Confira os Indicadores Econômicos desta sexta-feira (19/03/2021)

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Confira os principais indicadores econômicos desta hoje, em destaque o banco central do Japão afrouxou ligeiramente seu controle sobre os rendimentos dos títulos de longo prazo nesta sexta-feira e preparou o terreno para reduzir suas enormes compras de ativos arriscados, como parte das medidas para tornar sua política monetária ultrafrouxa sustentável o suficiente para enfrentar uma batalha prolongada para elevar a inflação.

Brasil

  • Prévia da Sondagem da Indústria sinaliza terceira queda consecutiva

A prévia da Sondagem da Indústria de março sinaliza queda de 4,0 pontos do Índice de Confiança da Indústria (ICI) em relação ao número final de fevereiro, para 103,9 pontos. Se o resultado se confirmar, essa será a terceira queda consecutiva retornando ao menor patamar desde agosto de 2020 (98,7 pontos).

A queda no resultado prévio da confiança industrial ocorre influenciado pela piora da situação corrente e diminuição das expectativas em relação aos próximos meses. O Índice de Situação Atual caiu 4,1 pontos, para 110,8 pontos e o Índice de Expectativas 4,0 pontos, para 96,9 pontos neste resultado prévio. Caso se confirme, esse será o primeiro mês desde agosto de 2020 em que o Índice de Expectativas retorna a patamar inferior aos 100 pontos, nível considerado neutro.

Europa

  • Índice de preços ao produtor da Alemanha subiu 0,7% em fevereiro

O índice de preços ao produtor (PPI, pela sigla em inglês) da Alemanha subiu 0,7% em fevereiro ante janeiro, segundo dados publicados nesta sexta-feira pela agência de estatísticas do país, a Destatis.

Na comparação anual, o PPI alemão teve alta de 1,9% em fevereiro.

Excluindo-se custos de energia, que podem mostrar volatilidade, o PPI da Alemanha avançou 1,4% em fevereiro ante igual mês do ano passado.

  • Banco Central do Japão ajusta estimulo na tentativa de elevar os preços

O banco central do Japão afrouxou ligeiramente seu controle sobre os rendimentos dos títulos de longo prazo nesta sexta-feira e preparou o terreno para reduzir suas enormes compras de ativos arriscados, como parte das medidas para tornar sua política monetária ultrafrouxa sustentável o suficiente para enfrentar uma batalha prolongada para elevar a inflação.

Em uma revisão de suas ferramentas de política monetária anunciada após dois dias de reuniões, o Banco do Japão disse que permitirá que as taxas de juros de longo prazo subam ou caiam 0,25% em torno de suas meta de 0%, em vez da atual banda implícita de 0,2%.

Para dar a si mesmo mais espaço para reduzir seu forte estímulo, o banco central também removeu uma orientação explícita de comprar fundos negociados em bolsa (ETF) a um ritmo anual de cerca de 6 trilhões de ienes (55,21 bilhões de dólares).

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