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Sinal de fraqueza: Trump não consegue apoio de republicanos para derrubar Obamacare

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Não é só no Brasil que a situação política segue complicada. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump voltou a ser derrotado por dissidências de seu próprio Partido Republicano, que não conseguiu derrubar o programa de saúde do governo passado, o Obamacare. O receio é que o presidente tenha dificuldades também em aprovar as medidas de incentivo à economia, como desregulamentação bancária e redução de impostos.

Ontem, Trump voltou a insistir e pediu  aos republicanos que “simplesmente revoguem” a reforma da saúde promulgada por seu antecessor, Barack Obama, e iniciem o trabalho do zero, após o bloqueio criado nas fileiras conservadoras, incapazes de chegar a um acordo sobre uma proposta alternativa.

“Os republicanos devem simplesmente revogar o falido Obamacare e agora trabalhar em uma nova reforma da saúde. Os democratas se unirão”, disse Trump, ontem por meio da sua conta pessoal numa rede social.

A mensagem foi divulgada após o presidente saber que a oposição de alguns senadores do seu próprio partido fez fracassar mais uma vez a proposta da saúde republicana para revogar e substituir o Obamacare.

Os senadores que anunciaram sua oposição à proposta são Mike Lee e Jerry Moran, que se uniram assim a Susan Collins e Rand Paul. Os quatro republicanos viraram as costas para o texto.

Com a oposição dos quatro republicanos e os 48 senadores democratas unidos em bloco contra a revogação do Obamacare, os votos favoráveis à nova proposta ficariam abaixo dos 50 necessários.

Apesar de diversas tentativas, mesmo com a maioria republicana nas duas câmaras, Trump não conseguiu aprovar a revogação e substituição da reforma da saúde de Obama, uma das grandes promessas eleitorais do magnata.

Segundo estudos independentes do escritório de Orçamento do Congresso, entre 22 e 24 milhões de pessoas perderiam seus planos de saúde nos próximos dez anos com as propostas dos republicanos.

 

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