Petrobras reduzirá ainda mais investimentos em 2016

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A Petrobras (BOV:PETR4) quer reduzir ainda mais os investimento previstos para 2016, focando na produção do pré-sal, segundo reportagem do jornal O Estado de S.Paulo. A companhia pretende gastar menos com exploração de novos poços e poderá colocar mais ativos à venda. Em resposta à reportagem, a Petrobras afirmou estar sujeita a diversos fatores de risco que podem impactar adversamente suas projeções, como mudanças no preço do petróleo e taxa de câmbio e não são legítimas outras estimativas que não sejam aquelas divulgadas pela própria companhia.

Outras notícias importantes do dia

• Relatório Focus do Banco Central: os economistas preveem queda de 2,99% no PIB brasileiro em 2016, com inflação de 6,93% ao final do ano.

• Em documento enviado ao ministro da Fazenda, no qual explica os motivos do estouro da meta de inflação em 2015, o BCB (Banco Central do Brasil) sinalizou a possibilidade de um novo aumento na taxa básica de juros. Para o BC, o realinhamento dos preços administrados, a desvalorização do Real e o descontrole fiscal do Governo são os motivos para a inflação de 10,67% no ano passado, muito acima da meta 4,5%.

• O ministro da Fazenda Joaquim Barbosa pretende direcionar crédito de bancos públicos como a CEF (Caixa Econômica Federal) e Banco do Brasil (BOV:BBAS3) para habitação, infraestrutura e capital de giro para pequenas empresas, mas sem subsídios do Tesouro Nacional.

• A Saudi Aramco, companhia estatal da Arábia Saudita e maior produtora de petróleo do mundo, está estudando abrir seu capital. Segundo analistas, com reservas estimadas em 265 bilhões de barris de petróleo, a Aramco poderia ser a primeira empresa do mundo a ser avaliada em mais de US$ 1 trilhão.

• Segundo o blog Radar On-line da revista Veja, a Petrobras (BOV:PETR4) estaria fechando uma parceria com a Abin, Agência Brasileira de Inteligência, para troca de informações e tentar evitar novos escândalos de corrupção.

• As ações da PDG Realty (BOV:PDGR3) registraram alta de 18,5% na última sexta-feira após a companhia anunciar a venda de R$ 461 milhões em ativos imobiliários.

• A caderneta de poupança registrou rentabilidade negativa real de aproximadamente 2,3% em 2015, considerando índice de inflação de 10,67% no período.

• Os investidores estrangeiros depositaram R$ 16,38 bilhões em empresas listadas na BM&FBOVESPA no ano passado. Suas operações corresponderam à 52,8% do total negociado na Bolsa. Pessoas físicas corresponderam a apenas 13,7% do volume total.

• Os clientes da TOV, correotra liquidada na semana passada pelo BCB (Banco Central do Brasil), poderão realizar apenas operações para fechamento de posições em aberto, como operações de compra e venda de contratos futuros e de opções, e compra e venda de ativos no mercado à vista para honrar contratos de empréstimo e termos.

Esta notícia foi extraída do Bom Dia ADVFN, newsletter diária divulgada pela ADVFN Brasil, em 11-01-2016. Acesse a versão completa do Bom dia ADVFN por este link: Clique aqui.

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