Super Banco? BB nega fusão com CEF

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Os rumores de fusão entre diversas operações do Banco do Brasil (BOV:BBAS3) e da CEF (Caixa Econômica Federal) deixaram investidores e analistas antenados hoje pela manhã. Segundo o jornal Correio Braziliense, o Governo analisa a fusão das operações de seguros, cartões de crédito e varejo, tornando a Caixa uma companhia menor e voltada para o financiamento imobiliário. O BB emitiu comunicado ao mercado agora pela manhã informando que não há qualquer tratativa sobre processo de fusão com a Caixa e não tem conhecimento da fonte das informações divulgadas pelo jornal.

Outras notícias importantes do dia

• A Vale (BOV:VALE5) negou que tem existido, dentro da companhia, deliberações para substituição do presidente, Murilo Ferreira, nem recebeu comunicação dos acionistas controladores sobre tal intenção. Rumores circulam no mercado que o governo de Michel Temer estuda trocar o comando da companhia desde sua posse como interino.

• O COPOM (Comitê de Política Monetária) do Banco Central não surpreendeu e manteve a taxa Selic em 14,25% ao ano, na última reunião presidida por Alexandre Tombini, que deverá assumir um cargo no FMI (Fundo Monetário Internacional).

• Ilan Goldfajn, novo presidente do BCB (Banco Central do Brasil), tomará posse hoje no final da tarde.

• A Federação Única dos Petroleiros marcou para esta sexta-feira, dia 10, uma paralisação de 24h em protesto aos planos de desinvestimento da Petrobras (BOV:PETR4).

• A comissão mista do Congresso aprovou medida provisória que aumenta de 20% para até 49% o limite de participação de capital estrangeiro em companhias aéreas nacionais.

• O Cade aprovou a aquisição do HSBC (LSE:HSBA) no Brasil pelo Bradesco (BOV:BBDC4), que deve consolidar a operação no balanço do quarto trimestre de 2016. O Cade restringiu o Bradesco (BOV:BBDC4) de comprar outras instituições financeiras nos próximos 30 meses.

• Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, afirmou que o Brasil vive a crise mais intensa de sua história e não será surpresa se contração do PIB neste ano for a maior já calculada pela série histórica.

• O dólar comercial registrou forte queda de mais de 2%, cotado aos R$ 3,37, sem intervenção do Banco Central e seguindo a fraqueza da moeda norte-americana nos mercados internacionais segundo analistas.

Esta notícia foi extraída do Bom Dia ADVFN, newsletter diária divulgada pela ADVFN Brasil, em 09-06-2016. Acesse a versão completa do Bom dia ADVFN por este link: Clique aqui.

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