Consulte a Bússola de Investimentos ADVFN desta quinta-feira, dia 06

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• O Estado do Rio de Janeiro vai avaliar um projeto de lei com incentivos fiscais de R$ 650 milhões por 20 anos à Ambev (BOV:ABEV3) para a construção de uma fábrica de garrafas e latas de alumínio.

• A Azul Linhas Aéreas Brasileiras define o preço das ações em sua oferta pública, que poderá levantar R$ 1,5 bilhão, com base no preço médio da faixa estabelecida no prospecto. Os papéis da companhia começam a ser negociados na sexta-feira.

• O CARF decidiu contra a B3, nova denominação da BM&FBOVESPA (BOV:BVMF3), no caso que trata do auto de infração da Receita Federal questionando a amortização, nos exercícios de 2008 e 2009, do ágio gerado quando da incorporação de ações da Bovespa Holding pela companhia. A companhia afirmou que levará a discussão para a Justiça. O valor atualizado do processo é de aproximadamente R$ 1,2 bilhão.

• O portal “poder360” afirma que a força-tarefa da Lava Jato abriu inquérito para apurar possível fraude e falha no sistema de controle interno do Bradesco (BOV:BBDC4), o que teria permitido ao operador Fernando Soares repassar R$ 220 mil de propina ao ex-diretor da Petrobras (BOV:PETR4) Nestor Cerveró. Além disso, o Bradesco foi intimado pela Corregedoria Geral do Ministério da Fazenda sobre a abertura de processo administrativo com a finalidade apurar eventual prática de atos contra a administração pública. A companhia reafirma que não efetivou qualquer proposta, contratação ou pagamento, a quem quer que seja, para obter qualquer tipo de vantagem junto ao CARF.

• O Santander rebaixou a recomendação para as ações da Cielo (BOV:CIEL3) de neutra para underperform (desempenho abaixo da média do mercado), reduzindo o preço-alvo de R$ 33 para R$ 29. “Depois do rali de 23% desde o final de janeiro, superando o Ibovespa (+21%), estamos novamente preocupados com o valuation esticado da Cielo. Diante do alto nível de incerteza sobre a indústria, analisamos a relação entre preço sobre lucro da Cielo em múltiplos cenários de crescimento e concluímos que o valuation atual representa uma perspectiva excessivamente benigna no ambiente competitivo e regulatório”, apontam os analistas.

• A gigante italiana de energia Enel está se preparando para competir pelas distribuidoras que a Eletrobras (BOV:ELET6) colocará à venda no fim do ano, disse Francesco Starace, CEO da Enel, em entrevista à Bloomberg em Nova York. A Enel tem interesse em duas ou três empresas das seis que estão à venda, disse ele. “A maioria das empresas de distribuição da Eletrobras tem valor. Estamos tentando fazer algumas escolhas geográficas, queremos aquelas que estão mais próximas de onde já estamos”, afirmou. Depois da compra da Celg-D de Goiás, em novembro, com um prêmio de 28% sobre o valor mínimo, a Enel passou a atender a mais de 10 milhões de consumidores de energia no Brasil. Em um país deste tamanho, se você não ultrapassar a base de 10 milhões de clientes, existe um risco de não ser eficaz”. A Enel tem outras duas distribuidoras no país: no Rio de Janeiro e no Ceará. De acordo com Starace, a Eletropaulo (BOV:ELPL4) também está no radar da companhia.

Termina hoje o prazo para a negociação em bolsa do direito de subscrição da Tenda. A Gafisa (BOV:GFSA3) havia informado anteriormente que esse prazo iria até 11 de abril, mas depois retificou a informação.

• O Tribunal do CADE estendeu o prazo de análise do processo de fusão da Kroton (BOV:KROT3) e Estácio (BOV:ESTC3) por sessenta dias, devendo o processo ser encerrado até o final de junho deste ano. Esse prazo pode ainda ser prorrogado por, no máximo, mais trinta dias.

• A unidade de bovinos do Marfrig Global Foods (BOV:MRFG3) em Tangará da Serra, em Mato Grosso, concedeu férias coletivas de 10 dias para trabalhadores que operam um dos dois turnos de abates. O outro turno seguirá normalmente. A capacidade diária de processamento da fábrica é de 1.300 cabeças por dia. A empresa não explicou os motivos, mas a decisão vem na sequência de outras paralisações anunciadas por concorrentes, após a Operação Carne Fraca.

• A Movida (BOV:MOVI3) informou que a JSL adquiriu ações da empresa, passando a ter 65,59% do capital
social.

• O ministro da Ciência e Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab, prevê que a MP da Oi (BOV:OIBR4) sairá até o fim de abril, de acordo com informações da Coluna do Estadão, do jornal O Estado de S. Paulo. Além disso, destaque para duas notícias do jornal Valor Econômico. O diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) Igor de Freitas disse ontem que a Advocacia Geral da União (AGU) já admite a possibilidade de negociar crédito de multas da Oi se houver respaldo legal. A resistência dos advogados da União era considerada o principal obstáculo à publicação da medida provisória (MP) estudada pelo governo que permite a intervenção em todos os serviços da operadora e flexibiliza o tratamento do saldo bilionário em multas.

• A oferta pública secundária do Santander Brasil foi precificada em R$ 25 por Unit (BOV:SANB11), totalizando R$ 2 bilhões.

• Ainda entre as recomendações, o Credit Suisse elevou a recomendação das ações da Ser (BOV:SEER3) para outperform, com preço-alvo também sendo elevado para R$ 27.00. A revisão da recomendação ocorre em meio a novas estimativas macroeconômicas, resultado melhor do que o esperado no segundo semestre de 2016 e novas estimativas para o negócio. “A empresa tem tido uma execução sólida, com crescimento de lucros superando as expectativas do mercado, retorno alto e as perspectivas não dependem de decisão do CADE, caso de Kroton e Estácio”, avaliam. Os analistas acreditam que a Ser é um veiculo atrativo para play o setor, em combinação com o spread ESTC3-KROT3.

• A Smiles (BOV:SMLE3) aprovou o primeiro aditivo ao contrato de compra e venda antecipada de passagens aéreas da Gol no valor de até R$ 480 milhões.

Bolsas mundiais:

Desempenho dos principais índices:
Ibovespa (Brasil) -0,19%

Dow Jones (Estados Unidos) +0,00%

Nasdaq Composite (Estados Unidos) +0,00%

FTSE 100 (Reino Unido) -0,43%

DAX Index (Alemanha) -0,04%

Cac 40 (Reino Unido) +0,6%

Nikkei 225 (Japão) -1,40%

Commodities:
Ouro -0,25%

Prata -0,60%

Cobre +0,02%

Petróleo +1,30%

Petróleo Brent Crude +1,28%

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