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Mercados em alta, desvalorização do Euro, IBC-BR e articulação do governo

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Mercados Globais

Índices futuros dos Estados Unidos continuam a registrar altas, mantendo o bom desempenho de ontem, junto aos demais índices acionários da Europa bem como os da Ásia. O Euro iniciou o dia em forte valorização em relação ao dólar, a partir do momento em que começou a perder força, permitiu que os índices europeus e S&P Futuro subissem ainda mais. Veja o movimento de enfraquecimento do Euro em relação ao Dólar:

 

 

Na agenda americana, os investidores aguardam ao discurso de Janet Yellen que será realizado hoje à noite. Com a confirmação da saída da atual presidente em fevereiro, os mercados começam a tomar posições especulativas acerca da trajetória da taxa de juros para o próximo ano. Nesta semana, o viés para os índices acionários dos EUA permanecem em alta, mesmo em uma semana que tende a ter um baixo volume de negócios devido ao feriado de ação de graças. Enquanto isso, o S&P tenta retornar ao seu pico até o final do ano:

 

 

Brasil

 

No Brasil, o mercado tem uma abertura de alta, bastante influenciado pela articulação do governo em torno da reforma da previdência. O presidente Michel Temer realizará uma reunião às 15h com 13 de seus ministros, no Palácio da Alvorada. Outro bom motivo para o mercado é o Índice do Banco Central para a atividade econômica, que apresentou uma expansão no mês de setembro de 2017. Houve uma alta de 0,40% na comparação mensal. Na comparação anual, para o mesmo período, houve uma alta de 2,00%. No ano, o IBC-BR registrou variação de 0,61% enquanto no acumulado em doze meses, houve uma variação negativa de 0,42%. Veja o IBC-BR abaixo:

 

 

Na agenda econômica de hoje, a Fundação Getúlio Vargas divulgou o Índice Geral de Preços – Mercado para o segundo decêndio. O IGP-M registrou uma variação positiva de 0,37%, com uma pressão inflacionária mais forte no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que teve uma alta de 0,43%. O IPA apresentou uma forte alta nos bens finais, que por sua vez, foi influenciado pelo subgrupo combustíveis para o consumo (+1,80% para +7,68%).

 

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