Conselho da Itaúsa aprova andamento da incorporação da XP pela XPart

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O conselho de administração da Itaúsa aprovou a assinatura de documentos que refletem os principais termos relacionados à incorporação da XPart pela XP.

O fato relevante foi feito pela empresa (BOV:ITSA3) nesta sexta-feira (28). Confira o comunicado na íntegra.

Não há alterações aos termos do aditivo ao Acordo de Acionistas da XP a ser assinado, e que já foram divulgados pela Itaúsa em Fato Relevante de 1º de fevereiro de 2021. Como informado anteriormente, tal aditivo entrará em vigor quando da implementação da Incorporação da XPart pela XP.

A XPart é a sociedade resultante da reorganização societária com vistas à segregação da linha de negócio do conglomerado Itaú Unibanco referente à participação no capital da XP, que foi aprovada em assembleia geral de acionistas do Itaú Unibanco em 31 de janeiro de 2021.

Tal segregação de ativos ainda está condicionada à obtenção de manifestação favorável do Federal Reserve Board (FED) e, uma vez implementada, fará com que os acionistas do Itaú Unibanco tenham direito à participação acionária na XPart na mesma quantidade, espécie e proporção das ações por eles detidas no próprio Itaú Unibanco, quando haverá a separação jurídica e contábil do Itaú Unibanco e da XPart.

Aguarda-se, ainda, que tal operação de segregação seja homologada pelo Banco Central do Brasil. Assim, ações de emissão do Itaú Unibanco e os American Depositary Receipts – ADRs continuarão a ser negociados com direito ao recebimento dos valores mobiliários de emissão da XPart até a data de corte (“ex-direito” de recebimento de valores mobiliários da XPart) que, uma vez determinada, será prontamente informada ao mercado.

Lucro líquido recorrente de R$ 2,4 bilhões, alta de 123%

O lucro líquido recorrente da Itaúsa, que exclui itens extraordinários e considera as participações nas subsidiárias Itaú Unibanco, Duratex, Elekeiroz, Copagaz e Itautec, foi de R$ 2,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano, alta de 123% na comparação com igual período do ano passado.

“As companhias do portfólio apresentaram novamente resiliência nos resultados operacionais. No setor financeiro, foi possível observar desempenho saudável de margem financeira e menor volume de perdas esperadas com operações de crédito, além da gestão eficiente das despesas gerais e administrativas.

“Em bens de consumo e materiais para construção civil, Alpargatas e Duratex apresentaram aumentono volume de vendas,na receita líquida e no ebitda, mesmo com pressões no custo de alguns insumos, e foi o melhor primeiro trimestre da história da Duratex”, disse, em relatório enviado à CVM.

A companhia também reportou crescimento de receita nos segmentos de distribuição e transporte de gás, NTS e Copagaz.

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