B3 divulga os destaques operacionais de junho de 2021 com alta de 14,1% no volume financeiro médio diário e de 42,9%

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A B3 divulgou os destaques operacionais de junho de 2021, com alta de 14,1% no volume financeiro médio diário e de 42,9% no número de investidores ativos, em relação a junho de 2020.

O comunicado foi feito pela companhia  (BOV:B3SA3), na quarta-feira (07).

O volume financeiro médio diário passou de R$ 32,473 bilhões em junho de 2020 para R$ 37,055 bilhões um ano depois. Com relação a maio de 2021, o aumento é de 11,5% (R$ 33,238 bilhões).

Já o número de investidores ativos passou de 2.678.353 em junho de 2020 para 3.826.949 em junho de 2021. Maio deste ano contou com 3.773.391, de modo que junho ganhou 1,4% a mais de investidores.

O número de empresas listadas também subiu consideravelmente, na comparação entre junho de 2020 para o deste ano: de 390 para 439. E mais vem por aí. Em maio de 2021, eram 437 empresas listadas.

B3 (B3SA3): lucro líquido recorrente de R$ 1,3 bilhão no 1T21, alta de 15,5%

A B3 registrou lucro líquido recorrente de R$ 1,336 bilhão nos três primeiros meses do ano, alta de 15,5% em relação ao mesmo período do ano passado e um avanço de 15,2% ante o quarto trimestre de 2020.

Já o lucro líquido atribuído aos acionistas da B3 atingiu R$ 1,256 bilhão, aumento de 22,5% no ano e de 14,5% ante o quarto trimestre, refletindo o desempenho operacional positivo da companhia em todas as linhas de negócio no trimestre.

receita líquida foi de R$ 2,34 bilhões, um crescimento de 25,8% na base anual de comparação.

Ebitda – lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização – recorrente bateu R$ 1,946 bilhão, valor 24% superior ao que a companhia teve nos primeiros três meses de 2020.

De acordo com a administração da empresa, os volumes transacionados continuaram a crescer neste início de ano, influenciados pela taxa de juros baixa e pela maior volatilidade na Bolsa, o que permite maiores ganhos principalmente em operações diárias com renda variável, ao passo que desestimula o investidor a buscar rentabilidade na renda fixa.

“No mercado de ações e instrumentos de renda variável listados, os destaques foram os crescimentos de 32,1% no volume financeiro médio diário negociado no mercado à vista de ações e de 74,9% no volume de contratos futuros de índice de ações”, apontou a B3.

Dentre as maiores contribuições para o resultado, o segmento listado teve receita de R$ 1,893 bilhão, representando 71,0% do total. O resultado foi 25,7% maior do que no mesmo período do ano passado.

O resultado foi impulsionado pela recuperação do valor dos ativos no segmento de ações à vista, que, no fim do primeiro trimestre de 2020, já sofriam com os efeitos do início da crise causada pela covid-19, além dos novos IPOs que ocorreram ao longo dos últimos 12 meses, e por maiores volumes negociados nas plataformas, tanto em ativos de renda variável como em derivativos listados, reflexo de uma base maior de investidores e de volatilidade advinda de incertezas político-econômicas no período.

Já o segmento balcão teve receita de R$ 269,6 milhões, que diz respeito a 10,1% do total. Nesse caso, houve aumento de 10,6% sobre o mesmo período de 2020, refletindo o volume de emissões e o estoque de instrumentos de captação bancária registrados nos três meses iniciais de 2021, que cresceram 6,7% e 38,0%, respectivamente, em função, principalmente, do crescimento de emissões de CDB, que representaram 73,1% das novas emissões durante o trimestre.

Já o estoque médio de instrumentos de dívida corporativa aumentou 1,8%, com as debêntures de leasing representando 23,6% do estoque médio de dívida corporativa no primeiro trimestre, contra 29,9% no ano passado. Outro destaque do mercado de renda fixa foi o contínuo crescimento do Tesouro Direto (TD), cujo número de investidores e o estoque em aberto cresceram 21,3% e 3,1%, respectivamente.

 

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