Saiba o que aconteceu na política nacional.
PSDB fora da base aliada
O ministro Eliseu Padilha afirmou que ” o não está mais na base de sustentação do governo federal. O PSDB já disse que vai sair. Nós vamos fazer de tudo para manter a nossa base de governo e um projeto único de poder para 2018″. Diante disso, Padilha apontou que o presidente Temer irá indicar novos ministros para as pastas que, até então, estão sob responsabilidade dos tucanos, quando for o momento.
Juiz extra
Por 10 votos a 1, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram que seus gabinetes poderão contratar um juiz extra para acelerar as investigações que tramitam na Corte. Segundo o STF, a maioria das vagas serão preenchidas por remanejamentos, fazendo com que o impacto orçamentário seja “irrisório”.
Temer Presidente 2018
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, disse que o presidente Michel Temer “não tem pretensão” de disputar a reeleição em 2018, “mas sim de cumprir bem o seu mandato”, pelo menos “por enquanto”. O ministro também declarou que o PMDB pode fazer uma aliança com o PSDB para a disputa da presidência, “se o partido defender o legado do governo Michel Temer”.
Denúncia contra Cunha
A Procuradoria da República no Rio Grande do Norte denunciou o ex-ministro Henrique Eduardo Alves e o ex-deputado Eduardo Cunha por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa, com base em provas obtidas através das delações de Lúcio Funaro e Fred Quiroz. A defesa de Cunha afirmou que a denúncia é “aventureira” e baseada ” na palavra de um delator já conhecido por suas inúmeras mentiras”, referindo-se a Funaro.
Armas na área rural
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a aquisição de arma de fogo por moradores de áreas rurais, alterando o Estatuto de Desarmamento. A justificação do projeto é a segurança em áreas afastadas. “É nessa esteira que propomos este projeto de lei, visando a assegurar aos residentes em áreas rurais o direito de adquirir uma arma de fogo de uso permitido para utilização em suas propriedades, as quais, não raro, encontram-se a centenas de quilômetros de um posto policial, o que coloca inúmeras famílias à mercê do ataque de criminosos ou, até mesmo, de animais silvestres, não assistindo a elas quaisquer meios de defesa de sua vida e de sua propriedade”, afirma o senador Wilder Morais.
Destaca-se que por mais que a aquisição seja permitida, o projeto não prevê o porte da arma. A medida será avaliada na Câmara antes de ser encaminhada ao Presidente.