A entrada da B3 como parceira pode atrair clientes em potencial para a Totvs, de acordo com o Credit Suisse

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O Credit Suisse avalia o acordo como positivo para a Totvs por representar um enfoque maior e mais recursos para a divisão da Totvs, que não vinha obtendo tanta atenção em meio a outras iniciativas.

A entrada da B3 como parceira pode atrair clientes em potencial, e avalia que há espaço para que um ator consolidado se consolide no mercado de software para instituições financeiras por meio de fusões e aquisições. O banco encara como provável uma oferta pública inicial de ações (IPO na sigla em inglês), como forma de liberar valor.

A parceria vai aumentar o foco a segmentos mais rentáveis da Totvs que não têm recebido a devida atenção em meio a outras grandes iniciativas, de acordo com o Credit Suisse.

Os analistas apontam que a Totvs demonstrou “um alto grau de engajamento” para encontrar alternativas que desbloqueiem valor para a companhia, enquanto explora suas oportunidades de negócios de maneira mais efetiva.

Por criar um forte concorrente no mercado, o banco também afirma ver o negócio como negativo para a Sinqia. O portfólio de produtos da TFS é menos competitivo do que o da Sinqia, mas a empresa poderia se tornar uma concorrente mais forte com fusões e aquisições, que podem vir a ser disputadas entre as empresas.

“Embora o mercado esteja bastante fragmentado e as aquisições menores devam continuar ocorrendo sem problemas, vemos chances de uma disputa mais acirrada por determinados ativos maiores, mais atrativos ou exclusivos”, afirmam os analistas.

O Credit Suisse destaca ainda que os recursos da B3 serão totalmente utilizados para iniciativas de fusões e aquisições em até três anos, e que as operações “tendem a ser agregadoras neste segmento”.

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