Ibovespa aprofunda queda com Itaú e Europa; Rumo cai 36%, Vale sobe 5% e Petrobras ganha 4%

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Pressionado pelas perdas das ações do Itaú Unibanco (BOV:ITUB4) e pelo forte recuo das bolsas na Europa, às 14h50, o Índice Bovespa aprofundava sua queda para 0,39%, aos 38.793 pontos. Com importante peso no Ibovespa, as ações preferenciais (PN, sem voto) do banco perdiam 1,03%. Do setor, apenas as units (recibos de ações) do Santander (BOV:SANB11) acompanhavam o Itaú, com recuo de 1,23%. Entre as demais instituições financeiras, Bradesco PN (BOV:BBDC4) subia 0,52%, com Banco do Brasil, ON (BOV:BBAS3), 1,64%.

O principal índice brasileiro registrava baixa mesmo após a virada dos papéis da Vale e da Petrobras, que marcavam recuo mais cedo. Vale ON e PNA (BOV:VALE3 e BOV:VALE5) ganhavam 5,56% e 4,40%, respectivamente, enquanto Petrobras ON (BOV:PETR3) avançava 4,26%, seguida por Petrobras PN (BOV:PETR4), 4,36%.

Rumo cai 36% e Bradespar ganha 3%

Sem motivos específicos para queda tão acentuada, Rumo Logística ON (BOV:RUMO3) caía 36,04%, com Gol PN (BOV:GOLL4), 6,94%, Ecorodovias ON (BOV:ECOR3), 6,78%, e Oi ON (BOV:OIBR3), 5,49%. Do lado positivo, os maiores ganhos do índice, tirando Vale e Petrobras, eram de Bradespar PN (BOV:BRAP4), 3,87%, Kroton ON (BOV:KROT3), 2,69%, Lojas Americanas ON (BOV:LAME3), 1,93%, e CSN ON (BOV:CSNA3), 1,87%.

Exterior

Entre os principais índices de ações internacionais, o americano Dow Jones ganhava 0,92%, acompanhado pelo S&P 500, 0,75%, e o pelo indicador da Nasdaq, 0,57%. No mesmo sentido, o preço do petróleo WTI, negociado em Nova York, tinha valorização de 2,07%, para US$ 31,11, seguido pelo barril do tipo Brent, de Londres, que tinha avanços de 1,42%, para US$ 30,74. Na contramão, o europeu Stoxx 50, dos 50 papéis mais líquidos da região, recuava 1,28%, com o britânico Financial Times, 0,49%, o francês CAC, 1,60%, e pelo alemão DAX, 1,41%.

Juros mantêm alta; dólar turismo atinge R$ 4,22

As projeções dos juros futuros permaneciam em alta. Para 2017, as taxas passavam de 15,49% ao ano para 15,51%. Os negócios válidos até 2018 tinham taxas de 16,36%, contra 16,26% ontem. Por fim, as projeções dos contratos com vencimento em 2021 subiam de 16,35% para 16,44%. No horário, o dólar comercial seguia com recuo de 0,09%, vendido a R$ 4,01, enquanto o dólar turismo subia 1,19%, para R$ 4,22.

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