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Produção industrial brasileira acumula crescimento de apenas 0,5% nos últimos doze meses

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O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta terça-feira que a produção industrial no país cresceu 2,9% em janeiro na comparação com dezembro do ano passado, mas caiu 2,4% na comparação com janeiro de 2013. Entre as grandes categorias analisadas pelo IBGE, a de bens de capital foi a que mostrou maior expansão em janeiro na comparação com dezembro, subindo 10%. No últimos 12 meses, a produção industrial do Brasil acumula uma alta de 0,5%. Em 2013, o indicador havia fechado o ano com alta de 1,2%, puxada pela produção de veículos.

Rio de Janeiro, 11 de Março de 2014 – A produção da indústria nacional cresceu 2,9% em janeiro na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o melhor resultado, nesse tipo de comparação, desde janeiro de 2013, quando a alta fora de 3,2% – e vem após dois meses seguidos de perda.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, no entanto, a indústria teve queda de 2,4% em janeiro, no segundo resultado negativo consecutivo – em janeiro, houve queda de 2,5%. No acumulado em 12 meses, o indicador teve alta de 0,5%, abaixo dos 1,2% de dezembro.

Além de anunciar a produção de janeiro, o IBGE também corrigiu para -3,7% a variação registrada de novembro para dezembro, divulgada inicialmente como uma queda de 3,5%.

Na passagem de dezembro para janeiro, a alta de 2,9% teve perfil generalizado, segundo o IBGE. As principais influências positivas foram registradas por indústria farmacêutica (29,4%), veículos automotores (8,7%) e máquinas e equipamentos (6,4%). A alta de veículos automotores interrompeu o resultado negativo do setor desde outubro, período em que acumulou perda de 23,5%.

Por outro lado, entre os nove ramos que reduziram a produção, os desempenhos de maior importância para a média global foram registrados por fumo (-47,6%), outros produtos químicos (-2,5%), e refino de petróleo e produção de álcool (-2,2%).

Na comparação entre meses de janeiro, quando a indústria mostrou queda de 2,4%, houve predomínio de resultados negativos. Entre as atividades, a de veículos automotores, que recuou 14,4%, exerceu a maior influência negativa na formação da média da indústria.

Houve contribuições negativas relevantes também de edição, impressão e reprodução de gravações (-11,5%), produtos de metal (-8,2%), bebidas (-5,9%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-8,7%), refino de petróleo e produção de álcool (-2,9%) e borracha e plástico (-5,8%).

 

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