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Dólar oscila e juros futuros caem nos prazos médios e longos com IBC-Br e prévia do IGP-M

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O dólar e os juros futuros médio e longos abriram em queda nesta segunda-feira, com fraqueza da moeda americana no exterior e yields dos Treasuries, rendimentos dos títulos do Tesouro americano, comportados.

Além disso, ativos locais ainda repercutem fala de Arthur Lira, presidente da Câmara, sobre o respeito ao Teto de Gastos mesmo que o orçamento seja aprovado sem quaisquer vetos. Isso trouxe alívio ao mercado, que segue na expectativa de uma solução para a peça orçamentária.

O dólar amanheceu sem parada; já atingiu a máxima de R$ 5,5992 e agora sobe 0,18%, a R$ 5,5947, tendo o Orçamento 2021 no radar.

Na agenda, Banco Central rola até US$750 milhões de swap cambial pelas 11h30.

Movimentos de ajuste no câmbio podem pesar no real. Quinta tem decisão de juros do Banco Central Europeu e possível instalação da CPI da Covid, enquanto a B3 encerra na quarta por feriado e pode tirar liquidez dos mercados. O dia ainda traz reunião sobre pacote de US$2,25 trilhões nos Estados Unidos.

A curva de juros futuros reage ao IBC-Br de fevereiro ante janeiro, que ficou no teto das projeções.

Os DIs curtos sobem por conta da segunda prévia do IGP-M e do IBC-Br de fevereiro, que indicam maior pressão sobre a inflação e a Selic. Na segunda leitura do mês, a chamada inflação do aluguel subiu 1,17% ante os 0,84% esperados, enquanto a chamada prévia informal do Produto Interno Bruto aumentou 1,70% contra aumento previsto de 0,90%. Já a segunda prévia do IPC-Fipe veio abaixo do esperado.

Sobem as projeções dos contratos de DI para janeiro de 2022, de 4,670%, de 4,656% do ajuste de sexta-feira, e janeiro de 2023 para 6,335% (6,319%).

Janeiro de 2025 cai a 7,930% (7,966%) e janeiro 2027 para 8,560% (8,604%). A hesitação da ponta curta está relacionada à indefinição de como será sancionado o Orçamento deste ano, com prazo final para quinta-feira.

Lá fora, o Índice Dólar, o DXY, que mede o comportamento da moeda americana ante uma cesta de pares, recuava 0,49% no sexto pregão de quedas. O yield dos Treasuries de dez anos subia 1,4 ponto-base para 1,587%.

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