S&P pretende manter rating do Brasil durante as eleições, diz Bloomberg

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Lisa Schineller, diretora-gerente da Standard & Poor’s, afirmou que a agência pretende manter intacta a nota de crédito do país durante as eleições presidenciais. Segundo Schineller, a condenação do ex-presidente Lula em segunda instância, tornou o ambiente econômico ainda mais incerto no Brasil.

Com relação a Reforma da Previdência, a agência se mostra cética em relação ao assunto.

— É muito difícil avançar em reformas em ano eleitoral — disse Lisa Schineller, diretora de ratings soberanos da S&P.

Após os comentários de Schineller, o Índice Ibovespa (IBOV) ensaiou uma leve recuperação e às 13h, o índice operava em baixa de 0,8% — enquanto o dólar sobe 0,8% para R$ 3,18.

Nota de Crédito

No início de janeiro, a agência rebaixou o rating brasileiro de “BB” para “BB-”, a justificativa dada pela agência foi a demora na aprovação de reformas estruturais que causariam o equilíbrio fiscal do país.

O rebaixamento era esperado desde o final do ano passado, quando o governo não conseguiu votar a Reforma da Previdência em primeiro turno na Câmara dos Deputados.

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