dólares por barril.

Preços ainda não estão em níveis extremos

De acordo com o Deutsche Bank, os actuais preços do petróleo ainda não estão num nível "extremo" (como aconteceu na década de 80) se os ajustarmos ao poder de compra dos consumidores norte-americanos.

"As cotações do petróleo teriam de atingir 145 dólares por barril para fazerem aumentar os gastos com a energia, em termos de percentagem do rendimento disponível americano, para níveis que se verificaram no início dos anos 80", referiram os analistas Adam Sieminski e Michael Lewis, citados pela Bloomberg.

O contrato de Abril do WTI [Cot] atingiu ontem um máximo histórico de 111 dólares por barril em Nova Iorque e o Brent do Mar do Norte [Cot] – crude de referência para a Europa - alcançou hoje um novo recorde em Londres, nos 108,02 dólares




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432 23/12/2007
Inicio Internacional España Deportes Economía Tecnología Cultura Gente y TV Sociedad Opinión Blogs Participa Andalucía | Cataluña | Comunidad Valenciana | Galicia | Madrid | País Vasco EL TRÁFICOOperación Salida de Semana Santa: consulta la situación de las carreteras en directo
ELPAIS.com > España 3 de 17 en España anterior siguiente Brasil sextuplica en una semana el veto de entrada a españoles en tres años
Según la Cancillería brasileña, la medida corresponde al principio constitucional de reciprocidad después de que en los últimos días haya aumentado el número de brasileños deportados o impedidos de entrar en España. -El Gobierno explica que sólo se está haciendo cumplir la ley
EFE - Sao Paulo - 15/03/2008


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Brasil, en apenas siete días, ha sextuplicado las denegaciones de entradas de ciudadanos españoles aplicadas entre 2005 y 2007, según han revelado datos del servicio de inmigración de la Policía Federal. Entre el 6 y el 12 de marzo se impidió entrar en Brasil a 24 españoles, mientras que en los tres años anteriores sólo fueron vetados cuatro, ha informado el portal de noticias en Internet G1.

Brasil
A FONDO
Capital: Brasilia. Gobierno: República Federal. Población: 182,032,604 (2003)
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webs en español
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La medida, según la Cancillería brasileña, corresponde al principio constitucional de reciprocidad, después que en los últimos días haya aumentado el número de brasileños deportados o impedidos de ingresar en territorio español, que las cifras españolas sitúan en 1.027, en lo que va de año.

El organismo policial y el Gobierno brasileño han negado que los rechazos se traten de algún tipo de "persecución" contra los españoles y han explicado que están haciendo cumplir las exigencias estipuladas por la ley para el ingreso de extranjeros sin visa.


Por nacionalidades, los españoles, según datos estadísticos del Ministerio de Turismo de Brasil correspondientes a 2006, fueron los octavos visitantes al país sudamericano, con 211.741 turistas De acuerdo con la Policía Federal, Nigeria encabezó el número de no admisiones y deportaciones en Brasil entre 2005 y 2007, con 147 casos, seguido de Guinea (66), Bolivia (61), Liberia (55), China (49), Ucrania (48), Ghana (39), Colombia y Estados Unidos (31).
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432 23/12/2007
registrarconectarSábado, 15/3/2008, 21:33 h
Economía Inicio Internacional España Deportes Economía Tecnología Cultura Gente y TV Sociedad Opinión Blogs Participa Bolsas | Fondos | Negocios EL TRÁFICOOperación Salida de Semana Santa: consulta la situación de las carreteras en directo
ELPAIS.com > Economía 2 de 14 en Economía anterior siguiente Bush entona la libertad del mercado para rechazar nuevas medidas contra la recesión
La situación económica supera a Irak como principal preocupación de los estadounidenses mientras los demócratas critican la inacción del presidente
EFE - Washington - 15/03/2008


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El presidente de EEUU, George W. Bush, ha advertido hoy que el Gobierno debe evitar ir demasiado lejos en su afán por enmendar la economía, al alertar que "una de las peores cosas que se pueden hacer es una corrección excesiva". Los demócratas, mientras tanto, han criticado que el inquilino de la Casa Blanca confíe en la falta de acción para corregir el problema al tiempo que la mala situación económica ha superado a Irak como primer problema para la población.


La Reserva Federal sale al rescate del banco de inversión Bear Stearns
George w. Bush

A FONDO
Nacimiento: 06-07-1946 Lugar: (New Haven)
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webs en español
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"Una de las peores cosas que se pueden hacer es una corrección excesiva", ha sentenciado el inquilino de la Casa Blanca
Bush ha insistido en su discurso radiofónico semanal en que el programa de estímulo fiscal aprobado recientemente, que pondrá unos 150.000 millones de dólares en los bolsillos de los contribuyentes, debería de insuflar aliento en la economía para el segundo trimestre del año y tener un impacto todavía más visible en el tercero.

A pesar de eso, se ha mostrado en contra de un exceso de acción, sobre todo para enmendar la grave crisis en el sector hipotecario. "Si decidiésemos perseguir algunas de las soluciones gubernamentales que escuchamos en Washington, agravaríamos un problema complicado y acabaríamos dañando a más propietarios de los que ayudamos", afirmó en su alocución semanal.

Mientras tanto, la economía ha superado a la guerra de Irak como la principal preocupación de los votantes en el actual año electoral, ante las pérdidas de empleos, el incremento de los precios del petróleo, la crisis crediticia y las turbulencias en Wall Street.

"Podemos estar seguros de que a largo plazo nuestra economía seguirá creciendo, pero a corto plazo está claro que el crecimiento se ha desacelerado", ha afirmado.

Los demócratas exigen eficiencia energética y más ayudas

Los demócratas, por su parte, han apuntado que tratarán de impulsar la economía con medidas destinadas a ayudar al sector inmobiliario, así como con una mayor eficiencia energética y energías renovables.

"El presidente sigue tratando de convencerse a sí mismo de que la falta de acción es la cura para todos los problemas económicos que sufren los esforzados trabajadores estadounidenses", ha dicho el líder de la mayoría demócrata, Harry Reid.

"Pero los demócratas saben que la política de esperar y ver no es una estrategia responsable para una economía que está al borde de la recesión", ha añadido.

Bush se opone a algunas de las medidas a debate en el Congreso para ayudar al sector inmobiliario porque cree que inflarían artificialmente los precios. "Muchas parejas jóvenes que intentan adquirir su primera vivienda se han quedado al margen del mercado debido a unos precios inflados", ha señalado el presidente. "El mercado está ahora en el proceso de corregirse a sí mismo y el aplazar esa corrección sólo prolongaría el problema", ha afirmado.
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ELPAIS.com > Economía ANÁLISIS: Mercados DESDE EL PARQUÉ
Más problemas de liquidez
RAFAEL VIDAL 15/03/2008


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El anuncio de ayuda financiera de urgencia para el banco de inversión estadounidense Bear Stearns, por parte de JP Morgan Chase en coordinación con la Reserva Federal de Nueva York, ha caído como un jarro de agua fría sobre los mercados de valores a ambos lados del Atlántico.

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La Bolsa española abrió esta sesión con tímidos avances que poco a poco se fueron consolidando hasta llegar a una subida del Ibex 35 del 1,83%, hasta los 13.312,50 puntos, pero al conocerse que otra entidad financiera estadounidense tenía problemas serios se produjo la desbandada y el principal índice de la Bolsa española pasó en pocos minutos a la zona de los 12.900 puntos, con un recorte del 1,28%. Al final de la sesión, el descenso del Ibex 35 fue del 0,40%, lo que le permite mantenerse por encima del nivel de los 13.000 puntos.

En esta jornada se conocieron en Estados Unidos algunos datos económicos prometedores, como la estabilidad del IPC en febrero y un retroceso mínimo de la confianza de los consumidores en marzo, según el dato provisional de la Universidad de Michigan. Algunos observadores querían ver en esos datos una señal de que la crisis va deprisa, pero que puede ser breve, aunque la resistencia de las entidades financieras a reconocer a tiempo sus problemas está minando la confianza de los inversores, dando la sensación de que en ese asunto parece que aún está lejos la salida del túnel.

Con los vaivenes de esta sesión, a los que no escapó ningún mercado de valores, se confirma la imposibilidad de definir una tendencia en las actuales circunstancias, lo que limita la actividad de los inversores. Aun así, en esta sesión la contratación fue razonablemente alta al forzar movimientos a corto para escapar del último problema generado por la crisis de liquidez del sistema financiero estadounidense.

En el Mercado Continuo se negociaron 4.826,39 millones de euros, de los que 3.952,05 millones procedían de las operaciones del "mercado abierto".
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432 23/12/2007
MARKETS
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Wall Street hit by mixed messages
By Stacy-Marie Ishmael in New York

Published: March 14 2008 12:59 | Last updated: March 14 2008 20:45

US stocks ended the week at levels virtually unchanged from the previous Friday, a fact which belies the incredible volatility experienced by investors over the last five days.

It has been an extraordinary week on Wall Street, and one characterised by mixed signals about the health of the economy and global financial markets.

EDITOR’S CHOICE
US bank’s rescue weighs down FTSE - Mar-14Financials suffer in rollercoaster week - Mar-14Dollar drops to fresh lows - Mar-14Asian markets fail to hold early gains - Mar-14Gold renews challenge on $1,000 level - Mar-13In depth: Credit squeeze - Feb-26The week began on a sour note, with stocks falling to 19-month lows after oil prices soared to a record and the dollar plumbed new lows.

On Tuesday, the Federal Reserve sparked a significant rally when it announced a new, expanded effort to improve financial market liquidity. Investors’ initial euphoria waned just a day later, after Carlyle Capital, a highly-leveraged mortgage bond fund, said it had defaulted on $16.6bn in debt and was facing collapse.

Standard & Poor’s provided a sentiment boost on Thursday, when it said the end was near for subprime writedowns at major financial institutions. Prior to the S&P comment, shares had fallen on data showing consumers had cut their spending sharply in February.

And early on Friday, unexpectedly benign inflation data supported a strong opening on Wall Street.

But by the end of the trading day in New York, as investors digested the implications of JP Morgan and the Federal Reserve stepping in to support Bear Stearns, stocks had turned sharply negative.

The S&P 500, which had been poised for its best week since the end of January before Friday, fell 0.4 per cent on the week to 1,288.14.

The Dow Jones industrial average rose 0.5 per cent over the period to 11,951.09, while the Nasdaq composite was unchanged at 2,212.49. T

Bear Stearns which this week repeatedly denied it faced any funding problems, plummeted after the brokerage said its liquidity position had significantly deteriorated. In response, Standard & Poor’s and Fitch slashed Bear’s credit ratings to triple-A. Shares fell 57.2 per cent this week to $30, a near 10-year low.

JPMorgan Chase, which is acting in tandem with the New York Fed to provide Bear with secured funding, fell 2.7 per cent on the week to $36.54. The bank said shareholders would not be exposed to “any material risk”.

Financial stocks bore the brunt of the fallout from the Bear rescue. Citigroupfell 5.4 per cent on the week to $19.78. Merrill Lynch fell 3.7 per cent to $43.51.

Lehman Brothers fell 15.3 per cent to $41.48. “The most acute contagion from the liquidity disease afflicting Bear Stearns today appears to be festering at Lehman Brothers,” analysts at Interactive Brokers said. “The mad rush for protection against further downside drama in its share price appears more or less unmitigated.”

Bank of America fell 2.9 per cent to $35.69, while Countrywide, which it has agreed to buy, fell 11.2 per cent to $4.50. Bank of America’s proposed acquisition of the top US mortgage lender has come under increasing scrutiny from investors and lawmakers. Chuck Schumer, the Democratic senator from New York, said Countrywide had been a “main contributor” to the mortgage crisis, and the lender is one of several facing an early-stage inquiry by the Federal Bureau of Investigation.

Ambac, the bond insurer, lost 34.5 per cent of its value this week, falling to $6.22 despite having its top-notch credit rating reaffirmed by both Moody’s and Standard & Poor’s. Rival MBIA fell 8.8 per cent to $10.94.

AIG the world’s largest insurer, fell 4 per cent to $41.18 after Morgan Stanley said it could be hit by as much as $3bn in losses related to credit default swaps. Insurance companies are facing subprime-related losses that could dwarf the record set by Hurricane Katrina, the worst natural disaster in US history, according to Bloomberg data.

The amount of asset writedowns and credit losses reported by the insurance industry has reached at least $38bn, just shy of the $41.1bn in claims from Katrina, Bloomberg data show.

WellPoint fell 29.8 per cent this week to $47.09 after the health insurer said it expected a smaller profit because of higher medical costs and economic weakness.

Rival Humana fell 30.8 per cent to $43.98 after it revised its own forecasts downward, citing higher-than-expected claims in its standalone Medicare prescription plans. Moody’s cut its ratings outlook on Humana to “negative” from “stable”.

Elsewhere in the insurance sector, Progressive fell 11.3 per cent to $15.47 after the car insurer reported weak February results.

The insurance sector fell 2.7 per cent this week.
Copyright The Financial Times Limited 2008

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Search FT.comSaturday Mar 15 2008
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Analysts say further increase likely - Mar 14 2008 18:02

In depth: Commodities boom
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Sinking dollar pushes bullion higher - Mar 13 2008 18:17

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Milestone in remarkable rally - Mar 13 2008 00:10

Government report forecasts US recession
GDP expected to decline in first half - Mar 11 2008 17:53

Gold to go beyond $1,000 as refuge sought
Surge comes dollar hit new lows - Mar 13 2008 21:48

Rio Tinto raises stakes on ore price
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SÃO PAULO - Na sexta-feira (14), quando a semana parecia pronta para uma conclusão razoavelmente tranqüila, um anúncio de socorro ao Bear Stearns complicou o cenário.

"Eu diria que foi a pior coisa que aconteceu no subprime", avalia Ivanor Torres, diretor da corretora Geral. "A pior até agora, porque, de gota em gota, nós ainda veremos muitos outros casos graves".

Boa parte do mercado interpretou assim, mas não foi unânime. Segundo Rafael Ferri, sócio-diretor da TBCS Investimentos, o susto com o Bear Stearns foi um dos últimos. "Acho que os problemas estão no final e já estão embutidos nos preços".

Opiniões divergentes sobre o setor financeiro dos EUA não impedem consenso em outras áreas. Para Ivanor e Rafael, a bolsa brasileira continua apontando para cima, especialmente com um impulso do Federal Reserve.

Ajuste conveniente
Na terça-feira (18), o Banco Central norte-americano se reúne para atualizar a Fed Funds Rate, atualmente em 3% ao ano. Se fosse há alguns meses, mesmo ajustes módicos seriam motivo de entusiasmo. Agora, porém, o mercado cobra mais.

"Aguardo um corte de 0,75 ponto percentual, em linha com a maioria", afirma o diretor da Geral. "Teremos uma queda de 0,75 nesta reunião e outra redução na próxima", complementa o sócio da TBCS. Ambos admitem que a flexibilização é tão brusca quanto necessária, e tende a beneficiar a bolsa brasileira.

Mais para 66
Não faltam esforços externos, mas está difícil segurar o Ibovespa. Rafael Ferri enfatiza que mesmo diante do subprime, do Bear Stearns, da saída de parte dos estrangeiros, os ânimos continuam: "não tem notícia que pare nossa bolsa".

Mais cauteloso, Ivanor Torres admite que "o sentimento de mercado ainda demonstra que a situação não está nada tranqüila". Contudo, na hora de fechar posições, ele não deixa dúvidas sobre sua visão do Ibovespa. "Quando me perguntam se vai para 60 mil ou 66 mil pontos, digo que está muito mais para 66 mil".

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Criação de "superestatal" eleva em 9% ações da Eletrobrás na semana

Por: Conrado Mazzoni Cruz
14/03/08 - 19h25
InfoMoney


SÃO PAULO - Na semana do anúncio de criação da superestatal, as ações preferenciais classe B da Eletrobrás (ELET6) roubaram a cena na Bovespa. Os papéis subiram 8,73%, encerrando esta sexta-feira (14) cotados a R$ 27,40.

Foi a maior valorização dentre os componentes do Ibovespa no período. O índice paulista acumulou ganhos de 0,20%, sobrevivendo a um sobe-e-desce que contaminou os mercados em meio a novos temores sobre a crise no mercado de crédito.

Gigante elétrica
Nesta semana, o Senado brasileiro aprovou medida provisória que amplia a atuação da Eletrobrás. O objetivo é fortalecer a companhia e transformá-la em uma holding, nos moldes da Petrobras. Ao permitir que ela e suas subsidiárias possam ser sócias majoritárias em consórcios com a iniciativa privada.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou que, apesar de o texto da MP prever a possibilidade de a Eletrobrás vir a ser majoritária, essa não é a intenção do governo. Contudo, a hipótese de a estatal ganhar licitações cria um risco para o setor, segundo avaliação de analistas.

Lobão e o novo presidente da Eletrobrás, José Antônio Muniz, anunciaram também um plano para a oferta de novas ações de emissão da estatal do setor energético. A proposta deve ser apresentada ao Conselho de Administração da empresa em sua reunião de maio, contudo, não foi informado qualquer cronograma da oferta.

Outras altas
Outros papéis que também se destacaram positivamente foram Gerdau PN (GGBR4, R$ 56,70, +7,37%), Gerdau Met PN (GOAU4, R$ 76,80, +7,11%), Eletrobras ON (ELET3, R$ 27,52, +7,00%), Sadia PN (SDIA4, R$ 10,64, +6,29%) e ALL UNT N2 (ALLL11, R$ 18,88, +5,77%).

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432 23/12/2007

Ativo
Busca rápida... Cotações Análise Financeira Análise Fundamentalista Análise Técnica Balanços CVM Balanços Padronizados Histórico de Cotações Histórico de Notícias Resumo de Análise -------
InfoMoney


SÃO PAULO - Após sessões de relativa calmaria, se aproximando da busca de novos recordes históricos, o Ibovespa voltou a ser impactado pelas turbulências no plano externo, operando de lado nos últimos pregões, na faixa compreendida entre os 60 mil pontos e os 64 mil pontos.

Em um contexto de extrema volatilidade, fica difícil prever qual o rumo a ser seguido pelo benchmark brasileiro ao longo dos próximos dias, de forma que a ajuda da analise técnica pode ser bastante útil.

Atenção à perda dos 60.000 pontos
De fato, na visão de Rubens Góes, analista técnico da Ativa Corretora, os gráficos apresentados pelo índice nas últimas sessões não vêm demonstrando uma tendência definida. Contudo, para Góes, uma coisa é certa: enquanto o benchmark operar abaixo dos 61.500 pontos, uma tendência de alta não poderá ser lançada pelo Ibovespa.

Segundo o analista, abaixo de tal patamar o mercado segue buscando as casas dos 60.600 pontos e dos 60.000 pontos, atual suporte que, se superado, pode engatar novo rali de venda e abrir espaço para um caminho descendente em direção aos 57.900 pontos.

No mesmo sentido, a equipe de analistas técnicos da Doji Star atenta para a possível perda dos 61.000 pontos, crucial para a busca de novos suportes, sendo o primeiro deles, o localizado em torno dos 60.000 pontos.

Superação dos 63.000 pontos é crucial
Em contrapartida, de acordo com a leitura elaborada pelos analistas da Doji Star, uma retomada do viés altista do Ibovespa só seria alcançada por meio da superação da atual resistência dos 63.000 pontos, que poderia levar o índice às casas dos 64.600 pontos e 65.000 pontos.

Visão semelhante é adotada pela equipe do BB Investimentos, para quem o rompimento dos 63.000 pontos abre caminho para uma movimentação até os 65.000 pontos. Mais otimista, Rubens Góes prevê uma alta ainda maior ao Ibovespa, caso este consiga vencer o patamar dos 63.000 pontos, em torno dos 66.000 pontos.

Por sua vez, Otavio Focques, da Focques Analistas Técnicos, destaca a superação no fechamento dos pregões da casa dos 62.900 pontos como ponto crucial à retomada da leitura total de alta do índice da bolsa paulista.

Indefinição não é de todo ruim
Em todo caso, a volatilidade nos mercados acionários não traz muita clareza sobre qual o rumo a ser tomado pelo índice nos próximos pregões. Por isso, os analistas da Doji Star vêem um viés positivo na operação indefinida que o Ibovespa vem trilhando.

"Não seria ruim dar uma estacionada na área compreendida entre os 60.000 pontos e 63.000 pontos, para que um movimento ascendente seja apresentado quando as tensões se amenizarem", afirma a equipe.


hdft

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432 23/12/2007





Petrobras: royalty elevado pode impactar forte, e cria incerteza com rumo de ações

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
14/03/08 - 16h40
InfoMoney


SÃO PAULO - Entre tantas perspectivas positivas em relação ao fluxo de notícias esperado para a Petrobras (PETR4) em 2008, um evento negativo entrou em pauta esta semana. Com as reservas "gigantes" em foco, circulou nos mercados a possibilidade de elevação das taxas cobradas pelo Governo para a utilização das reservas, ou seja, os royalties a serem pagos pela exploração dos poços.

Caso a elevação das atuais taxas em estudo pela ANP (Agência Nacional de Petróleo) seja mesmo confirmada, e com as margens estimadas, o prejuízo tende a ser grande para a estatal.

Para se ter uma idéia, a companhia pagou mais de US$ 3,8 bilhões em royalties à exploração no exercício de 2007, e de acordo com o banco de investimentos Merrill Lynch, a cobrança pode passar de 40% para cerca de 60%.

Além dos elevados custos operacionais para a exploração das novas reservas descobertas, tendo em vista as características das jazidas e grande profundidade dos poços, uma ampliação considerável da estrutura de custos pode colocar em xeque a rentabilidade destes investimentos.

Quais as chances do reajuste?
Os analistas da Merrill Lynch buscaram ressaltar que a ANP já indicou que vai buscar no Congresso a aprovação da medida, tendo em vista que seu homem forte, Haroldo Lima, sugeriu que a ampliação das taxas já encontra-se em estudo pela agência reguladora.

Atualmente, cada contrato de exploração tem seu royalty próprio decretado no documento, e a questão que fica é: se aprovado o aumento, ele vai vigorar sobre as novas concessões ou alterará a margem acordada nos contratos já vigentes?

Para os analistas da Merrill Lynch, qualquer alteração nas taxas deve ser aplicada somente sobre as novas concessões, e parece razoável que as jazidas "gigantes" como Tupi tenham suas tarifas de concessão realinhadas.

Impacto pode ser forte...
Se a mudança for realmente anunciada somente para os novos contratos, a instituição destacou o fato de que a produção existente da Petrobras deve manter suas taxas de retorno intactas.

Ainda assim, o impacto se a tarifa for alterada para os contratos já vigentes pode ser drástico, afirmam os analistas, salientando que uma variação da magnitude citada pode reduzir o lucro líquido da empresa em até 22%.

...mas fundamentos devem lutar contra
A incerteza adicionada por este evento, até o momento que for esclarecida, pode "prender" o desempenho das ações da estatal, conclui o banco.

Mas apesar desta premissa desfavorável, os analistas buscaram ressaltar que as perspectivas em torno de ganhos de eficiência e ampliação esperada para a base exploratória devem seguir puxando a cotação das ações, mesmo com a "nova incerteza" adicionada.

Tendo em vista esta consideração, a Merrill Lynch reiterou sua recomendação de compra aos papéis da Petrobras, projetando que os ativos encerrem o ano na casa de R$ 112, valor que gera potencial de valorização de 47%.


hdft

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432 23/12/2007

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Em Nova York, Bush diz que economia é resiliente e deve retomar crescimento

Por: Equipe InfoMoney
14/03/08 - 13h58
InfoMoney


SÃO PAULO - O presidente norte-americano George W. Bush voltou a afirmar que a economia dos EUA é resistente e, após atravessar por este período de desaceleração, deve recuperar o crescimento com base nos sólidos fundamentos.

Em discurso para o Economic Club of New York, um grupo de grandes executivos, banqueiros e economistas, Bush tentou restabelecer a confiança na economia do país, dizendo que apesar do momento difícil, o Fed está agindo de forma incisiva e vai tomar as medidas necessárias para "promover a estabilidade aos mercados".

Quadro recessivo
Apesar de destacar que a deterioração do mercado imobiliário foi o ponto de partida para a crise da economia norte-americana, Bush disse ser contra propostas para os governos comprarem imóveis abandonados e executados, pois só ajudaria as instituições e não os cidadãos.

A visita do presidente à Nova York, capital financeira dos Estados Unidos, inclui também reuniões com a equipe editorial do The Wall Street Journal e da rede CNBC.

Desde o início da crise nos EUA, pronunciamentos de autoridades e economistas se sucedem com discursos antagônicos. Nesta sexta-feira, Martin Feldstein, ex-presidente do NBER (Departamento de Pesquisas Econômicas do Governo dos EUA) disse que o país já está mergulhado em um quadro recessivo severo.

abrantes_RJ

abrantes_RJ

7459 31/08/2007
hdft OLHA ISSO CARA!!!

Formigas são 'traiçoeiras e corruptas', diz estudo
Plantão | Publicada em 13/03/2008 às 17h47m
BBC
Uma nova pesquisa sugere que as formigas são traiçoeiras, egoístas e corruptas, contrariando a imagem de insetos de convivência harmoniosa e com pré-disposição para colocar o bem da comunidade acima de preocupações pessoais.

Os pesquisadores Bill Hughes, da Universidade de Leeds, na Grã-Bretanha, e Jacobus Boomsma, da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, descobriram que determinadas formigas conseguem burlar o sistema, garantindo que seus filhotes se tornem rainhas reprodutivas ao invés de operárias estéreis.

"A teoria aceita era de que as rainhas eram produzidas só por criação: certas larvas recebiam determinados alimentos para que se desenvolvessem de forma a se tornar rainhas e todas as larvas poderiam ter essa oportunidade", explicou Hughes.

"Mas nós realizamos uma identificação de DNA em cinco colônias de formigas-cortadoras e descobrimos que os filhotes de alguns pais têm maior probabilidade de se tornarem rainhas do que de outros. Estas formigas têm um gene ou genes 'da realeza', que lhes dá uma vantagem injusta e permitindo que tapeiem muitas de suas irmãs altruístas em sua chance de se tornarem rainhas."

'Às escondidas'

Mas o que intrigou os cientistas foi que essas linhagens genéticas "reais" sempre foram raras em cada colônia.

Hughes diz: "A explicação mais provável tem que ser que as formigas estão tomando medidas deliberadamente para evitar serem detectadas. Se houver um excesso de formigas de uma linhagem genética tornando-se rainhas em uma única colônia, as outras formigas notarão isso e poderão tomar uma medida contra elas."

"Então nós achamos que os machos com estes genes 'reais' evoluíram para, de alguma forma, propagar seus filhotes por mais colônias e, assim, escapar detecção. A raridade das linhas reais é, na verdade, uma estratégia evolutiva para que os tapeadores escapem do destino de ser reprimidos pelas massas altruístas que exploram."

Umas poucas vezes por ano colônias de formigas produzem machos e novas rainhas que saem do ninho em busca de novos parceiros para reprodução.

Os machos morrem pouco depois do acasalamento e as fêmeas fundam novas colônias.

Sem utopia

Os pesquisadores estão ansiosos para estudar este processo, para determinar se sua hipótese é correta e a estratégia de acasalamento dos machos com genes reais garante sua raridade, para manter suas vantagens ocultas de seus parceiros operários.

Mas a descoberta dos cientistas prova que, embora colônias de insetos sociais freqüentemente sejam citadas como prova de que sociedades possam ser baseadas em igualdade e cooperação, elas não são tão utópicas quanto parecem.

"Quando estudamos insetos sociais como formigas e abelhas, com freqüência é o aspecto cooperativo que de sua sociedade que aparece primeiro", disse Hughes.

"Mas, quando você examina mais de perto, pode ver que há conflito e tapeação - e, obviamente, a sociedade humana também é um exemplo primordial disso. Acreditava-se que as formigas eram exceção, mas nossa análise genética mostrou que a sociedade delas também é abundante em corrupção - e corrupção real!"

A pesquisa foi financiada pela Fundação Carlsberg e publicada em Proceedings of the National Academy of Sciences.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil
iclj

iclj

1367 05/06/2007
Citação: eplopes

Vou pedir ao ADVFN pra tirar essa janela "citação".


Ta um saco, neguinho cita o outro que cita o outro e o outro e outro e outro.

E a gente termina lendo vinte e tantas vezes o mesmo comentário!


Posso até pular, mas enche o saco.

Sorry, amigos.


Faz como eu faço...
FILTRA TODOS POR TABELA
Se um Forista se presta a citar e comentar a Abobrinha de outro é porque não Contribui.
Aliás meu filtro tem aumentado igual os meus rendimentos na CSNA..

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Ativos Discutidos
Índices Mundiais
Alemanha 0.0%
Austrália 0.6%
Brasil 3.0%
Canadá 0.3%
EUA (Dow Jones) 0.3%
EUA (NASDAQ) 0.4%
França 0.2%
Grécia 0.0%
Holanda 0.1%
Inglaterra 0.2%
Itália 0.4%
Portugal -0.2%
Maiores Altas (%)
BOV:MTSA4 48.00 11.3%
BOV:BOBR4 1.40 11.1%
BOV:UCAS3 1.23 9.8%
BOV:ESPA3 8.31 8.8%
BOV:CSNA3 5.20 8.3%
BOV:AURE3 13.02 8.1%
BOV:CMIN3 5.22 8.1%
BOV:LIGT3 3.16 7.8%
BOV:ANIM3 2.89 7.8%
BOV:MGLU3 5.23 7.6%

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