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Bolsonaro e Haddad “baixam a bola” no Jornal Nacional e negam Constituinte

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Os dois candidatos à Presidência da República neste segundo turno, Jair Bolsonaro, do PSL, e Fernando Haddad, do PT, foram entrevistados ontem pelo Jornal Nacional e indicaram que vão adotar um discurso menos agressivo para tentar atrair os votos dos eleitores de centro. Bolsonaro desautorizou abertamente seu vice, o general da reserva Hamilton Mourão, afirmando que “eu sou capital e ele é general, mas o presidente serei eu”.

Mourão defendeu uma nova Constituição que seria elaborada por “notáveis” e a admitiu a possibilidade de um “autogolpe” pelo presidente sob determinadas circunstâncias. Bolsonaro disse que “não entendeu” o que o vice quis dizer com autogolpe e afirmou que não vai convocar uma constituinte e que vai respeitar a Constituição atual. Admitiu apenas mudanças pontuais no texto constitucional e atribuiu as declarações à inexperiência política de Mourão, que vai ter de aprender e lidar com o cargo. O candidato do PSL fez questão de acenar para o Nordeste, região em que o PT tem maior presença, agradecendo os votos e negando que vá acabar com o Bolsa Família.

O favoritismo de Bolsonaro fez o mercado brasileiro viver ontem um dia de euforia, com o Índice Bovespa subindo 4,57% e o dólar caindo para R$ 3,77.

Também o  candidato do PT, Fernando Haddad, mudou o discurso, afirmando que o partido reavaliou o posicionamento a respeito da proposta de se realizar uma Constituinte. Ele também afirmou que em seu governo poderão ser feitas mudanças constitucionais por meio de emendas constitucionais. Haddad também teve de se distanciar do líder do PT, José Dirceu, que afirmou que era uma questão  de tempo para o PT “tomar o poder”. O candidato do PT disse que não concorda com as declarações de Dirceu e que ele não participa da campanha e não participará de seu governo.

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