Copom, Petrobras e Vale ditam o ritmo do mercado nesta quarta-feira

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Rio de Janeiro, 26 de Fevereiro de 2014 – Hoje é dia do mercado ruminar o números de 2013 da Petrobras (PETR3 e PETR4), especular bastante sobre o resultado da Vale (VALE3 e VALE5) referente ao mesmo período e aguardar a divulgação da nova Taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil.

 

Petrobras e Patrícia Poeta

 

A gigante brasileira do petróleo registrou um lucro líquido em 2013 (R$ 23,6 bilhões) onze por cento maior que o obtido em 2012 (R$ 21,2 bilhões). Segundo a presidente da estatal, Graça Foster, “esse aumento pode ser explicado pelos maiores preços de venda de combustíveis (em função dos três reajustes do diesel e dois da gasolina realizados ao longo do ano), pelo significativo aumento da produção de derivados no parque de refino da empresa, pelos expressivos resultados de redução de custos e aumento de produtividade, bem como pelos ganhos com as operações de venda de ativos”.

A divulgação do balanço anual da empresa teve grande destaque no Jornal Nacional, com a apresentadora Patrícia Poeta afirmando que o resultado de 2013 surpreendeu positivamente o mercado.

 

Resposta

 

Patrícia, não sei se dá pra afirmar que o mercado gostou do que leu e ouviu. As ações da PETR4 (-2,21%) e PETR3 (-2,64) caíram forte ontem (prevendo) e continuam caindo forte hoje (realizando). Se considerarmos que ao longo do último ano, o preço das ações da Petrobras caiu -12,50% (PETR4) e -18,21% (PETR3), e o seu lucro aumentou +11,32%, realmente podemos considerar o resultado um tanto quanto surpreendente.

Mas não podemos esquecer que:

* o lucro de 2013 foi o segundo menor nos últimos seis anos, desde a crise mundial econômica de 2008. O pior resultado nesse período foi o de 2012, quando o lucro caiu 36% em relação ao do ano anterior;

* a produção de petróleo da Petrobras em 2013 ficou 2,5% abaixo do planejado, com a média de 1,931 milhão de barris diários (bpd);

* o endividamento total da empresa subiu 36% no ano, para R$ 267,82 bilhões;

* o endividamento de longo prazo aumentou 38%, para R$ 249 bilhões;

*  também houve alta de 27% na alavancagem, calculada a partir da dívida líquida dividida pelo lucro antes de impostos (Ebitda), para 3,57.

 

Crise de Confiança

 

Não é de hoje que a estatal tem sido vista com desconfiança pelo mercado, por conta da produção estagnada, das importações de combustível em alta e das dívidas bilionárias – que tendem a continuar crescendo.

Além disso, em 2013, a Petrobras passou a usar uma estratégia contábil para limitar o impacto do dólar no balanço e limitar as perdas financeiras. O instrumento usado é o hedge, uma forma de se proteger de ganhos ou perdas com a variação do dólar lançando variações do endividamento em função do câmbio no patrimônio líquido, e transferindo essa diferença para o resultado financeiro na medida em que as exportações forem realizadas.

Qualquer semelhança com as artimanhas utilizadas pelo “Governo Dilma” para embelezar seus indicadores econômicos não pode ser só mera coincidência.

 

Não era pra melhorar?

 

Junto com o balanço financeiro de 2013, a Petrobras também divulgou seu plano estratégico até 2030 , além do tradicional planejamento para os próximos cinco anos.  Entre 2014 e 2018, a estatal prevê investimentos de US$ 220,6 bilhões – uma redução de R$ 16,1 bilhões em relação ao plano anterior, de 2013 a 2017. No documento, a empresa afirma que o plano, para 2014, é aumentar em 7,5% a produção de óleo e gás.

Até aí tudo bem: aumento na produção + plano de investimentos mais enxuto – era tudo o que o mercado podia almejar no momento.

O problema são as premissas para tornar o plano possível: a empresa aposta no petróleo tipo Brent custando US$ 105 o barril em Londres, em 2014, diminuindo para US$ 100 até 2017 e para US$ 95 no longo prazo. A taxa de câmbio média é de R$ 2,23 em 2014, valorizando para R$1,92 no longo prazo.

Ontem, o barril fechou valendo US$ 109,51 em Londres e o dólar terminou a R$ 2,341.

Você apostaria no dólar terminando 2014 abaixo de R$ 2,35? Nem eu…

 

Palavras ao Vento

 

A presidente da Petrobras também anunciou nesta que a estatal poderá reconquistar em 2015 sua autossuficiência em volume de petróleo produzido (quando esse volume alcança o de combustíveis consumido) – anunciada em 2006 e perdida em 2011. Já a autossuficiência em processamento de derivados para atender à demanda chega em 2020.

Não sei se vocês se lembram, mas a mesma promessa de que reconquistaríamos a tal da “auto-suficiência no próximo ano” foi feita no início de 2013.

 

Eletropaulo

 

A Eletropaulo (ELPL3 e ELPL4), distribuidora de energia que atua no Estado de São Paulo, registrou em 2013, um lucro líquido total de R$ 198,2 milhões – crescimento de 260,2% quando comparado a 2012.

O resultado foi parcialmente prejudicado pelo prejuízo líquido de R$ 73,3 milhões registrado no quarto trimestre, afetado pela amortização de passivo regulatório de R$ 120,2 milhões formado em função da postergação, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de revisão tarifária. No mesmo período do ano anterior, houve prejuízo líquido de R$ 85,9 milhões.

 

Telefônica

 

A Telefônica Brasil (VIVT3 e VIVT4) anunciou ter registrado lucro líquido de R$ 3,715 bilhões em 2013, queda de 16,5% na comparação anual. A empresa informou que o faturamento foi influenciado pela redução dos valores da chamada fixo-móvel determinada pelo governo. Contribuíram para essa redução os maiores gastos com manutenção e expansão de rede fixa e móvel, além de eventos não recorrentes que tiveram influência no resultado do ano anterior.

 

Embraer

 

Embraer (EMBR3) registrou lucro líquido acima das expectativas do mercado em 2013, ultrapassando algumas de suas próprias previsões para o ano passado, com recuo em despesas administrativas e comerciais, além de melhora no resultado operacional.

A fabricante de aeronaves encerrou 2013 com um  lucro líquido total foi de R$ 777,7 milhões – uma alta de 11,5% sobre 2012. O faturamento da empresa foi turbinado pelo excelente desempenho no último trimestre do ano: lucro líquido atribuível aos acionistas de R$ 607,2 milhões, mais que o dobro do registrado um ano antes (R$ 253,6 milhões) e uma alta de 411% frente ao terceiro trimestre.

Em 2014, a companhia prevê entregar de 92 a 97 jatos comerciais, uma alta de duas aeronaves sobre a faixa estimada para o ano passado. Para a aviação executiva, a empresa estima a entrega de um total de 105 a 120 jatos leves e grandes, a mesma estimativa feita para 2013. A carteira de pedidos firmes aumentou para US$ 18,2 bilhões, atingindo 46% de crescimento se comparada aos US$ 12,5 bilhões ao final de 2012.

 

Ambev

 

No consolidado do 2013, a Ambev (ABEV3) registrou lucro líquido de R$ 11,35 bilhões, alta de 9% sobre o ano anterior, e receita líquida de R$ 34,8 bilhões, avanço de 7,9% ante 2012.

Para 2014, a companhia enxerga um melhor cenário, particularmente no Brasil, com retomada do crescimento da indústria de cerveja no país, beneficiada pelas vendas durante a Copa do Mundo no segundo trimestre. A empresa prevê que a receita líquida vá subir de um dígito alto a dois dígitos baixos no ano. Para o custo por produto vendido por hectolitro, a expectativa é de um crescimento de um dígito médio, com a desvalorização do real sendo parcialmente compensada por efeitos positivos de hedges de commmodities da companhia. A Ambev também disse ver as despesas gerais e administrativas crescendo entre um dígito alto e dois dígitos baixos em 2014. Os investimentos da companhia no Brasil deverão ficar próximos dos níveis observados em 2013, quando fecharam em R$ 2,8 bilhões, de um total aplicado pela companhia de R$ 3,8 bilhões no ano.

 

Vale

 

O que esperar do resultado da mineradora Vale (VALE3 e VALE5) a ser divulgado após o encerramento do pregão desta quarta-feira?

Se de um lado a empresa as receitas da empresa vem sendo largamente beneficiadas pela alta da cotação do dólar e do minério de ferro  no mercado internacional. Do outro, o nó a ser desfeito no sistema de crédito na China vem tirando o sono dos investidores.

O que fazer, apostar no presente ou temer pelo futuro?

 

Bolsas de Valores da Ásia

 

Os mercados asiáticos tiveram dificuldades para conseguir ganhos fortes nesta quarta-feira após Wall Street fechar perto da estabilidade na terça-feira, e com preocupações sobre medidas opacas de política na China mantendo investidores afastados em meio a uma falta de dados econômicos importantes.

Os principais índices do continente, porém, estancaram um pouco suas perdas no final do dia.

Os índices chineses Hang Seng (HSI.X) e Xangai Composite (SSI) fecharam em leve alta de, 0,5% e 0,3%, respectivamente.

Os principais índices da Índia acompanharam o movimento e tiveram uma performance ainda melhor: o Nifty e o Sensex fecharam em alta de 0,6% e 0,7%.

Já o principal índice da Bolsa de Valores de Tóquio (Nikkei 225) destoou de seus pares e registrou um dia de realizações, fechando com uma perda de -0,5%.

 

Abertura do Mercado Bovespa

 

O principal índice de ações do Mercado Bovespa abriu em alta nesta quarta-feira, cotado a 46.599,21 pontos, com os investidoresavaliando uma nova bateria de resultados corporativos.

A Telefônica Brasil (VIVT3 e VIVT4) e a Embraer (EMBR3) lideravam a ponta positiva do índice depois de divulgarem resultados acima das expectativas do mercado, enquanto ALL (ALLL3) e Petrobras (PETR3 e PETR4) tinham as maiores perdas, também após divulgarem seus balanços do quarto trimestre.

 

Abertura do Mercado de Câmbio

 

Nesta quarta-feira, o dólar abriu cotado a R$ 2,3360 para compra e R$ 2,3375 para venda – acumulando uma desvalorização de 0,15% em relação ao fechamento da sessão anterior. Caso se confirme, será o sexto dia consecutivo que a moeda norte-americano perde espaço para o real brasileiro.

A desvalorização do dólar vem ocorrendo à medida que o pessimismo sobre as perspectivas da economia brasileira diminui e investidores estrangeiros deixam de apostar na alta da moeda.

 

Fluxo Cambial

 

De acordo com o Banco Central (BC) a retirada de dólares superou a entrada da moeda no país em US$ 224 milhões na semana passada (de 17 a 23 de Fevereiro). Na parcial de fevereiro, porém, ainda há ingresso líquido (entradas menos saídas) de divisas no país no valor de US$ 94 milhões. Em janeiro, outros US$ 1,6 bilhão já haviam entrado na economia brasileira.

A entrada de recursos no país, registrada na parcial de fevereiro, favorece a queda do dólar. Isso porque, com mais moeda norte-americana no mercado, seu preço tenderia a ficar menor.

A variação do dólar no Brasil também está relacionada com a decisão do Federal Reserve de retirar gradualmente os estímulos da economia norte-americana e com a perspectiva de uma acomodação do crescimento em um patamar menor do que o registrado nos últimos anos na China.

 

Tesouro Direto

 

Quarta-feira é dia de realização de lucros no Tesouro Direto. A busca por títulos diminuiu um pouco nos dois últimos dias, porém os preços unitários ainda continuam em alta. O que mudou em relação à última quarta-feira foi o tipo de título em evidência e a intensidade da busca.

Na última semana, os investidores compraram fortemente as séries B das Notas do Tesouro Nacional, indexados pelo IPCA. Nessa semana, porém, apesar dos valores dos títulos inflacionários continuarem em alta, o foco se voltou para os títulos pré-fixados. Pela primeira vez no ano, nenhum título pré-fixado está pagando juros anuais acima de 13,00%. O destaque do dia ficou por conta da NTN-F 010125, que subiu 0,73% na comparação diária e, 2,48% em relação à última semana.

Para finalizar, hoje o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (Bacen) divulgará o novo valor da Taxa Selic anual. O mercado aposta em 10,75% ao ano. Por conta do eventual aumento, os investidores mantiveram o nível de compra do dia anterior, fazendo com que as Letras Financeiras do Tesouro (indexadas pela taxa básica de juros) subissem 0,04%.

 

Bolsas de Valores Européias

 

As ações europeias fecharam em queda nesta quarta-feira, dando uma pausa após rali de três semanas em que ocorreram várias negociações por causa de bons números econômicos no mundo. Nesta última sessão, papéis de fabricantes de bens de luxo caíram devido à ampla exposição a mercados emergentes.

Os índices na Europa, porém, ainda estão em forte tendência de alta. Mas os investidores devem ficar atentos, pois há importantes resistências a serem superadas.

As ações de fabricantes de bens de luxo figuraram entre as maiores perdas nesta quarta-feira, com o papel da LVMH, dona da Louis Vuitton, recuando 1,6% e a ação da Kering, dona da Gucci, perdendo 2,2%. Operadores apontaram para relatório pessimista de analistas do Credit Suisse que rebaixaram o setor para “benchmark”, ante “overweight”, citando grande exposição à China e a outros mercados emergentes.

Em Londres, o índice Financial Times (FTSE 100) fechou em baixa de 0,46%, a 6.799 pontos.

Em Frankfurt, o índice DAX (DAX 30) caiu 0,39%, para 9.661 pontos.

Em Paris, o índice CAC (CAC 40) perdeu 0,40%, para 4.396 pontos.

Em Milão, o índice Ftse/Mib (FTSE MIB) teve desvalorização de 0,37%, para 20.398 pontos.

No campo econômico também tivemos a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido no último ano.

Em 2013, a economia do Reino Unido cresceu 1,8%, registrando o melhor desempenho desde 2007 – antes do estopim da intensa crise econômica mundial. No ano anterior, o crescimento já tinha sido positivo (0,3%). Apesar de pequeno, o crescimento de 2012 simbolizou o fim de um período de recessão na economia britânica.

 

Fechamento do Mercado de Câmbio

 

Depois de cinco pregões consecutivos de desvalorização, o dólar finalmente fechou em alta (0,49%) nesta quarta-feira, cotado a R$ 2,3524. A moeda norte-americana também subiu em relação a outras moedas de países emergentes, como os pesos chileno e mexicano.

Pela manhã, o Banco Central brasileiro interviu novamente no mercado de câmbio, ofertando swaps cambiais tradicionais com vencimento em 1º de dezembro deste ano. No entanto, a quantidade de swaps colocados à venda foi menor que nas sessões anteriores, uma vez que a instituiçõs já concluiu a rolagem total dos contratos que venceriam em março.

 

Fechamento do Mercado Bovespa

 

Após um início de negócios em alta, o principal índice da Bovespa passou a operar perto da estabilidade e fechou em queda nesta quarta-feira, puxado pelas ações da Petrobras, que caiu ao menor valor desde 2005.

O Ibovespa terminou em queda de 0,25%, a 46.599 pontos. A bolsa acumula queda de 1,65% na semana e de 2,18% em fevereiro. No ano, a desvalorização é de 9,53%.

Já a queda da Petrobras (PETR3 e PETR4), de cerca de três por cento, ocorreu no dia seguinte à divulgação do balanço da empresa de 2013. As ações preferenciais perderam 3,5% e fecharam a R$ 13,69, menor valor desde 27 de dezembro de 2005. Os papéis ordinários caíram 2,86% e terminaram valendo R$ 12,90, menor patamar desde 05 de agosto de 2005.

 

Bolsas de Valores de Nova Iorque

 

As principais bolsas de valores de Nova Iorque fecharam em baixa nesta quarta-feira vazia de resultados corporativos e econômicos. O mercado americano aguarda a divulgação do PIB do país relativo ao ano de 2013.

Como sempre, o movimento do índice Ibovespa acompanhou o do índice Dow Jones (DJI), principal indicador do mercado de ações norte-americano. A diferença entre os dois ocorria justamente nos períodos de baixa intraday, com o índice brasileiro apresentando quedas mais intensas.

 

Taxa Selic

 

O Banco Central do Brasil estava entre a cruz e a espada na reunião de discussão sobre a política monetária do país. De um lado, a inflação galopante que teima em não ceder mesmo após sete altas consecutivas da taxa de juros. Do outro, um Produto Interno Bruto (PIB) em queda, que nos últimos trimestres registrou recessão técnica. Para piorar, um cenário internacional que pressionará a saída de dólares do país nos próximos meses.

Diante de uma possível recessão técnica da economia brasileira no fim do ano passado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central optou por reduzir o ritmo de alta da taxa básica da economia brasileira  – que subiu 0,25 ponto percentual, para 10,75% ao ano, nesta quarta-feira.

Nos seis últimos encontros do Copom, os juros haviam avançado mais fortemente: 0,5 ponto percentual por reunião. Com a decisão de hoje, que representou a oitava alta seguida na taxa Selic.

A nova elevação também levou a taxa básica da economia brasileira ao maior patamar desde o fim de 2011 – quando estava em 11% ao ano. O nível de 10,75% ao ano também é o mesmo valor do início do mandato da presidente Dilma Rousseff, em 2011.

Com a oitava alta seguida nos juros básicos da economia brasileira promovida pelo Banco Central, as aplicações em renda fixa, como os fundos de investimento, ganham mais atratividade e ganham da poupança na maioria das situações.  Isso ocorre porque o rendimento dos fundos de renda fixa sobe junto com a Selic. Já o rendimento das cadernetas, quando a taxa de juros está acima de 8,5% (o que acontece desde agosto do ano passado), é fixo em 6,17% ao ano mais a variação da TR.da economia brasileira  – que subiu 0,25 ponto percentual, para 10,75% ao ano, nesta quarta-feira.

Nos seis últimos encontros do Copom, os juros haviam avançado mais fortemente: 0,5 ponto percentual por reunião. Com a decisão de hoje, que representou a oitava alta seguida na taxa Selic.

A nova elevação também levou a taxa básica da economia brasileira ao maior patamar desde o fim de 2011 – quando estava em 11% ao ano. O nível de 10,75% ao ano também é o mesmo valor do início do mandato da presidente Dilma Rousseff, em 2011.

Com a oitava alta seguida nos juros básicos da economia brasileira promovida pelo Banco Central, as aplicações em renda fixa, como os fundos de investimento, ganham mais atratividade e ganham da poupança na maioria das situações.  Isso ocorre porque o rendimento dos fundos de renda fixa sobe junto com a Selic. Já o rendimento das cadernetas, quando a taxa de juros está acima de 8,5% (o que acontece desde agosto do ano passado), é fixo em 6,17% ao ano mais a variação da TR.

 

Caderneta de Poupança

 

Com a oitava alta seguida nos juros básicos da economia brasileira promovida pelo Banco Central nesta quarta-feira, para 10,75% ao ano, as aplicações em renda fixa, como os fundos de investimento, ganham mais atratividade e ganham da poupança na maioria das situações. Isso ocorre porque o rendimento dos fundos de renda fixa sobe junto com a Selic. Já o rendimento das cadernetas, quando a taxa de juros está acima de 8,5% (o que acontece desde agosto do ano passado), é fixo em 6,17% ao ano mais a variação da TR.

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