Presidente do México diz que Braskem lesou o país em US$ 683 milhões

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O presidente do México disse que um acordo “leonino” de fornecimento de etano que ele pressionou para cancelar entre um consórcio apoiado pela brasileira Odebrecht e a petroleira mexicana Pemex teria custado aos contribuintes cerca de 15 bilhões de pesos (US$ 683 milhões).

O contrato entre a Petróleos Mexicanos (Pemex) e o consórcio formado pela  Braskem (BOV:BRKM5), controlada pela Odebrecht, e o Grupo Idesa de México, foi assinado há uma década, na gestão do ex-presidente Felipe Calderón (2006-2012).

Em uma transmissão no YouTube no sábado, o presidente Andrés Manuel López Obrador disse que sua estimativa foi baseada no que ele descreveu como prováveis ​​subsídios injustos e multas pagas pelo não cumprimento dos termos do acordo que ele descreveu como “leonino”.

Prejuízo bilionário no 2T20

A petroquímica Braskem teve um prejuízo bilionário no segundo trimestre, refletindo a combinação de queda nas receitas devido à crise da Covid-19, despesas ligadas a um dano geológico em Alagoas e pressão financeira devido à alta do dólar. A Braskem encerrou o segundo trimestre com prejuízo líquido de R$ 2,47 bilhões, decorrente sobretudo da provisão adicional de R$ 1,6 bilhão e desvalorização cambial em dívidas que totalizam US$ 2,8 bilhões

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