Otimismo e oferta menor mantiveram alta da ação, diz presidente da Azul

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O presidente da Azul (BOV:AZUL4), John Rodgerson, atribuiu a alta das ações da aérea após a oferta subsequente (follow on) à oferta mais enxuta que a prevista pelo mercado inicialmente e à percepção mais otimista em relação ao Brasil. Além disso, havia também uma demanda “represada” da época da oferta primária de ações (IPO, na sigla em inglês).

“Tínhamos muita demanda pelo IPO, talvez poderíamos ter precificado um pouco mais alto”, afirmou o executivo a jornalistas, em evento promovido pela Azul. Porém, na avaliação dele, a decisão se mostrou acertada. “É importante que tenhamos um track record de sucesso, porque sabíamos que voltaríamos um dia ao mercado.”

O follow on da aérea movimentou R$ 1,136 bilhão, com ação precificada em R$ 27,96. A operação ocorreu poucos meses após o IPO, feito em abril.

O executivo se disse otimista em relação ao cenário econômico do País, mesmo que a retomada ainda esteja começando a se materializar. Entre os aspectos positivos, ele destacou os juros de um dígito, a inflação cadente e a estabilidade do câmbio, que classificou como uma “bênção” para a companhia. Quanto ao cenário político, Rodgerson afirmou que essa não têm sido uma grande preocupação dos investidores.

O presidente da Azul elogiou ainda a reforma trabalhista, que permitirá maior flexibilidade na hora de marcar férias. Isso tenderá a diminuir a demanda por viagens aéreas na alta temporada, abrindo espaço para a redução do custo das passagens, diz.

Fonte: Agência Estado

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