Cielo anuncia ex-IBM como novo vice-presidente de experiência do cliente

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Conselho de administração da Cielo aprovou, nesta data, a eleição de Júlio Almeida Gomes como vice-presidente executivo de experiência do cliente. Júlio é graduado em engenharia de infraestrutura aeronáutica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica, com mestrado em administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e PhD candidate em Gestão de Operações pela Sloan School, MIT.

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:CIEL3) na noite desta segunda-feira (14).

O executivo atuou como vice-presidente e sócio sênior da prática global de estratégia digital da IBM, onde apoiou clientes de vários setores e países em suas iniciativas de transformação digital. Também exerceu posição de diretor de tecnologia, operações, transformação e desenvolvimento de negócios, em instituições como Banco Sabadell, City National Bank of Florida, WalMart América Latina e Unibanco.

Foi sócio do Boston Consulting Group e trabalhou na McKinsey & Company.

“Júlio terá sob sua gestão as áreas de TI e Operações, que serão consolidadas, em continuidade aos movimentos que vêm sendo realizados pela Cielo para intensificar o processo de transformação digital e oferecer a melhor experiência do mercado para todos os seus clientes”, explicou a Cielo em comunicado.

“A Cielo há tempos deixou de ser uma empresa focada apenas em transações. Tornou-se uma companhia de tecnologia de pagamentos e serviços. A nova estrutura, portanto, permitirá à Cielo contar com uma visão integrada da experiência do cliente. Dessa forma, proporcionará uma melhor jornada em variadas frentes, como na oferta de produtos, atendimento e o uso de ferramentas digitais”, afirma Gomes.

Lucro líquido de R$ 100,4 milhões revertendo primeiro prejuízo da história

Cielo obteve lucro líquido de R$ 100,4 milhões no terceiro trimestre. Comparado ao mesmo período de 2019, porém, o resultado representa recuo de 71,5%. O lucro veio um pouco abaixo da média projetada pelos analistas ouvidos pelo Valor. UBS, Bank of America, Safra e Morgan Stanley esperavam que a Cielo obtivesse R$ 109 milhões na última linha do balanço.

A empresa conseguiu revertr o primeiro prejuízo desde que abriu o capital, registrado entre abril e junho deste ano. O prejuízo do segundo trimestre decorreu do impacto da pandemia e do isolamento social. Segundo o Índice de Varejo Ampliado da Cielo (ICVA) o intervalo entre abril e junho teve uma queda nominal de vendas de 29% comparado ao segundo trimestre do ano passado.

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