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Eleições 2018: Pesquisa XP mostra Haddad com 43% e Bolsonaro com 39% no 2º turno

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Pesquisa da corretora XP Investimentos em parceria com o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipesp) nos dias 24 a 26 de setembro mostrou estabilidade no candidato favorito à Presidência da República, Jair Bolsonaro, mas forte crescimento do principal opositor, Fernando Haddad, do PT. Os números indicam também que os ataques a Bolsonaro, que se tornaram mais constantes e intensos na semana passada, parecem ter surtido efeito em estancar seu crescimento, mas não se reverteram em votos para os que atacam, em especial o ex-governador Geraldo Alckmin, do PSDB, que segue com 8% da preferência.

A 19ª rodada da Pesquisa Presidencial da XP mostra que Haddad permaneceu em sua tendência de alta, subindo de 16% para 21% da preferência dos eleitores. Ele reduziu para 7% a diferença para Jair Bolsonaro (PSL), que detinha 28% das intenções de voto e ficou estável.

Os cenários de segundo turno foram negativos para Bolsonaro, diz a XP. Ele estava três pontos à frente de Haddad na semana passada, e agora o candidato do PT está quatro pontos à frente dele (43% a 39%). Na simulação de segundo turno, pela primeira vez desde o início das pesquisas, Haddad é o favorito contra o Bolsonaro, o que pode alavancar o poder do “voto estratégico” contra o candidato do PSL.

Ciro é o preferido do “voto estratégico”

Em relação ao “voto estratégico”, Ciro Gomes (PDT) é hoje a melhor “segunda opção” para 14% dos eleitores, enquanto 8% dão esse rótulo a Geraldo Alckmin (PSDB).

Haddad mais conhecido e menos rejeitado

Haddad finalmente se tornou tão conhecido quanto todos os outros principais concorrentes, diz a pesquisa da XP. Sua taxa de rejeição parou de subir, enquanto Bolsonaro, após duas descidas consecutivas, subiu para 60%. Os eleitores também foram questionados sobre quem eles considerariam que seria o pior presidente do Brasil. Tanto Haddad quanto Bolsonaro estão agora mais rejeitados do que na semana passada, destacando a polarização de candidatos do PT e do PSL.

Demais candidatos têm pouca alteração

Os demais candidatos tiveram pouca alteração em relação à pesquisa anterior. Ciro Gomes, do PDT, manteve 11 pontos e o terceiro lugar, enquanto Geraldo Alckmin, do PSDB, passou de 7% para 8%. Marina Silva, da Rede, caiu mais um pouco, de 6% para 5%. Brancos e nulos recuaram de 16% para 12%.

Cenários para o segundo turno

Nos cenários para a disputa em segundo turno, além de Haddad e Bolsonaro, a pesquisa da XP mostrou que Geraldo Alckmin ficaria na frente do candidato do PT, com 38% da preferência, para 35% de Haddad. Ainda assim, seria um empate técnico. Haddad melhorou sua performance na disputa eventual com o tucano, que se manteve em 38%, enquanto o petista subiu de 31% para 35% dos votos.

Entre Alckmin e Bolsonaro, o tucano venceria, com 41% dos votos, para 38% do capitão reformado, mas ainda configurando empate técnico. Bolsonaro venceria Marina por 39% a 35%. Mas perderia de Ciro, por 43% para o candidato do PDT a 35% para o capitão reformado.

Marina lidera rejeição

Entre os candidatos que o eleitor não votaria de jeito nenhum, Marina Silva lidera com 68% da rejeição, seguida por Alckmin, com 61%, praticamente empatado com Haddad, com 60%, mesmo percentual de Bolsonaro. Ciro tem 54% de rejeição.

Entre os que rejeitam os preferidos, Haddad teria mais votos

A pesquisa da XP perguntou também aos que rejeitam tanto Bolsonaro quanto Haddad em quem eles votariam em um eventual segundo turno entre os dois. O resultado foi que Haddad teria 34%, subindo 8 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior. Já Bolsonaro caiu de 26% para 18% na preferência. Os que votariam em branco ou nulo ficaram estáveis, em 46%.

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