Fique de Olho: Dilma sanciona sem vetos Orçamento de 2016; IBC-Br cai 0,52% em novembro

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A presidente Dilma Rousseff sancionou sem vetos o Orçamento Geral da União de 2016. Aprovada pelo Congresso Nacional em dezembro do ano passado, a Lei Orçamentária Anual (LOA) inclui previsão de queda de 1,9% no Produto Interno Bruto (PIB) e inflação oficial de 6,47%.  Com a sanção integral do texto aprovado pelos parlamentares, Dilma manteve a previsão de repasse de R$ 819 milhões para o Fundo Partidário, valor considerado alto por alguns especialistas. A justificativa para a manutenção deste valor na lei é que este será o primeiro ano eleitoral em que o financiamento privado de campanhas estará proibido. Dilma também manteve no Orçamento a estimativa de R$ 24 bilhões de receitas provenientes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), que ainda não foi recriada. Com a sanção integral, Dilma também manteve na lei a previsão de R$ 28,1 bilhões para o Bolsa Família em 2016.

Atividade econômica cai 0,52% em novembro, aponta BC

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que funciona como uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), teve queda de 0,52% em novembro na comparação com outubro, apontou hoje o Banco Central. O resultado veio mais positivo do que o apontado pela mediana de expectativas coletadas pela Reuters, que apontou recuo de 1%.

Preço dos aluguéis cai 0,04% em dezembro e fecha 2015 em queda de 3,34%, aponta FipeZap

O preço dos aluguéis caiu 0,04% em dezembro na comparação com novembro, apontou o Índice FipeZap de Locação, que acompanha o preço do aluguel residencial em 9 cidades brasileiras. Esta é a oitava queda nominal nessa base de comparação. Com isso, o índice fechou o ano em queda de 3,34%, primeira vez que o resultado fica negativo desde o início da série histórica, em 2008. Já a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 10,67%. Com isso, o Índice FipeZap de Locação mostrou queda real de 12,66% no ano passado. Todas as 9 cidades mostraram resultados inferiores à inflação nesse período, sendo que Rio de Janeiro (-8,27%), São Paulo (-3,70%) e Santos (-1,49%) mostraram queda nominal de preços no ano.

Menor prestação do Minha Casa, Minha Vida sobe de R$ 25 para R$ 80

A prestação mínima do Minha Casa, Minha Vida vai subir de R$ 25 para R$ 80 e será cobrada para as novas moradias do programa habitacional, que começam a ser contratadas neste ano. Pertencente à terceira etapa do programa, a mudança se refere às famílias pertencentes à primeira faixa, com renda de até R$ 1,8 mil. Para as pessoas que recebem salário mensal de no máximo R$ 800, a prestação será de R$ 80. De acordo com o Ministério das Cidades, para aqueles que têm renda mensal entre R$ 800 e R$ 1,2 mil, o valor corresponderá a 10% do salário. As famílias cujo salário médio varia entre R$ 1,2 mil e R$ 1,8 mil pagarão mensalmente o valor que corresponde a 15% do salário. Segundo a presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, a prestação para as famílias da faixa de renda mais baixa atendidas pelo Minha Casa, Minha Vida não tinha reajuste desde o lançamento do programa, em 2009, enquanto a renda dos beneficiários e o valor dos imóveis subiram no período.

IGP-10 sobe 0,69% em janeiro, diz FGV

O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) subiu 0,69% em janeiro ante alta de 0,81% em dezembro, apontou hoje a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Trabalhadores e empresas aéreas não chegam a acordo sobre reajuste salarial

Representantes dos trabalhadores da aviação civil não chegaram a um acordo após a sétima rodada de negociações com o Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (SNEA). Segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil da CUT (Fentac), aviadores e aeronautas não aceitaram a proposta de reajuste salarial zero, com pagamentos de abonos e reajuste em benefícios. Em nota, o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) informou que levará a proposta das empresas à assembleia, a ser realizada na próxima quarta-feira. O SNA também considerou a proposta “aquém das expectativas”. Em lugar do reajuste salarial, as empresas aéreas oferecem abonos pagos de forma parcelada. Para os aeroviários que recebem até R$ 10 mil e para todos os aeronautas, o parcelamento começaria em junho(1%), julho (2%), agosto (3%), setembro (4%), outubro (5%) e novembro (9%). Os aeroviários com salário superior a R$ 10 mil receberiam valores fixos em junho(R$100), julho (R$200), agosto (R$300), setembro (R$400), outubro (R$500) e novembro (R$900).

Com informações da Reuters e da Agência Brasil.

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