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Centrais esperam aumento na contribuição sindical

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Em novembro, o imposto sindical, deixará de existir por causa da Reforma Trabalhista. Agora, o trabalhador não terá 4,5% do salário descontado e a contribuição será decidia em assembleia. Duas das maiores centrais do país, a União Geral dos Trabalhadores (UGT)  e a Força Sindical, defendem que esse valor seja entre 6% e 13% de um salário mensal.

presidente Michel Temer  disse que o substituto ao imposto sindical será regulamentado por Medida Provisória, porém o texto não trará um porcentual a ser cobrado dos trabalhadores. O secretário-geral da Força, João Calos Gonçalves, indicou que o valor poderia oscilar entre 8% e 13%, segundo o jornal O Estado de S. Paulo.

A “contribuição por negociação sindical” serviria para financiar a estrutura sindical e é apoiada pela UGT, Força e Central Única dos Trabalhadores (CUT).  Apesar da CUT apoiar a contribuição, ela não divulgou os valores de referência por não apoiar o governo Temer.

Hoje, a contribuição salarial é paga tanto pelos os sindicalizados quanto os não sindicalizados, já que a cobrança é feita para todos aqueles que se beneficiam da negociação coletiva entre empregados e patrões. As assembleias propostas pela Reforma Trabalhista ainda estão sendo discutidas e por enquanto, prevalece que o quórum mínimo dessas reuniões sejam de apenas 10% dos trabalhadores representados.

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