JBS: Moody´s eleva rating da Companhia de Ba2 para Ba1 com perspectiva estável

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A agência de rating Moody´s Investors Service elevou a classificação da JBS de Ba2 para Ba1, com perspectiva estável.

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:JBSS3), nesta quarta-feira (07).

Segundo o relatório publicado pela Moody´s, “o perfil de crédito da JBS continua refletindo a robustez de suas operações globais como a maior produtora de proteínas do mundo e sua ampla diversificação em segmentos de proteínas, geografias e mercados.

A estratégia da JBS de expandir sua presença global nos segmentos de alimentos processados de valor agregado melhorou seu perfil de negócios e resultou em mais estabilidade em sua margem operacional e fluxo de caixa ao longo do tempo”.

Ainda de acordo com o relatório da Moody´s, “a JBS implementou uma série de iniciativas para alongar o vencimento da dívida, amortizar dívidas e reduzir custos de captação, amparada por políticas financeiras claras de exigência de caixa mínimo e alavancagem”.

A JBS pretende divulgar os resultados do 1T21 no dia 13 de maio.

⇒ Confira a agenda completa da divulgação dos resultados do 1T21

Lucro líquido de R$ 4,6 bilhões em 2020, queda de 24,2%; No 4T20, lucro dispara 65%

Em 2020, o lucro líquido da JBS totalizou R$ 4,6 bilhões, o que significa uma redução de 24,2% em relação aos R$ 6 bilhões do ano anterior. Essa queda, porém, reflete o prejuízo não caixa do primeiro trimestre, quando a alta do dólar pesou sobre o valor das dívidas em moeda estrangeira. Não fosse isso, o resultado da companhia brasileira de carnes teria ficado perto dos R$ 10 bilhões.

No acumulado de 2020, o Ebitda ajustado totalizou R$ 29,5 bilhões, um incremento de 48,7%. Assim, a margem Ebitda caiu 0,7 ponto no trimestre, para 9,9%, mas aumentou 1,2 ponto no ano, para 10,9%.

Em 2020, a receita líquida aumentou 32,1%, ultrapassando R$ 270 bilhões pela primeira vez.

A JBS encerrou 2020 com R$19,7 bilhões em caixa. Adicionalmente, a JBS USA possui US$2,0 bilhões disponíveis em linhas de crédito rotativas e garantidas, equivalentes a R$10,2 bilhões ao câmbio de fechamento do trimestre, o que confere à JBS uma disponibilidade total de R$29,9 bilhões, mais de seis vezes superior a sua dívida de curto prazo.

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