São Paulo, 26 de Agosto de 2013 – O principal índice do Mercado Bovespa fechou esta segunda-feira em queda, pressionado pelas ações da Petrobras e das empresas de construção, com investidores realizando seus lucros enquanto aguardam a divulgação de dados econômicos nos próximos dias.
O Ibovespa fechou a sessão de negociação com desvalorização de 1,47%, cotado em 51.429 pontos, após ter encerrado a última sessão em seu maior nível nas últimas onze semanas. O giro financeiro do pregão foi de R$ 6,2 bilhões.
A queda foi generalizada – das 71 ações que compõem o índice, apenas cinco fecharam em alta. O índice passou a maior parte do dia com pouca variação, perto da estabilidade, em um pregão também fraco nos mercados internacionais. Perto do fim do pregão, a queda do Ibovespa acelerou quando as bolsas americanas inverteram leve alta após uma declaração do secretário de Estado norte-americano, John Kerry, que disse que todos os países devem se unir para esclarecer as responsabilidades pelo uso de armas químicas na Síria.
Nesta semana, a atenção do mercado está focada na divulgação dos dados do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no segundo trimestre, na quinta-feira, cujo resultado pode influenciar decisões do Fed sobre política monetária. O resultado do PIB brasileiro no mesmo período deve ser conhecido na sexta-feira.
A ação preferencial da Petrobras exerceu a principal pressão de baixa no Ibovespa, após ter acumulado valorização de 13,9% em agosto até sexta-feira, em meio à expectativa de um reajuste nos preços de combustíveis. As construtoras Rossi Residencial, Gafisa e B2W foram outros destaques de queda, com perdas de mais de 6%.